
ALLAN KARDEC,
UM RACISTA BRUTAL E GROSSEIRO - 2
Orlando Fedeli
Vimos já várias citações escandalosamente racistas de
Allan Kardec, frutos de sua doutrina caudatária do evolucionismo darwinista.
Hoje, queremos apresentar mais um texto desse autor, que,
embora tendo baixíssimo nível intelectual, vem causando muito mal, particularmente no
Brasil.
Na obra intitulada O Livro dos Espíritos, Allan
Kardec pergunta:
"6 --Por que há selvagens e homens civilizados? Se
tomarmos uma criança hotentote recém nascida e a educarmos nas melhores escolas, fareis
dela, um dia, um Laplace ou um Newton?" (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos,
Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 126).
Já a pergunta denota um certo racismo, pois supõe que uma
criança hotentote, ainda que educada nas melhores escolas, não teria possibilidade
natural de alcançar o nível de um cientista branco.
Allan Kardec explicita seu racismo brutal e grosseiro na
resposta que dá a essa pergunta, por ele mesmo feita:
"Em relação à sexta questão, dir-se-á, sem
dúvida, que o Hotentote é de uma raça inferior; então, perguntaremos se
o Hotentote é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado
dos privilégios concedidos à raça caucásica? Se não é um homem, porque procurar
fazê-lo cristão ?" (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto
de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 127).
Como é possível se imprimir e difundir, ainda hoje, uma
doutrina racista tão brutal e tão grosseira?
É patente, nas frases citadas, que Allan Kardec
considerava a raça branca -- a caucásica -- superior à raça hotentote.
E Kardec chega ao absurdo de levantar a hipótese de que
um hotentote não seria um homem!
Hitler aprovaria a doutrina racista de Kardec.
E os espíritas tupiniquins, repudiam eles esse racismo
grosseiro e brutal, ou o aceitam?
Se o repudiam, como poderão continuar aceitando a doutrina
espírita de Kardec como revelada por "espíritos superiores"?
E será que esses "espíritos superiores" eram
"caucásicos", isto é, arianos?
Não há dúvida, pois:
Allan Kardec era um racista grosseiro e brutal.
E a doutrina espírita é racista.
Daí, o orgulho que ela suscita em seus seguidores, que --
se são caucásicos -- se julgam superiores aos demais mortais, quer porque os consideram
de raças inferiores, quer - quando se comparam a outros brancos -- os julgam pouco
evoluídos espiritualmente.
Como católico, repudio totalmente essa doutrina herética
e racista.
Orlando Fedeli |