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Abortista que enganou o New York Times arremete contra lei pró-vida na Nicarágua


MANÁGUA, 23 Jan. 07 (ACI) .- Uma das protagonistas do recente escândalo que envergonhou o jornal New York Times por publicar informação falsa, agora arremete contra a lei que eliminou o falacioso aborto terapêutico na Nicarágua.

A representante da transnacional abortista IPAS na América Central, María Marta Blandón, reapareceu ante a imprensa para exigir que o governo sandinista derrogue a reforma legal pró-vida e argüiu, sem provas, que agora os médicos no país não atendem às mulheres que chegam com sintomas de aborto espontâneo aos centros de saúde.

Blandón é a feminista abortista que apresentou à salvadorenha Karina del Carmen Herrera Clímaco como vítima do aborto ilegal em seu país, quando em realidade foi condenada a 30 anos de cárcere por estrangular a sua filha recém-nascida. A feminista usou o caso da homicida para arrecadar recursos a favor da absolvição do aborto na América Central.

A história apresentada pelo IPAS com o Blandón à cabeça, chegou até o jornal americano New York Times, que após conhecer a verdade teve que desculpar-se há umas semanas ante seus leitores por publicar uma história falsa. Blandón nunca deu a cara à imprensa para responder sobre este tema.

Entretanto, esta semana reapareceu nos meios exigindo na Nicarágua que se restitua o aborto terapêutico, a pesar que peritos médicos em todo mundo reconhecem que com os avanços científicos atuais o aborto nunca é necessário para salvar a vida de uma mulher doente.

Segundo Blandón, quando em outubro passado se debateu no Parlamento o tema do aborto terapêutico, os abortistas fizeram um pacto com os sandinistas. "Nós falamos com muitas deputadas e deputados da Frente Sandinista que nos diziam, sim, vocês têm razão, mas é uma ordem do partido, não podemos votar contra. Mas não se preocupem, votem por nós nas eleições e quando ganharmos arrumaremos a questão", indicou.

Blandón diz agora que na Nicarágua “se desatou uma caça as bruxas. Os médicos não querem atender a nenhuma mulher que chega a um hospital ou centro de saúde com sintomas de ameaça de aborto, ou com um aborto espontâneo. A lei é tão dura e foi tão grande o peso dos setores conservadores no Governo anterior que os médicos temem incorrer em um delito. Já tivemos vários casos de mulheres que chegaram com sintomas de aborto e ninguém as quer atender. No mundo rural algumas mulheres perderam a vida”, entretanto não revela um só dado verificável.

IPAS, que promove o aborto como parte dos eufemísticos direitos sexuais e reprodutivos, apresentou um recurso de inconstitucionalidade ante a Corte Suprema para recuperar o aborto terapêutico no país. 
(destaques nossos)

    Para citar este texto:
"Abortista que enganou o New York Times arremete contra lei pró-vida na Nicarágua"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/imprensa/mundo/20070123/
Online, 25/11/2017 às 03:54:58h