Apresentação

O estudo é para a vida intelectual, o que a oração é para a vida espiritual. Sem o estudo ou o aprendizado, porém, a vida espiritual torna-se superficial e meramente sentimental, e a fé pode facilmente ser destruida por argumentos falaciosos dos inimigos da Igreja. É o estudo da doutrina que fundamenta a fé, pois, diz a Escritura 'Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus'.

Apresentamos nesta seção apostilas com estudos mais aprofundados sobre diversos temas relacionados ao catolicismo, ensinando a verdade católica e combatendo os erros. Aqui o leitor poderá entender, se defender e sobretudo atacar a doutrina dos inimigos da Igreja. Arme-se de argumentos contra os protestantes, contras os materialistas e contras os maus pastores.

DESTAQUES DE CADERNOS

  • Música e Beleza

    Neste estudo apresentamos algumas regras de estética e beleza na música. Analisamos alguns tipos de música à luz dessas regras e sua influência na história.

  • Rock: revolução e satanismo

    Políticos do erotismo, arautos da desordem e do caos, propugnadores da ação sem qualquer sentido. Rebeldes contra a sabedoria e a lei. Apóstolos da irracionalidade e do desespero. Tais se confessam os líderes do movimento Rock.

  • Existência de Deus

    As cinco provas da existência de Deus de Sto. Tomás de Aquino.

  • A Cidade do Homem contra a Cidade de Deus - As Revoluções da Modernidade

    Neste trabalho pretendemos dar uma visão de conjunto das Revoluções que destruíram a sociedade medieval, procurando instituir uma sociedade igualitária em lugar da sociedade hierárquica que a Igreja estabelecera na Cristandade medieval.

  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte III

    Numa banca de livros usados—onde se encontram normalmente obras gastas e sem valor, mas onde também, por vezes, se pescam pérolas raras, caiu-me nas mãos, a preço ridículo, um livro com uma estranha ilustração na capa. Era uma foto do princípio do século – parecendo até ante diluviana – retratando um desfile de senhores sisudos, fazendo alas a um estandarte enorme. Todos portavam um como que avental e insígnias

  • O Iluminismo - Trevas na época das luzes

    Hoje o subjetivismo triunfa. Os princípios da Revolução Francesa, filha do Iluminismo, espalharam-se por todo o mundo, com todas suas lastimáveis conseqüências. O subjetivismo triunfa hoje porque o ceticismo venceu no século XVIII, e a vitória do ceticismo é o triunfo do espírito moderno, que ao repudiar a luz do conhecimento lançou o mundo nas mais profundas trevas.

  • Caritas in Veritate: valente e surpreendente desafio de Bento XVI ao mundo moderno

    O Papa Bento XVI, sempre corajoso, desta vez surpreende. O anúncio de uma nova encíclica de caráter social deixava todos em expectativa. Os modernistas ficaram à espera de uma nova encíclica, promovendo o socialismo “cristão”. Tanto mais que se anunciava que a nove encíclica de Bento XVI se inspirava e se dizia que era continuadora da encíclica Populorum progressio de conhecido sabor marxistóide. De sua parte, os anti modernistas temiam o que se anunciava. Pois Bento XVI surpreendeu de novo a todos.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 1/8)

    Temos a alegria de publicar, hoje, dia 31 de Maio de 2010, nosso livro denunciando a Gnose da TFP e dos Arautos do Evangelho, ensinada secretamente, durante anos, por Plínio Corrêa de Oliveira.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 2/8)

    O livro A inocência primeva e a contemplação sacral do universo, é a reprodução de reuniões gravadas de PCO, adaptadas para publicação em livro por uma Comissão de Redação formada por Paulo Corrêa de Brito Filho (Coordenador), Leo Daniele (Relator), Antônio Augusto Borelli Machado (Revisor) e José Antonio Ureta (Pesquisador), todos — exceto A. A. Borelli Machado — membros da seita secreta A Sempre Viva.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 3/8)

    Logo no primeiro capítulo da Segunda Parte do livro em foco, capítulo que trata da contemplação “sacral” como antídoto do laicismo, Plínio faz uma exigência, à qual ele é totalmente infiel:

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 4/8)

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 5/8)

    Antes de analisarmos os textos de Dr. Plínio, afim de explicar a sua exótica teoria do conhecimento, convém expor, de modo sucinto, a doutrina católica do conhecimento humano, tal qual é ensinada por São Tomás de Aquino, na Suma Teológica.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 6/8)

    Este texto foi escrito e publicado na década de 80, quando saímos da TFP. Agora, o republicamos com pequenos acréscimos e algumas adaptações gramaticais.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 7/8)

    JC [O atual Monsenhor, e Doutor pelo Angelicum, João Scognamiglio Clá Dias], baseado no princípio dos círculos concêntricos dado por Dom Chautard em seu magnífico livro “A alma de todo apostolado”, reune um grupo de ‘fervorosos’, ou como você muito bem classificou em um de seus posts, um grupo de ‘dictadores do bom espírito’. João Clá notificou da iniciativa a Zayas, a Kallás, ao Dr. Duca, os irmãos João Carlos e Celso Luis, e a mim, que éramos os quidams [dirigentes] dos grupos dos que tinham sido selecionados os integrantes do grupinho.

  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 8/8)

    O texto do Simpósio “Quem somos nós” dado reservadamente por Plínio Corrêa de Oliveira, em 1966 e 1973, foi publicado por um ex tefepista chamado Boller, no forum Salve Maria.

  • Resumo do livro "No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho"

    Publicamos hoje um resumo da obra que acabamos de publicar sobre a doutrina secreta de Plínio Corrêa de Oliveira: doutrina que embebe quer a antiga TFP quer o Instituto Pontifício dos Arautos do Evangelho.

  • Jean Guitton e o Modernismo no Concílio Vaticano II: Parecer de Brescia

    Polêmica sobre o modernismo no Concílio Vaticano II com o Instituto Paulo VI de Brescia

  • Fátima: um “segredo” contendo um enigma envolto em um mistério

    O Vaticano publicou em junho de 2000 o famoso terceiro segredo de Fátima. E a surpresa foi proporcional à expectativa, que era imensa e velha de muitas décadas. Assustou muito mais o longo silêncio sobre o segredo do que o texto que foi publicado. E, se não fosse o caráter e respeito sagrado que merecem as palavras de Nossa Senhora, se diria -- à primeira vista e depois da tentativa de interpretação de Ratzinger -- que se trata de um segredo inútil. Houve até quem o classificasse como um segredo “teologicamente vazio”. Assustou mais o silêncio sobre ele do que sua revelação. Evidentemente, nossa despretensiosa hipótese de interpretação não pretende ter nenhuma autoridade além daquela que provém de um exame atento, e que procura se ater rigorosamente ao texto da visão, assim como de outros dados certos e bem conhecidos. É claro também que nos submetemos ao julgamento e à crítica, em primeiro lugar da Igreja, e depois de todos os que, mais doutos que nós, possam nos corrigir e elucidar. A divulgação do “segredo” de Fátima aumentou o mistério. Não o elucidou. Fica então no ar um novo mistério. O que nos consola e nos dá esperança é que Nossa Senhora nos declarou: “Por fim, meu Imaculado Coração triunfará”. O que nos consola e nos dá esperança é que a Verdade encarnada, Nosso Senhor Jesus Cristo, nos disse e nos garantiu que: “Não há nada de oculto que não venha a ser conhecido”. (Mt X, 26) Até mesmo o terceiro segredo de Fátima. Sem aspas!

  • O Santo Sudário

    Estudos científicos sobre a mais importante relíquia de Cristo

  • Elementos esotéricos e cabalísticos nas visões de Anna Katharina Emmerick

    Trecho da tese de doutoramento do professor Orlando Fedeli sobre o esoterismo em Anna Katharina Emmerick

  • A Gnose “Tradicionalista” de René Guénon e Olavo de Carvalho

    ?Em polêmica entre o Prof. Orlando Fedeli e o escritor Olavo de Carvalho sobre a gnose de René Guénon, publicada em nossa seção de cartas, Olavo pedia para que se provasse ser ele um gnóstico. O próprio escritor confessa: “De fato, a existência de uma gnose ou philosophia perennis mostra que a religião e o dogma não são a última palavra em matéria de espiritualidade, e que a ‘fé’ tende, em última análise, a desembocar num conhecimento direto que elimina toda a necessidade de ‘crença’...” Diante deste texto-confissão de Olavo, são ociosas outras provas de que ele é um gnóstico, pois a confissão do acusado dispensa outras investigações. Com isso, a polêmica, de fato, está encerrada, e Olavo nem precisa responder mais qual é sua religião, nem se Guénon é gnóstico. Entretanto, apresentamos um estudo do problema, respondendo não tanto aos melodramáticos AVISOS 2 e 3 que Olavo publicou em seu site, mas tendo em vista, sobretudo, esclarecer as pessoas que, em medida maior ou menor, tinham sido enredadas pelas obscuras e esotéricas doutrinas olavianas. Além disso, este pequeno estudo pode ser útil em outras situações e para outras pessoas, já que a Gnose -- e as brumas sofísticas em que ela se envolve -- são extremamente repetitivas.

  • Escribas, Doutores da Lei e Fariseus

    ?A luta acirrada entre Cristo Redentor e os fariseus é um dos pontos centrais da narrativa histórica dos Evangelhos, luta que veio a culminar com o deicídio, no Calvário. Importa pois sobremaneira compreender o que foram e o que pensaram esses escribas, doutores da Lei e fariseus. Qual era a sua origem? Qual a sua doutrina? Por que Cristo se lhes opôs com tanta força? Por que recusaram eles o Messias? Como se tornaram “cegos ao meio dia” (Is. LIX,10)? Por que não aceitaram a Sabedoria, e por que fecharam seus olhos e ouvidos a Cristo, apesar de reconhecerem os seus milagres? A doutrina secreta dos fariseus, que nasceu no Antigo Testamento, foi combatida por Nosso Senhor e persiste até nosso tempo.

  • Evolucionismo: dogma científico ou tese teosófica?

    As relações do evolucionismo com o panteísmo e a gnose, com o nazismo e o marxismo, entre outras.

  • Nos labirintos de Eco

    Com este ensaio, objetivamos dar algumas informações, além de uma interpretação, que possam ajudar o grande público a melhor compreender o romance O Nome da Rosa

  • Romantismo e Modernismo

    Histórico do Romantismo e suas ligações com as doutrinas da Gnose e da Cabala

  • Maurice Zundel: um herege escandaloso e descarado

    ?Imagine-se que uma pessoa ouvisse alguém dizer que acredita que Cristo está tão presente na sopa quanto na hóstia consagrada, na Missa. Quem afirmasse tal frase escandalosa, seria tido como um herege. Por que razão dever-se-ia tirar outra conclusão, se fosse um padre quem afirmasse tal frase escandalosa e maliciosa? Pois Maurice Zundel, autor desta heresia, foi amigo de Paulo VI. Neste trabalho apresentamos uma resenha da doutrina herética de Zundel sobre a Eucaristia, e como sua escola influenciou o comportamento dos fiéis diante do Santíssimo Sacramento.

  • A Vida da Liturgia... em agonia

    ?Nenhum terremoto se produz repentinamente. Ele exige séculos de preparação telúrica. O terremoto e as transformações provenientes do Vaticano II não puderam se realizar sem uma longa preparação anterior, que inclui necessariamente os tempos de Pio XII. Neste trabalho analisamos a espantosa doutrina do Padre Bouyer sobre a Missa, publicada em 1956, em pleno reinado de Pio XII, treze anos antes do Novus Ordo Missae de Paulo VI. Ver-se-á bem por essas datas que Bouyer foi um precursor da Nova Missa de Monsenhor Bugnini, aprovada por Paulo VI. Entre outras teses pregadas pelo Pe. Bouyer, está aquela que defende a noção protestante de Missa como ceia, e que fora condenada pelo Concílio de Trento. Por este Concílio, estão excomungados os que defendem que a Missa é uma mera ceia ou banquete, frase muito comumente ouvida, hoje em dia, para definir Missa. Por exemplo, os líderes do Neo Catecumenato, Kiko Arguelo e Carmem, seguidores confessos das teorias do padre Bouyer, defendem e ensinam essa mesma tese excomungada pelo Concílio de Trento.

  • As três revoluções na Arte

    Neste estudo mostramos as três revoluções na arte que causaram sua destruição enquanto meio para Deus: o Renascimento, que separou a beleza do bem; o Romantismo, que separou a beleza da verdade; e finalmente a Arte Moderna, que fará a última negação, ao repudiar a própria Beleza e o próprio ser, renegando como consequência a Deus e o próprio homem, que é a sua imagem.

  • Jean Guitton e o Modernismo no Concílio Vaticano II: Resposta ao parecer de Brescia

    Sobre a grave confissão de Guitton, o Instituto Paulo VI de Brescia se limitou a emitir seu “Parecer”, aplicando-o somente ao âmbito da “Revelação”, entendida conforme o documento Dei Verbum, enquanto que Guitton se referiu à influência do Modernismo no Vaticano II de forma ampla

  • A Cavalaria

    A Cavalaria dilatou a glória do povo cristão e se revestiu de couraça como um gigante, cingindo-se com suas armas para combater, e protegia toda a Cristandade com sua espada. Tornou-se semelhante a um leão nas suas ações e a um leãozinho que ruge sobre a presa, perseguiu todos os maus, buscando-os por toda a parte; e queimou em chamas os que perturbavam o povo. E os seus inimigos retiraram-se pelo temor que lhe tinham e todos os obreiros da iniqüidade se turbaram; e a sua mão conduziu prosperamente a salvação do povo. Exasperava muitos reis e alegrava a Santa Igreja com seus grandes feitos e a sua memória será eternamente bendita.

  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte I

    Esse estudo trata da relação do Concílio Vaticano II com a Fenomenologia, filosofia que dá a chave da ambigüidade dos textos do Concílio. Numa primeira parte, se analisará o pecado de Adão. A seguir, estudar-se-á o pecado da Modernidade, parte em que se analisarão as principais escolas filosóficas modernas, especialmente a Fenomenologia. Finalmente se estudarão os textos do Vaticano II e sua relação com a Fenomenologia.

  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte II

    Esse estudo trata da relação do Concílio Vaticano II com a Fenomenologia, filosofia que dá a chave da ambigüidade dos textos do Concílio. Numa primeira parte, se analisará o pecado de Adão. A seguir, estudar-se-á o pecado da Modernidade, parte em que se analisarão as principais escolas filosóficas modernas, especialmente a Fenomenologia. Finalmente se estudarão os textos do Vaticano II e sua relação com a Fenomenologia.

  • Monsenhor Lefebvre e a Sé Romana

    Estendeu-se a alguns círculos católicos preocupados pelo colapso pós-conciliar a opinião de que a causa dos erros dos últimos Papas, desde João XXIII até o atual Papa, é que a Sé Romana estaria vacante por heresia de seus ocupantes, ou melhor, que a eleição destes Papas teria sido inválida. Essa opinião reconhece uma infinidade de matizes, impossível de distinguir aqui, porém de um modo geral ela é conhecida como sedevacantismo.

  • O modernismo do fundador do movimento Comunhão e Libertação, Mons. Luigi Giussani

    “Suspeitando da ortodoxia do movimento eclesiástico chamado ‘Comunhão e Libertação’ (CL), fui levado a investigar as idéias de seu fundador, Mons. Luigi Giussani, que servem de diretrizes para a ação do grupo. Se minhas primeiras impressões a respeito de CL não foram muito boas, vieram a piorar a partir dos estudos que fiz.”