Liberalismo

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    Cadernos

  • A Revolução Francesa

    ?Quando se estuda a Revolução Francesa é impossível não ficar impressionado com a flagrante contradição entre suas trilogia mágica - Liberdade, Igualdade, Fraternidade - em nome da qual se fez a Revolução, e os fatos que dela resultaram. Até mesmo o leitor mais hipnotizado pelos slogans revolucionários se perturba ao ver o paladino da igualdade, Robespierre, praticamente fazer-se adorar na festa do Ser Supremo, em 1794. O mais cego liberal tem que fazer restrições aos crimes de terror, e fica estupefato ante a intolerância absoluta gerada pelo triunfo da Tolerância e da Liberdade. Como não ver que a Fraternidade romântica e sonhadora de Rousseau e de seus adeptos, a sociedade perfeita, pacífica e amorosa, finalmente realizada em 1789, produziu o ódio e a guerra? Como se levou o povo francês em nome da igualdade a aceitar a ditadura sangrenta de Robespierre, em nome da liberdade aceitar a lei dos suspeitos, e em nome da fraternidade, a aplaudir as execuções da Praça de Concórdia e as “noyades” de Nantes? Que magia tem essas três palavras? Que fraqueza há no homem que o leva a se deixar iludir estupidamente por esses três talismãs doutrinários? Que impulsos e vibrações más despertaram na alma revolucionária estas três mentiras do mundo moderno? É o que analisamos nesse estudo.

  • Cartas

  • Padre Fábio de Melo envergonha os católicos

  • Voltaire

    Jovem ateu defende liberdade de expressão citando Voltaire

  • Condenação da usura e do lucro

    Sobre a posição da Igreja quanto ao Capitalismo, a usura, a cobrança de juros e o lucro.

  • Feminismo

    "Hoje as exigências feministas estão em vias de transformar os homens em autênticos zumbís."

  • Reforma Agrária, fruto da Revolução Francesa

    "Não sou comunista, apenas não concordo com a péssima distribuição de renda e terras no Brasil."

  • Presunção

    "Tenho feito a leitura desse site e o que mais observo é a "presunção" dos que enviam os comentários e dos que respondem."

  • Nacionalismo e Patriotismo

    "Qual é a diferença entre PATRIOTISMO e NACIONALISMO?"

  • Bicudo e a pena de morte

    Cumprimentos de leitor que defende a pena de morte.

  • A TV forma um povo anti-religioso?

    Efeitos da televisão na difusão do paganismo.

  • Imprensa

  • Cardeal Cipriani adverte que "o relativismo quer derrubar a fé"

    "o relativismo destroça a capacidade não só da religião, mas também do ser humano no que há uma necessidade de apoiar-se na verdade".

  • Multimidia

  • Aspectos Gerais do Liberalismo

    O Professor Alberto introduz o tema do Liberalismo apresentando seu princípio basilar e tira conclusões dos fundamentos desse princípio.

  • Artigos

  • São Pedro pescava com anzol ou com rede?

    No quinto dia Deus fez os pássaros e os peixes (Cfr. Gen. I, 22, 23). E os peixes são mudos e vivem no abismo amrgo do mar. E os pássaros cantam e voam para o céu. Mas deus fez a ambos: os pássaros e os peixes. E assim é que os pecadores não cantam a glória de Deus e vivem no abismo amrgo do pecado. Enquanto os santos cantam a gl;ória de Deus e voam para o céu. Mas Deus criou a ambos: os santos e os pecadores. E Deus quer a salvação de todos.

  • Lobos uivam contra Bento XVI

    A Maçonaria confirma que não gosta do que está fazendo Bento XVI, e julga isso um retorno do ‘integrismo” à la São Pio X, ou à la Pio IX.

  • O fim do liberalismo

    O caminho do liberalismo ao totalitarismo é lógico e histórico. Todavia, poderíamos ainda notar que, se o fim do liberalismo é a tirania, essa tirania poderia apresentar-se - e efetivamente apresentou-se assim na história! - como uma ditadura da maioria sobre a minoria, o que poderíamos chamar de totalitarismo “democrático” ou, simplesmente, de uma demagogia corrupta e tirânica.

  • Não pense, assista. Não critique, comova-se!

    A TV, inimiga inseparável.

  • Cidade das Trevas

    As cidades modernas promovem o distanciamento de Deus e da religião.

  • A guerra entre a Igreja e a Maçonaria em Pernambuco no séc. XIX - Parte II: A Conjuração de “Nosso Pai”

     Gustavo Andrade conta como em 1666, usando um artifício sacrílego, nobres pernambucanos prenderam o governador e o despacharam de volta a Portugal.    Gustavo V. de Andrade “Um homem plantou uma vinha, e cercou-a com uma sebe, e, cavando, fez um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores; depois, ausentou-se para longe. […]