Igreja

Carta aberta ao covarde Padre Dr. Joãozinho
Ronaldo Mota
Tomamos conhecimento de uma infeliz declaração do Sr. em seu blog. Noticiando o falecimento de nosso caro Prof. Orlando, o Sr. disse: “dedicou boa parte de sua vida a defender aquilo que entendia por ser a verdade.
 
 
Essa frase, Padre, – dizemo-lo hoje, dia em que o site Montfort retoma suas atividades normais após a missa de sétimo dia de nosso caro Prof. Orlando – é maliciosa e extremamente ofensiva. Ela dá a entender que o Professor não defendia a verdade, mas sua opinião particular, sem maior valor.
 
Por trás de falsa cordialidade (e caridade), o Sr. destila uma crítica injusta contra alguém, recém falecido, que dedicou mais de 50 anos da vida ao apostolado, à defesa da honra de Nossa Senhora, da Igreja e do Papa.
 
O Sr. desculpe-nos a franqueza, mas seus posts sobre a morte do Prof. Orlando, agora estrategicamente retirados de seu Blog, são de uma incrível hipocrisia (e covardia)!
 
Além disso, nada ofenderia mais nosso caro Professor do que a afirmação de que ele não defendia a verdade ou que só defendia sua opinião, e não a doutrina de Nosso Senhor, ensinada e repetida pela Igreja Católica.
 
O Sr. quer fazer algum bem à alma do professor Orlando? Reze por ele em silêncio, sem violão nem pandeiro, e nos poupe de seus comentários com uma maquiagem mal feita de caridade.
 
Nem tente se explicar também, pois suas justificativas só lhe complicam ainda mais a situação.
 
Como um modernista, o Sr. afirma: “Nossa compreensão da verdade é relativa.
 
Óbvio, pois só Deus pode ter uma compreensão absoluta da verdade. Mas nós conhecemos objetivamente a realidade e a Fé que nos é ensinada pela Igreja.
 
E isso não nos permite dizer, de alguém que sempre defendeu a doutrina católica, que defendeu aquilo que “entendia por ser a verdade.”. O correto seria afirmar que defendeu a verdade. Pois todo aquele que defende a doutrina católica defende a verdade, e não o que entende por ser a verdade.
  
Aliás, por falar em verdade, Padre:
 
1. Não foi o Professor Orlando que negou a Presença real de Cristo na Eucaristia.
 
2. Não foi o Professor Orlando que negou o dogma de que fora da Igreja não há salvação.
 
3. O Professor Orlando não era amigo de quem defende a evolução do dogma.
 
4. O Professor Orlando não era amigo de quem afirma descaradamente que Adão é um mito.
 
Tudo isso o Sr. fez. E, até agora, o Sr.  não teve a honra de reconhecer que errou, nem a humildade de pedir desculpas e se corrigir.
 
O livro do Padre Fábio de Melo que nega a Presença real de Cristo na Eucaristia continua sendo vendido, disseminando o erro com sua aprovação amiga.
 
O Sr. defendeu heresias e não se corrigiu quando refutado.
 
Apenas se calou até... a morte do Prof., quando não resistiu em dar uma alfinetada.
 
Responda, se puder, o Duelo do Subsistit. Ou se retrate.
 
Escrevemos essa carta para fazer justiça ao Professor e por caridade para com o Sr. lhe enviamos uma advertência de Santo Afonso de Ligório:
 
     “Compreende bem, ó padre: Deus, elevando-te ao sacerdócio, ergue-te até o Céu, e fez de ti, não mais um homem da terra, mas um homem celeste, pensa pois quanto te será funesta      uma queda, segundo o aviso de S. Pedro Crisólogo. A tua queda, diz S. Bernardo, será semelhante à do raio que se precipita com impetuosidade. Quer dizer que a tua perda será      irreparável. Assim, ó desgraçado, cairá sobre ti a ameaça que o Senhor lançou sobre Cafarnaum: E tu, ó Cafarnaum, erguida até o Céu, serás abatida até o inferno. (Luc. X, 15)”.
 
     
 
 
Espero que o Sr. não venha dizer que Sto. Afonso é sectário ou anticlerical.
 
 
Passar bem.

    Para citar este texto:
"Carta aberta ao covarde Padre Dr. Joãozinho"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/veritas/igreja/carta-padre-joaozinho/
Online, 29/04/2017 às 10:27:58h