Religião-Filosofia-História

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  • O modernismo do fundador do movimento Comunhão e Libertação, Mons. Luigi Giussani - Inácio Cabral Neto
    “Suspeitando da ortodoxia do movimento eclesiástico chamado ‘Comunhão e Libertação’ (CL), fui levado a investigar as idéias de seu fundador, Mons. Luigi Giussani, que servem de diretrizes para a ação do grupo. Se minhas primeiras impressões a respeito de CL não foram muito boas, vieram a piorar a partir dos estudos que fiz.”
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 1/8) - Orlando Fedeli
    
    Temos a alegria de publicar, hoje, dia 31 de Maio de 2010, nosso livro denunciando a Gnose da TFP e dos Arautos do Evangelho, ensinada secretamente, durante anos, por Plínio Corrêa de Oliveira.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 2/8) - Orlando Fedeli
    
     O livro A inocência primeva e a contemplação sacral do universo, é a reprodução de reuniões gravadas de PCO, adaptadas para publicação em livro por uma Comissão de Redação formada por Paulo Corrêa de Brito Filho (Coordenador), Leo Daniele (Relator), Antônio Augusto Borelli Machado (Revisor) e José Antonio Ureta (Pesquisador), todos —  exceto A. A. Borelli Machado —   membros da seita secreta A Sempre Viva.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 3/8) - Orlando Fedeli
    
     Logo no primeiro capítulo da Segunda Parte do livro em foco, capítulo que trata da contemplação “sacral” como antídoto do laicismo, Plínio faz uma exigência, à qual ele é totalmente infiel:
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 4/8) - Orlando Fedeli
    
     Nada há mais mentiroso do que um epitáfio, diz um provérbio italiano. Com efeito, a vaidade humana ultrapassa os limites da vida, e o orgulho faz questão de se manter vivo e ativo além dos umbrais da morte. O homem deseja manter a memória de seu prestígio, mesmo estando morto, e, para isso, por vezes, faz registrar epitáfios que perpetuem sua fama. Ainda que falsa.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 5/8) - Orlando Fedeli
    
     Antes de analisarmos os textos de Dr. Plínio,  afim de explicar a sua exótica teoria do conhecimento, convém expor, de modo sucinto, a doutrina católica do conhecimento humano, tal qual é ensinada por São Tomás de Aquino, na Suma Teológica.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 6/8) - Orlando Fedeli
    
     Este texto foi escrito e publicado na década de 80, quando saímos da TFP. Agora, o republicamos com pequenos acréscimos e  algumas adaptações gramaticais.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 7/8) - Orlando Fedeli
    
     JC  [O atual Monsenhor, e Doutor pelo Angelicum, João Scognamiglio  Clá Dias], baseado no princípio dos círculos concêntricos dado por Dom Chautard em seu magnífico livro “A alma de todo apostolado”, reune um grupo de ‘fervorosos’, ou como você muito bem classificou em um de seus posts, um grupo de ‘dictadores do bom espírito’. João Clá notificou da iniciativa a Zayas, a Kallás, ao Dr. Duca, os irmãos João Carlos e Celso Luis, e a mim, que éramos os quidams [dirigentes] dos grupos dos que tinham sido selecionados os integrantes do grupinho.
  • No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho (Parte 8/8) - Orlando Fedeli
    
     O  texto do Simpósio “Quem somos nós”  dado reservadamente  por Plínio Corrêa de Oliveira, em 1966 e 1973, foi publicado por um ex tefepista chamado Boller, no forum Salve Maria.
  • Resumo de No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho - Orlando Fedeli
    Publicamos hoje um resumo da obra que acabamos de publicar sobre a doutrina secreta de Plínio Corrêa de Oliveira: doutrina que embebe quer a antiga TFP quer o Instituto Pontifício dos Arautos do Evangelho.
  • Monsenhor Lefebvre e a Sé Romana - R. P. Juan Carlos Ceriani, FSSPX
    Estendeu-se a alguns círculos católicos preocupados pelo colapso pós-conciliar a opinião de que a causa dos erros dos últimos Papas, desde João XXIII até o atual Papa, é que a Sé Romana estaria vacante por heresia de seus ocupantes, ou melhor, que a eleição destes Papas teria sido inválida. Essa opinião reconhece uma infinidade de matizes, impossível de distinguir aqui, porém de um modo geral ela é conhecida como sedevacantismo.
  • O Iluminismo - Trevas na época das luzes - Ronaldo Mota
    Hoje o subjetivismo triunfa. Os princípios da Revolução Francesa, filha do Iluminismo, espalharam-se por todo o mundo, com todas suas lastimáveis conseqüências. O subjetivismo triunfa hoje porque o ceticismo venceu no século XVIII, e a vitória do ceticismo é o triunfo do espírito moderno, que ao repudiar a luz do conhecimento lançou o mundo nas mais profundas trevas.
  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte II - Orlando Fedeli
    

    Esse estudo trata da relação do Concílio Vaticano II com a Fenomenologia, filosofia que dá a chave da ambigüidade dos textos do Concílio. Numa primeira parte, se analisará o pecado de Adão. A seguir, estudar-se-á o pecado da Modernidade, parte em que se analisarão as principais escolas filosóficas modernas, especialmente a Fenomenologia. Finalmente se estudarão os textos do Vaticano II e sua relação com a Fenomenologia.

  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte III - Orlando Fedeli
    

    Numa banca de livros usados—onde se encontram normalmente obras gastas e sem valor, mas onde também, por vezes, se pescam pérolas raras, caiu-me nas mãos, a preço ridículo, um livro com uma estranha ilustração na capa. Era uma foto do princípio do século – parecendo até ante diluviana – retratando um desfile de senhores sisudos, fazendo alas a um estandarte enorme.  Todos portavam um como que avental e insígnias

  • A Religião do Concílio Vaticano II - Parte I - Orlando Fedeli
    

    Esse estudo trata da relação do Concílio Vaticano II com a Fenomenologia, filosofia que dá a chave da ambigüidade dos textos do Concílio. Numa primeira parte, se analisará o pecado de Adão. A seguir, estudar-se-á o pecado da Modernidade, parte em que se analisarão as principais escolas filosóficas modernas, especialmente a Fenomenologia. Finalmente se estudarão os textos do Vaticano II e sua relação com a Fenomenologia.

  • A Cavalaria - Orlando Fedeli
    A Cavalaria dilatou a glória do povo cristão e se revestiu de couraça como um gigante, cingindo-se com suas armas para combater, e protegia toda a Cristandade com sua espada. Tornou-se semelhante a um leão nas suas ações e a um leãozinho que ruge sobre a presa, perseguiu todos os maus, buscando-os por toda a parte; e queimou em chamas os que perturbavam o povo. E os seus inimigos retiraram-se pelo temor que lhe tinham e todos os obreiros da iniqüidade se turbaram; e a sua mão conduziu prosperamente a salvação do povo. Exasperava muitos reis e alegrava a Santa Igreja com seus grandes feitos e a sua memória será eternamente bendita. 
  • A Cidade do Homem contra a Cidade de Deus - As Revoluções da Modernidade - Orlando Fedeli
    Neste trabalho pretendemos dar uma visão de conjunto das Revoluções que destruíram a sociedade medieval, procurando instituir uma sociedade igualitária em lugar da sociedade hierárquica que a Igreja estabelecera na Cristandade medieval. 
  • Jean Guitton e o Modernismo no Concílio Vaticano II: Parecer de Brescia - Instituto Paulo VI de Brescia, Italia
    Da série de artigos que publicamos sobre a personalidade e o pensamento de Jean Guitton – considerado o maior filósofo católico do século XX, amigo íntimo de Paulo VI e presente nas sessões do Vaticano II – submetemos sua mais grave e reveladora confissão, sobre a influência do Modernismo no Concílio Vaticano II, ao parecer de vários teólogos, dentre os quais os do Instituto Paulo VI de Brescia, o maior centro de documentação e de estudos sobre o Papa Paulo VI, um dos Papas do Vaticano II.
    Apresentamos, nesta edição, o "Parecer" daquele "Instituto", cuja resposta-comentários publicamos em seguida.
  • Jean Guitton e o Modernismo no Concílio Vaticano II: Resposta ao parecer de Brescia - Orlando Fedeli
    Sobre a grave confissão de Guitton, o Instituto Paulo VI de Brescia se limitou a emitir seu “Parecer”, aplicando-o somente ao âmbito da “Revelação”, entendida conforme o documento Dei Verbum, enquanto que Guitton se referiu à influência do Modernismo no Vaticano II de forma ampla. Apesar disso, o próprio “Parecer” do Instituto Paulo VI de Brescia também acaba confirmando aquela gravíssima confissão de Guitton, visto a Dei Verbum seguir a doutrina da “Nova Teologia”, cujos alicerces se encontram na concepção gnóstica de “Revelação”, conforme proclamada pela heresia do Modernismo, condenada por S. Pio X em 1907, e apresentada no nosso comentário. É deste novo conceito gnóstico de “Revelação” que, introduzido na Igreja pelo Concílio Vaticano II, como confessou Guitton, e abalando o Dogma, propiciou o aparecimento de tantas outras novidades modernistas, como o novo conceito de Igreja, com o seu dolorosamente famoso "subsistit", a colegialidade, a liberdade religiosa, o ecumenismo, etc. Evidentemente, porém, em nossa resposta-comentários ao douto “Parecer” do Instituto Paulo VI de Brescia, trataremos da influência do Modernismo no Concílio Vaticano II também restrita à “Revelação”, seguindo aquele “Parecer”. Continuação referente ao parecer enviado de Brescia.
  • Resenha do livro “Windswept House” - Paulo Sérgio R. Pedrosa
    O Windswept House é um livro “faction”, uma mistura de fatos reais e ficção. O livro trata longamente sobre os mistérios da intrincada política vaticana, e expõe fatos obscuros, inimagináveis e perturbadores que aconteceriam nos porões do Vaticano, e se inspira em acontecimentos e pessoas reais, auxiliando desta forma no entendimento da crise atual que atravessa a Igreja Católica. No desenrolar do livro, o autor descreve coisas simplesmente impressionantes e inacreditáveis, tais como: a existência de uma seita satânica infiltrada na hierarquia da Igreja; as conspiração engendradas por parte da cúria romana contra o papado e contra o magistério; os acontecimentos geopolíticos mundiais e suas relações com a mensagem de Fátima e com a Rússia. 
  • Romantismo e Modernismo - Orlando Fedeli
    Se a ligação do Romantismo com as doutrinas da Gnose e da Cabala são conhecidas, não conhecíamos nenhuma obra que fizesse um relacionamento explícito entre o Romantismo e a heresia do Modernismo, condenada por São Pio X na encíclica Pascendi, em 1908. Agora, enquanto redigíamos este trabalho, foi publicada na Europa, uma excelente obra, tratando desse tema. Referimo-nos ao livro do Abbé Dominique Bourmand, “Cent Ans de Modernisme – Généalogie du Concile Vatican II”, Ed Clovis, Étampes, 2003. Finalmente, essa relação é exposta sistematicamente, o que facilita compreender como os católicos foram preparados para aceitar os erros modernistas pela mentalidade romântica, largamente difundida no clero e nos meios paroquiais. O Romantismo estendeu sua influência a todas as esferas do pensamento, no século XIX, incluindo, evidentemente a Filosofia e a Política. Assim é que o Simbolismo, as doutrinas de Bergson e de Blondel -- sem esquecer a Psicanálise de Freud -- que tanto influíram no Modernismo, estavam empapadas de teses românticas. Neste artigo, queremos mostrar a ligação de alguns autores românticos com a Gnose do Modernismo. Foram estas doutrinas que acabaram triunfando no Concílio Vaticano II dando origem à crise atual da Igreja.
  • A Revolução Francesa - Orlando Fedeli
    Quando se estuda a Revolução Francesa é impossível não ficar impressionado com a flagrante contradição entre suas trilogia mágica - Liberdade, Igualdade, Fraternidade - em nome da qual se fez a Revolução, e os fatos que dela resultaram. Até mesmo o leitor mais hipnotizado pelos slogans revolucionários se perturba ao ver o paladino da igualdade, Robespierre, praticamente fazer-se adorar na festa do Ser Supremo, em 1794. O mais cego liberal tem que fazer restrições aos crimes de terror, e fica estupefato ante a intolerância absoluta gerada pelo triunfo da Tolerância e da Liberdade. Como não ver que a Fraternidade romântica e sonhadora de Rousseau e de seus adeptos, a sociedade perfeita, pacífica e amorosa, finalmente realizada em 1789, produziu o ódio e a guerra? Como se levou o povo francês em nome da igualdade a aceitar a ditadura sangrenta de Robespierre, em nome da liberdade aceitar a lei dos suspeitos, e em nome da fraternidade, a aplaudir as execuções da Praça de Concórdia e as “noyades” de Nantes? Que magia tem essas três palavras? Que fraqueza há no homem que o leva a se deixar iludir estupidamente por esses três talismãs doutrinários? Que impulsos e vibrações más despertaram na alma revolucionária estas três mentiras do mundo moderno? É o que analisamos nesse estudo.
  • Maurice Zundel: um herege escandaloso e descarado - Orlando Fedeli
    Imagine-se que uma pessoa ouvisse alguém dizer que acredita que Cristo está tão presente na sopa quanto na hóstia consagrada, na Missa. Quem afirmasse tal frase escandalosa, seria tido como um herege. Por que razão dever-se-ia tirar outra conclusão, se fosse um padre quem afirmasse tal frase escandalosa e maliciosa? Pois Maurice Zundel, autor desta heresia, foi amigo de Paulo VI. Neste trabalho apresentamos uma resenha da doutrina herética de Zundel sobre a Eucaristia, e como sua escola influenciou o comportamento dos fiéis diante do Santíssimo Sacramento.
  • A Vida da Liturgia... em agonia - Orlando Fedeli
    Nenhum terremoto se produz repentinamente. Ele exige séculos de preparação telúrica. O terremoto e as transformações provenientes do Vaticano II não puderam se realizar sem uma longa preparação anterior, que inclui necessariamente os tempos de Pio XII. Neste trabalho analisamos a espantosa doutrina do Padre Bouyer sobre a Missa, publicada em 1956, em pleno reinado de Pio XII, treze anos antes do Novus Ordo Missae de Paulo VI. Ver-se-á bem por essas datas que Bouyer foi um precursor da Nova Missa de Monsenhor Bugnini, aprovada por Paulo VI. Entre outras teses pregadas pelo Pe. Bouyer, está aquela que defende a noção protestante de Missa como ceia, e que fora condenada pelo Concílio de Trento. Por este Concílio, estão excomungados os que defendem que a Missa é uma mera ceia ou banquete, frase muito comumente ouvida, hoje em dia, para definir Missa. Por exemplo, os líderes do Neo Catecumenato, Kiko Arguelo e Carmem, seguidores confessos das teorias do padre Bouyer, defendem e ensinam essa mesma tese excomungada pelo Concílio de Trento.
  • Elementos esotéricos e cabalísticos nas visões de Anna Katharina Emmerick - Orlando Fedeli
    Esta tese de Doutoramento, do Professor Orlando Fedeli, foi aprovada na Universidade de São Paulo em 1988. Nela o autor mostra as idéias gnósticas, esotéricas e cabalistas da falsa mística do Romantismo, a freira Anna Katharina Emmerick, as quais eram defendidas pelo fundador da TFP, o sr. Plínio Corrêa de Oliveira. Esta tese foi enviada em 1988 à Congregação para a Causa dos Santos, que afirmou que a mesma seria levada em conta no processo de Anna Katharina Emmerick. Logo mais publicaremos o capítulo II desta Tese, que trata da vida de Clemens Brentano, secretário e redator das "Visões" de Anna Katharina Emmerick.
  • A Gnose “Tradicionalista” de René Guénon e Olavo de Carvalho - Orlando Fedeli
    Em polêmica entre o Prof. Orlando Fedeli e o escritor Olavo de Carvalho sobre a gnose de René Guénon, publicada em nossa seção de cartas, Olavo pedia para que se provasse ser ele um gnóstico. O próprio escritor confessa: “De fato, a existência de uma gnose ou philosophia perennis mostra que a religião e o dogma não são a última palavra em matéria de espiritualidade, e que a ‘fé’ tende, em última análise, a desembocar num conhecimento direto que elimina toda a necessidade de ‘crença’...” Diante deste texto-confissão de Olavo, são ociosas outras provas de que ele é um gnóstico, pois a confissão do acusado dispensa outras investigações. Com isso, a polêmica, de fato, está encerrada, e Olavo nem precisa responder mais qual é sua religião, nem se Guénon é gnóstico. Entretanto, apresentamos um estudo do problema, respondendo não tanto aos melodramáticos AVISOS 2 e 3 que Olavo publicou em seu site, mas tendo em vista, sobretudo, esclarecer as pessoas que, em medida maior ou menor, tinham sido enredadas pelas obscuras e esotéricas doutrinas olavianas. Além disso, este pequeno estudo pode ser útil em outras situações e para outras pessoas, já que a Gnose -- e as brumas sofísticas em que ela se envolve -- são extremamente repetitivas.
  • Fátima: um “segredo” contendo um enigma envolto em um mistério - Orlando Fedeli
    O Vaticano publicou em junho de 2000 o famoso terceiro segredo de Fátima. E a surpresa foi proporcional à expectativa, que era imensa e velha de muitas décadas. Assustou muito mais o longo silêncio sobre o segredo do que o texto que foi publicado. E, se não fosse o caráter e respeito sagrado que merecem as palavras de Nossa Senhora, se diria -- à primeira vista e depois da tentativa de interpretação de Ratzinger -- que se trata de um segredo inútil. Houve até quem o classificasse como um segredo “teologicamente vazio”. Assustou mais o silêncio sobre ele do que sua revelação. Evidentemente, nossa despretensiosa hipótese de interpretação não pretende ter nenhuma autoridade além daquela que provém de um exame atento, e que procura se ater rigorosamente ao texto da visão, assim como de outros dados certos e bem conhecidos. É claro também que nos submetemos ao julgamento e à crítica, em primeiro lugar da Igreja, e depois de todos os que, mais doutos que nós, possam nos corrigir e elucidar. A divulgação do “segredo” de Fátima aumentou o mistério. Não o elucidou. Fica então no ar um novo mistério. O que nos consola e nos dá esperança é que Nossa Senhora nos declarou: “Por fim, meu Imaculado Coração triunfará”. O que nos consola e nos dá esperança é que a Verdade encarnada, Nosso Senhor Jesus Cristo, nos disse e nos garantiu que: “Não há nada de oculto que não venha a ser conhecido”. (Mt X, 26) Até mesmo o terceiro segredo de Fátima. Sem aspas!
  • Conceituação, causas e classificação das Utopias - Orlando Fedeli
    Nas épocas de crise o problema do mal, em todas as suas formas (morte, doença, miséria, injustiça, guerra, etc.), se põe de modo angustiante e coloca em xeque a cosmovisão da sociedade. O homem decadente que duvida de sua própria cosmovisão e que perdeu suas certezas refugia-se no sonho ou na profecia. Sonha com a idade de ouro e o paraíso perdido, ou com o milenarismo apocalíptico, mas recusa enfrentar o problema real posto no aqui e no agora. Daí surgem as utopias.
  • Das Processões Divinas - Orlando Fedeli
    Alguns hereges procuraram negar a existência de processões em Deus, alguns argumentando que toda processão significa movimento “para fora”, ad extra -- ora, como em Deus não pode haver mudança, esses hereges não aceitavam que houvesse processões em Deus --, outros negavam que houvesse processões em Deus, afirmando que entre o procedente e o processor havia diferenças, o que contraria a simplicidade e perfeição divinas. Para elucidar a questão, apresentamos neste estudo a doutrina de São Tomás de Aquino sobre as processões divinas. Depois de provar a existência de Deus, São Tomás, na Suma Teológica, estuda Deus Uno, em sua substância, e a seguir, passa a estudar Deus enquanto Trino em suas pessoas divinas.
  • Origens do Romantismo Alemão - Orlando Fedeli
    O Romantismo alemão pode ser considerado como o Romantismo por excelência, não só porque deu origem aos demais, mas principalmente porque ele foi o único estabelecido sobre fundamentos filosóficos que lhe deram um claro caráter metafísico. Sua doutrina tem forte influência na sociedade moderna. Entenda as raízes esotéricas, gnósticas e cabalistas do Romantismo alemão.
  • Escribas, Doutores da Lei e Fariseus - Orlando Fedeli
    A luta acirrada entre Cristo Redentor e os fariseus é um dos pontos centrais da narrativa histórica dos Evangelhos, luta que veio a culminar com o deicídio, no Calvário. Importa pois sobremaneira compreender o que foram e o que pensaram esses escribas, doutores da Lei e fariseus. Qual era a sua origem? Qual a sua doutrina? Por que Cristo se lhes opôs com tanta força? Por que recusaram eles o Messias? Como se tornaram “cegos ao meio dia” (Is. LIX,10)? Por que não aceitaram a Sabedoria, e por que fecharam seus olhos e ouvidos a Cristo, apesar de reconhecerem os seus milagres? A doutrina secreta dos fariseus, que nasceu no Antigo Testamento, foi combatida por Nosso Senhor e persiste até nosso tempo.
  • Maurras - Orlando Fedeli
    Nascido de família católica, Maurras muito cedo perdeu a fé. Depois, a admiração pelo mundo grego levou-o ao paganismo e ao agnosticismo. Ele é tido como o chefe de um dos mais ardorosos movimentos apoiados pelos católicos no século XX, e pessoalmente foi incrédulo até a soleira da morte. Qual a doutrina de Maurras? Que pensava ele? Qual era o seu sistema?
  • Existência de Deus - Orlando Fedeli
    As cinco provas da existência de Deus de Sto. Tomás de Aquino.