Igreja

Mensagens subliminares na música religiosa


Fonte: Notas publicadas em “EL SEMANARIO DE BERAZATEGUI” sobre as mensagens subliminares.

Para escutar estas provas:
http://www.santuario.com.ar/paginas/sublim.html
http://www.santuario.com.ar/paginas/subli_caris.html
http://www.santuario.com.ar/paginas/subli_latin.html

Quando Nosso Senhor esteve entre nós, durante seus três anos de vida pública, pregou incansavelmente contra a mentira, o engano e a falsidade dos homens religiosos de sua época: fariseus, saduceus e outros que desejavam arrastar as pessoas atrás deles, com uma máscara de piedade que na realidade ocultava um coração cheio de veneno. Não hesitou em chamá-los de “sepulcros caiados”, “raça de víboras” e outros termos que faziam seus inimigos ficarem roxos de raiva e impotência. Não hesitou em mostrar publicamente seus erros e não temeu ficar só por sua sinceridade. Por ocasião de um de seus sermões de grande dureza, chegou a ameaçar a seus próprios discípulos, perguntando-lhes: “Vocês também querem me deixar?”, fazendo notar que sua doutrina não buscava “ganhar público” nem encher estádios ou igrejas, mas sim “converter almas”, porque uma alma “vale o mundo inteiro”. Daí que, descobrindo a verdade sobre qualquer tema, corremos o risco de “perder simpatizantes”, mas não nos interessa ter “fama”, queremos, sim, dizer a verdade, porque só assim estaremos sendo fiéis a Deus e aos seus mandamentos, ainda que muitos (e muito importantes, por certo) não gostem.

Conforme havia prometido no número anterior, vocês podem contar hoje com alguns fatos escandalosos sobre as mensagens subliminares nos temas musicais da Renovação Carismática, interpretados pelo chamado “Padre Mário”. Uma denúncia particular me levou a interessar-me pelo tema, pois são muitos os que conhecem o que se passa na vida “fora das telas” dos “famosos”, mas são muito poucos os que se animam a desmascará-los quando estão comprometidos com um erro. Muito mais ainda se estes personagens, como o citado padre, se relacionam com amplos setores da Igreja e mobilizam grande quantidade de fiéis (que enchem as “cestinhas” nas coletas).

Para nosso estudo utilizaremos o CD “DE FIESTA CON JESÚS” [Em festa com Jesus], e pedimos encarecidamente que os leitores não acreditem em absolutamente nada do que publicamos até não comprová-lo por seus próprios meios. Se têm o mencionado cassete, procedam a inversão da fita, como ensinamos em números anteriores, e poderão ouvir, nas canções invertidas, as mensagens mencionadas.

O primeiro tema que analisamos é “POPURRI: ALEGRIA CON EL SEÑOR”. Este tema está repleto de mensagens subliminares de todo tipo. No início do mesmo (logo que se vira a fita) ouvimos o coro que, em clara harmonia de voz, diz: “Al seis, al seis, al seis”, ao que o Padre Mário responde: “Aleluia”, enquanto ao fundo se ouve: “entrega un himno al seis, al seis, al seis” [oferece um louvor ao seis], e o padre responde: “sonríes”. Todos sabemos que o seis é o número que representa o diabo. O sentido está muito claro. Mas o tema continua e as mensagens também.

Na parte seguinte, o padre começa dizendo: “Oh negros, soy brujo” [Oh, negros, sou bruxo], e o coro responde com muito ritmo: “Sobre las leyes, me copó el diablo, el diablo, el diablo... sobre las leyes, me copó un narco, un narco, un narco” [Acima das leis me pegou o diabo... acima das leis me pegou um narco(traficante)]. Seguindo o ritmo, o estribilho repete a primeira parte: “Sobre las leyes, me copó el diablo, el diablo, el diablo” e muda a segunda: “sobre las leyes me copó el lazo, el lazo, el lazo” [Acima das leis me pegou o laço].

Voltamos a dizer que nossa missão não é explicar o sentido dessas mensagens, mas sim denunciar que estão ali, que são ilegais do ponto de vista humano e imorais do ponto de vista espiritual. A explicação dessas mensagens quem deve dar são os mesmos que estão cantando, apesar de já sabermos que não pensam em abrir a boca para que não se “levante a lebre”.

Mais adiante podemos ouvir uma mensagem em conjunto, pois as palavras são iniciadas pelo coro e completadas pelo padre. Escutadas juntas dizem: “Aqui tenemos al demoni... oh si al demoni... oh si, es ese. Aqui tenemos al demoni... oh si... te oye... oh si, es esse” [Aqui temos o demôni...o sim o demôni...o sim, é esse. Aqui temos o demôni... o sim... te ouve... oh sim, é esse].

Se fosse por nós, desejaríamos terminar, mas as mensagens estão aí, e não denunciá-las seria ser cúmplice.

Na mencionada canção, o tema seguinte nos surpreende com a frase: “Oh si, necesitas ir lejos del señor” [Ó sim, necessitas ir longe do Senhor], cantada pelo coro e apoiada pelo padre em certos lugares dizendo: “Ya sabes... negro... tio” [Já sabes... negro...tio].

Imaginemos esta calamidade durante a celebração das missas carismáticas, nesse estado de descontrole especial que provocam nas pessoas esses tipos de aglomerações tão carentes da Tradição e da Liturgia verdadeiras. Acreditam aclamar a Deus e estão aclamando ao diabo. Não só aclamando mas aceitando sua palavra e sua pregação inconscientemente. Que contradição e que felicidade para o mesmo Satanás!

Continuando com nosso estudo sobre o CD de música “religiosa” (ou o que quer que seja) do Padre Mário, chamado “De fiesta con Jesús”, analisaremos as mensagens subliminares que restam em suas canções, exame já iniciado no número anterior.

Destaquemos que todo este complexo ataque à Igreja a partir do seu interior se desenvolve sob um manto de silêncio que, longe de ser prudência, se transforma em duas coisas piores, ambas rechaçadas vivamente por Nosso Senhor Jesus Cristo: covardia e cumplicidade. Covardia, pois os que reconhecem a presença dos ataques ao inconsciente não se animam a dizê-lo nem a combater os gigantes que administram esta forma de manipulação; e cumplicidade, porque, se não se denuncia oportunamente essa manobra, se termina permitindo que se a realize e, cedo ou tarde, se caia também na mesma rede. Os meios de comunicação, que em nosso país ostentam uma força muito grande, se cuidam bem de não mencionar palavra alguma sobre o tema, pois a fama desses “líderes” é a que lhes “dá de comer”. Se estivessem comprometidos com a verdade e não com o dinheiro, não teriam medo de elevar sua voz em defesa do povo, mas é mais fácil deixá-lo que siga enganado e comendo veneno, desde que seja um “bom negócio”.

Blasfêmias contra a Virgem

Voltando a análise detida das canções mencionadas, vamos ao tema “TENEMOS UNA MADRE QUE NOS AMA” [Temos uma mãe que nos ama]. Essa canção é tão conhecida e cantada que parece incrível que contenha mensagens subliminares; porém, nela se esconde o pior de tudo que encontramos até agora, pois usa uma blasfêmia direta contra a Mãe de Deus. Por razões óbvias não transcreveremos a palavra utilizada, mas daremos uma explicação do que se trata, para que todos entendam com facilidade. Este tema fala da Virgem Maria e, quando escutado ao contrário, é uma ofensa a mesma. A mensagem, cantada pelo coro com voz feminina, diz: “Mamá soy, mamá soy, mamá so_ _te” [Sou mãe, sou mãe, mãe so_ _te]. (completando as duas letras que faltam, encontramos a palavra com que se identifica, na linguagem coloquial, o excremento humano). Explicamos que o coro a diz e repete várias vezes, completa e claramente. Pensemos que enquanto se canta isso, em uma paróquia cheia, durante uma missa carismática, o demônio nos usa para repetir em coro seus insultos a nossa Santa Mãe na presença de seu Filho na Eucaristia. Isto nos mostra o grau de perversão e satanismo que se necessita para preparar e levar a cabo uma ação assim.

Reiteramos que, antes de criticar ou queixar-se por estas denúncias, peguem seus próprios cassetes e invertam a fita para escutar e verificar por seus próprios meios a verdade sobre o que dissemos. Se dirá que o pobre padre não sabia de nada e que o diabo gravou estas mensagens sem que se notasse. Bem, se é assim, uma vez descoberto o engano, se deveria tirar de venda todo o material discográfico e pedir aos fiéis que destruam o que compraram, para evitar que o mal os invada e avance ainda até seus lares. Mas se não se faz isso e tudo segue igual, nos daremos conta de que se dá o que explicamos no princípio: covardia e cumplicidade. Vocês poderão julgar pelas ações que eles fizerem, como disse Nosso Senhor: “Por seus frutos os conhecereis”.

Revisando o resto dos temas, vamos à canção “LOS QUE ESPERAN” [Os que esperam]. Ali, a mensagem subliminar revertida diz com clareza, repetidas vezes: “Oh, sé que le haré sexo, le haré sexo, le haré” [Ó, sei que lhe farei sexo].

Passando ao tema “VIVA LA FE” [Viva a Fé], encontraremos a voz do padre Mário dizendo: “Para hundirlos... soy brujo” [Para perdê-los... sou bruxo]. Não necessitamos explicar mais nada.

Terminaremos a exposição de nosso estudo com duas mensagens subliminares que falam da bebida. No tema “PA’RRIBA” (Para arriba) [Para cima] o estribilho repete incessantemente em forma hipnótica: “La birra... la birra” [a cerveja]. E o padre apóia, repetindo com sua voz o mesmo: “La birra... la birra”. No tema “CUANDO CRISTO VENGA EN GLORIA” [Quando Cristo vier em glória], temos uma mensagem subliminar que diz: “Soda no me convienes, porque no excita a bailes, no excita, no excita” [Refrigerante não me convém, porque não excita para danças].

Nos parece suficiente com o exposto para que vocês tenham uma opinião formada sobre o Movimento Carismático, e em especial sobre seus líderes, de acordo com sua reação diante desta denúncia. Se retificarem seu caminho satisfatoriamente, serão merecedores de confiança, mas se não o fizerem e tudo seguir igual, duvidamos que o Espírito Santo, que dizem ter, defenda a mentira, a manipulação e o satanismo.

*Texto original em espanhol


    Para citar este texto:
"Mensagens subliminares na música religiosa"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/veritas/igreja/mensagens_subliminares/
Online, 24/03/2017 às 20:56:17h