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	<title>Montfort</title>
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	<description>Associação Cultural</description>
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		<title>Dolan e a infalibilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 01:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>

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		<description><![CDATA[New York Post via Le Salon Beige, Benoît et moi,  Raffaella tradução Montfort &#160; Depois de uma viagem movimentada de nove dias, para o Consistório, o Cardeal Timothy Dolan levou sua mãe à audiência especial do Papa com os neocardeais e suas famílias, na Sala São Paulo. Em meio às aclamações e aplausos, o Cardeal Dolan [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.nypost.com/p/news/international/blessed_mother_t4Ct56IvSarmvLXmbzA4oK">New York Post</a></p>
<p style="text-align: right;">via Le Salon Beige, Benoît et moi,  Raffaella</p>
<p style="text-align: right;"><em>tradução Montfort</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cardeal-Dolan-e-mãe-com-Bento-XVI.jpg"><img class="size-full wp-image-8431 alignright" title="Cardeal Dolan e mãe com Bento XVI" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cardeal-Dolan-e-mãe-com-Bento-XVI.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Depois de uma viagem movimentada de nove dias, para o Consistório, o Cardeal Timothy Dolan levou sua mãe à audiência especial do Papa com os neocardeais e suas famílias, na Sala São Paulo. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Em meio às aclamações e aplausos, o Cardeal Dolan conduziu sua mãe Shirley, de 84 anos, para apresenta-la ao <em>boss</em>. </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“Santo Padre, aqui está minha mãe” e, incapaz de resistir à tentação de fazer uma piada, o Cardeal, de 62 anos, acrescentou que ele é um dos príncipes da Igreja mais jovens e sortudos, por ter ainda sua mãe viva.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“Eu perguntei se ele não queria declara-la First Lady do Colégio dos Cardeais”, disse ele.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Dolan contou que o Papa, que fará 85 anos em abril, endereçou então a sua mãe o maior dos cumprimentos, dizendo: “A senhora tem aparência jovem demais para ser mãe de um cardeal”. Ao que a senhora respondeu – mostrando que o espírito vivo é um traço de família: “Santo Padre, essa é uma declaração infalível?” </span></span></p>
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		<title>Cardeal Cottier: Se o Maligno agita as águas, é que há vitalidade na Igreja</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 20:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise da Igreja no Pós-Concílio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Cottier]]></category>
		<category><![CDATA[demônio na Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[ Paolo Rodari em Pallazzo Apostolico tradução Montfort Vatileaks. Cardeal Cottier: &#8220;Eu tive um certo pensamento &#8230;&#8221; &#160; &#160;  &#8221;Estive refletindo &#8230; e justamente durante os dias do Consistório, conversando com outros confrades, eu constatei que eu não era o único a ter um determinado pensamento. Que é o seguinte: em toda agitação em torno da Igreja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"> <em>Paolo Rodari</em> em <a href="http://www.paolorodari.com/2012/02/21/vatileaks-card-cottier-ho-avuto-un-certo-pensiero/">Pallazzo Apostolico</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>tradução Montfort</em></p>
<p style="text-align: right;">
<p>Vatileaks. Cardeal Cottier: &#8220;Eu tive um certo pensamento &#8230;&#8221;</p>
<p><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cardinal-cottier1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8425" title="Cardinal-cottier" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cardinal-cottier1.jpg" alt="" width="315" height="407" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8221;Estive refletindo &#8230; e justamente durante os dias do Consistório, conversando com outros confrades, eu constatei que eu não era o único a ter um determinado pensamento. Que é o seguinte: em toda agitação em torno da Igreja se pode ver a obra do maligno ao trabalho. No sentido de que se a Igreja estivesse dormindo na mediocridade, ou ocupada apenas com intrigas e rivalidades,  o diabo não teria muito a fazer. Mas se ele agita muito as águas, então isso significa que há vitalidade na Igreja que o Maligno quer atacar. E essa vitalidade é a força da fé, é a vida cristã que está se manifestando em todo o mundo. &#8221; Quem disse estas palavras hoje mesmo ao jornal Avvenire [da Conferência Episcopal Italiana] é Cardeal Georges Cottier, 90 anos em abril, por quase vinte anos teólogo da Casa Pontifícia (leia-se: &#8220;Cottier: Bento XVI é a coluna que permanece de pé&#8221;). Suas palavras de fogo, elas falam da existência, mesmo dentro dos Muros Leoninos, de uma força obscura que leva a Igreja à auto-destruição.</p>
<p style="text-align: justify;">O Padre Gabriele Amorth, o mais antigo exorcista da diocese de Roma, em seu último livro &#8220;O Último Exorcista&#8221;, fala amplamente do Vaticano e de Satanás. E da batalha que os Papas em particular são chamados a travar. Ele escreve: &#8220;Não há provas para dizer que, no Vaticano, esteja Satanás,  no sentido de que não há provas para dizer que há pessoas que no Vaticano realizem rituais satânicos. Pessoas que são voluntariamente escravas de Satanás e que trabalham para estabelecer o seu reino de morte, escuridão e destruição neste mundo. Eu, pelo menos, não tenho provas&#8230; Lembro-me entretanto, das palavras de Paulo VI, em 3 de fevereiro de 1977, durante a Audiência Geral: &#8220;Não é de admirar se a Escritura duramente nos adverte de que o mundo inteiro jaz sob o poder do Maligno&#8221;. Paulo VI fala muitas vezes do diabo. E muitas vezes liga sua figura  à Igreja. Por quê? Talvez porque queira simplesmente advertir a Igreja, pedir-lhe que seja prudente, que fuja às tentações de Satanás. Mas, na minha opinião, há mais coisas. Paulo VI de alguma forma percebe que Satanás está dentro da Igreja, talvez mesmo no Vaticano. E soa o alarme. &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Publicado em terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 em Palazzo Apostolico.</p>
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		<title>Pe.Tenorio &#8211; Cinzas de um carnaval: Somos o que seremos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>
		<category><![CDATA[Prática católica]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cinzas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta-feira de Cinzas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pe. Marcélo Tenorio Estou em plena terra do carnaval. Nesses dias que antecederam o chamado &#8220;reinado de Momo&#8221; e agora em plena festa, ponho-me a pensar na efemeridade da vida. Minha lembrança volta-se à cerimônia tocante e comovente &#8211; que deveria impregnar a alma de todos com um sincero desejo de retorno para Deus -  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div style="text-align: right;"><em>Pe. Marcélo Tenorio</em></div>
</li>
</ul>
<div></div>
<div><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/cinzas.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8415" title="cinzas" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/cinzas.png" alt="" width="274" height="184" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;">Estou em plena terra do carnaval.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Nesses dias que antecederam o chamado &#8220;reinado de Momo&#8221; e agora em plena festa, ponho-me a pensar na efemeridade da vida. Minha lembrança volta-se à cerimônia tocante e comovente &#8211; que deveria impregnar a alma de todos com um sincero desejo de retorno para Deus -  quando o sacerdote, usando vestes de penitência, impõe, em nossas cabeças, as sagradas cinzas com uma admoestação severa e solene:</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8221; Memento homo quia pulvis es et in pulverem reverteris&#8221; (Gn 3, 19)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Lembra-te, ó homem, que és pó e que em pó te hás de tornar.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Santo Inácio de Loyola, falando sobre o objetivo central do homem nesta terra, dizia ter sido  o homem feito para &#8220;amar a Deus e salvar a sua alma&#8221;.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Amar a Deus e salvar a  alma&#8221;, deveria ser para todos a única preocupação iminente durante a vida inteira, já que fomos criados para Deus e, perde-lo, por culpa, significa a falência completa, a infelicidade eterna.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Como salvar a nossa alma? Praticando os mandamentos! E todos estão contidos no primeiro: &#8221; Amar a Deus sobre todas as coisas!&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Estamos vivendo em tempos piores do que o do dilúvio. Nesses tempos verdadeiramente das trevas, a humanidade rompeu com seu Criador, a criatura torna-se senhor de sua própria existência. Deus é banido da sociedade e das leis do Estado. Cresce uma nova humanidade que brada aos quatro ventos o seu laicismo : sem religião, sem Deus, sem nada.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">No carnaval,  festa pagã e da carne, afloram, de maneira mais escancarada todas as inclinações para o mal. E se existe alguma barreira ainda não rompida, o espírito carnavalesco corrói sem muitas dificuldades toda e qualquer resistência, visto que é comum nesses dias de folia, a abolição de toda ou quase toda moralidade.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Não preciso aqui lembrar  como os santos enxergavam essa festa e como condenavam veementemente esses dias de folia. E olha que eles viveram em tempos remotos, mais tranquilos, quando não havia, ainda, o total declínio dos valores. O que diriam eles hoje?</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Os santos levaram a sério a sua meta: &#8220;amar a Deus e salvar a alma&#8221;. Sabiam eles que tudo isso aqui era passageiro e que, cedo ou tarde, estariam  diante de Deus para um julgamento contra o qual ninguém poderá escapar.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Vivemos no cronos e nele devemos melhorar a cada instante, renunciando sempre ao mal, crescendo na prática das virtudes e eliminando o que não presta em nós.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">S. Paulo gostava de comparar a vida espiritual, à busca da santidade, que exige renúncias, com o atleta que prepara-se a vida inteira, no labor constante, para poder ganhar a coroa da vitória. Ora, se alguém é capaz de fazer isso por glórias passageiras, não deveria nós, cientes do nosso fim terreno, já que somos pó, empenharmos para , amando a Deus sobre todas as coisas, salvar a nossa alma?</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Fala-nos a &#8220;Imitação de Cristo&#8221;:</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Mui depressa chegará teu fim neste mundo; vê, pois, como te</div>
<div style="text-align: justify;">preparas: hoje está vivo o homem, e amanhã já não existe.</div>
<div style="text-align: justify;">Entretanto, logo que se perdeu de vista, também se perderá da</div>
<div style="text-align: justify;">memória. Ó cegueira e dureza do coração humano, que só cuida</div>
<div style="text-align: justify;">do presente, sem olhar para o futuro! De tal modo te deves haver</div>
<div style="text-align: justify;">em todas as tuas obras e pensamentos, como se fosse já a hora</div>
<div style="text-align: justify;">da morte. Se tivesses boa consciência não temerias muito a morte.</div>
<div style="text-align: justify;">Melhor fora evitar o pecado que fugir da morte. Se não estás</div>
<div style="text-align: justify;">preparado hoje, como o estarás amanhã? O dia de amanhã é</div>
<div style="text-align: justify;">incerto, e quem sabe se te será concedido?..&#8221; ( Cap 23)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">É no cronos que devemos batalhar para salvar a nossa alma, pois na eternidade estaremos para sempre como  sairmos deste mundo. Na amizade de Deus ou Dele afastados eternamente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Por esses dias fui visitar ,numa cidade não tão distante daqui ,uma religiosa pela qual tenho grande apreço. De uma inteligência privilegiada, perspicaz, conversava sobre tudo e sabia compreender bem a alma humana. Poliglota, tradutora e eficaz em tudo que se dispunha realizar. Depois de  anos que não a via, fui informado, aqui, que começara o seu declínio, ficando esquecida já no início do mal de alzheimer. Dirigi-me até lá, ao convento. Encontrei-a aparentemente bem, mas já não era mais a mesma. Esquecida completamente de muitas coisas ..Percebi então que começara o seu declínio que a levará ao ocaso evidente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Refleti bem sobre isso tudo. Nossa vida é &#8220;poeira que passa&#8221;. cedo ou tarde estaremos em nosso ocaso. E o que vale é termos aproveitado bem o tempo que Deus nos deu para que ascendêssemos a Ele.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Vaidade das vaidades, diz o Eclesiastes&#8230;&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Lembra-te que és pó!&#8221;&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Como nos recordava o Pe. Antônio Vieira num dos seus sermões quaresmal, sabemos que nos tornaremos pó. Claro. Vemos a morte a nos rodear. Olhamos para o que ela fez com os outros, com os nossos entes&#8230;O que restou deles? Apenas o pó, nada mais. Mas duas tragédias nos tomam de inopino: a ilusão de que nunca nos tornaremos pó, e a cegueira que nos impede enxergar o pó que já somos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Lembra-te que és pó&#8230;.e que em pó de hás de tornar!&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Seremos aquilo que já somos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Multidões brincam, despreocupadamente, um carnaval avassalador, que destrói tudo o que é cristão, tudo o que é virtude e que nos aproxima de Deus. Quantos pecados! Quantas blasfêmias!</div>
<div style="text-align: justify;">Se no tempo dos santos antigos essa festa já era nociva à alma, hoje afirmamos ser impossível dela participar sem se afastar de Deus, pelo pecado.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Claro que muitos dirão: &#8221; É radical demais, esse discurso. Temos que nos divertir também! O importante é não ter maldade! Cada um faz o seu carnaval! O cristão brinca como cristão!..</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Enganosa e falsa essas afirmações que provém de pessoas que querem servir &#8221; a dois senhores&#8221;, como se fosse possível, servindo às trevas, querer também servir ao Reino de Deus.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Não existe meio termo para a mensagem do Evangelho e não existem santos sem radicalidade. Ninguém pode ser &#8221; meio honesto&#8221;, &#8221; meio casto&#8221;, &#8220;meio verdadeiro&#8221;. Ou é ou não é! Este é o preço e a exigência que Nosso Senhor nos faz.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>“Seja o vosso falar ‘sim, sim; não, não’. O que passar disso é de procedência maligna” (Mateus 5:37).</strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">E ainda<strong>: </strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>“E, se um dos teus olhos te faz pecar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno.” ( Marcos 9:47)</strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ora, o carnaval em tudo que ele contem é impraticável para todo aquele que deseja o céu. Impraticável sobretudo para os cristãos que devem assemelhar-se em tudo a Cristo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Há como brincar o carnaval de forma cristã? Não!  A abundância de comida para um obeso ou alguém que está de dieta não inibirá os desejos, muito pelo contrário. Pode-se ir até com boa intenções, mas as músicas, os gestos sensuais, os trajes imorais e as práticas pagãs destruirão por completo toda e qualquer inocência.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Diante de tanta profanação do corpo que é templo do Espírito Santo, de tanta imoralidade, de tantas almas que se perdem, de tanta irreverência contra Deus, fiquemos com o exemplo dos santos: aproveitemos o Kairós &#8211; o  cronos &#8211; o tempo presente que nos foi dado.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">S. Domingos Sávio, em tenra idade foi capaz de dizer e viver: &#8221; ANTES MORRER QUE PECAR&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Saibamos o que somos e o que seremos: Pó, apenas pó&#8230;nada mais que isso!</div>
<div style="text-align: justify;">E do pó lançado à terra..um dia, surgirá e vida novamente</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Assim também agora vós tendes tristeza, mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar.&#8221;</em><em> João 16.22</em></strong><em></em></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
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		</item>
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		<title>Resenhas das aulas do próximo final de semana</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/aulas/resenhas-das-aulas-do-proximo-final-de-semana/</link>
		<comments>http://www.montfort.org.br/index.php/aulas/resenhas-das-aulas-do-proximo-final-de-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas em nossa sede]]></category>
		<category><![CDATA[NOSSAS AULAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Título: A cidade e os santos de Budapeste Data:18/02/12  Em breve. &#160; &#160; Título: Noticias católicas Data: 19/02/12 &#8220;Complot&#8221; contra o Papa e Vatileaks (E o Vaticano II?) Intrigas, calúnias e maldades reais são armas dos que tentam dominar o governo da Igreja, em Roma Caput Mundi, como se diz por lá. Enquanto isso, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><strong>Título: A cidade e os santos de Budapeste</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Data:18</strong><strong>/02/12</strong></p>
<p> Em breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Título: Noticias católicas</strong></em></p>
<p><strong>Data: 19</strong><strong>/02/12</strong></p>
<p><em>&#8220;Complot&#8221; contra o Papa e Vatileaks (E o Vaticano II?)</em></p>
<div id="yui_3_2_0_1_132829115753186">
<div>
<div>
Intrigas, calúnias e maldades reais são armas dos que tentam dominar o governo da Igreja, em Roma <em>Caput Mundi</em>, como se diz por lá. Enquanto isso, o Papa avança lentamente (e, por que não? &#8220;vacilante e cambaleante&#8221;) na revisão do Concílio Vaticano II.</div>
</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tradução: A &#8220;tese Ocariz&#8221; contraditada também pela &#8220;tese Ratzinger&#8221;</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/blog/noticias-comentarios-analises/concilio-vaticano-ii-debate/a-tese-ocariz-contraditada-tambem-pela-tese-ratzinger/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 21:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II e seu debate]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Bom Pastor (IBP)]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias, comentários e análises]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Ratzinger]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio Vaticano II]]></category>
		<category><![CDATA[infalibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ocariz]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano II]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo abaixo, publicado em 11.02.12 pelo Diácono Daniel Pinheiro, IBP, no blog Disputationes Theologicae, é apresentado em tradução Monfort. Cardeal Ratzinger : “[A Instrução Donum Veritatis] afirma – talvez pela primeira vez de maneira tão clara – que existem decisões do magistério que podem não constituir a última palavra sobre uma matéria enquanto tal, mas um encorajamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe id="twttrHubFrame" style="top: -9999em; width: 10px; height: 10px; position: absolute;" name="twttrHubFrame" src="http://platform.twitter.com/widgets/hub.1326407570.html" frameborder="0" scrolling="no" width="320" height="240"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O artigo abaixo, publicado em 11.02.12 pelo Diácono Daniel Pinheiro, IBP, no blog <a href="http://disputationes.over-blog.com/article-la-these-ocariz-contredite-aussi-par-la-these-ratzinger-98967390.html">Disputationes Theologicae</a>, é apresentado em tradução </em>Monfort.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/benedict_cardinal_ratzinger.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8404" title="benedict_cardinal_ratzinger" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/benedict_cardinal_ratzinger.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Cardeal Ratzinger : “[A Instrução <em>Donum Veritatis</em>] <em>afirma – talvez pela primeira vez de maneira tão clara – que existem decisões do magistério que podem não constituir a última palavra sobre uma matéria enquanto tal, mas um encorajamento substancial em relação ao problema, e sobretudo uma expressão de prudência pastoral, uma espécie de disposição provisória. Sua substância permanece válida, mas os detalhes sobre os quais as circunstancias dos tempos exerceram uma influência podem ter necessidade de retificações ulteriores. Sob esse aspecto, pode-se pensar tanto nas declarações dos Papas do século passado sobre a liberdade religiosa, quanto nas decisões antimodernistas do começo deste século</em>” (<em>L’Osservatore Romano</em>. Edição semanal em língua francesa, 10 de julho de 1990, p.9) [1].</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Monsenhor Ocáriz: “<em>O Concílio Vaticano II não definiu dogma algum, no sentido que não propôs mediante ato definitivo qualquer doutrina. Contudo o facto de que um ato do Magistério da Igreja não seja exercido mediante o carisma da infalibilidade não significa que ele poderá ser considerado «falível» no sentido que transmite uma «doutrina provisória» ou «opiniões influentes». Toda expressão de Magistério autêntico deve ser acolhida como é verdadeiramente: um ensinamento dado por Pastores que, na sucessão apostólica, falam com o «carisma da verdade» (Dei Verbum, n. 8), «revestidos da autoridade de Cristo» (Lumen gentium, n. 25), «à luz do Espírito Santo» (ibid.).</em> (<em>Osservatore Romano</em>, 2 de dezembro de 2011, p.6)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"><strong>O Cardeal Ratzinger afirma claramente que existe um Magistério que é provisório e dá um exemplo. </strong>Esse Magistério, segundo o Cardeal, não é a última palavra sobre uma matéria, ou seja, não se trata evidentemente de um Magistério infalível, mas de um Magistério puramente autêntico, que poderia ser falível sob certos aspectos e sujeito a retificações. Esse Magistério poderia ser a expressão de prudência pastoral, uma contribuição em relação ao problema. Ora, a prudência é provisória. As decisões prudenciais podem e, às vezes, devem mudar conforme as circunstâncias. Elas inclinam em direção a uma posição sem, no entanto, proibir ou condenar outra posição. Trata-se, portanto, de um Magistério exercido em um dado momento, para as circunstâncias desse momento, podendo portanto mudar se as circunstancias mudam. O Cardeal não afirma que todo Magistério não infalível é explicitamente provisório, mas que existe também um Magistério desse tipo. Classicamente, chama-se essa espécie de Magistério provisório aquele que afirma que tal doutrina é <em>tuta vel non tuta</em>. Esse Magistério não quer liquidar a questão, mas indica que tal doutrina, no contexto contemporâneo a esse ato do Magistério, pode ser ensinada sem perigo para a fé e a moral ou que, ao contrário, ela não pode ser ensinada sem colocar em risco a fé e a moral. Assim, por exemplo, uma tese filosófica pode ser condenada como <em>non tuta</em>, não porque o Magistério a considere falsa de uma maneira absoluta, mas porque nas circunstâncias dadas (considerando em particular o estado em que se encontram a teologia, a filosofia ou a ciência nesse dado momento) não se chega a conciliá-la facilmente com o Depósito Revelado e é, portanto, imprudente sustenta-la. Com o tempo, o Magistério pode condenar definitivamente essa teoria ou afirmar sua compatibilidade com a Revelação. Nesse quadro, poderia ser citada a condenação de Galileu, ao qual tinha sido pedido que não ensinasse de maneira peremptória o que, na época, era uma tese não comprovada. Em principio, portanto, um Magistério puramente autêntico e provisório pode existir, como afirma o Cardeal Ratzinger. <strong>Que seja o caso do Magistério contra a liberdade de consciência no século XIX e do Magistério contra o modernismo no começo do século XX, isso é, pelo menos, muito duvidoso </strong>[2]. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Uma análise da afirmação de Monsenhor Ocáriz não é fácil, já que seu texto não é claro. Quer ele simplesmente dizer que o Magistério do Vaticano II não pertence a essa espécie de Magistério falível provisório? Magistério que existiria, aliás, mas não no último Concílio? Pode-se interpretar assim sua afirmação ambígua: “<em>o facto de que um ato do Magistério da Igreja não seja exercido mediante o carisma da infalibilidade não significa que ele poderá ser considerado ‘falível’ no sentido que transmite uma ‘doutrina provisória’ ou ‘opiniões influentes’</em>”? Deste modo, afirma ele que um ato do Magistério (puramente) autêntico não transmite necessariamente uma doutrina provisória, ainda que ele possa fazê-lo? Ou, no sentido contrário, quer ele dizer que nenhum ato do Magistério (puramente) autêntico pode ser provisório? Sua última frase parece indicar sobretudo isso, já que, para explicar a afirmação de que o Vaticano II não é provisório, ele acaba por englobar todo o Magistério autêntico: <strong>“<em>Toda expressão do Magistério autêntico</em></strong><em> deve ser acolhida como é verdadeiramente: um ensinamento dado por Pastores que, na sucessão apostólica, falam com o «carisma da verdade» (Dei Verbum, n. 8), «revestidos da autoridade de Cristo» (Lumen gentium, n. 25), «à luz do Espírito Santo»</em> (ibid.).” <strong>Mons. Ocáriz parece mais portanto excluir a possibilidade de qualquer Magistério provisório, contrariando o Cardeal Ratzinger</strong>, a prática da Igreja e a doutrina comum dos teólogos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">É preciso aliás afirmar que um Magistério não infalível permanece sempre com um certo caráter provisório pois, de outra forma, se teria um Magistério sempre definitivo, imutável, irreformável, enfim, infalível. A distinção entre falível e infalível, dada pela própria Igreja, não teria nenhum sentido. Esse caráter provisório pode ser expresso, seja diretamente (ou explicitamente) pelo Magistério quando ele afirma que uma doutrina é <em>tuta vel non tuta</em> ou indiretamente (ou implicitamente) quando o Magistério afirma uma doutrina (ensinando sua verdade) ou a condena (ensinando sua falsidade), sem por isso liquidar definitivamente a questão. É preciso acrescentar que esse caráter provisório pode ter vários graus. E esse Magistério puramente autêntico, mesmo se ele não é diretamente ou explicitamente provisório, não é <em>de jure</em> infalível e permanece reformável. É um ensinamento que pode, portanto, conter erros, mesmo se isso permanece bastante raro, e ele não pode de modo algum, em consequência, exigir um assentimento absoluto pelo simples fato de que se trata de um ato magisterial da autoridade eclesiástica.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Diácono Daniel Pinheiro</span></span></em></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">[1] No texto original italiano, o termo traduzido por “encorajamento” é “ancoraggio”, o que significa antes “ancoragem”, cfr. Osservatore Romano 27 de junho de 1990, p.6. Notamos essa discordância entre os textos em circulação. Entretanto, o sentido do texto não é alterado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">[2] Esse magistério não é do Magistério Extraordinário Infalível, mas é, muito provavelmente, do Magistério Ordinário Pontifical Infalível, fundado sobre a própria Revelação. Esta posição tem, além disso, sólidas razões doutrinárias e teológicas em seu apoio. A respeito da liberdade religiosa, enviamos ao <a href="http://disputationes.over-blog.com/article-la-liberte-religieuse-une-position-claire-de-mgr-de-castro-mayer-78200164.html">estudo</a> de Dom Antônio de Castro Mayer.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">  </span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O SEMEADOR, O PLANTIO E OS GRILLOS</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos da Montfort]]></category>
		<category><![CDATA[CNBB]]></category>
		<category><![CDATA[Motu Proprio Summorum Pontificum]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Liturgica]]></category>
		<category><![CDATA[Summorum Pontificum]]></category>
		<category><![CDATA[Universae Ecclesiae]]></category>

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		<description><![CDATA[André Roncolato Siano Nosso Senhor sempre usava das parábolas pois, ao mesmo tempo em que pelo uso das coisas quotidianas podia ensinar aos simples seus deveres morais, podia, igualmente, pelos uso dos símbolos, ocultar dos maus as profundas verdades da revelação confiadas à Igreja, para que ela, Mãe e Mestra, fizesse o justo uso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">André Roncolato Siano</span></span></em></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Nosso Senhor sempre usava das parábolas pois, ao mesmo tempo em que pelo uso das coisas quotidianas podia ensinar aos simples seus deveres morais, podia, igualmente, pelos uso dos símbolos, ocultar dos maus as profundas verdades da revelação confiadas à Igreja, para que ela, Mãe e Mestra, fizesse o justo uso de seu poder.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Cristo, Nosso Senhor, nos Evangelhos, diz mais de uma vez palavras sobre a semeadura. Uma destas parábolas é sobre as sementes jogadas pelo semeador, que ora caem em meio aos abrolhos, ora ao longo do caminho, ora em meio às pedras e ainda algumas em terra fértil. </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Respectivamente, as primeiras, são sufocadas pelos espinhos, as que caem próximas ao caminho são devoradas pelas aves, ainda as que estão em meio aos pedregulhos morrem por não terem raízes profundas. Mas as que caíram em terreno fértil germinam e dão frutos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">A Igreja, durante os séculos, vem imitando Nosso Senhor, até os dias de hoje. Em nossa época, o Papa Bento XVI está semeando a boa semente litúrgica, principalmente a semente do <em>Vetus Ordo</em> a qual, no <em>Motu Proprio Summorum Pontificum</em>, é apresentada à Igreja como um remédio eficaz na contenção dos abusos litúrgicos &#8211; que se tornaram regra em praticamente todas as paróquias brasileiras, salvo heroicas exceções &#8211; e como farol seguro nas névoas de uma crise litúrgica e doutrinal sem precedentes na Igreja. Como na parábola de Nosso Senhor, a semeadura do Papa encontra vários terrenos. E os terrenos férteis aqui no Brasil, já se mostram numerosos. Estes terrenos são os corações de muitos bons padres e alguns excelentes bispos que compreendem bem essa empresa e põe em prática, com coragem e amor à Igreja, a Santa Liturgia da Forma Extraordinária, mesmo sabendo das incompreensões que sofrerão. </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Pois bem, é ai que entram os grilos!</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Grilos que, como se sabe, não existem na parábola de Nosso Senhor. Para nossos amigos – e inimigos – leitores que não estão familiarizados com a jardinagem, os grilos são aqueles bichinhos estridentes, primos dos gafanhotos, que tentam estragar as plantações e o trabalho do semeador principalmente quando estão no começo, pois que as plantas são mais tenras e vulneráveis. Enfim, é o bicho que tenta estragar a semente que já brota em solo fértil.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Na semana passada, a CNBB realizou o <strong>“Seminário Nacional de Liturgia em comemoração aos 50 anos do Sacrosanctum Concilium” (1)</strong>,<strong> </strong>alinhadíssimo com a agenda daquela minoria de bispos simpatizantes do progressismo cafona latino americano, como se pode notar pela fóssil terminologia adotada para o evento, por exemplo: <em>“a Releitura da Sacrosantum Concilium, no Contexto do Concílio Vaticano II e nos Documentos Latino-Americanos.”</em> ou então, <em>“em busca do rosto e do lugar da liturgia na vida e na missão da Igreja como serviço para a vida plena em Cristo e ao acontecimento do Reino de Deus.”</em> O mau-gosto aqui não é o mais importante. Mas permite antever a proximidade dos setores progressistas, ou seja, daqueles setores que promovem sistemática e propositalmente a baderna litúrgica, com o tal seminário de liturgia.  </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">
<div id="attachment_8389" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px"><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/grillo.jpg"><img class="size-full wp-image-8389" title="grillo" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/grillo.jpg" alt="" width="275" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Andrea Grillo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Pois essa ala, como principal assessor do simpósio, convidou o professor de Teologia Sacramental na Pontifícia Faculdade Teológica da Universidade de São Anselmo em Roma, e no Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua, <strong><span style="text-decoration: underline;">Andrea Grillo</span></strong>. Embora, na realidade, na Universidade Santo Anselmo esse professor tenha uma importância que, digamos, beira a irrelevância.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Grillo é radicalmente contra o <em>Motu Proprio Summorum Pontificum</em>, contra as determinações do <em>Universae Ecclesiae</em> e evidentemente contra a Missa Antiga. Ele, ousadamente, defende que a benevolência e justiça do Papa Bento XVI para com a Igreja e a Missa Tridentina não passam de uma <em>“pretensão de paralelismo ritual (&#8230;) o que – já à primeira vista – <strong><span style="text-decoration: underline;">se revela incoerente, ineficaz e gravemente perigoso</span></strong> para a comunhão eclesial.”</em> (2) [destaques nossos, mas palavras absurdas dele].</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Ou seja, como, num evento tão importante para a liturgia promovido pela CNBB, o principal assessor é um obstinado opositor do trabalho de restauração litúrgica do Papa? Como se dá tal destaque a um professor que emite opiniões públicas veementemente contrárias à vontade do Papa? Que combate os Cardeais – como o Cardeal Cañizares &#8211; que trabalham diligentemente para estabelecer a ordem litúrgica, solapada pela rebeldia inexplicável daqueles padres que deveriam proteger a pureza do culto?</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Essa é uma atitude curiosa, visto que imprime certo desconforto para a Conferência dos Bispos.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">O grilo, diferente do gafanhoto, não é tão intempestivo. Faz seu trabalho de forma mais sutil e sua presença só se nota, muitas vezes, pelos seus estalidos irritantes. O Professor Grillo faz seu trabalho usando de linguagem cheia dos rebuscamentos acadêmicos, para distrair dos argumentos. Por exemplo, é difícil compreender o que ele quer dizer quando afirma: <em>“O Concílio promove uma Reforma para que todos possam sentir o ritual <strong><span style="text-decoration: underline;">como linguagem ‘própria’</span></strong></em>(2). Se meditarmos brevemente sobre isso, o sentido mais plausível da insinuação do “prestigioso” Grillo é que todos, e cada um, devem passar a se sentir donos e proprietários do ritual. Isso explica porque cada um faz o que bem entender nas missas, desde o padre até a gerente da igreja, onde o céu é o limite da criatividade. Exatamente o que a Instrução <em>Repentionis Sacramentum </em>condena: <em>“[18.] Os fiéis têm direito a que a autoridade eclesiástica regule a sagrada Liturgia de forma plena e eficaz, para <strong><span style="text-decoration: underline;">que nunca seja considerada a liturgia como «propriedade privada, nem do celebrante, nem da comunidade em que se celebram os Mistérios».”</span></strong></em></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Grillo estrila contra a volta do Rito Tridentino também com o argumento da “tradição”: “<em><span style="text-decoration: underline;">o rito que brotou da Reforma Litúrgica é “mais antigo” do que o tridentino</span>, porque tenta se encaminhar para a superação do individualismo – tanto clerical quanto laical – que caracteriza tão fortemente <span style="text-decoration: underline;">aquela versão moderna do rito romano que é o rito tridentino</span>.</em> . Não apresenta provas de que o <em>Novus Ordo</em> tenha características da forma de celebração da Igreja primitiva, mesmo porque hoje em dia se sabe que essas provas não existem. Mas com isso cai no arqueologismo litúrgico, moda anos quarenta e cinquenta, o qual, para que se saiba, foi condenado na <em>Mediator Dei</em> de Pio XII. Com seu furor em demolir tudo o havia sido construído em séculos de sabedoria de História da Igreja, este arqueologismo que foi um dos grandes condutores para a crise litúrgica que vivemos.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">A ousadia do professor Grillo é bem grande se comparada aos seus argumentos&#8230; Ele chega a qualificar, pública e sonoramente, os Atos do Papa com relação ao <em>Vetus Ordo, </em>como “monstruum”! (2) Imaginem os bispos e padres que tiveram estômago para participaram deste evento&#8230; em que contradição ficaram!</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">O que nos parece certo, é que a presença de Grillo como principal assessor neste evento da CNBB não é nada casual. Na verdade, foi chamado um progressista bem diplomado para tentar obnubilar as consciências do clero que, pela graça de Nosso Senhor, cada dia mais, consegue enxergar a crise litúrgica a doutrinal que, nestes últimos cinquenta anos, só fez diminuir as vocações, afastar o povo, ameaçando o catolicismo de desaparecimento em algumas regiões do globo. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Talvez seja o momento de o clero brasileiro perguntar qual tem sido atividade da CNBB, além de repetir o programa da ONU em suas campanhas da fraternidade. Pois, ela é suficientemente ágil em colocar obstáculos a tudo que é tradicional e piedoso, ao mesmo tempo em que é clara e categórica contra a reforma eclesial querida por Bento XVI. Por outro lado, recebe com diplomacia e bajulações inconvenientes, pessoas como a senadora Marta Suplicy publicamente favorável ao aborto, políticas de controle de natalidade e homossexualismo (3). </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Evidentemente, Marta não foi à CNBB rezar o <em>Angelus</em>. Nem tão pouco, os bispos são ingênuos a ponto de não saber que qualquer acordo com essa gente é apenas uma armadilha para tiranizar a Igreja e a doutrina de Cristo. Então, o que Marta foi fazer lá? Segundo ela mesma: <em>“- Eu disse para o Crivella<strong><span style="text-decoration: underline;">: fizemos um acordo com a CNBB</span></strong> e vocês vão ficar do lado do Bolsonaro? &#8211; contou Marta&#8230;” </em>(3). A divulgação da desastrosa recepção da militante “pró-cultura da morte”, afinal, foi motivo de uma nota “explicativa” (4) rocambolesca, por parte da CNBB, com o intuito de desmentir o acordo mas, além da nota não explicar nada, pior, não condena a PLC 122/2006 que legitimará a perseguição dos católicos brasileiros. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Muito desagradável para os bispos constatar, nesse episódio, o desrespeito ao ensinamento do Papa, que dissera aos bispos da Região Nordeste essas claríssimas palavras: <em>“Caros Irmãos no episcopado,<strong> ao defender a vida </strong>«não devemos temer a oposição e a impopularidade,<strong> recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» </strong>(Evangelium Vitae, 82)</em>”<strong> </strong>(5)</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">CNBB, doce com os inimigos da Cruz, áspera com os bispos que desejam viver na clareza doutrinal. Obstinada e clara contra a Missa Antiga e os católicos tradicionais, tolerante e cheia de mimos com os políticos anticatólicos. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Já não seria hora de os bispos diocesanos &#8211; que tem todo o direito e dever de interferir nesta instituição, a qual não tem natureza teológica (6), e, que, ao que tudo indica, está servindo a outros fins que não a Fé – agirem pelo direito de seguir pacificamente o Papa, sem serem incomodados por atrevidos cri-cris modernistas? </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Utilizemos o inseticida da clareza doutrinal e cuidemos da plantação, para que se possam produzir frutos trinta por um, cinquenta por um. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Na festa de São Cirilo de Alexandria, bispo.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">AMDG,</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">André Roncolato Siano</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(1)</span>   <span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><a href="http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/liturgia/8591-comeca-o-seminario-nacional-de-liturgia-em-comemoracao-aos-50-anos-do-sacrosanctum-concilium">Começa o Seminário Nacional de Liturgia em comemoração aos 50 anos do Sacrosanctum Concilium </a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(2)</span>    <span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Andrea Grillo &#8211; <a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3900&amp;secao=363">Por uma Ecclesia verdadeiramente Universa </a>(Unisinos, entrevista por Moisés Sbardelotto)</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(3)</span>  <a href="http://oglobo.globo.com/pais/cnbb-marta-fazem-acordo-sobre-projeto-que-criminaliza-homofobia-3395127"><em>CNBB e Marta fazem acordo sobre projeto que criminaliza homofobia</em>  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(4)</span></span><em><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> <a href="http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/8262-nota-de-esclarecimento-sobre-projeto-de-criminalizacao-da-homofobia"> Nota de Esclarecimento</a></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(5)</span>   <span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"><a href="http://press.catholica.va/news_services/bulletin/news/26281.php?index=26281&amp;lang=po">Discurso de Bento XVI aos Bispos da Região Nordeste V em 28.10.10</a>. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">(6)</span>   <span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/motu_proprio/documents/hf_jp-ii_motu-proprio_22071998_apostolos-suos_po.html">Motu Proprio <em>Apostolos Suos</em></a>.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso sobre a História da Igreja [Primeiro semestre]</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 12:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas em nossa sede]]></category>
		<category><![CDATA[NOSSAS AULAS]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[  Curso Primeiro Semestre/2012   1.    Curso: História da Igreja 2.    Docente: Prof. André Melo 3.    Objetivo: Estudar a História da Igreja na Idade Moderna e início da Idade Contemporânea 4.    Ementa: Através da história dos principais eventos da história interna da Igreja, bem como dos acontecimentos da história externa que a afetaram, dar ideia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>  Curso Primeiro Semestre/2012</strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>1.    </strong><strong>Curso: </strong>História da Igreja<strong> </strong></p>
<p><strong>2.    </strong><strong>Docente: </strong>Prof. André Melo<strong></strong></p>
<p><strong>3.    </strong><strong>Objetivo:</strong> Estudar a História da Igreja na Idade Moderna e início da Idade Contemporânea<strong></strong></p>
<p><strong>4.    </strong><strong>Ementa: </strong>Através da história dos principais eventos da história interna da Igreja, bem como dos acontecimentos da história externa que a afetaram, dar ideia de como os princípios postos pela Reforma Protestante, cada vez mais dominantes na sociedade civil, chegam, com o Liberalismo Católico, a colocar essa luta doutrinária no interior da Igreja, o que levará São Pio X a dizer mais tarde, na Pascendi, que os inimigos da Igreja estão agora dentro dela.<strong></strong></p>
<p><strong>5.    </strong><strong>Local: </strong>Montfort Associação Cultural<br />
            Rua Gaspar Fernandes, 650<br />
            01549-000 – SÃO PAULO – S<strong>P</strong></p>
<p><strong>6.    </strong><strong>Telefone para informações: </strong>11 2062 1135<strong></strong></p>
<p><strong>7.    </strong><strong>Horário: </strong>2as. feiras, das 19h30 às 21h00<strong></strong></p>
<p><strong>8.    </strong><strong>Programa:</strong></p>
<p><a href="http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/curso-sobre-a-historia-da-igreja-primeiro-semestre/attachment/cronograma/" rel="attachment wp-att-8372"><img title="Cronograma" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cronograma.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Salve Maria!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Uma parábola sobre o correto juízo de si mesmo: o fariseu e o publicano (parte 3 de 3)</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/uma-parabola-sobre-o-correto-juizo-de-si-mesmo-o-fariseu-e-o-publicano-parte-3-de-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos da Montfort]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[fariseu e publicano]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo é uma continuação de Uma parábola sobre o correto juízo de si mesmo: o fariseu e o publicano - parte 1 e parte 2. Mário Silva Martins O reconhecimento teórico de nosso nada diante de Deus e de que, por causa de nossos inúmeros pecados, não temos direito nenhum de presumir de nós mesmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é uma continuação de Uma parábola sobre o correto juízo de si mesmo: o fariseu e o publicano -<a href="http://www.montfort.org.br/index.php/blog/artigos-da-montfort/uma-parabola-sobre-o-correto-juizo-de-si-mesmo-o-fariseu-e-o-publicano-parte-1-de-3/"> parte 1</a> e <a href="http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/uma-parabola-sobre-o-correto-juizo-de-si-mesmo-o-fariseu-e-o-publicano-parte-2-de-3/">parte 2</a>.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Mário Silva Martins</em></p>
<p style="text-align: justify;">O reconhecimento teórico de nosso nada diante de Deus e de que, por causa de nossos inúmeros pecados, não temos direito nenhum de presumir de nós mesmos em nosso interior ou diante de nossos semelhantes, é coisa fácil e simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o reconhecimento prático destas verdades e as consequências que saem delas e que atingem nossa conduta diante de Deus, de nós mesmos e de nossos próximos é uma das coisas mais árduas e difíceis da vida cristã, na qual naufragam inúmeras almas. Com frequência, se dá o fato curioso de que uma alma, que acaba de tomar a determinação de ser “humilde de coração” ou de “aceitar com alegria qualquer espécie de humilhações”, pouco depois queixa-se imensamente se alguém cometeu a imprudência de lhe causar um pequeno incômodo ou uma humilhação involuntária e insignificante.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar a prática da humildade, recomendamos a leitura do <em>Filotéia</em>, ou <em>Introdução à vida devota</em>, de São Francisco de Sales, que trata dela na terceira parte de sua obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores espirituais nos oferecem três meios principais para chegar à verdadeira e autêntica humildade de coração:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a) Pedi-la incessantemente a Deus</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Todo dom perfeito vem do alto e desce do Pai das luzes</em>” (S. Tiago I, 17).</p>
<p style="text-align: justify;">A humildade perfeita é um grande dom de Deus, que Ele costuma conceder aos que o pedem com oração incessante e fervorosa. É um dos pedidos que deveriam ser feitos com maior frequência em nossas orações.</p>
<div id="attachment_8364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 208px"><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Dom-Columba-Marmion.jpg"><img class="size-medium wp-image-8364" title="Dom Columba Marmion" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Dom-Columba-Marmion-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Dom Columba Marmion recitava a Ladainha da Humildade</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dom Columba Marmion costumava, com frequência, recitar uma “ladainha da humildade”. Ainda que a eficácia da oração não esteja ligada a uma fórmula determinada, muitas almas tiram grande proveito de uma oração já estruturada. Por isso copiamos imediatamente abaixo o texto usado por Dom Columba Marmion:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“</span><em>Senhor, tende piedade de nós; Jesus Cristo, tende piedade de nós; Senhor, tende piedade de nós.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Jesus, manso e humilde de coração, ouvi-nos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Jesus, manso e humilde de coração, atendei-nos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser estimado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser amado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser buscado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser louvado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser honrado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser preferido, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser consultado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do desejo de ser elogiado, livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser humilhado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser desprezado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser rechaçado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser caluniado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser esquecido, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser ridicularizado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser debochado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Do temor de ser injuriado, </em><em>livrai-me, Senhor!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ó Maria, Mãe dos humildes, rogai por mim!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>São José, protetor das almas humildes, rogai por mim!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>São Miguel, que fostes o primeiro a combater o orgulho, rogai por mim!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Todos os santos justificados pela humildade, roguem por mim!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Oração.  Ó Jesus, cujo primeiro ensinamento foi este: ‘Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração’, ensinai-me a ser humilde de coração como Vós</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b) Colocar os olhos em Jesus Cristo, modelo de humildade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jesus Cristo nos deixou exemplos sublimes de humildade, eficacíssimos para nos mover a praticar esta grande virtude, apesar de todas as resistências de nosso amor próprio desordenado. Nosso Senhor mesmo pede que tenhamos os olhos nele: “<em>Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração</em>” (S. Mateus XI, 29).</p>
<p style="text-align: justify;">A vida de Nosso Senhor pode ser dividida em quatro etapas e, em todas elas, a humildade brilha com caracteres impressionantes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>1) Na sua vida oculta:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">a) Antes de nascer: se aniquilou no ventre de Maria; se submeteu a um decreto caprichoso de César; à pobreza; à ingratidão dos homens (“<em>e os seus não o receberam</em>”)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">b) Em seu nascimento: pobre, desconhecido, de noite, num presépio, com pastores e animais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">c) Em Nazaré: vida escondida, trabalhando manualmente, pobre aldeão, sem estudos em universidades, sem deixar brilhar um só raio de sua divindade, obedecendo São José e Nosso Senhora, talvez até mesmo a um patrão depois da morte de São José&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Motivos abundantes para fazer com que morramos de vergonha por nosso orgulho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>2) Em sua vida pública:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">a) Escolhe seus discípulos entre os mais simples: pescadores e um publicano!</p>
<p style="text-align: justify;">b) Busca e procura converter não só ricos como Lázaro e José de Arimatéia, mas também  os pobres, pecadores, afligidos, as crianças, os pouco favorecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">c) Vive pobremente, prega com simplicidade, usa figuras e comparações humildes ao alcance do povo, não busca chamar a atenção&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">d) Faz milagres para provar sua missão divina, mas sem qualquer ostentação, exige silêncio, foge quando querem fazê-lo rei&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">e) Inculca continuamente a humildade: a parábola do fariseu e do publicano, a simplicidade da pomba, a pureza das crianças, “<em>Não busco minha própria glória</em>”, “<em>Não vim ser servido, mas servir</em>”.</p>
<div id="attachment_8366" class="wp-caption aligncenter" style="width: 205px"><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Ecce-Homo.jpg"><img class="size-medium wp-image-8366" title="Ecce Homo" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Ecce-Homo-195x300.jpg" alt="" width="195" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ecce Homo de Juan De Juni (1560)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>3) Na sua paixão:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">a) Um triunfo tão simples no domingo de Ramos, com um pobre burrinho, com ramos de oliveira, mantos que se estendem a seus passos, povo humilde que o aclama, os fariseus que protestam&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">b) Lava os pés dos discípulos, inclusive os de Judas! É traído no Getsemani: “<em>Amigo, a que viestes?</em>”, amarrado como um malfeitor perigoso, abandonado por seus discípulos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">c) Esbofeteado, ridicularizado, insultado, escarrado, açoitado, coroado de espinhos, vestido de branco como um louco, Barrabás lhe é preferido&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">d) Na cruz: blasfêmias, risadas: “<em>Pois não era o Filho de Deus?</em>”. Podia ter feito a terra engoli-los, mas aceita o espantoso fracasso humano&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>4) Na Eucaristia:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">a) À mercê da vontade de seus ministros, exposto, contido no sacrário, visitado, esquecido&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">b) Completamente escondido: na cruz ainda se deixava ver na sua humanidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">c) Falta de respeito, afrontas, sacrilégios, profanações horríveis, sacerdotes que não tomam cuidado com as partículas que se desprendem das hóstias e mesmo com hóstias inteiras, fiéis que vêem a hóstia como um pão qualquer&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, a consideração frequente destes sublimes exemplos de humildade que nosso divino Mestre nos deu tem enorme eficácia para conduzir-nos até a prática heroica desta virtude fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os santos não ousavam sonhar com grandezas e triunfos humanos vendo seu Deus tão humilhado. Uma alma que deseja verdadeiramente santificar-se deve ver, definitivamente, o seu nada e começar a praticar a verdadeira humildade de coração, seguindo Nosso Senhor: “<em>Quem quiser vir depois de mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e me siga</em>” (S. Lucas IX, 23).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) Imitar Nossa Senhora, Rainha dos humildes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Jesus, Nossa Senhora é o modelo mais sublime de humildade. Sempre viveu na atitude de uma pobre escrava do Senhor. Raramente fala, não chama a atenção em nada, se dedica às tarefas próprias de uma mulher na pobre casa de Nazaré, aparece no Calvário como mãe do grande fracassado, vive escondida e desconhecida sob os cuidados de São João depois da ascensão de Nosso Senhor, não faz qualquer milagre, não se sabe exatamente onde morreu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Sob seu olhar maternal devemos praticar a humildade de coração para com Deus, para com nosso próximo e para conosco.</p>
<p style="text-align: justify;">Para com Deus, submetendo-nos a Ele e adorando-o sempre, agradecendo-o por tudo o que temos, trazendo sem cessar em nosso espírito que viemos do nada, do limo da terra, que sozinhos não podemos nada e dependemos absolutamente de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, nossa origem mais ou menos nobre ou importante neste mundo não tem valor algum, vindo do limo da terra. Pesar nossas qualidades é uma perda de tempo: tudo o que somos e temos vem de Deus e podemos perder tudo do dia para a noite. O orgulho é uma grande mentira e Santa Teresa de Ávila dizia que a humildade é andar na verdade (<em>Moradas sextas</em> 10, 7).</p>
<p style="text-align: justify;">Para com o próximo, admirando nele, sem inveja ou ciúmes, os dons naturais e sobrenaturais que Deus lhe deu, não observando intencionalmente seus defeitos, desculpando suas faltas com caridade, salvando ao menos a boa intenção e considerando-nos inferiores a todos. As incontáveis vezes nas quais não aproveitamos as graças que Deus nos deu são motivos mais que suficientes para que cada um de nós se tome verdadeiramente como o último dos pecadores, “o pecador por excelência”, como dizia o publicano em sua oração. Qualquer outra pessoa teria sido mais fiel com as graças que temos recebido.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, para conosco, amando nossa miséria, nunca esquecendo que, se cometemos um só pecado mortal, fomos resgatados do inferno, éramos prisioneiros do demônio. Nunca nos humilharemos o suficiente. Aceitemos as ingratidões, o esquecimento, o desprezo da parte dos outros. Nunca falemos de nós mesmos, nem bem, nem mal. Se falarmos mal existe o perigo de hipocrisia. Somente os santos sabem fazê-lo bem. Se falarmos bem, existe o perigo da vaidade e soa mal diante de quem nos ouve. A melhor coisa a fazer é calar, como se não existíssemos no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, quanto mais uma alma subirá até Deus pela prática das boas obras e pela oração, tão mais estável estará pelo profundo fundamento da humildade, referindo a Deus tudo o que é, tem e recebe.</p>
<p style="text-align: justify;">A humildade é andar na verdade, e a verdade nos libertará.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Império Português &#8211; Parte 1 (Prof. Marcelo Andrade) &#8211; MONTFORT</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/multimidia/video-radio/videos-montfort/historia/o-imperio-portugues-parte-1-prof-marcelo-andrade-montfort/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Chenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos e Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Navegações]]></category>
		<category><![CDATA[Império]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco da Gama]]></category>

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		<description><![CDATA[Título da aula: O Império Português &#8211; Parte 1 Apresentação: Guilherme Chenta. Exposição: Prof. Marcelo Andrade. Data de gravação: 14/12/2011. Data de publicação: 02/02/2012. Duração: 116 minutos. Pauta: Por que tratar do Império Português?; As origens do Império Português; A “ínclita geração”: os filhos de Dom João I com Dona Filipa de Lencaster; Por que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Título da aula:</strong> O Império Português &#8211; Parte 1</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Guilherme Chenta.</p>
<p><strong>Exposição:</strong> Prof. Marcelo Andrade.</p>
<p><strong>Data de gravação:</strong> 14/12/2011.</p>
<p><strong>Data de publicação:</strong> 02/02/2012.</p>
<p><strong>Duração:</strong> 116 minutos.</p>
<p><strong>Pauta:</strong></p>
<ol>
<li>Por que tratar do Império Português?;</li>
<li>As origens do Império Português;</li>
<li>A “ínclita geração”: os filhos de Dom João I com Dona Filipa de Lencaster;</li>
<li>Por que Portugal decidiu navegar?</li>
<li>O avanço das navegações no Atlântico africano;</li>
<li>Por que os portugueses tiveram sucesso em suas navegações?</li>
<li>Por que os portugueses desejavam as “especiarias”?</li>
<li>O avanço das navegações no oceano Índico;</li>
<li>A oficialização do descobrimento do Brasil;</li>
<li>Os portugueses no Extremo Oriente;</li>
<li>Algumas instituições portuguesas levadas para as novas terras;</li>
<li>Conclusão;</li>
</ol>
<p><strong>Bibliografia básica:</strong></p>
<ol>
<li>BOXER, Charles. Império Marítimo Português. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2008.</li>
<li>_____________A Igreja Militante. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2007.</li>
<li>CHAUNU, Pierre. Conquista e Exploração dos Novos Mundos. São Paulo: Livraria Pioneira Editora e Edusp, 1984.</li>
<li>DUARTE, José. Senhores do Sol e do Vento. Lisboa: Editorial Estampa, 1999.</li>
<li>MOFFETT, Samuel. Christianity in Asia. New York: Orbis Books, 2007.</li>
<li>NOGUEIRA, Carlos (organizador). O Portugal Medieval. São Paulo: Alameda, 2010.</li>
<li>OLSON, Joseph. Jesuit Inculturation in the New World. Denver: Outskirts Press, 2009.</li>
<li>SERRÃO, Joel (direção). Nova história da Expansão Portuguesa” -  XII volumes. Lisboa: Editorial Estampa, 2006.</li>
<li>TENGARRINHA (organizador) . História de Portugal. São Paulo: Editora Unesp, 2001.</li>
<li>WATKINS, Ronald. Por Mares Nunca Dantes Navegados. Rio de janeiro: Editora José Olympio, 2011.</li>
</ol>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p>Youtube: <a href="http://youtu.be/koWorn3N6DI" target="_blank">http://youtu.be/koWorn3N6DI</a></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/koWorn3N6DI" frameborder="0" width="493" height="277"></iframe></p>
<p>Glória TV: <a href="http://pt.gloria.tv/?media=252754" target="_blank">http://pt.gloria.tv/?media=252754</a></p>
<p><strong>Download:</strong></p>
<p>Os <em>downloads – </em>tanto do vídeo, quanto de seu áudio apenas – podem ser facilmente realizados por meio do Glória TV, clicando-se no botão “SAVE” abaixo do vídeo: <a href="http://pt.gloria.tv/?media=252754" target="_blank">http://pt.gloria.tv/?media=252754</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.montfort.org.br/index.php/multimidia/video-radio/videos-montfort/historia/o-imperio-portugues-parte-1-prof-marcelo-andrade-montfort/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>A Beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual – Parte 3</title>
		<link>http://www.montfort.org.br/index.php/blog/artigos-da-montfort/a-beleza-no-mundo-no-homem-e-em-deus-a-filosofia-da-arte-a-sabedoria-de-deus-na-criacao-e-a-vida-espiritual-parte-3/</link>
		<comments>http://www.montfort.org.br/index.php/blog/artigos-da-montfort/a-beleza-no-mundo-no-homem-e-em-deus-a-filosofia-da-arte-a-sabedoria-de-deus-na-criacao-e-a-vida-espiritual-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Zucchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos da Montfort]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.montfort.org.br/?p=8342</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo é uma continuação de A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (parte 2), e Parte 1 Pierre de Craon Lejeune Nos artigos anteriores nós estudamos duas definições de beleza, uma de Santo Alberto Magno e outra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Este artigo é uma continuação de <a title="Permanent Link to A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (parte 2)" href="http://www.montfort.org.br/index.php/blog/artigos-da-montfort/a-beleza-no-mundo-no-homem-e-em-deus-a-filosofia-da-arte-a-sabedoria-de-deus-na-criacao-e-a-vida-espiritual-parte-2/" rel="bookmark">A beleza no mundo, no homem e em Deus: a Filosofia da Arte, a Sabedoria de Deus na Criação e a vida espiritual (parte 2)</a>, e <a href="http://www.montfort.org.br/index.php/sem-categoria/a-beleza-no-mundo-no-homem-e-em-deus-a-filosofia-da-arte-a-sabedoria-de-deus-na-criacao-e-a-vida-espiritual/">Parte 1</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Pierre de Craon Lejeune</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Sao-Tomas-Angelico.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8343" title="Sao Tomas Angelico" src="http://www.montfort.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Sao-Tomas-Angelico-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nos artigos anteriores nós estudamos duas definições de beleza, uma de Santo Alberto Magno e outra de Santo Tomás de Aquino. Diferentes nos termos, elas são perfeitamente complementares entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">Vimos que a beleza está fundamentada em critérios objetivos, presentes na realidade das coisas: matéria e forma, ordem, proporção, perfeição. Uma vez que Deus dispôs<em> </em>“<em>todas as coisas com medida, número e peso</em>” (Sabedoria 11, 21), só nos resta uma conclusão a tirar: o mundo visível manifesta com abundância as maravilhas da bondade de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">A beleza da criação está, portanto, por todas as partes. Mas, por vezes escondida aos nossos sentidos e contida no decurso quotidiano das coisas, ela muitas vezes só se revela às pessoas que sabem observar com atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que a beleza tem uma relação estreitíssima com a inteligência. O conhecimento da beleza pertence essencialmente ao intelecto. <span style="text-decoration: underline;">Ordem</span>, <span style="text-decoration: underline;">proporção</span>, <span style="text-decoration: underline;">perfeição</span> são conceitos contidos na noção de beleza e que só podem ser percebidos pela inteligência.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, por causa da união do corpo com a alma, para que o homem conheça a beleza de algo necessariamente atuam os sentidos (sobretudo a visão e a audição) e a imaginação. Daí dizermos que os olhos e os ouvidos têm seu agrado nas coisas belas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isto não significa que somente as pessoas de grande capacidade especulativa, intelectuais, dedicadas ao estudo e que possuem um diploma universitário são capazes de distinguir o feio do belo. Atualmente os universitários, em sua grande maioria, possuem os gostos artísticos mais bizarros&#8230; Quem nunca passou perto de um muro pichado e depois não se deu conta de que passava ao lado (ou dentro) de uma faculdade?&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os homens têm inteligência. Alguns, ainda que sejam lavradores e pedreiros, ainda que não sejam grandes especuladores, a cultivam bem. São capazes de produzir coisas belas, simples ou mesmo grandiosas. Outros, mesmo se estudam numa universidade (sobretudo se estudam numa universidade&#8230;), podem cultivá-la mal. Acham que grafite, pichação, é arte. Admiram Stravinsky. Vestem-se com bermuda, chinelo, camiseta regata, falam palavrões, fumam maconha. Constituirão a elite intelectual do país&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Um lavrador pode ter pouca habilidade intelectual, encontrar dificuldade em distinções finas, em sistematizações abstratas. Porém, se possuir princípios corretos, verá o mundo e as coisas que existem nele com clareza. Saberá distinguir o feio do belo. Uma pessoa que tenha diploma, se possuir princípios tortos, julgará algo bom como mau e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de termos estudado, em nossos artigos anteriores, a objetividade da beleza &#8211; extremamente contestada hoje &#8211; começaremos agora a analisar os cinco elementos necessários à sua existência concreta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso esperamos poder ajudar na formação das inteligências, para que elas estejam mais bem preparadas para distinguir o feio do belo, para separar o joio do trigo na esfera artística, para saber se uma obra de arte é conforme às verdades que a luz natural da razão, sem a Revelação, nos apresenta. Pois, se é importante que uma obra de arte não ensine heresias, também é importante que ela não transmita tolices&#8230; Assim, gostaríamos que nossos leitores possam, com maior propriedade, dizer se algo é belo e por que motivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes cinco elementos são: a variedade, a integridade, a proporção, a unidade e o esplendor.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns responderão que Santo Tomás menciona somente três propriedades necessárias para que algo seja belo: “<em>Para a beleza, três coisas são necessárias: primeiramente, <strong>integridade ou perfeição</strong></em> (&#8230;)<em>; devida <strong>proporção ou consonância</strong>; e </em><strong>clareza</strong>” (Suma Teológica I, q. 39, a. 8). Não contestamos esta afirmação de Santo Tomás. O que faremos é explicitar dois elementos (variedade e unidade), contidos implicitamente entre os três elementos mencionados pelo Doutor Angélico, com a finalidade de tornar nossa explicação mais didática.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes elementos estéticos não possuem a mesma importância nem o mesmo papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, todos são igualmente necessários, mas nem todos têm uma influência igual sobre a beleza.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, eles não se comportam do mesmo modo nos diferentes gêneros de beleza. Estes elementos se conformam à natureza dos seres nos quais se encontram. A unidade de nossa alma é diferente da unidade de uma sonata ou de uma cena pintada num quadro. O esplendor de um corpo é diferente do esplendor de um anjo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, eles exercem entre si uma influência mútua, se completam, fazem um contrapeso entre si e mantêm o equilíbrio do ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, é necessário saber que dois dentre eles pertencem propriamente ao princípio material das coisas: a variedade e a integridade; dois deles pertencem ao princípio formal: a unidade e o resplendor. A proporção pode ser vista como estando relacionada à matéria e à forma juntamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nosso trabalho ficará mais claro como a filosofia escolástica e os princípios de Santo Tomás de Aquino sabem colocar cada coisa no seu lugar, unificando a parte sensível ou material com a parte formal, inteligível, da beleza.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos nossos próximos artigos mostraremos a natureza, o papel e o lugar de cada um destes cinco princípios que compõem a beleza.</p>
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