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	<title>Montfort</title>
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	<description>Associação Cultural</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 May 2012 01:38:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cardeal terá que se explicar diante da Congregação para a Doutrina da Fé</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Roncolato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise da Igreja no Pós-Concílio]]></category>
		<category><![CDATA[Escândalos na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte IHU Comentário: André Roncolato Siano Mais uma felicíssima notícia que nos chega: um importante Cardeal,  cardeal Christoph Schönborn de Viena, terá que se esclarecer diante da Congregação da Doutrina da Fé. Roma, exerce a função que lhe foi confiada por Cristo, Nosso Senhor, de guardar a Fé e corrigir aos que dela se desviam. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003366"><em>Fonte <a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/509503-gay-em-conselho-paroquial-viena-precisa-esclarecer">IHU</a></em></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #003366"><em>Comentário: André Roncolato Siano</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #003366"><em>Mais uma felicíssima notícia que nos chega: um importante Cardeal,  cardeal Christoph Schönborn de Viena, terá que se esclarecer diante da Congregação da Doutrina da Fé. Roma, exerce a função que lhe foi confiada por Cristo, Nosso Senhor, de guardar a Fé e corrigir aos que dela se desviam. O clima que se criou após o Concílio Vaticano II, é que a doutrina católica pode ser atacada e criticada a vontade pelo clero, inclusive com maus exemplos, sem que nada aconteça; que as justas punições canônicas eram coisas de um passado distante&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #003366"><em>Viva o Papa! </em></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #003366"><em>Segue a notícia divulgada pela insuspeitíssima Unisinos:</em></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://www.traditio.com/comment/com0811x.jpg" alt="" width="301" height="199" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">A congregação vaticana para a <strong>Doutrina da Fé </strong>teria pedido esclarecimentos para o arcebispo de <strong>Viena</strong>, o cardeal <strong>Christoph Schönborn</strong>, sobre o episódio de um jovem gay eleito para o conselho pastoral de uma paróquia austríaca, informa a imprensa austríaca.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>&#8221;Viena precisa esclarecer&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify">A reportagem é de <strong>Giacomo Galeazzi</strong>, publicada no sítio <strong>Vatican Insider</strong>, 14-05-2012. A tradução é de <strong>Moisés Sbardelotto</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">A história remonta há algumas semanas, quando um jovem austríaco, <strong>Florian Stangl </strong>, que habita com seu parceiro, foi eleito com grande maioria para o conselho pastoral da paróquia de<strong>Stützenhofen</strong>, ao norte de Viena, contra o parecer do pároco,<strong>Gerhard Swierzek</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Schönborn </strong>se encontrou com o jovem e com o seu companheiro, e defendeu a sua eleição. Depois dos primeiros protestos, Schönborn<strong></strong>explicou que, se a &#8220;norma&#8221; para a Igreja continua sendo o casal heterossexual, no entanto, é necessária &#8220;paciência&#8221; pastoral com relação a todos os casais irregulares.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Agora – informa o jornal austríaco <strong>Der Standard </strong>– o dicastério vaticano encarregado pela salvaguarda da ortodoxia teria enviado uma carta a <strong>Schönborn </strong>para lhe pedir esclarecimentos e, no caso de não chegar uma resposta, o purpurado seria convidado para uma conversa por ocasião da sua próxima visita a <strong>Roma</strong>&#8220;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Arcebispo de Lima suspende padre defensor dos direitos humanos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Roncolato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise da Igreja no Pós-Concílio]]></category>
		<category><![CDATA[Escândalos na Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias e Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte IHU Comentário: André Roncolato Siano Apresentamos a excelente notícia sobre a suspensão do Pe. Gastón pelo Arcebispo de Lima, D. Juan Luis Cipriani. D. Cipriani é um exemplo a ser seguido pois, em Universidades, como a PUC, e nos Seminários o que não faltam são mestres &#8211; e padres &#8211;  que ensinam toda sorte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003366"><em>Fonte <a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/509493-arcebispo-do-peru-suspende-famoso-sacerdote-defensor-dos-direitos-humanos">IHU</a></em></span></p>
<p><span style="color: #003366"><em>Comentário: André Roncolato Siano</em></span></p>
<p><span style="color: #003366"><em>Apresentamos a excelente notícia sobre a suspensão do Pe. Gastón pelo Arcebispo de Lima, D. Juan Luis Cipriani. </em></span></p>
<p><span style="color: #003366"><em>D. Cipriani é um exemplo a ser seguido pois, em Universidades, como a PUC, e nos Seminários o que não faltam são mestres &#8211; e padres &#8211;  que ensinam toda sorte de idéias contra a doutrina católica.</em></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://www.diariolaprimeraperu.com/online/images/portada/20100402_porta1.jpg" alt="" width="320" height="238" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<h2>Arcebispo de Lima suspende padre defensor dos direitos humanos</h2>
</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify">O sacerdote também apoiou o debate sobre o aborto eugênico e em fevereiro passado mostrou-se favorável à união civil entre casais homossexuais, embora sem chamá-la de casamento.</p>
<p style="text-align: justify">A reportagem é da agência <strong>Efe</strong>, 14-05-2012. A tradução é do <strong>Cepat</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">O sacerdote Gastón Garatea, bem conhecido no Peru por sua defesa dos direitos humanos, foi suspenso de suas funções eclesiais pelo arcebispo de Lima, Juan Luis Cipriani.</p>
<p style="text-align: justify">Um porta-voz da arquidiocese confirmou que a decisão foi tomada “após um longo processo” de avaliação das funções de <strong>Garatea</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Acrescentou que o sacerdote não recebeu uma sanção, mas que “simplesmente não se renovou sua licença para continuar a exercer o seu ministério em Lima”, embora não tenha entrado em pormenores sobre o motivo da decisão.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Garatea </strong>assinalou, em declarações publicadas hoje pelo jornal<em><strong> La República</strong></em>, que a suspensão o impedirá de celebrar missas e ouvir confissões.</p>
<p style="text-align: justify">A imprensa local atribui a sanção às críticas que <strong>Garatea </strong>manifestou nos últimos meses contra a hierarquia católica peruana, ao considerar que em muitos casos existe mais preocupação com temas de ordem legal do que pelos espirituais.</p>
<p style="text-align: justify">“Fala-se mais do código canônico e do que no Evangelho”, declarou em abril passado à revista política <em><strong>Caretas</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify">O sacerdote em fevereiro passado mostrou-se favorável à união civil entre casais homossexuais, embora sem chamá-la de casamento.</p>
<p style="text-align: justify">“Podemos ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas em uma união civil não há problema”, disse.</p>
<p style="text-align: justify">O sacerdote foi suspenso por decisão de Cipriani, que, segundo o próprio arcebispo, enviou uma comunicação nesse sentido ao superior da ordem dos Sagrados Corações, <strong>Raúl Pariamachi</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Gastón Garatea </strong>fez parte da <strong>Comissão da Verdade e Reconciliação </strong>(CVR), que investigou a guerra civil vivida pelo Peru entre 1980 e 2000, e também foi presidente da <strong>Mesa de Concertação de Luta contra a Pobreza</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Atualmente, é sacerdote na igreja de La Recoleta, de Lima, e assessor para temas de responsabilidade social da<strong>Pontifícia Universidade Católica do Peru</strong> (PUCP), em litígio com a Arquidiocese de Lima.</p>
<p style="text-align: justify">O jornal <strong>Perú.21</strong> garantiu hoje que a pena imposta a <strong>Garatea </strong>o impedirá de continuar como assessor da <strong>PUCP</strong>.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os “antiacordo” não aceitariam o Édito de Milão</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/secoes/artigos/os-antiacordo-nao-aceitariam-o-edito-de-milao/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 01:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Montfort]]></category>
		<category><![CDATA[Eder Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Fraternidade São Pio X]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Edito de Milão]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[Eder Silva Diante da possibilidade de um acordo cada vez mais eminente entre Roma e a FSSPX, Dom Wiliamson redobra seus inconsistentes ataques de oposição, fomentando e preparando um cisma que, pelas últimas declarações conhecidas, tornar-se-á uma fatalidade inevitável dentro da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.    Acreditamos, contudo, que, dessa divisão formalizada, Deus fará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #333399;">Eder Silva</span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Diante da possibilidade de um acordo cada vez mais eminente entre Roma e a FSSPX, Dom Wiliamson redobra seus <a href="http://www.spessantotomas.com/2012/05/mons-williamson-eleison-cclii-ellos.html">inconsistentes ataques</a> de oposição, fomentando e preparando um cisma que, pelas últimas declarações conhecidas, tornar-se-á uma fatalidade inevitável dentro da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos, contudo, que, dessa divisão formalizada, Deus fará um bem muito maior, recompensando a coragem e a submissão de Dom Fellay e seus verdadeiros amigos e benfeitores.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Um breve exame da História da Igreja revela, por diversos fatos, a ilegitimidade da “resistência sectária” ao bom acordo oferecido pelo Romano Pontífice. Para esta ocasião, decidimos expor o proceder da Igreja Católica em relação ao famoso Édito de Milão de Constantino.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Antes da promulgação desse Édito, os cristãos não tinham liberdade para tributar o verdadeiro culto a Deus, nem tampouco para anunciar as verdades do Evangelho, segundo a ordem de Nosso Senhor. Durante todo esse período de perseguição, os cristãos sobreviveram fielmente no interior das catacumbas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Quase três séculos aprisionada pelas autoridades romanas, a verdadeira religião obteve sua liberdade somente em 313, d.C, outorgada pelo Édito de Constantino. Dessa liberdade reconhecida, a Igreja obteve copiosos frutos, dos quais a posterior conversão do império romano. </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, essa liberdade não foi oferecida nos moldes tradicionais. Embora declarasse liberdade religiosa ao catolicismo, o Édito colocou a Igreja em pé de igualdade com as falsas religiões, favorecendo a profissão e divulgação de todos os credos existentes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">“Quando eu, Constantino Augusto, e eu, Licínio Augusto, nos reunimos felizmente em Milão e nos pusemos a discutir tudo o que importava ao proveito e utilidade públicas, entre as coisas que nos pareciam de utilidade para todos em muitos aspectos, decidimos sobretudo distribuir umas primeiras disposições em que se asseguravam o respeito e o culto à divindade, isto é, <strong>para dar, tanto aos cristãos quanto a todos em geral, livre escolha para seguir a religião que quisessem</strong>, com o fim de que tanto a nós quanto aos que vivem sob nossa autoridade nos possam ser favoráveis a divindade e os poderes celestiais que existam [...] <strong>de sorte que cada um tenha possibilidade de escolher e dar culto à divindade que queira</strong>” (apud Eusébio de Cesaréia. História Eclesiástica. Livro X, V, 4-8).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Analisando o teor deste “acordo” que garantiu liberdade aos cristãos, verifica-se que se assemelha muito aos documentos do Vaticano II sobre o ecumenismo e sobre a liberdade religiosa. O Édito de Milão não reconheceu a Igreja Católica como a única verdadeira fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Tratando-se de uma medida meramente política, o documento apenas autorizou a inserção do catolicismo na lista ecumênica do Império.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desse indiferentismo condenável, os cristãos saíram das catacumbas, aderindo com muita alegria ao Édito de Milão. Nenhum santo da Igreja objetou contra esse acordo, dizendo que seria traição usufruir de uma liberdade relativista, oferecida por autoridades comprometidas com os erros do politeísmo pagão.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as objeções dos “antiacordo”, a FSSPX não deve aceitar qualquer acordo porque Roma ainda professaria princípios modernistas e seria traição submeterem-se a autoridades que não teriam a doutrina tradicional da Igreja.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Pautados nessas absurdas ilações, os “antiacordistas” também teriam sido impelidos a recusar a liberdade do Édito de Milão. As objeções seriam idênticas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Constantino deveria primeiro fazer uma profissão pública de fé, aceitando as verdades do catolicismo, para, somente depois, falar-se em “acordo” com o governo de Roma.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Como o acordo de Milão era puramente prático, oferecendo tão somente o <em>status</em> de “legalidade” à Igreja Católica, que passaria a gozar dos mesmos direitos concedidos às falsas religiões, aceitá-lo seria concordar com os erros do paganismo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, os inimigos de “acordos práticos”, seriam pela recusa do “traidor” Édito de Milão. E, em sinal de protesto aos romanos, teriam permanecido nas catacumbas, desprezando um acordo que não trazia em si um justo reconhecimento da verdadeira religião. </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente não surgiram grupos opositores ao acordo de Milão. A Igreja abraçou essa liberdade sem que se tornasse, por isso, traidora de Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Assim também esperamos de Dom Fellay e seus verdadeiros amigos e benfeitores. Que o Bispo Superior-Geral da FSSPX, juntamente com seus fiéis, aceitem a misericordiosa liberdade oferecida pelo Papa Bento XVI. Que a parte boa e mais importante da FSSPX aproveite o Édito de Roma, que lhes concederá a liberdade para recusar e criticar o Vaticano II e sua Nova Missa. E, plenamente unidos ao Papa reinante, o ajudem a ancorar a Santa Igreja nas duas colunas das quais ela nunca deveria ter se apartado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Rezemos!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">In Corde Jesu, semper</p>
<p style="text-align: justify;">Eder Silva</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Nota sobre as cartas trocadas entre os Bispos da Fraternidade São Pio X</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/blog/artigos-da-montfort/nota-sobre-as-cartas-trocadas-entre-os-bispos-da-fraternidade-sao-pio-x/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 12:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alberto Zucchi]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos da Montfort]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Montfort]]></category>
		<category><![CDATA[Fraternidade São Pio X]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Fellay]]></category>
		<category><![CDATA[FFSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[Alberto Zucchi Decorridos apenas alguns dias da publicação da Carta de Monsenhor Pozzo ao Instituto do Bom Pastor &#8211; IBP, sem que ainda se tenha identificado o autor do “vazamento”, vêm a público duas novas cartas trocadas entre as principais personalidades da Fraternidade São Pio X. Novamente o autor da publicação se mantém no anonimato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #000080;">Alberto Zucchi</span></em></p>
<p>Decorridos apenas alguns dias da publicação da Carta de Monsenhor Pozzo ao Instituto do Bom Pastor &#8211; IBP, sem que ainda se tenha identificado o autor do “vazamento”, vêm a público duas novas cartas trocadas entre as principais personalidades da Fraternidade São Pio X. Novamente o autor da publicação se mantém no anonimato e novamente a publicação parece querer impedir, ou ao menos dificultar, a conclusão do acordo entre o Papa Bento XVI e Dom Fellay. A chamada “guerra do xerox&#8221; que tem atingido a Cúria Romana, se ampliou para o campo tradicionalista.</p>
<p>A primeira das cartas tem como autores três bispos da Fraternidade São Pio X, Dom Tissier de Mallerais, Dom Williamson  e Dom Galarreta, sendo dirigida ao Conselho Geral composto por Dom Bernard Fellay, Padre Nicklaus Pfluger e Padre Alain-Marc Nély. A segunda carta é a resposta aos Bispos apresentada pelo mesmo Conselho.</p>
<p>As cartas contêm posições antagônicas em relação às negociações com o Vaticano. Os três bispos se apresentam contrários a qualquer possibilidade de acordo com o que eles chamam de “Roma atual”. Já o Conselho Geral considera necessária a realização do acordo sob pena de ocorrer um cisma de fato.</p>
<p>A troca de cartas revela a amplitude e a complexidade da crise na Igreja, e antes de tudo, nos deixa claro como é importante, necessário e fundamental rezar, pedindo a Nosso Senhor e a Sua Mãe Santíssima o auxílio neste grave momento.</p>
<p>Inicialmente, há de se notar que foi criada uma situação constrangedora para todos aqueles que defendem “a priori”, sem necessidade de qualquer exame, as posições adotadas pela Fraternidade São Pio X, uma vez que agora existem nela duas posições claramente divergentes.</p>
<p>A pergunta inevitável que surge para aqueles que têm este pensamento é: que Fraternidade seguir, a da maioria dos Bispos ou a do Conselho Geral? Infelizmente, do ponto de vista natural, a divisão parece irreconciliável, sobretudo quando se lê os últimos parágrafos da carta do Conselho Geral.</p>
<p>Para uma análise mais profunda e detalhada das cartas seria necessário conhecermos pormenores das negociações com o Vaticano, como também o debate que deve ter ocorrido “intra-muros” na FSSPX.  Entretanto, não há como deixar de constatar que é a posição adotada por Dom Fellay e pelo Conselho Geral que está de acordo com a doutrina e o espírito da Igreja Católica.</p>
<p>Para nós é com grande alegria que verificarmos que muitas das posições assumidas por Dom Fellay  estão próximas àquelas defendidas pelo nosso estimado professor Orlando Fedeli.</p>
<p>Dos muitos exemplos que poderíamos citar, destacamos apenas dois.</p>
<p>O primeiro deles é a necessidade de obediência ao Papa em tudo aquilo que ele nos manda e que não é contrário a lei de Deus: algo diferente desta posição redunda em sério risco de cisma. Neste sentido, afirma Dom Fellay:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>“Para vocês </em>[os três bispos da Fraternidade] <em>Bento XIV é um Papa legítimo? Se é, Jesus Cristo pode, ainda, falar pela sua boca? Se o Papa expressa uma vontade legítima a nosso respeito que é boa, que não dá uma ordem que é contra os mandamentos, temos o direito de não atende-lo, de devolver um revés a esta vontade? Se não, em que princípio se baseiam para atuar  deste modo? Não crêem vocês que se Nosso Senhor nos ordena, Ele nos dará os meios para continuar nossa obra?”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo exemplo refere-se às atitudes tomadas por Bento XVI em relação ao retorno que este promove na direção da doutrina católica tradicional. Ao tratar deste retorno, muitas vezes o Professor Orlando falava do Papa “cambaleante” e “vacilante” que é citado no terceiro segredo de Fátima.  Neste mesmo sentido, Dom Fellay afirma:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>“Se quisermos aceitar que a Divina Providência conduz os assuntos dos homens, respeitando sua liberdade, então temos que aceitar que os gestos destes últimos anos a nosso favor estão sob Seu governo. Portanto, indicam uma linha – não muito direta – mas claramente a favor da tradição” </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Causou-nos muita alegria também o reconhecimento de Dom Fellay de que existe no clero um grupo de padres, e mesmo de bispos jovens, que colaboram com o Papa na restauração. A Montfort, em seu trabalho de apoio ao Papa na restauração da Missa Antiga, em São Paulo e em todo o Brasil, através de  grupos amigos, tem encontrado, conhecido e mantido contato com muitos desses padres. Assim, a Missa Antiga que praticamente havia desaparecido das dioceses brasileiras, logo após a promulgação do Motu Proprio <em>Summorum Pontificum</em>, passou a ser celebrada em todas as principais capitais brasileiras, ao menos semanalmente.</p>
<p>Infelizmente alguns setores da Fraternidade chegavam a hostilizar esses mesmos padres e considerá-los traidores. A carta de Dom Fellay restaura a justiça reconhecendo a importância e o valor deste trabalho.</p>
<p>Assim, no Brasil, ao lado da cizânia, Dom Fellay encontrará um bom trigo &#8211; as vocações, citadas até mesmo na carta de Mosenhor Pozzo &#8211; e que certamente compensarão em grande medida os riscos que a Divina Providência pede à Fraternidade neste momento.</p>
<p>Ademais, como lembrou o Padre Nicola Bux, em carta dirigida ao superior da Fraternidade:</p>
<p><em>“Já aparecem e aparecerão cada vez mais, santas obras isoladas umas das outras, mas que uma estratégia divina liga à distância, e cuja ação constitui um desígnio ordenado, como aquele que ocorreu miraculosamente na época da dolorosa revolta de Lutero”.</em></p>
<p>Além de Padres e de numerosas vocações, Dom Fellay, passando a um “combate intra-muros” encontrará um grande número de leigos que estarão dispostos a colaborar em seu trabalho. Leigos que, como José de Artimathéia, apesar de todas as suas fraquezas, compareceram e comparecerão diante da autoridade romana para pedir o Corpo de Nosso Senhor.</p>
<p>Nosso Senhor, após sua Paixão e Morte, deixara então à vista dos discípulos, apenas o seu Corpo todo chagado. Parecia que tudo estava terminado e nada mais haveria a fazer. José de Arimathéia quis, dentro de todas as suas limitações, e apesar da fuga e das negações de São Pedro, cuidar, ao menos materialmente, do Corpo de Cristo. Ele não sabia, mas o que parecia o fim era apenas o começo. Não tardariam a Ressurreição e a confirmação da vocação de São Pedro.</p>
<p>A Montfort espera com total confiança, sobretudo neste dia em que se iniciaram as aparições em Fátima, em que Nossa Senhora predisse os graves acontecimentos que estamos vivendo, que nossos desejos sejam atendidos:</p>
<p><em>“</em><em>Crescem, portanto, nossas esperanças de que a FSSPX possa chegar a um entendimento com o Santo Padre, semelhante ao que ocorreu com os sacerdotes que fundaram o Instituto do Bom Pastor – IBP. Ou seja, sem que haja exigência de concessões doutrinárias que impliquem em aceitação de princípios contrários à doutrina tradicional da Igreja”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rezemos para que Deus proteja e guarde Dom Fellay e os padres que compõe o Conselho da FSSPX, na confiança de que eles tenham continuamente presentes as palavras de Moises aos israelitas, preocupados com a força daqueles que estavam na posse da Terra Prometida que precisava ser conquistada:</p>
<p><em>“Não desanimeis, não tenhais medo deles. O Senhor, vosso Deus que vai adiante de vós, pelejara pessoalmente por vós”. </em></p>
<p>Nós da Montfort temos absoluta certeza da vitória da Igreja, porque ela foi anunciada em Fátima por Nossa Senhora “por fim meu Imaculado Coração Triunfará” e por Nosso Senhor, “as portas do inferno não prevalecerão contra ti”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Troca de cartas entre os Bispos da Fraternidade São Pio X</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fraternidade São Pio X]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>
		<category><![CDATA[Relações FSSPX / Santa Sé]]></category>
		<category><![CDATA[acordo FSSPX]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Fellay]]></category>
		<category><![CDATA[FSSPX]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Publicadas ontem duas cartas, trocadas entre os três Bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que não tem funções no Conselho Superior, e Dom Fellay, o Superior da Fraternidade, sobre o acordo com a Santa Sé. É importante tomar conhecimento do texto dessas cartas, pois os principais argumentos de ambos os lados estão aí expostos. Entretanto, temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Publicadas ontem duas cartas, trocadas entre os três Bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que não tem funções no Conselho Superior, e Dom Fellay, o Superior da Fraternidade, sobre o acordo com a Santa Sé.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante tomar conhecimento do texto dessas cartas, pois os principais argumentos de ambos os lados estão aí expostos. Entretanto, temos até o momento apenas as traduções em espanhol da <a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/2012/05/10/carta-de-los-tres-obispos-a-mons-fellay-traduccion-completa-de-radio-cristiandad/">Radio Cristianidad </a>- copiadas para que nossos leitores não tenham que ir a tal ambiente agressivamente sedevacantista!</p>
<div style="text-align: justify;">Em português, há apenas o resumo do padre Clécio, do clero de Campos, em <a href="http://oblatvs.blogspot.com.br/2012/05/uma-prelazia-pessoal-para-fraternidade.html">Oblatvs</a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Salve Maria!</div>
<div style="text-align: justify;">Lucia Zucchi</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.montfort.org.br/index.php/blog/noticias-comentarios-analises/troca-de-cartas-entre-os-bispos-da-fraternidade-sao-pio-x/attachment/bispos-fraternidade-3-roma/" rel="attachment wp-att-11374"><img class="aligncenter size-full wp-image-11374" title="bispos fraternidade 3 Roma" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/05/bispos-fraternidade-3-Roma.jpg" alt="" width="273" height="205" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div></div>
<div>
<p align="center"><strong>CARTA AL CONSEJO GENERAL DE LA FRATERNIDAD SAN PIO X</strong></p>
<p align="right">7 de abril del 2012</p>
<p align="justify">Señor Superior General<br />
Señor Primer Asistente<br />
Señor Segundo Asistente<br />
Después de algunos meses, como muchos lo dicen, el Consejo general de la FSSPX considera seriamente las proposiciones romanas en vista de un acuerdo práctico, siendo un hecho que las discusiones doctrinales del 2009 al 2011 han probado que un acuerdo doctrinal es imposible con la Roma actual. Por medio de esta carta los tres obispos de la FSSPX que no son parte del Consejo General desean hacerle saber, con todo el respeto que conviene, la unanimidad de su oposición formal a cualquier acuerdo semejante.<br />
Por supuesto, de ambos lados de la división actual entre la Iglesia Conciliar y la FSSPX, muchos desean rehacer la unidad católica. Honor a esas personas tanto de una parte como de otra. Pero la realidad dominante y ante la cual todos estos sinceros deseos deben ceder, es que desde el Vaticano II las autoridades oficiales de la Iglesia se han separado de la verdad católica y hoy en día ellas se muestran tan determinadas como siempre a permanecer fieles a la doctrina y práctica Conciliares. Las discusiones romanas, el «<em>preámbulo doctrinal</em>» y Asís III son ejemplos deslumbrantes.<br />
El problema planteado a los católicos por el concilio Vaticano II es profundo. En una conferencia que pareciera haber sido como el último testamento doctrinal de Monseñor Lefebvre, impartida a los sacerdotes de su Fraternidad en Ecône medio año antes de su muerte, después de haber resumido la historia del catolicismo liberal saliente de la Revolución francesa, recordó como los Papas combatieron siempre esta tentativa de reconciliación entre la Iglesia y el mundo moderno, y declaró que el combate de la Fraternidad contra el Vaticano II era <em>exactamente el mismo combate</em>. Concluyó:<br />
<em>«Entre mas se analizan los documentos del Vaticano II y su interpretación por las autoridades de la Iglesia, mas nos damos cuenta que no se trata de errores superficiales ni de algunos errores particulares como el ecumenismo, la libertad religiosa, la colegialidad, sino más bien de una perversión total del espíritu, de toda una filosofía nueva fundada sobre el subjetivismo… Esto es muy grave! Una perversión total!… Esto es verdaderamente espantoso.»</em><br />
Ahora bien, ¿el pensamiento de Benedicto XVI es mejor comparado con el de Juan Pablo II? Basta leer el estudio de uno de nosotros sobre <em>La Foi au Péril de la Raison</em> para darse cuenta que el pensamiento del Papa actual está igualmente impregnado de subjetivismo. Es toda la fantasía subjetiva del hombre en el lugar de la realidad objetiva de Dios. Es toda la religión católica sumisa al mundo moderno. ¿Cómo se puede creer que un acuerdo práctico pueda arreglar un problema semejante?<br />
Pero, se nos dirá, Benedicto XVI es bondadoso hacia la Fraternidad y su doctrina. En tanto que subjetivista puede serlo, porque los liberales subjetivistas pueden tolerar la misma verdad <em>pero no si ella se rehusa a tolerar el error</em>. El nos aceptará en el marco de un pluralismo relativista y dialéctico, a condición de permanecer en la <em>«plena comunión»</em> hacia la autoridad y hacia las otras <em>«realidades eclesiales»</em>. He aquí el por qué las autoridades pueden tolerar que la Fraternidad continúe enseñando la doctrina católica, pero no soportarán absolutamente que ella condene a la doctrina conciliar. He aquí el por qué un acuerdo incluso puramente práctico haría necesaria y progresivamente callar, por parte de la Fraternidad, toda crítica del concilio o de la nueva misa. Dejando de atacar estas victorias que son las más importantes de la Revolución, la pobre Fraternidad cesaría necesariamente de oponerse a la apostasía universal de nuestra lamentable época y se hundiría ella misma. En última instancia, ¿quién nos garantizará de permanecer tal cual somos protegiéndonos de la curia romana y de los obispos? ¿El Papa Benedicto XVI?<br />
Por mas que se niegue, este deslizamiento es inevitable. ¿No se ven ya en la Fraternidad los síntomas de esta disminución en la confesión de la Fe? Hoy en día, desgraciadamente, es lo contrario que sería <em>«anormal»</em> Justo antes de las Consagraciones de 1988 cuando numerosas personas valientes insistían a Monseñor Lefebvre para que hiciera un acuerdo práctico con Roma que abriría un gran campo de apostolado, el dijo su pensamiento a los cuatro consagrandos: <em>«Un gran campo de apostolado puede ser, pero en la ambigüedad y siguiendo dos direcciones opuestas a la vez, lo que habría terminado pudriéndonos»</em>. ¿Cómo obedecer y continuar predicando toda la verdad? ¿Cómo hacer un acuerdo sin que la Fraternidad se <em>«pudriera»</em> en la contradicción?<br />
Y cuando un año mas tarde, Roma parecía hacer verdaderos gestos de benevolencia hacia la Tradición, Monseñor Lefebvre todavía desconfiaba. El temía que no se tratara mas que de <em>«maniobras para separar de nosotros el mas grande número de fieles posible. He aquí la perspectiva por la cual parecen ceder todavía un poco más <strong>e incluso ir más lejos. Debemos absolutamente convencer a nuestras gentes que no se trata mas que de una maniobra, que es peligroso meterse entre las manos de los obispos conciliares y de la Roma modernista. Es el peligro más grande que amenaza a nuestra gente. Si nosotros luchamos desde hace 20 años para resistir a los errores conciliare, no fue para ponernos ahora entre las manos de aquellos que profesan errores.</strong>»</em> Siguiendo a Monseñor Lefebvre, el propósito de la Fraternidad es, mas que denunciar los errores por su nombre, de oponerse eficaz y públicamente a las autoridades romanas que los difunden. ¿Cómo se podría conciliar un acuerdo y una resistencia pública a las autoridades, entre ellas, al Papa? Y después de haber luchado durante más de cuarenta años,¿ la Fraternidad deberá ahora ponerse entre las manos de modernistas y liberales de los cuales acabamos de constatar su pertinacia?<br />
Monseñor, Padres, pongan atención, ustedes conducen a la Fraternidad a un punto sin retorno, a una profunda división sin marcha atrás y, si ustedes llegan a un tal acuerdo, a poderosas fuerzas destructivas que Ella no soportará. Si hasta el presente los obispos de la Fraternidad la han protegido, es precisamente porque Monseñor Lefebvre rechazó un acuerdo práctico. Puesto que la situación no ha cambiado substancialmente; puesto que la condición emitida por el Capítulo del 2006 no se ha realizado (cambio de rumbo por parte de Roma que permita un acuerdo práctico), escuchen de nuevo a su Fundador. El tuvo razón hace 25 años. Todavía tiene razón hoy. En su nombre, los conjuramos: no comprometan a la Fraternidad en un acuerdo puramente práctico.<br />
Con nuestros saludos mas cordiales y fraternales, en Cristo y María,</p>
<p align="center">Mgr. Alfonso de Galarreta<br />
Mgr. Bernard Tissier de Mallerais<br />
Mgr. Richard Williamson</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p align="center">
<p align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.montfort.org.br/index.php/blog/noticias-comentarios-analises/troca-de-cartas-entre-os-bispos-da-fraternidade-sao-pio-x/attachment/bispos-fraternidade-_fellay/" rel="attachment wp-att-11372"><img class="aligncenter  wp-image-11372" title="bispos fraternidade. _Fellay" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/05/bispos-fraternidade.-_Fellay.jpg" alt="" width="204" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">FRATERNIDAD SACERDOTAL SAN PIO X</p>
</div>
<div>
<p align="right">Menzingen, 14 de abril de 2012<br />
A NN.SS. Tissier de Mallerais, Williamson y De Galarreta</p>
<p align="justify">Excelencias :<br />
Vuestra carta colectiva enviada a los miembros del Consejo General ha mantenido toda nuestra atención. Les agradecemos su solicitud y su caridad.<br />
Permítanos a cambio con la misma preocupación de caridad y de justicia, hacerles las siguientes observaciones.<br />
Por principio, la carta menciona muy bien la gravedad de la crisis que trastorna a la Iglesia y analiza de manera precisa la naturaleza de los errores que proliferan en su ambiente.<br />
Sin embargo, la descripción está salpicada de dos defectos en relación a la realidad de la Iglesia: carece de lo sobrenatural y al mismo tiempo carece de realismo.<br />
Carece de lo sobrenatural: Al leerlos, uno se pregunta seriamente si ustedes creen todavía que esta Iglesia visible cuyo asiento está en Roma, es la Iglesia de Nuestro Señor Jesucristo, una Iglesia que ciertamente está desfigurada horriblemente <em>a planta pedís usque ad verticem capitis</em>, pero una Iglesia que tiene cuando menos todavía por jefe a Nuestro Señor Jesucristo. Se tiene la impresión que ustedes están tan escandalizados que ya no aceptan que esto todavía pudiera ser verdad. Para ustedes Benedicto XVI ¿es Papa legítimo? Si lo es, ¿Jesucristo puede todavía hablar por su boca? Si el Papa expresa una voluntad legítima respecto a nosotros que es buena, que no da una orden en contra de los mandamientos de Dios ¿tenemos el derecho de desatenderlo, de devolver un revés a esta voluntad? Y si no ¿en qué principio se basan para actuar de este modo? ¿No creen ustedes que si Nuestro Señor lo ordena El nos dará los medios para continuar nuestra obra? Ahora bien, el Papa nos ha hecho saber que la preocupación de arreglar nuestro asunto por el bien de la Iglesia estaba en el corazón mismo de su pontificado, y también que él sabía bien que sería más fácil tanto para él como para nosotros de dejar las cosas como están.  Por lo tanto, es una voluntad irrevocable y justa la que expresa.<br />
Con la actitud que ustedes promueven no hay lugar ni para los Gedeón ni para los David ni para aquellos que cuentan con el socorro del Señor.  Nos reprochan de ser ingenuos o de tener miedo, pero es su visión de la Iglesia la que es demasiado humana e incluso fatalista. Ustedes ven los peligros, los complots, las dificultades pero no ven la asistencia de la Gracia y del Espíritu Santo. Si se quiere aceptar que la Divina Providencia conduce los asuntos de los hombres, respetando su libertad, entonces hay que aceptar que los gestos de estos últimos años a nuestro favor están bajo Su gobierno. Por lo tanto indican una línea –no muy derecha- pero claramente a favor de la tradición. ¿Por qué simplemente ella se detendría si hacemos todo por conservar nuestra fidelidad y acompañamos nuestros esfuerzos de una oración poco común? ¿El Buen Dios nos dejaría caer en el momento más crucial? Eso no tiene mucho sentido. Sobre todo que no tratamos de imponer cualquier  voluntad propia sino que tratamos de escrutar a través de los acontecimientos lo que Dios quiere, estando dispuestos a todo, como a El le plazca.<br />
Al mismo tiempo carece de realismo en cuanto a la intensidad de los errores y en cuanto a su amplitud.<br />
Intensidad: En la Fraternidad estamos haciendo de errores del Concilio súper-herejías, se vuelve el mal absoluto, peor que todo, de la misma manera en que los liberales han dogmatizado este concilio pastoral. Los males ya son suficientemente dramáticos para que no se les exagere más. (cf. Roberto de Mattei, <em>Una historia jamás escrita</em> pág. 22, Monseñor Gherardini, <em>Un debate a abrir</em> pag. 53, etc.). Monseñor Lefebvre hizo varias veces las distinciones necesarias con respecto al liberal. Esta falta de distinción a uno u otro de entre ustedes a un endurecimiento «absoluto» . Esto es grave porque esta caricatura no está en la realidad y desembocará lógicamente en el futuro a un verdadero cisma. Este hecho es uno de los argumentos que me empuja a no tardar en responder a las instancias romanas.<br />
Amplitud: Por un lado, endosamos a las autoridades presentes todos los errores y todos los males que se encuentran en la Iglesia, olvidando que ellas intentan al menos en parte de liberarse de los más graves (la condenación de la “hermenéutica de la ruptura” denuncia errores muy reales). Por otra parte se pretende que todos estén arraigados en esta pertinacia («todos modernistas», «todos podridos»). Esto es manifiestamente falso. Una gran mayoría se deja llevar por el movimiento, pero no todos.<br />
Hasta el punto que, en la cuestión más crucial de todas, la de la posibilidad de sobrevivir en las condiciones de un reconocimiento de la Fraternidad por Roma, nosotros no llegamos a la misma conclusión que ustedes.<br />
Que quede claro de paso que NOSOTROS NO HEMOS BUSCADO un acuerdo práctico. Eso es falso. No  hemos rechazado a priori, como ustedes lo solicitan, de considerar una oferta del Papa. Por el bien común de la Fraternidad, preferiríamos lejos la solución actual de status quo intermedio, pero evidentemente Roma ya no lo tolera.<br />
En sí, la solución de una Prelatura personal propuesta no es una trampa. Resulta, por principio, que la situación presente en abril del 2012 es muy diferente de la de 1988. Pretender que nada ha cambiado es un error histórico. Los mismos males hacen sufrir a la Iglesia, las consecuencias son todavía mas graves y manifiestas que entonces, pero al mismo tiempo se puede constatar un cambio de actitud en la Iglesia, ayudado por los actos y los gestos de Benedicto XVI hacia la Tradición. Este nuevo movimiento, nacido al menos hace unos diez años, se está fortaleciendo. Toca a un buen número (todavía una minoría) de jóvenes sacerdotes, de seminaristas e incluso hasta un pequeño número de jóvenes obispos que se distinguen notablemente de sus predecesores y que nos expresan su simpatía y su apoyo pero que todavía están sofocados por la línea dominante en la jerarquía que favorece el Concilio Vaticano II. Esta jerarquía está perdiendo vitalidad. Esto es objetivo y muestra que ya no es ilusorio considerar un combate «intra muros» del cual estamos muy consientes de su dureza y dificultad.  He podido constatar en Roma como los discursos sobre las glorias del Vaticano II que nos van a machacar, si bien están todavía en la boca de muchos, no está sin embargo en todas las cabezas. Poco a poco van creyendo.<br />
Esta situación concreta, con la situación canónica que se propone, es muy diferente a la de 1988. Y cuando comparamos los argumentos que Monseñor Lefebvre había dado en su época, concluimos que no hubiera dudado a aceptar lo que nos han propuesto. No perdamos el sentido de Iglesia que era tan fuerte en nuestro venerable fundador.<br />
La historia de la Iglesia muestra que la curación de los males que la afligen, se hace de manera habitual lenta y gradualmente, y cuando un problema se termina, hay otro que comienza <em>oportet haereses ese</em>. Pretender esperar a que todo se arregle para llegar a lo que ustedes llaman un acuerdo práctico, no es realista. Es muy probable, viendo como se desarrollan las cosas, que el fin de esta crisis tomará todavía decenas de años. Pero rehusar trabajar en el campo porque todavía haya mala hierba, con  el riesgo de asfixiar, de estorbar la buena hierba, encuentra una curiosa lección bíblica; es Nuestro Señor que nos hace comprender por su parábola de la cizaña que siempre habrá, en una forma u otra, mala hierba a arrancar y combatir en su Iglesia.<br />
Ustedes no pueden saber cómo su actitud en estos últimos meses —muy diferente en cada uno de ustedes— ha sido dura para nosotros. Ella ha impedido al superior general de comunicarles y hacerles partícipes de sus grandes preocupaciones a las que los hubiera gustosamente asociado, si el no hubiera encontrado una incomprensión tan fuerte y apasionada. Cómo le hubiera gustado poder contar con ustedes, con sus consejos, para apoyarse en este paso tan delicado de nuestra historia. Ha sido una gran prueba, probablemente la mas grande de todo su superiorato. Nuestro venerable fundador ha dado a los obispos de la Fraternidad una carga y deberes precisos. Les ha mostrado que el principio de unidad en nuestra sociedad, es el superior general . Pero desde hace tiempo, ustedes están tratando de imponerle su punto de vista —cada uno de manera diferente— incluso bajo formas de amenaza y además públicamente. Esta dialéctica entre verdad/fe y autoridad, es contraria al principio sacerdotal. Al menos hubiera esperado que ustedes trataran de comprender lo que le ha obligado a actuar como lo ha hecho en los últimos años, según la voluntad de la Divina Providencia.<br />
Oramos por cada uno de ustedes para que en este combate que está lejos de terminar, nos reencontremos todos juntos, por la más grande gloria de Dios y por amor a nuestra querida Fraternidad.<br />
Que Nuestro Señor resucitado y Nuestra Señora se dignen bendecirlos y protegerlos.</p>
<p><span style="color: #000000;">+Bernard Fellay</span><br />
<span style="color: #000000;">Nicklaus Pfluger +</span><br />
<span style="color: #000000;">Alain-Marc Nély +</span></p>
</div>
</div>
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		<title>Continua a guerra na Academia Pro Vida</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 03:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A disputa sobre a necessidade, para a Academia Pontifícia Pro Vida, de seguir a doutrina católica em matéria de moral já vem de alguns anos atrás.   Todos se lembram do horrível caso do aborto de gêmeos da menina do Recife, o qual o bispo Dom José Cardoso Sobrinho tentou evitar e foi nisso desautorizado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_133660966240484" style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">A disputa sobre a necessidade, para a Academia Pontifícia Pro Vida, de seguir a doutrina católica em matéria de moral já vem de alguns anos atrás. </span></div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">Todos se lembram do horrível caso do aborto de gêmeos da menina do Recife, o qual o bispo Dom José Cardoso Sobrinho tentou evitar e foi nisso desautorizado por Dom Fisichella, na época presidente da Academia, através de um artigo no Osservatore Romano. A atitude desse último foi um choque para grande parte dos setenta cientistas católicos renomados, que compõe a Academia criada por João Paulo II. Por falta de tempo e vontade de brigar, apenas um grupo de cientistas insistiu até o fim<var id="yiv617661740yui-ie-cursor"></var> em pedir a saída de Dom Fisichella, num longo percurso que os levou a escrever até ao Papa. Fisichella foi &#8220;promovido/removido&#8221; para a Nova Evangelização e lá espera seu barrete cardinalício &#8211; e vai esperar em vão, segundo afirmam fontes vaticanas! Já o excelente presidente anterior é agora o Cardeal Sgreccia, feito no último Consistório, infelizmente já octogenário&#8230;</span></div>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_133660966240497" style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"> </span></div>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_1336609662404113" style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">A batalha que se seguiu ao cancelamento do Congresso sobre Células Tronco, que reuniria conhecidos cientistas defensores e práticos da pesquisa com cobaias-embriões humanos, levou a uma ruptura entre alguns importantes membros leigos da Academia e seus oficiais vaticanos. Ruptura que teria levado até a um pedido de renúncia de seu presidente, o bispo oriundo do Opus Dei, Dom Ignacio Carrasco de Paula.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">Abaixo algo da argumentação do Doutor Josef Seifert (mais pode ser visto <a href="http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23580">aqui</a>) e &#8211; muito mais grave do que a acusação! &#8211; a defesa dos funcionários vaticanos da Academia.</span></div>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_1336609662404123" style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"> </span></div>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_1336609662404125" style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;">Salve Maria!</span></div>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_1336609662404129" style="text-align: right;"><span style="color: #000080;"><em>Comentário </em>Lucia Zucchi</span></div>
<div style="text-align: right;"><em><span style="color: #000080;">Texto </span></em><span style="color: #000080;"><a href="http://vaticaninsider.lastampa.it/es/homepage/reportajes-y-entrevistas/dettagliospain/articolo/ricerca-scientifica-e-fede-scientific-research-and-faith-investigacion-scientifica-y-fe-1499/">Vatican Insider</a></span></div>
<div style="text-align: right;"><em><span style="color: #000080;">Tradução </span></em><span style="color: #000080;">Montfort</span></div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Grupo de membros da Pontifícia Academia da Vida critica iniciativas da própria Academia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Andres Alvarez Beltramo</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Cidade do Vaticano</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<div id="attachment_11353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/continua-a-guerra-na-academia-pro-vida/attachment/seifert-academia-pro-vida/" rel="attachment wp-att-11353"><img class=" wp-image-11353 " title="Seifert Academia Pro Vida" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Seifert-Academia-Pro-Vida.jpg" alt="" width="420" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Josef Seifert, da Academia Pontificia Pro Vida</p></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> Um grupo de destacados membros da Academia Pontifícia para a Vida (PAV) declararam revolta. Eles acusam a cúpula desse organismo da Santa Sé de &#8220;traição sistemática&#8221; aos valores cristãos e de colaborar com programas que seguem uma agenda contrária aos ensinamentos da Igreja. Eles estão dispostos a levar seu protesto ao mais alto nível, porque afirmam que esta é uma situação de &#8220;extrema gravidade&#8221;.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> Mas na PAV consideram os críticos como uma &#8220;pequena minoria&#8221; que, com suas ações, dificultariam à agência cumprir sua missão, conforme relatado pelo Vatican Insider.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Um dos detratores é Professor Josef Seifert, presidente do Senado da Academia Internacional de Filosofia no Principado de Liechtenstein. Em 10 de abril último enviou uma longa carta ao presidente da academia, o Opus Dei Bispo Ignacio Carrasco de Paula, no qual ele expressou seu &#8220;profundo sentimento de tristeza&#8221; e uma &#8220;enorme preocupação&#8221; sobre o &#8220;grande perigo&#8221; que Academia perder o seu &#8220;pleno e puro compromisso com a verdade.&#8221;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Para Seifert, o PAV viveu o &#8220;pior dia de sua história&#8221;, em 24 de fevereiro passado, quando teve lugar em Roma uma conferência para abordar as questões de fecundação e tratamento da infertilidade. E apoia suas palavras em oito razões.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Segundo o professor a maioria das apresentações feitas naquele dia, cinco de um total de sete, não só dispensou qualquer explicação relacionada à moral católica, mas referiu-se apenas a métodos como a pílula, inseminação artificial e fertilização <em>in vitro</em>. E explicou que os juízos éticos dos cinco expositores &#8220;foram um ataque direto ao ensinamento da Igreja e à verdade.&#8221;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">&#8220;Os jornalistas que publicarem esta conferência ou uma publicação da Academia sobre estas apresentações, o que espero que nunca aconteça, difundirão exatamente o oposto à doutrina da Igreja, como algo que foi promovido pela nossa Academia. A imagem externa da mesma e da Igreja foi gravemente ferido e danificado por este evento”, afirmou.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Mercedes Arzu Wilson se uniu a essas queixas. Ela é a presidente da Fundação para a Família das Américas e da Organização Mundial da Família, também membro da Academia Pontifícia pro Vida, e expressa sua insatisfação em declarações à Agência Católica de Informação.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A crise interna na Academia já teve consequências palpáveis, como o cancelamento do Congresso Internacional sobre Pesquisa com Células Tronco, que seria realizado entre 25 e 28 de Abril, no Vaticano. De acordo com a versão oficial,  a reunião tinha sido cancelada por falta de fundos, o fato é que sua organização nunca foi isenta de controvérsias.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Os mesmos críticos da conferência sobre a infertilidade se opuseram ao Congresso sobre células-tronco, argumentando que, entre os oradores desta segunda iniciativa, estavam incluidos proeminentes promotores e praticantes do uso de células embrionárias para a pesquisa, defensores inclusive da clonagem humana. Todas esssas questões contrárias aos ensinamentos da Igreja.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Programado nesses termos, o Congresso provocou uma acesa polêmica dentro da Cúria Romana, cujo resultado natural, foi seu cancelamento &#8220;por ordens superiores&#8221;. Essa determinação teria irritado alguns oficiais da Academia e provocado uma ruptura definitiva com os críticos. Uma situação que, longe de ter evitado a crise, a aprofundou.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Sendo assim os acadêmicos indignados querem expressar sua inquietação ao próprio  Papa Bento XVI e seus principais assessores. E eles estão se preparando para denunciar que as más alianças promovidas dentro desse Conselho Pontifício do Vaticano correm o risco de &#8220;destruir o ensinamento da Igreja, e mais precisamente de João Paulo II, sobre a vida, amor, sexualidade humana e da família&#8221;.</span></span></p>
<p> </p></div>
<h1 style="text-align: left;">La Academia para la Vida paralizada por una minoría</h1>
<div style="text-align: left;">
<p><em><strong>Las últimas actividades organizadas por el dicasterio vaticano han sido “saboteadas” por sus mismos miembros</strong></em></p>
<div id="yiv617661740yui_3_2_0_22_133660966240454">Alessandro Speciale<br />
Roma</div>
<div><a href="http://vaticaninsider.lastampa.it/es/homepage/vaticano/dettagliospain/articolo/14996//pag/1/">Vatican Insider</a></div>
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<div style="text-align: center;"> </div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/continua-a-guerra-na-academia-pro-vida/attachment/carrasco-de-paula/" rel="attachment wp-att-11354"><img class="size-full wp-image-11354" title="Carrasco-de-Paula" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Carrasco-de-Paula.jpg" alt="" width="270" height="236" /></a></div>
<div>Una «pequeña minoría» de miembros de la Pontificia Academia para la Vida (PAV) critica desde hace algunos años todas las iniciativas para dialogar con el mundo científico y de la investigación; además ha dificultado la propia misión del “think tank” bioético de la Santa Sede. Es lo que revelan algunas declaraciones hechas a Vatican Insider por fuentes internas de la Academia, que pidieron el anonimato porque no están autorizdas para hablar de estos temas.</div>
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<div> </div>
<div>Una serie de polémicas culminaron recientemente con la petición de la renuncia del presidente de la Academia, monseñor Ignacio Carrasco de Paula, por parte del profesor Josef Seifert, y con una protesta que están preparando algunos miembros del dicasterio y que <span style="color: #000000;">pretenden llevarla a los niveles más altos del Vaticano</span>.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Las actividades que ha organizado la Academia han acabado siendo blanco de algunos de sus miembros: en febrero, una conferencia sobre los tratamientos de la infertilidad fue criticada porque habría presentado posturas que no siguen la doctrina católica; un mes después, la Pontificia Academia para la Vida canceló una conferencia científica internacional dedicada a la investigación con células estaminales adultas. La explicación “oficial” fue que no había suficiente dinero para llevar a cabo el evento, pero llegaba después de duras críticas de parte de algunos sectores del movimiento “pro-vida”. Pero los problemas ya habían surgido mucho antes, por ejemplo cuando fue publicado un artículo del entonces presidente, monseñor Rino Fisichella, sobre el aborto de una niña violada en Brasil, o de una polémica sobre los transplantes y sobre la definición de “muerte cerebral”.</div>
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<div> </div>
<div>Según las fuentes, se trata de un grupo pequeño de activistas pro-vida que nunca han buscado un diálogo con la cúpula de la Academia y que siempre han preferido dirigirse a la prensa o denunciar las actividades de la Academia a las «autoridades superiores».</div>
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<div>«Son personas que actúan en la oscuridad, apenas se hace cualquier cosa se dirigen a las autoridades superiores», denuncia un importante miembro de la Academia. «Nunca hemos recibido nada oficial de estas personas. Hemos recibido solo comunicaciones públicas. No nos han escrito para pedirnos aclaraciones», explicó otra persona que trabaja en el dicasterio y que conoce muy bien la cuestión. Monseñor Carrasco de Paula, el presidente, escribió a los “críticos” para tratar de entablar un diálogo con ellos.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Según las fuentes, los problemas nacen de una incomprensión de fondo sobre la naturaleza de la Pontificia Academia para la Vida. «¿Se trata de una Academia, con su autonomía y su libertad de cátedra, y con la posibilidad de invitar a personas con las que no se está de acuerdo, o una especie de “súper movimiento pro-life”?» Los estatutos de la Pav, según la fuente, garantizan su autonomía: «Si somos una Academia, también podemos equivocarnos; no, si nuestra labor es solo la de afirmar la doctrina católica».</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Las posturas oficiales de la Academia, subrayó un exponente de la cúpula de la institución, «hay que buscarlas en nuestras publicaciones», no en lo que afirman los relatores enviados a intervenir en los eventos de la Pav.</div>
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<div> </div>
<div>La situación se ha vuelto mucho más completa, por lo que indican las fuentes, por el hecho de que la «Congregación para la Doctrina de la Fe tiende a considerarnos una extensión suya en campo bioético».</div>
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<div>Otra fuente de la Pav subraya que ahora tendrán que ser las autoridades vaticanas, desde el Papa hasta la Secretaría de Estado (pasando por la Congregación para la Doctrina de la Fe), las que aclaren esta «ambigüedad» sobre la naturaleza y la función de la Academia.</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>«Nosotros –indica otra fuente– siempre hemos defendido la vida, desde su concepción hasta su muerte natural, y seguimos haciéndolo. Hacemos el mismo trabajo que estos “pro-life”, que tienen buenas intenciones, pero es necesario el diálogo y además hacen afirmaciones sin fundamento. Siempre estamos abiertos al diálogo con todos, nuestra labor es una llamada al diálogo con la ciencia. Incluso San Pablo fue al Aerópago de Atenas y habló con los paganos y con los no creyentes».</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Desde la Academia subrayan que la decisión de haber cancelado la conferencia científica sobre las estaminales adultas (contrariamente a lo afirmado por el prof. Seifert) se tomó con autonomía absoluta, a pesar del desacuerdo de los demás organizadores (la Fundación Jerome Lejeune de París y la Federación Internacional de als Asociaciones de los Médicos Católicos), pero también indicaron que es difícil decir si el evento será nuevamente organizado en un futuro.</div>
<div>En cuanto a la petición de que renuncien los dirigentes de la Academia, «ninguna reacción, la cuestión la deben afrontar los superiores&#8221;.</div>
<div> </div>
<div id="yui_3_2_0_22_1336619942599119"> </div>
</div>
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		<title>Interpretação de Profecias</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 00:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alberto Zucchi]]></category>
		<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
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		<category><![CDATA[Nossa Senhora de Fátima]]></category>
		<category><![CDATA[Profecia]]></category>
		<category><![CDATA[São Malaquias]]></category>

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		<description><![CDATA[Remetente: Itelio Costa Chale Religião: Católico Localização: Moçambique &#8211; África do Sul Saudações Eu tenho obtido preciosos conhecimentos no vosso Site. Sou da África Mocambique, sou Católico Batizado Crismado, devoto a Santíssima Virgem, admiro Santa Alexandrina Maria da Costa, e Santa Maria Gorreti. Com a minha pequena capacidade de compreender tenho tentado entender melhor as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote id="cartas"><p><strong>Remetente</strong>: Itelio Costa Chale<br />
<strong>Religião</strong>: Católico<br />
<strong>Localização</strong>: Moçambique &#8211; África do Sul</p>
<p>Saudações<br />
Eu tenho obtido preciosos conhecimentos no vosso Site. Sou da África Mocambique, sou Católico Batizado Crismado, devoto a Santíssima Virgem, admiro Santa Alexandrina Maria da Costa, e Santa Maria Gorreti.</p>
<p>Com a minha pequena capacidade de compreender tenho tentado entender melhor as profecias de Fátima, Sao Malaquias, e Monge de Padua. Isto tem me criado uma enorme confusão na cabeça.</p>
<p>A minha duvida esta na semelhanças das profecias, se em Fátima a Virgem mostra um Papa que sofre martírio, estas outras profecias (São Malaquias) dizem que 112 ( o próximo Papa) morre martirizado, pelo que compreendi será o ultimo Papa para o julgamento das nações. passo a citar &#8221; Na perseguição final da Santa Igreja reinara o Papa Pedro Romano que alimentara o rebanho de Deus Verdadeiro no meio de muitas tribulacoes etc&#8221;</p>
<p>A pergunta que nao me sai da cabeca! Sendo Sao Malaquias considerado Santo da Igreja entao a Igreja reconhece as suas profecias! elas sao dignas.</p>
<p>O que a Montfort acha de tudo isto? Qual sera a Verdade?</p>
<p>Algo que tambem esta proximo disto o sonho de Dom Bosco.</p>
<p>As profecias na sua maioria sao dificeis de perceber, mas tenho tentado, esta tudo a complicar-se.</p>
<p>agradecia a resposta.<br />
Itelio Costa Chale</p></blockquote>
<p><strong>Resposta</strong>.</p>
<p>Prezado Itelio,</p>
<p>Salve Maria!</p>
<p>Permita-me que reponda a sua carta transcrevendo um antiga resposta dada pelo Professor Orlando a um outro consulente de nosso site:</p>
<p>&#8220;É sempre arriscado pretender interpretar profecias. Só quando elas se realizam é que se pode perceber o que significava realmente a linguagem simbólica empregada por elas.</p>
<p>Não há dúvida que haverá o assassinato de um Papa por subir a montanha com a cruz, isto é, um Calvário. Ora, um Calvário é sempre um altar, visto que a Missa é a renovação do sacrifício do Calvário. Portanto, o Papa subir um Calvário simboliza que um Papa será morto por causa da Missa.</p>
<p>É bem difícil, embora não impossível, que o Papa atual seja aquele que será morto a tiros e flechas. É evidente que o atentado sofrido pelo Papa João Paulo II não foi a realização da visão do Terceiro Segredo de Fátima, cujo texto o Vaticano não publicou. O Papa não morreu, Ninguém morreu. E a Visão mostra o fuzilamento de um Papa por soldados e, depois, um massacre de Cardeais, Bispos, Padres e povo. Nada disso aconteceu.</p>
<p>Sobre os Papas mortos nos sonhos de Dom Bosco, há que perguntar se a morte deles é material ou espiritual. A saída de Roma, caminhando 200 dias, indica uma saída espiritual e não material. Ninguém leva duzentos dias para sair materialmente de Roma.</p>
<p>A chamada &#8220;profecia&#8221; de São Malaquias é falsa.</p>
<p>Por ela seria possível conhecer, pelo menos bem aproximadamente, o fim do mundo, coisa que Jesus disse que nenhum homem sabia.</p>
<p>Depois, é sabido que São Malaquias viveu seus últimos anos no mosteiro de São Bernardo, em Claraval. São Bernardo escreveu a biografia desse santo, e não faz nenhuma referência a essa famosa profecia.</p>
<p>Sabe-se ainda que ela tem indicações de nomes de papas muito precisamente até o século XV. O último nome bem indicado é o do Papa Piccolomini (Enéas Silvio Picolomini, Pio II) indicado pela expressão &#8220;de parvus homine&#8221;, sobre o homem pequeno, que, em italiano se diz Piccolomini&#8230; Depois desse Papa, as expressões latinas dessa &#8220;profecia&#8221; se tornam extremamente vagas e gratuitas. Tudo isso indica que se trata de uma falsa profecia.&#8221;</p>
<p>Acrescento apenas que, certamente, Bento XVI não será o último Papa e que está é mais uma prova que as profecias atribuídas a São Malaquias são falsas.</p>
<p>Tenha muita confiança em Nossa Senhora e não deixe de rezar. Lembre-se da promessa de Cristo de que as portas do inferno não venceriam a Igreja e não se preocupe tanto com as profecias. Como escreveu o Professor Orlando elas são muito dífceis de interpretar e tornam-se claras apenas após a sua realização. O fundamental é praticarmos a lei de Deus e acreditarmos em tudo aquilo que ensina a doutrina católica.</p>
<p>Espero ter respondido as suas dúvidas.</p>
<p>Volte a nos escrever quando desejar e não deixe de rezar por nós.</p>
<p>Alberto Zucchi</p>
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		<title>No Congresso Europeu de Catequese: &#8220;distanciamento de Deus é previsível&#8230; nas crianças&#8221;!</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/blog/noticias-comentarios-analises/no-congresso-europeu-de-catequese-distanciamento-de-deus-e-previsivel-nas-criancas/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Catecismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise da Igreja no Pós-Concílio]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrina Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>
		<category><![CDATA[catecismo]]></category>
		<category><![CDATA[catequese]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia Radio Vaticana Comentário Lucia Zucchi &#160; Acontece em Roma, entre 7 e 10 de maio o XII Congresso Europeu pela Catequese, promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais Européias. No primeiro dia do Congresso foram apresentados os resultados de uma pesquisa com 3600 pessoas para a escolha dos temas sobre os quais “refletir”&#8230; Ora, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #000080;">Notícia </span></em><span style="color: #000080;"><a href="http://www.radiovaticana.org/it1/Articolo.asp?c=585937">Radio Vaticana</a></span></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #000080;">Comentário </span></em><span style="color: #000080;">Lucia Zucchi</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece em Roma, entre 7 e 10 de maio o XII Congresso Europeu pela Catequese, promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais Européias. No primeiro dia do Congresso foram apresentados os resultados de uma pesquisa com 3600 pessoas para a escolha dos temas sobre os quais “refletir”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, como cada um só pode dar o que já tem, os assuntos lembrados foram, na ordem: a família, os amigos, a escola e sua influência sobre a iniciação cristã da criança, a comunidade cristã, seus membros e sua vida litúrgica e, finalmente, a importância do caminho pessoal da criança na sua aproximação com Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o combate ao “analfabetismo religioso”, pedido por Bento XVI, a transmissão da sã doutrina – o “ide e ensinai”-  o ataque “contra os erros do seu tempo”, à moda de pontífices não tão antigos,  nem uma palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Pobre criança deixada só em seu “caminho pessoal de aproximação com Deus”, sem noções básicas sobre quem é esse Deus que ela deve encontrar, contrariamente ao que ensina São Paulo que “a fé vem pelo ouvido” (Rom. 10, 16)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Para incrementar o debate, como as crianças pesquisadas provavelmente não escutam a Radio Vaticana e pouco vão à missa para conhecerem as dicas dos folhetos litúrgicos, Monsenhor Crociata, secretário-geral da Conferência Italiana, acrescentou alguns itens na moda: a reflexão comum aprofundando a unificação europeia (Opa! Monsenhor agora está na contramão!) e a Nova Evangelização.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse cardápio espiritual, crescem raquíticas as – poucas – crianças católicas europeias! Mas não se inquietam seus pastores.  O bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro, está ciente dos perigos:  <em>“O dinamismo da fé é um caminho de liberdade e, portanto, está perfeitamente previsto que possa acontecer um distanciamento, uma interrupção do diálogo com Deus. Todavia, é decisivo sobretudo nessa fase da vida – de 0 a 7 anos – e depois também no acompanhamento da adolescência, o acompanhamento da família e, portanto, a atenção aos meninos e jovens deve necessariamente deslocar-se, também no tema da iniciação cristã, sobre a família”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pobres pais, pobre família! Para acudir à crise de fé de suas crianças – está perfeitamente previsto! – eles contam com o nada que aprenderam no pós Concílio, com seus grupos de jovens e círculos bíblicos&#8230; E com um clero disposto a eternizar as pesquisas e debates, ao invés de voltar ao ensino das verdades da Fé!  </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A expressão &#8216;pro multis&#8217; deve ser traduzida tal como é</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 01:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Roncolato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Missa Antiga e a Reforma da Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[O Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Pro multis]]></category>
		<category><![CDATA[reforma da reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230; a Santa Sé decidiu que na nova tradução do Missal a expressão &#60;&#60;pro multis&#62;&#62; deve ser traduzida tal como é, e não ao mesmo tempo ser interpretada. No lugar da versão interpretada &#60;&#60;por todos&#62;&#62; ha de colocar a simples tradução &#60;&#60;por muitos&#62;&#62;.&#8221; (Destaques nossos) Apresentamos aos nossos leitores a versão em espanhol da carta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><em>&#8220;&#8230; a Santa Sé decidiu que na nova tradução do Missal<strong><span style="text-decoration: underline"> a expressão &lt;&lt;pro multis&gt;&gt; deve ser traduzida tal como é, e não ao mesmo tempo ser interpretada</span></strong>. No lugar da versão interpretada &lt;&lt;por todos&gt;&gt; ha de colocar a simples tradução &lt;&lt;por muitos&gt;&gt;.&#8221; </em>(Destaques nossos)</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff">Apresentamos aos nossos leitores a versão em espanhol da carta do S. Padre o Papa Bento XVI às Conferências Episcopais de Língua Alemã, sobre a tradução do &#8220;<em>pro multis&#8221; </em>dita no Canon da Missa.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff">Esperemos que aqui no Brasil, os bispos responsáveis pela tradução do novo missal para a língua portuguesa, compreendam essa mensagem muito clara do Santo Padre e evitem o constrangimento de uma correção semelhante. </span></p>
<p style="text-align: justify" align="justify">A Su Excelencia Reverendísima<br />
Monseñor Robert Zollistsch<br />
Arzobispo de Friburgo,<br />
<em>Presidente de la Conferencia Episcopal Alemana</em><br />
Herrenstraße 9<br />
D-79098 FREIBURG</p>
<p style="text-align: justify" align="right">Vaticano, 14 de abril de 2012</p>
<p style="text-align: justify" align="justify">Excelencia,<br />
venerado y querido Arzobispo:</p>
<p style="text-align: justify">Con ocasión de su visita del 15 de marzo de 2012, usted me hizo saber que, por lo que se refiere a la traducción de las palabras «pro multis» en las Plegarias Eucarísticas de la Santa Misa, todavía no hay unidad entre los obispos de las áreas de lengua alemana. Al parecer, se corre el riesgo de que, ante la publicación de la nueva edición del «<em>Gotteslob</em>» [libro de cantos y oraciones], que se espera en breve, algunos sectores del ámbito lingüístico alemán deseen mantener la traducción «por todos», aún cuando la Conferencia Episcopal Alemana acordase escribir «por muchos», tal como ha sido indicado por la Santa Sede. Le había prometido que me expresaría por escrito sobre esta cuestión importante, con el fin de prevenir una división como ésta en el seno más íntimo de nuestra plegaria. Esta carta que ahora dirijo por medio suyo a los miembros de la Conferencia Episcopal Alemana, se enviará también a los demás obispos de las áreas de lengua alemana.</p>
<p style="text-align: justify">Ante todo, permítame una breves palabras sobre el origen del problema. En los años sesenta, cuando hubo que traducir al alemán el Misal Romano, bajo la responsabilidad de los obispos, había un consenso exegético en que la palabra «los muchos», «muchos», en Isaías 53,11s, era una forma de expresión hebrea que indicaba la totalidad, «todos». En los relatos de la institución de Mateo y de Marcos, la palabra «muchos» sería por tanto un «semitismo», y debería traducirse por «todos». Esta idea se aplicó también a la traducción directamente del texto latino, donde «pro multis» haría referencia, a través de los relatos evangélicos, a Isaías 53 y, por tanto, debería traducirse como «por todos». Con el tiempo, este consenso exegético se ha resquebrajado; ya no existe. En la narración de la Última Cena de la traducción ecuménica alemana de la Sagrada Escritura, puede leerse: «Esta es mi sangre de la alianza, que es derramada por muchos» (<em>Mc</em> 14,24; cf. <em>Mt</em> 26,28). Con esto se pone de relieve algo muy importante: el paso del «pro multis» al «por todos» no era en modo alguno una simple traducción, sino una interpretación, que seguramente tenía y sigue teniendo fundamento, pero es ciertamente ya una interpretación y algo más que una traducción.</p>
<p style="text-align: justify">Esta fusión entre traducción e interpretación pertenece en cierto sentido a los principios que, inmediatamente después del Concilio, orientaron la traducción de los libros litúrgicos en las lenguas modernas. Se tenía conciencia de cuán lejos estaban la Biblia y los textos litúrgicos del modo de pensar y de hablar del hombre de hoy, de modo que, incluso traducidos, seguían siendo en buena parte incomprensibles para los participantes en la liturgia. Era una tarea novedosa tratar que, en la traducción, los textos sagrados fueran asequibles a los participantes en la liturgia, aunque siguieran siendo muy ajenos a su mundo; es más, los textos sagrados aparecían precisamente de este modo en su enorme lejanía. Así, los autores no sólo se sentían autorizados, sino incluso en la obligación, de incluir ya la interpretación en la traducción, y de acortar de esta manera la vía hacia los hombres, pretendiendo hacer llegar a su mente y a su corazón precisamente estas palabras.</p>
<p style="text-align: justify">Hasta un cierto punto, el principio de una traducción del contenido del texto base, y no necesariamente literal, sigue estando justificado. Desde que debo recitar continuamente las oraciones litúrgicas en lenguas diferentes, me doy cuenta de que no es posible encontrar a veces casi nada en común entre las diversas traducciones, y que el texto único, que está en la base, con frecuencia es sólo lejanamente reconocible. Además, hay ciertas banalizaciones que comportan una auténtica pérdida. Así, a lo largo de los años, también a mí personalmente me ha resultado cada vez más claro que el principio de la correspondencia no literal, sino estructural, como guía en las traducciones tiene sus límites. Estas consideraciones han llevado a la Instrucción sobre las traducciones «<em>Liturgiam authenticam</em>», emanada por la Congregación para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos, el 28 de marzo de 2001, a poner de nuevo en primer plano el principio de la correspondencia literal, sin prescribir obviamente un verbalismo unilateral. La contribución importante que está en la base de esta instrucción consiste en la distinción entre traducción e interpretación, de la que he hablado al principio. Esta es necesaria tanto respecto a la palabra de la Escritura, como de los textos litúrgicos. Por un lado, la palabra sagrada debe presentarse lo más posible tal como es, incluso en lo que tiene de extraño y con los interrogantes que comporta; por otro lado, a la Iglesia se le ha encomendado el cometido de la interpretación, con el fin de que – en los límites de nuestra comprensión actual – nos llegue ese mensaje que el Señor nos ha destinado. Ni siquiera la traducción más esmerada puede sustituir a la interpretación: pertenece a la estructura de la revelación el que la Palabra de Dios sea leída en la comunidad interpretativa de la Iglesia, y que la fidelidad y la actualización estén enlazadas recíprocamente. La Palabra debe estar presente tal y como es, en su forma propia, tal vez extraña para nosotros; la interpretación debe confrontarse con la fidelidad a la Palabra misma, pero, al mismo tiempo, ha de hacerla accesible al oyente de hoy.</p>
<p style="text-align: justify">En este contexto, la Santa Sede ha decidido que, en la nueva traducción del Misal, la expresión «pro multis» deba ser<span style="text-decoration: underline"><strong>traducida</strong></span> tal y como es, y no al mismo tiempo ya interpretada. En lugar de la versión interpretada «por todos», ha de ponerse la simple traducción «por muchos». Quisiera hacer notar aquí que ni en Mateo ni en Marcos hay artículo, así pues, no «por los muchos», sino «por muchos». Si bien esta decisión, como espero, es absolutamente comprensible a la luz de la correlación fundamental entre traducción e interpretación, soy consciente sin embargo de que representa un reto enorme para todos aquellos que tienen el cometido de exponer la Palabra de Dios en la Iglesia. En efecto, para quienes participan habitualmente en la Santa Misa, esto parece casi inevitablemente como una ruptura precisamente en el corazón de lo sagrado. Ellos se dirán: Pero Cristo, ¿no ha muerto por todos? ¿Ha modificado la Iglesia su doctrina? ¿Puede y está autorizada para hacerlo? ¿Se está produciendo aquí una reacción que quiere destruir la herencia del Concilio? Por la experiencia de los últimos 50 años, todos sabemos cuán profundamente impactan en el ánimo de las personas los cambios de formas y textos litúrgicos; lo mucho que puede inquietar una modificación del texto en un punto tan importante. Por este motivo, en el momento en que, en virtud de la distinción entre traducción e interpretación, se optó por la traducción «por muchos», se decidió al mismo tiempo que esta traducción fuera precedida en cada área lingüística de una esmerada catequesis, por medio de la cual los obispos deberían hacer comprender concretamente a sus sacerdotes y, a través de ellos, a todos los fieles por qué se hace. Hacer preceder la catequesis es la condición esencial para la entrada en vigor de la nueva traducción. Por lo que sé, una catequesis como ésta no se ha hecho hasta ahora en el área lingüística alemana. El propósito de mi carta es pediros con la mayor urgencia a todos vosotros, queridos hermanos, la elaboración de una catequesis de este tipo, para hablar después de esto con los sacerdotes y hacerlo al mismo tiempo accesible a los fieles.</p>
<p style="text-align: justify">En dicha <strong>catequesis</strong>, se deberá explicar brevemente en primer lugar por qué, en la traducción del Misal tras el Concilio, la palabra «muchos» fue sustituida por «todos»: para expresar de modo inequívoco, en el sentido querido por Jesús, la universalidad de la salvación que de él proviene.</p>
<p style="text-align: justify">Pero surge inmediatamente la pregunta: Si Jesús ha muerto por todos, ¿por qué en las palabras de la Ultima Cena él dijo «por muchos»? Y, ¿por qué nosotros ahora nos atenemos a estas palabras de la institución de Jesús? A este punto, es necesario añadir ante todo que, según Mateo y Marcos, Jesús ha dicho «por muchos», mientras según Lucas y Pablo ha dicho «por vosotros». Aparentemente, así se restringe aún más el círculo. Y, sin embargo, es precisamente partiendo de esto como se puede llegar a la solución. Los discípulos saben que la misión de Jesús va más allá de ellos y de su grupo; que él ha venido para reunir a los hijos de Dios dispersos por el mundo (cf. <em>Jn</em> 11,52). Pero el «por vosotros» hace que la misión de Jesús aparezca de forma absolutamente concreta para los presentes. Ellos no son miembros cualquiera de una enorme totalidad, sino que cada uno sabe que el Señor ha muerto «por mi», «por nosotros». El «por vosotros» se extiende al pasado y al futuro, se refiere a mí de manera totalmente personal; nosotros, que estamos aquí reunidos, somos conocidos y amados por Jesús en cuanto tales. Por consiguiente, este «por vosotros» no es una restricción, sino una concretización, que vale para cada comunidad que celebra la Eucaristía y que la une concretamente al amor de Jesús. En las palabras de la consagración, el Canon Romano ha unido las dos lecturas bíblicas y, de acuerdo con esto, dice: «por vosotros y por muchos». Esta fórmula fue retomada luego por la reforma litúrgica en todas las Plegarias Eucarísticas.</p>
<p style="text-align: justify">Pero, una vez más: ¿Por qué «por muchos»? ¿Acaso el Señor no ha muerto por todos? El hecho de que Jesucristo, en cuanto Hijo de Dios hecho hombre, sea el hombre para todos los hombres, el nuevo Adán, forma parte de las certezas fundamentales de nuestra fe. Sobre este punto, quisiera recordar solamente tres textos de la Escritura: Dios entregó a su Hijo «por todos», afirma Pablo en la Carta a los Romanos (<em>Rm</em> 8,32). «Uno murió por todos», dice en la Segunda Carta a los Corintios, hablando de la muerte de Jesús (<em>2 Co</em> 5,14). Jesús «se entrego en rescate por todos», escribe en la Primera Carta a Timoteo (<em>1 Tm</em> 2,6). Pero entonces, con mayor razón, una vez más, debemos preguntarnos: si esto es así de claro, ¿por qué en la Plegaria Eucarística esta escrito «por muchos»? Ahora bien, la Iglesia ha tomado esta fórmula de los relatos de la institución en el Nuevo Testamento. Lo dice así por respeto a la palabra de Jesús, por permanecer fiel a él incluso en las palabras. El respeto reverencial por la palabra misma de Jesús es la razón de la fórmula de la Plegaria Eucarística. Pero ahora nos preguntamos: ¿Por qué Jesús mismo lo ha dicho precisamente así? La razón verdadera y propia consiste en que, con esto, Jesús se ha hecho reconocer como el Siervo de Dios de <em>Isaías</em> 53, ha mostrado ser aquella figura que la palabra del profeta estaba esperando. Respeto reverencial de la Iglesia por la palabra de Jesús, fidelidad de Jesús a la palabra de la «Escritura»: esta doble fidelidad es la razón concreta de la fórmula «por muchos». En esta cadena de reverente fidelidad, nos insertamos nosotros con la traducción literal de las palabras de la Escritura.</p>
<p style="text-align: justify">Así como hemos visto anteriormente que el «por vosotros» de la traducción lucano-paulina no restringe, sino que concretiza, así podemos reconocer ahora que la dialéctica «muchos»-«todos» tiene su propio significado. «Todos» se mueve en el plano ontológico: el ser y obrar de Jesús, abarca a toda la humanidad, al pasado, al presente y al futuro. Pero históricamente, en la comunidad concreta de aquellos que celebran la Eucaristía, él llega de hecho sólo a «muchos». Entonces es posible reconocer un triple significado de la correlación entre «muchos» y «todos». En primer lugar, para nosotros, que podemos sentarnos a su mesa, debería significar sorpresa, alegría y gratitud, porque él me ha llamado, porque puedo estar con él y puedo conocerlo. «Estoy agradecido al Señor, que por gracia me ha llamado a su Iglesia…” [<em>Canto religioso “Fest soll mein Taufbund immer steen”, estrofa 1</em>]. En segundo lugar, significa también responsabilidad. Cómo el Señor, a su modo, llegue a los otros – a «todos» – es a fin de cuentas un misterio suyo. Pero, indudablemente, es una responsabilidad el hecho de ser llamado por él directamente a su mesa, de manera que puedo oír: «por vosotros», «por mi», él ha sufrido. Los muchos tienen responsabilidad por todos. La comunidad de los muchos debe ser luz en el candelero, ciudad puesta en lo alto de un monte, levadura para todos. Esta es una vocación que concierne a cada uno de manera totalmente personal. Los muchos, que somos nosotros, deben llevar consigo la responsabilidad por el todo, conscientes de la propia misión. Finalmente, se puede añadir un tercer aspecto. En la sociedad actual tenemos la sensación de no ser en absoluto «muchos», sino muy pocos, una pequeña multitud, que se reduce continuamente. Pero no, somos «muchos»: «Después de esto vi una muchedumbre inmensa, que nadie podría contar, de todas las naciones, razas, pueblos y lengua», dice el Apocalipsis de Juan (<em>Ap</em> 7,9). Nosotros somos muchos y representamos a todos. Así, ambas palabras, «muchos» y «todos» van juntas y se relacionan una con otra en la responsabilidad y en la promesa.</p>
<p style="text-align: justify">Excelencia, queridos hermanos en el episcopado. Con todo esto, he querido indicar la línea del contenido fundamental de la catequesis, por medio de la cual se debe preparar a sacerdotes y laicos lo más pronto posible para la nueva traducción. Espero que pueda servir al mismo tiempo para una participación más profunda en la Santa Eucaristía, integrándose en la gran tarea que nos espera con el «Año de la Fe». Confío que dicha catequesis se presente prontamente, y forme parte así de esa renovación litúrgica, a la cual se comprometió el Concilio desde su primera sesión.</p>
<p style="text-align: justify">Con la bendición y el saludo pascual, me confirmo suyo en el Señor.</p>
<p style="text-align: justify" align="center"><em>Benedictus PP. XVI</em></p>
<p style="text-align: justify" align="center">Comentário: <em>André Roncolato Siano</em></p>
<p style="text-align: justify" align="center">Fonte: <em><a href="http://secretummeummihi.blogspot.com.br/">Secretum Meum Mihi</a></em></p>
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		<title>Resenhas das aulas do dia 12/05 e 13/05</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stella</dc:creator>
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<p><em><strong>Título: </strong><strong>A Maçonaria no Brasil &#8211; Filhos da serpente</strong> - Prof. Octávio Monteiro.</em></p>
<p><strong>Data: 12/</strong><strong>05/12</strong></p>
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<div>Um breve histórico da maçonaria no Brasil, sua estrutura, seu caráter universal, seus princípios e seus fins. Uma vasta organização com um grande objetivo: a destruição da Igreja Católica.</div>
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<p><em><strong>Título: A vida de Santa Isabel de Portugal &#8211; </strong>Profa. Ivone Fedeli</em></p>
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