Apologética

O monopólio do fiasco: resposta extra ao “corajoso” bruxo fariseu
Eder Moreira
 

Antes que a resposta fosse completamente publicada, o bruxo domesticado – pelo feitiço dos enrolavos – despertou de seu bueiro posando, novamente, de professor desqualificado. Ele realmente quer o monopólio dos vexames, disputando – com muito empenho – esse troféu com o pintinho GaloZé. Por mais esse “show” de incompetência, o bruxo bem merece ser eleito o guru da seita dos palavrões.

Mesmo sem capacidade, o bruxo adestrado pretendeu ser a voz da lição, o corretor impecável que tudo enxerga, menos a podridão do Olavo, que ele continua lambendo como um carniceiro descompensado. Mas será que o bruxo está mesmo apto a posar de mestre, corrigindo erros textuais? Ou será que nosso furibundo urubuzinho – lambedor de carniça – não passa de um indivíduo incapaz de compreender a realidade, orientar-se pela razão e reconhecer seus limites antes de pretender posar de professor? Parece que nem mesmo Voegelin nosso bruxo fracassado consegue compreender!

É o fruto de uma raça gerada por enrolavos!

Para início de fiasco, o bruxo enfeitiçado tentou salvar sua imagem de machão, comprometida pelo seu deliberado anonimato. O subterfúgio não poderia ser mais esdrúxulo para um poderoso machão:

“É importante notar que quem iniciou toda essa celeuma foi ele mesmo. Foi ele quem decidiu provocar pessoas que estavam quietinhas cuidando de suas vidas, e o fez omitindo meu nome em seu artigo, referindo-se a mim somente de forma indireta e velada”

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

E para confirmar sua porca explicação, o bruxo citou um trecho do meu artigo contra o Matthieu Pageau:

Como células cancerígenas, que se espalham pelo organismo, o esoterismo olavético — câncer modernista — se alastra e infiltra até mesmo nos ambientes tradicionais. Pupilos da serpente guenoniana, não se incomodam de arrotar palavrão – até mesmo na sacristia – e ir, sem dor de consciência, receber Cristo na Eucaristia. Não se importam de professar e divulgar doutrinas cabalistas e vestir, na Missa Tridentina, batina e sobrepeliz. Não veem problema em consultar o horóscopo, numa página qualquer, e cantar, dominicalmente, o Sacro Canto Gregoriano. Essa é a seita perenialista do Olavo de Carvalho, ainda viva como um câncer nos meios tradicionais.” (O negrito é do bruxo).

Pelo visto, o “mestre” bruxo se acha muito importante, digno de ser mencionado acima de todos os seus confrades sectários. O magno professor, que nos prestou um serviço voluntário de correção textual, não conseguiu – com toda a sua sabedoria gramatical – assimilar uma simples frase com sua cachola cheia de esoterismo. Isso é até compreensível, visto que não se pode esperar muito de um filhote do Olavo de Carvalho.

Quem lê – com “educação e boa vontade” – percebe que minha referência foi no plural (aos olavetes), e não no singular (a um olavete):     

“Não VEEM problema em consultar o horóscopo, numa página qualquer, e cantar, dominicalmente, o Sacro Canto Gregoriano”

Matthieu Pageau: mais um ídolo da seita Olavética - MONTFORT

Será que o bruxo vesgo precisa de um oftalmologista ou é mesmo um analfabeto funcional que não sabe ler corretamente? E ainda quer posar de corretor gramatical? Será muito amor-próprio – querendo destaque na internet – ou pura incompetência?

Parabéns, bruxo, o monopólio do fiasco é seu troféu insuperável.  

Na sequência, o “mestre” bruxo insiste em salvar seu precário “diploma” de machão:

“O sujeito inicia uma polêmica citando-me veladamente, reclama ao ser respondido da mesma maneira e tem a cara de pau de me chamar de hipócrita e medroso, para não citar o fato de ter publicado um vídeo no youtube sobre a tal polêmica no qual os comentários estavam bloqueados. Bravo! Que valentia!

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

Pobre bruxo inchado de vaidades, que pensa ser o mais digno dos olavetes fanatizados.

O poderoso machão pensou que, por não ter sido preferido entre todos, provou a minha covardia, salvando sua fachada varonil.

Será que o bruxo é a única voz que retumba na Missa Tridentina?

Além de burro, é vesgo! 

Dos olavetes que ousam misturar o sacro gregoriano com a boca carnicenta, o bruxo é apenas mais uma voz desafinada com a doutrina tradicional. Por isso, não fiz questão de privilegiar um único carniceiro sem importância, mas sim aludir, genericamente, ao clubinho dos filhos devotos do Olavo de Carvalho.

Mesmo eu não tendo privilegiado um bruxo desafinado – que ficou muito magoadinho –, fiz questão de expor o meu nome no artigo contra o herege Matthieu Pageau. Não ataquei os filhos do Olavo – infiltrados na Missa Tridentina – escondido sob uma máscara de machão. Mas, mesmo podendo mostrar toda a sua coragem enrustida, o bruxo preferiu esconder-se. Entrou na moita e vomitou seus relinchos deploráveis.

Que medo é esse, bruxo, de expor – sem máscara – sua burrice perennis? É assim que Olavo te ensinou a ser homem? Acho que o finado guru não teria tanto orgulho da sua covardia!

Exposta a vaidade do bruxo – ou seria mesmo incapacidade de entender um verbo no plural? –, o menino machão estufou seu peito de pombinha para dizer, com orgulho varonil, que eu sou um leão na internet, mas um medroso pessoalmente. E isso porque não fico encarando o machão dentro da Igreja.

Então, para provar que sou um leão, preciso contemplar, em toda missa, a figura excêntrica de um bruxo indecente? Preciso encarar, sob pena de covardia, o modelo de vexame dos olavetes? Admirar, com olhares diretos, um adorador de um herege escandaloso?    

Sinto decepcionar o machão vaidoso, mas não vejo motivo para encarar um olavete de boca imunda! Vou à Missa para adorar a Cristo, e não para ficar admirando uma figura desagradável. Ademais, como ensinou Santo Afonso, é preciso EVITAR como praga as bocas imodestas. Portanto, não espere afagos e muito menos olhares privilegiados.

Acho que meu ataque espetou o ego do bruxo machão.

Por isso, ele quer ser encarado e destacado nos meus artigos de refutação.

Não conte comigo quanto à publicidade. Busque um serviço de marketing para satisfazer as suas vaidades de machão e professor desqualificado.

O bruxo – afetado em sua virilidade por se esconder na moita da covardia  ficou até bravinho com meu vídeo no Youtube:

“... para não citar o fato de ter publicado um vídeo no youtube sobre a tal polêmica no qual os comentários estavam bloqueados

O bruxo reclama – bufando como um machão – de que não foi possível exercer a liberdade de expressão. Ele gostaria muito de despejar livremente a sua porca linguagem na minha publicação. Errou de endereço, bruxo inconformado. Meu Youtube não é a privada da Speclunca, que recebe todo tipo de sujeira dos porquinhos do Olavo de Carvalho.

O bruxo, que se acha um machão, ainda teve a oportunidade, em sua nova gororoba textual, de se redimir publicamente, condenando sua vergonhosa e imoral defesa dos palavrões. Mas, como um malandro covarde, novamente ignorou o seu pecado, pretendendo posar de professor gramatical.

Vamos ao contorcionismo daquele que se recusa a condenar o Olavo com os seus palavrões:

“Como é característico do analfabeto interpretar o que ele entendeu e não o que foi realmente escrito, o Moleira toma o verbo ‘poder’ de minha frase no sentido de uma concessão moral e não como mera possibilidade de ação, confundindo e deturpando uma interpretação meramente instrumental a respeito de algo com uma interpretação moralista. Seria o mesmo que chamar de assassino quem dissesse que uma faca pode ser utilizada para cortar legumes, carne, mas que também serve, nas mãos de quem sabe manuseá-la, como arma para matar pessoas. Algo de nível tão primário, tão elementar que nem mesmo uma criança poderia dar-se ao luxo de cometer” 

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

Embora o bruxo tenha ousado esconder sua vergonhosa apologia dos palavrões, dizendo que o verbo “poder” – na frase em questão – não significa uma concessão moral, o seu porco exemplo é suficiente para desmascarar sua embromação.

O machão perdeu a coragem?

Tentou emendar o “soneto” dos palavrões?

O bruxo realmente é o campeão da picaretagem!

É como alguém que pretendesse censurar o uso de mentiras valendo-se, ao mesmo tempo, do próprio emprego de mentiras. No caso do bruxo, o coitado pretendeu justificar que não defendeu o uso imoral dos palavrões. Porém, fez isso proferindo – no próprio texto – um palavrão escandaloso.

Ele sequer pensou nos adolescentes que, lendo a sua baixeza, seriam afetados por sua boca de privada.

Dizendo um palavrão – sem ficar com a bochecha vermelha –, o bruxo demonstra – assim como o Olavo – que acredita na “virtude” dos palavrões!

Vamos ao texto miserável do bruxo embromador:

“O sujeito que xinga alguém de “filho... (palavrão)” não necessariamente quer significar que a mãe do ofendido esteja rodando bolsinha, mas está se valendo de um artifício linguístico para expressar uma emoção. O palavrão, portanto, pode ser utilizado como uma válvula de escape para emoções não controladas, mas também serve como artifício retórico para quem sabe manuseá-lo; também serve como descrição da realidade, caso a mãe do nosso exemplo realmente seja uma prostituta. No primeiro caso, temos aqui um exemplo utilizado pelos jovens ou apaixonados (no sentido técnico da palavra); no segundo, já temos uma utilização mais refinada por tratar-se de um artifício linguístico, pois quem se vale do palavrão o faz para produzir um efeito e não como quem sofre uma paixão”

https://tratemeporismael.substack.com/p/colecionando-vexames

Em toda a sua porca exposição, o bruxo – que se acha um machão – não teve a coragem para dizer, com a clareza católica, que é pecado dizer o palavrão. É óbvio que a intenção não foi simplesmente ressaltar as causas por trás dos palavrões. De modo indubitável, o bruxo quis apresentar um motivo justo para defender os palavrões, e assim salvar a língua podre do Olavo de Carvalho.

A propósito, ficou explícito – na primeira parte do meu artigo – como Olavo estava se lixando para o ensino da Igreja contra os palavrões. O guru dizia palavrões como um verdadeiro anarquista. E chegou a se gabar de ter formado a geração dos faladores de palavrões.

Onde está a condenação do bruxo à língua podre do Olavo, que apodreceu a juventude? Onde está a sua coragem, bruxo machão? O gato comeu a sua língua carnicenta? O que você acha dessa declaração do Olavo, bruxo amedrontado:

“[...] Essa finalidade foi inteiramente cumprida. Eu vejo que muita gente aprendeu a xingar; aprendeu a mandar tomar no [palavrão], quando precisa mandar tomar no [palavrão]; aprendeu a chamar de filho da [palavrão], quando é para chamar de filho da [palavrão]. Isto eu acho que foi um progresso enorme” (Video)

Aprova essa missão do Olavo como formador de bocas de esterco? É assim que seu mestre do diabo “convertia” as almas? E você, bruxo, é fruto desse aprendizado pornográfico?   

Cadê o bruxo machão em defesa da moral da Igreja?

Vai ficar acuado como um pintinho sem-vergonha?

Vai dizer – enrolaveticamente – que seu mestre também não está fazendo uma concessão moral?

É esse o bruxo que pretende ser o corretor da Montfort!

Que diz não aprovar os palavrões (do Olavo?) dizendo, ele mesmo, o maldito palavrão!

Um hipócrita!

Um ignorante que sequer lê um texto corretamente!

Que fiasco!

O monopólio do fiasco e da contradição!

Já temos o rei dos Olavetes!

O machão, cuja coragem desaparece!

E, achando-se um sabichão, quis apontar uma contradição:

“Ué? O anônimo que se levanta das profundezas do anonimato não deixa de sê-lo? E o contraditório sou eu”

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

Ao dizer que caí em contradição, o bruxo desqualificado se referiu ao seguinte trecho do meu artigo:

“... levantou-se das profundezas do anonimato um mascarado mosqueteiro”.

De modo figurado, o verbo “levantou-se” indicou – nessa ocasião – uma reação do oponente, que se manteve no anonimato. Por isso, logo na sequência, é dito que o mosqueteiro usa uma máscara, escondendo a sua identidade. Longe de indicar uma contradição, as palavras querem dizer o seguinte: “O bruxo reagiu no anonimato como um covarde mascarado”.

A máscara nada mais é do que o modo pelo qual o bruxo decidiu reagir, escondendo a sua identidade.

O precário bruxo – pretenso dotô de gramática – não entende um simples sentido figurado!

Que fiasco, bruxo, que fiasco!

Para não entediar nossos leitores com esse novo panfleto vazio, imbecil e covarde, vamos salientar mais uma comédia do machão que é tão medroso quanto uma lagartixa:

“A frase de Lutero não é esta, mas: “Esto peccator et pecca fortiter, sed fortius fide.”: Sê pecador e peca fortemente, mas crê mais fortemente ainda”. Não bastasse o mau-caratismo, a incapacidade de traduzir um trecho simples em latim e a deturpação de um trecho para imputá-lo a um homem morto...”

O bruxo ignorante está defendendo qual servo do diabo: Lutero ou Olavo?

Quanto à frase em questão, citei-a de memória, visto que, mesmo não sendo uma transcrição ipsis litteris, ela não teve o seu sentido correto prejudicado.

Tenho muitos livros sobre o rebelde alemão. Mas, para economizar meu tempo que vale mais do que as gagueiras de um bruxo falido, transcreverei as palavras de Lutero do livro do Monsenhor Patrick O’Hare:

“Seja um pecador e peque com ousadia, mas acredite com mais ousadia ainda [...] DEVEMOS pecar enquanto somos o que somos [...] o pecado      NÃO NOS ARRASTARÁ PARA LONGE DELE – Cristo – mesmo que devamos cometer a fornicação ou o assassinato milhares e milhares de vezes ao dia” (Martinho Lutero apud Patrick O’Hare).

A seguir, as considerações de Mosenhor O’Hare:

“Na sua consideração [de Lutero] o pecado agora deve ser visto como algo inofensivo [...] ‘Seja um pecador,’ diz ele, ‘peque audaciosamente e destemidamente’. A ordem incorporada às desagradáveis palavras em nada define todas as leis da moralidade e dá um largo alcance para a liberdade humana e a desordem” (Monsenhor Patrick O’Hare. Fatos sobre Lutero. 1916, p. 101).

Desde quando eu disse que sei o latim? O bruxo está delirando! Será que foi seu fiel capacho – que não foi aceito no IBP – que soprou essa besteira?  Agora entendemos por que o professor de latim, afastado de sua cátedra, foi recusado pelo Instituto do Bom Pastor.

O bruxo protestou dizendo que deturpei as palavras de Lutero para imputá-las ao Olavo de Carvalho.

Será miopia, ignorância ou má vontade de um bruxo incompetente?

Leiamos, com repulsa, a carniça imoral do Olavo de Carvalho:

 "Em matéria moral eu sou anarquista" (COF 449); “A decência é a coisa mais imoral que já inventaram” (Video); “Tanto faz os seus pecados [...] eles não vão pesar em absolutamente nada” (COF 134).

Como a compreensão do bruxo é precária, coloquemos em paralelo os dois rebeldes da imoralidade:

 

Martinho Lutero

 

Olavo de Carvalho

 

Seja um pecador [...] o pecado             NÃO NOS ARRASTARÁ PARA LONGE DELE (CRISTO)

 

Tanto faz os seus pecados [...] eles não vão pesar em absolutamente nada

 

Ao dizer que “pouco importam os pecados ou que não é preciso se preocupar com eles”, Olavo está dizendo – como Lutero – “seja um pecador”. Assim como o rebelde alemão disse que o pecado não vai separar o pecador de Deus, isto é, não será um peso para ele, Olavo, com a mesma fala desgraçada, diz que os pecados não vão pesar em nada ou separar o pecador de Deus.

Esse é mais um fiasco de um bruxo que, assim como Lutero, acredita que os seus palavrões (pecados contra o sexto mandamento) não vão pesar em nada diante de Deus. 

Olavo tinha muito em comum com o cabalista Lutero. Como o bruxo não estudou todo o COF do seu guru, ele simplesmente desconhece as declarações heréticas do Olavo. Só de brinde, vamos ressaltar que Olavo era o Lutero da Virgínia:

Olavo de Carvalho

Martinho Lutero

 

“A fé é uma atitude de confiança” (COF nº. 147); “A fé SIGNIFICA APENAS você não desconfiar levianamente de quem nunca mentiu para você” (Video 1).

 

 

Fé é uma confiança viva e ousada” (Martinho Lutero. Da Liberdade do Cristão. São Paulo: Editora da UNESP, 1998, p. 93).

 

 

O bruxo, que mal sabe o catecismo, compreende a gravidade dessa afirmação luterana do Olavo? Pois bem, o seu “professor” – o eterno palpiteiro – sustentou uma proposição pela qual ele deveria ter sido excomungado:

 

“Cân. 12. Se alguém disser que a fé que justifica não é outra coisa, senão uma confiança — seja excomungado  [cfr. n° 798 e 802]” (Concílio de Trento)

 

Olavo excomungado!

 

Que pena ele não ter vivido durante a Inquisição!

 

Pela teimosia, certamente teria virado churrasco!

 

E o bruxo ainda quer defender esse herege indefensável.

 

Tenha dó, bruxo hipócrita!     

Curioso que, em seu primeiro libelo, o bruxinho disse, ironicamente, que eu “sondo rins e corações”, descobrindo o mais profundo da alma do Olavo de Carvalho.

Permita-me premiá-lo com mais dois monopólios: o da hipocrisia e o da contradição.

Mais dois títulos para o ex-cantor desafinado!

O currículo do bruxo deve causar suspiros no franguinho GaloZé.

Confiante em sua retórica de botequim, o bruxo fez um discurso que bem lembrou a parábola do fariseu e do publicano:

“O Moleira me chama de ‘tridentino’ entre aspas, insinuando com isso que eu seria uma espécie de infiltrado, um tridentino de fachada ou coisa do tipo. Pois bem: onde está o Moleira, tão tradicional, defensor e apaixonado pela Missa, que não a frequenta senão em dias de preceito? Onde está o Moleira nas Missas diárias? Onde está o Moleira que não vai à Missa nem mesmo nos feriados? Onde estava o Moleira que não foi à Missa no dia do Sagrado Coração de Jesus, um preceito no calendário antigo? Onde estava o Moleira no período da pandemia? Onde estava o Moleira nos dias da Semana Santa de 2025 que não eram preceito? Estava feito uma adolescente vaidosa postando fotos nas redes sociais sobre artigo que escrevia contra o bruxo do coral. É o verdadeiro tradicionalista que não sabe latim e que não vai às Missas senão quando é preceito, e olhe lá...

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

Que lição de moral!

De um bruxo boca-suja!

Que coa um mosquito e engole um camelo!

Que comunga com sua boca de pinico!

Que santidade!

“Invejável”.

Vejamos as palavras do fariseu contra o publicano, e qual deles saiu justificado:

“E disse também esta parábola a UNS QUE CONFIAVAM EM SI MESMOS, CRENDO QUE ERAM JUSTOS, E DESPREZAVAM OS OUTROS: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, conservando-se à distância, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim pecador”. Digo-vos que este voltou justificado para sua casa, o outro não; porque quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado." (S. Lucas XVIII, 9-14).

Estufando o seu peito farisaico, o bruxo se exaltou dizendo que, diferentemente dos pecadores, ele frequenta a missa todos os dias, comungando e rezando diariamente! Só faltou o fariseu dizer que é digno de canonização! 

Que coisa feia essa exaltação de si mesmo, rebaixando aqueles que não são tão santos quanto o bruxo fariseu!

O bruxo hipócrita, afogado no próprio orgulho, esqueceu-se do Evangelho de Cristo, que ele tanto citou para condenar minha suposta maledicência:

“Quem se exalta será humilhado”.

Adianto que estou citando de memória. Portanto, não venha com sua régua hipócrita querendo dizer que não citei as palavras de Cristo corretamente!

Agora se entende por que o bruxo soberbo vive sendo humilhado!

Gabou-se de ser um expert em gramática!

Fiasco!

Disse que não defendeu o palavrão!

Fiasco!

Disse que eu caí em contradição sobre o anonimato!

Fiasco!

Mostrou ser um burro sobre a língua portuguesa!

Fiasco!

Agora vem posar de fariseu moralista, rebaixando um pecador!

Hipócrita!

Resta saber se depois dessa vergonha farisaica, o bruxo ainda vai ter coragem de abrir sua boca imunda e orgulhosa!

Aliás, o fariseu sabe o motivo pelo qual eu não posso ir às missas diárias?

Será por que eu trabalho no horário da Missa?

Será que o fariseu “sonda rins e corações”, conhecendo miraculosamente os pecados da minha alma?

Será que o bruxo quer ser meu diretor espiritual, usurpando a função sacerdotal?

E depois esse infeliz quer me acusar do pecado de maledicência!

FARISEU HIPÓCRITA!

Como não encontra nos meus textos problemas de fé e moral – erros que abundam nos ensinamentos do Olavo – só restou ao “gramático” hipócrita procurar por falhas gramaticais, quando o assunto é moral e doutrinário.

Como meu trabalho totalizou quase 150 páginas e não passou por uma revisão antes da publicação – não dispomos de uma equipe para tal serviço – é natural que se encontrem problemas gramaticais. Mesmo em postagens informais, as falhas podem acontecer, por descuido ou falta de atenção. Mas, quando se trata da salvação das almas, a gramática é um “mosquito” em relação ao “camelo” da heresia e do palavrão. Alguém que erra gramaticalmente até pode ir para o Céu. Já um herege boca-suja – teimoso como um demônio – vai com o diploma e a retórica para o abismo da perdição!

Na primeira investida do bruxo, ele posou de catequista moralista. Citou a Bíblia, como um protestante desorientado. Resultado, um grande fiasco! Uma coleção de vexames! O moralista mascarado exalou sua fétida hipocrisia!

Em seu segundo panfleto de boteco, o bruxo pretendeu posar de gramático. Encontrar falhas gramaticais foi a única opção do olavete decepcionado!

De alguém que pretende ignorar palavrões e heresias, focando, obsessivamente, em pontos gramaticais, o mínimo que se espera é uma escrita impecável. Mas, o gramático foi traído pela autoconfiança!

Não pretendo elencar os erros de gramática do infeliz bruxo, campeão dos vexames! Na polêmica sobre Fé e Moral, erros de gramática são secundários, desde que não comprometam o sentido das proposições. Portanto, destaco apenas um tropeço do bruxo, mostrando que, antes de corrigir posando de professor, é preciso estudar, aprendendo direitinho para não passar vergonha. 

Segundo a regra gramatical, o prefixo “auto” se une à consoante “r” sem o hífen, duplicando o “r”. Por exemplo, é o que acontece na palavra “autorreflexão”. Porém, nosso gramático vacilou! O professor errou! Duvidam, olavetes? Coloquem os óculos e leiam o erro do professor “impecável” de gramática:

“O Moleira é culpado de sua própria burrice, e nela permanece por ser muito amigo de sua vaidade, não permitindo a si mesmo possibilidade alguma para sofrer aquele desconforto de uma auto-reflexão, ferramenta essencial e dolorosa que pessoas minimamente decentes utilizam para enxergar os próprios defeitos” (o negrito é meu).

O Monopólio da Safadeza - Diário do Deserto

Por isso se vê que até os bruxos mais sábios cometem tropeços gramaticais.

E agora, bruxo?

Use as próprias palavras do Olavo para você não passar vergonha na internet:

“Fórmula infalível. Antes de julgar quem quer que seja, sobretudo negativamente, certifique-se de que você já se tornou, de maneira mais ou menos estável, e geral, alguém bondoso, valente, humilde e capaz [...] Até chegar lá, contenha seu impulso de julgar” (Olavo de Carvalho apud Bruxo do Coral).

Um conselho: peça a intercessão de Santa Catarina de Sena, pois ela era uma santa analfabeta que ENSINAVA com grande sabedoria!

Quanto aos ataques pessoais, próprios de quem não tem argumentos e não encontra erros doutrinários, salientamos que existe uma enorme diferença entre o pecador que se arrependeu, confessando e mudando de vida permanentemente, e um imoral contumaz, que bate no peito como um fariseu hipócrita.

Quem se arrepende e confessa, pode ir para o Céu, já um imoral que insiste em defender e dizer palavrões...  

Agradecemos ao bruxo, que mais uma vez nos divertiu com seus vexames e contradições!

Essa será sua fama no palco da internet:

O bruxo fariseu que, com sua boca de privada, ganhou o monopólio do vexame, da soberba, da indecência e da incongruência, posando de mau catequista e gramático, com enrolavos e contradições.

Fica aqui nossa resposta ao bruxo mil vezes fracassado!

In Corde Maria Regina
Eder Moreira

 


    Para citar este texto:
"O monopólio do fiasco: resposta extra ao “corajoso” bruxo fariseu"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/cadernos/apologetica/monopoliodofiasco/
Online, 27/06/2026 às 13:00:11h