Arte

Ordenar Por:
  • Janelas - Marcelo Andrade
    Símbolos na arte falam de elementos transcendentais à matéria. Através da análise de janelas barrocas e ditas “modernas”, observemos, em arquitetura, o material servindo ao espiritual.
  • Janelas do Paraíso - Lúcia Zucchi
    Neste artigo, comentaremos agora alguns aspectos da arte do apogeu da Idade Média - o gótico - detendo-nos sobre um de seus pontos mais característicos: o vitral.
  • Teoria tomista da Beleza - Pe. Elílio de Faria Matos Júnior
    Elucubração filosófica a respeito do conceito de belo
  • O poder da arte - Ronaldo Motta
    Já se disse muitas vezes que a arte ensina. Logo, se ensina, pode tanto ensinar o bem quanto o mal. Já se disse, também, que a arte tem a capacidade de criar estados de alma. Portanto, pode inclinar o homem tanto às boas quanto às más disposições.
  • Cultura popular, cultura de elite, cultura de massa - Orlando Fedeli
    Ser, pensar, agir, estar sempre, obrigatoriamente, “como os outros“ é amoldar-se inexoravelmente a esse implacável “deus“ chamado “todo mundo“. É renunciar à própria individualidade, trocando-a pelo amorfo e medíocre “eu coletivo” da multidão. Inserir-se na massa é socializar a si mesmo. A massa é, portanto, o povo degenerado. Pode a massa ter cultura?
  • Conspiração na Arte? - Orlando Fedeli
    Quando se fala em conspirações na História, há alguns que, sem analisar a questão, já se arrepiam e se enfurecem, considerando o tema absurdo e a hipótese impossível ou tresloucada. Entretanto, basta estudar um pouco mais a fundo a História para se constatar que o tema não é absurdo e que a hipótese é, na verdade, tese certa.
    Neste artigo analisaremos apenas alguns textos de autores sérios, que ou admitem que existe de fato na História, desde há muito tempo, uma conspiração de artistas - filiados em geral à Gnose - ou que fornecem dados seguros que indicam essa conspiração.
  • O Criador e a Criação - Orlando Fedeli
    'Porque as coisas invisíveis dEle, depois da criação do mundo, compreendendo-se pelas coisas feitas, tornaram-se visíveis; e assim o seu poder eterno e a sua divindade; de modo que  eles são inescusáveis' (Rom. I, 20). Sobre a verdade expressa nesse texto, baseou-se toda a estética simbólica medieval, como também várias correntes filosóficas e espirituais. Tendo Deus feito todas as coisas à sua imagem e semelhança, através das criaturas, é possível conhecer algo do Criador. Porque em todas as coisas Ele espelhou as suas perfeições. As obras de Deus são como pensamentos dEle, pois que dizendo Ele uma palavra as coisas eram feitas.
  • Filosofia e Escultura na Idade Média - Orlando Fedeli
    A arte é um retrato da filosofia de cada época. É o que se pode verificar ao analisar as fases da escultura gótica.
  • Pobre Arte Moderna! - Duclerc Fernandes
    Com a ausência de símbolos e significados a obra de pintura moderna torna-se subjetiva e hermética. Quem poderá compreendê-la senão o próprio pintor? E por que desejará que sua obra seja compreendida? O belo é o bem claramente conhecido. Mas o pintor moderno despojou sua tela do belo. Para a pintura moderna beleza é uma palavra desprovida de sentido.
  • Doutrina e Arte - H. Wyndisch
    O comum das pessoas pensa que a arte tem por objetivo apenas agradar. Se lhes for dito que as obras artísticas podem ser, e são, potentes meios de difusão de idéias, elas, surpresas, duvidam. E é este "estado de inocência ideológica" que facilita sobremaneira a assimilação de falsos sistemas religiosos, filosóficos e ideológicos através da arte.
  • In Lumine Tuo - Orlando Fedeli
    A luz da Idade Média, chamada pelos pseudo-eruditos de "idade das trevas"
  • Canto Gregoriano: como e porque foi sufocado no seu próprio berço - Sandro Magister
    O prior do mosteiro “Papa Gregorio Magno”, de Roma, enriquece com novos detalhes a narrativa do desastre musical depois do Concílio (Vaticano II). Vaticano que até hoje não faz nada para remediar.
  • A Beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual – Parte 3
    Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (parte 2), e Parte 1 Pierre de Craon Lejeune Nos artigos anteriores nós estudamos duas definições de beleza, uma de Santo Alberto Magno e outra de […]
  • Os frades de Garret e argumentação no texto literário - Ivone Fedeli
      Publicamos hoje um texto de análise literária como ilustração a vídeo aula sobre a argumentatividade da obra ficcional. O texto analisado é do escritor romântico português Almeida Garrett, um dos introdutores do Romantismo em Portugal e importante político liberal, que usava, como escritor, a obra ficcional para a difusão de ideias que encontravam muita […]
  • A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (Parte 4)
    Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual,  Parte 1,  Parte 2 e Parte 3    Pierre de Craon Lejeune A VARIEDADE COMO ELEMENTO DO BELO a) Noção e diferentes tipos de variedade. A partir de […]
  • A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (Parte 5)
    Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual,  Parte 1,  Parte 2 e Parte 3 e Parte 4 Pierre de Craon Lejeune   A VARIEDADE COMO ELEMENTO DO BELO   a) A influência da variedade sobre o belo A […]
  • A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (Parte 6)
    Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual,  Parte 1,  Parte 2 , Parte 3 , Parte 4 e Parte 5 Pierre de Craon Lejeune   A INTEGRIDADE COMO ELEMENTO DO BELO   a) Introdução Iremos tratar, neste artigo, da integridade. […]
  • A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (Parte 7)
    A noção de proporção era o aspecto mais fundamental do que escreveram sobre a beleza os filósofos antigos e medievais. Pierre de Craon Lejeune Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual,  Parte 1,  Parte 2 , Parte 3 , Parte 4, Parte 5 e […]
  • A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (Parte 9)
    Não basta que um ser seja íntegro, proporcionado e uno para ser belo, mas é preciso que ele tenha claridade.   Pierre de Craon Lejeune Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual,  Parte 1,  Parte […]
  • Canto Gregoriano: a música sacra por excelência - Edwin Lima
    Papa Bento XVI: "Desejo (...) que se valorize adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana" (Sacramentum Caritatis).
    Em consonância com as palavra do santo Padre, neste artigo buscaremos demonstrar, de forma bastante resumida, o valor dado pela Igreja Católica ao Canto Gregoriano, hoje posto de lado na maioria das paróquias.
  • Lauda Sion Salvatorem: Canto Sacro, Beleza e Conteúdo Doutrinário
    [caption id="attachment_33271" align="aligncenter" width="505"] Sequência Lauda Sion em manuscrito de cerca de 1395AD[/caption] Autor: Edwin Lima Escute a Sequência Lauda Sion Salvatorem Lauda, Sion, Salvatorem Lauda, Sion, Salvatorem, Lauda ducem et pastorem In hymnis et canticis. Quantum potes, tantum aude, Quia maior omni laude, Nec laudare sufficis. Laudis thema specialis, Panis vivus et vitalis Hodie […]
  • Duas Pontes: Um Duelo Metafísico entre a Ponte de Besalú e o "Estilingão" de São Paulo
    DUAS PONTES:  UM DUELO METAFÍSICO ENTRE A PONTE DE BESALÚ E O “ESTILINGÃO” DE SÃO PAULO[1]     Besalú é uma bonita cidade medieval catalã, cujo principal atrativo é a existência de uma ponte em estilo românico do século XII. A cidade atrai levas de turistas e, como sempre, muitos deles costumam odiar a Idade […]
  • Os símbolos no Canto Gregoriano: parte 1 - Edwin Lima
    Continuando uma sequência de artigos sobre a música litúrgica trataremos do simbolismo presente nas peças do repertório gregoriano, explorando a imensa beleza contida nesse estilo musical.