Montfort Associação Cultural

25 de junho de 2013

Download PDF

Condenado o Dr Xavier Dor: um mês de prisão com sursis, oito mil euros de multa e recomendação de tratamento psiquiátrico.

O chamado “terrorista dos sapatinhos de bebê” teve seu crime, o de mostrar tais sapatinhos a uma gestante, classificado como “uma ato de violência inaudita”, pelo advogado da parte contrária. E depois disso ele é que precisaria de psiquiatra!

Fonte:   Le Salon Beige

Uma entrevista com o Dr. Dor está em Gloria TV, em francês

Médico pro vida vai a julgamento na França

Seu crime: rezar e distribuir sapatinhos de bebê dentro de centro abortista. Pena pedida: dois anos de prisão e 30 mil euros de multa.

Fonte: Gloria TV

e revista Elle

Tradução  Montfort

Um terrorista pró-vida

Acedian 24/06/2013 05:21:29
Nesta quarta-feira 26 junho, às 13:30, o Dr. Xavier Dor, presidente do SOS Tout-Petits, comparecerá perante o Tribunal Criminal de Paris (Sala 31), no Palacio da Justiça [mesmo?] (Boulevard du Palais, 1º distrito), por ter [cometido o crime de]:
- rezar o rosário na calçada em frente do Hospital São Vicente de Paulo em  Paris no dia 2 de abril de 2011
- distribuir sapatinhos de bebês nas instalações do Planejamento Familiar em 25 e 26 de Junho 2012.
Esses fatos têm qualificação penal de  “crime de obstrução do aborto” e são passíveis de dois anos de prisão e uma multa de 30.000 euros. É altamente recomendável ir apoiar, em face da justiça da cultura da morte, aquele que ela quer fazer passar por um terrorista pró-vida.
-
-
-
Abaixo a narrativa do “violento ataque”  que gerou o processo do Dr. Xavier Dor, por testemunhas da própria clínica abortista. O texto cheio de ironias foi publicado na revista feminina Elle, por ocasião da primeira audiência do processo. Note-se, na conclusão, o incômodo da dirigente abortista com o crescimento da reação católica  que ela  tacha de “extrema-direita”.

Xavier Dor novamente processado por delito de entrave ao aborto

Isabelle Duriez -  18/01/2013

« É um reincidente (…)  Xavier Dor se encontrará de novo diante da Justiça por delito de entrave à “interrupção voluntária da gravidez”. O iniciador dos comandos anti-aborto dos anos 90 deveria ter abandonado esse modo de ação, depois de várias condenações pela Justiça. Mas ele recomeçou. Em 25 e 26 de junho de 2012, ele entrou nas instalações do “Planning familial” [movimento de promoção e rede mundial de clínicas de aborto] de Paris, assustando ao menos uma paciente vinda para uma IVG. (…) Segundo Marie-Claude Zalamansky, médica [« médica » ?]  do Planning :   “No dia 25 de junho, Xavier Dor entrou acompanhado de outra pessoa na sala de espera e anunciou sua intenção de fazer orações. Nós conseguimos dissuadi-lo. Ele voltou sozinho no dia seguinte e comunicou novamente sua intenção de rezar, nós lhe pedimos que deixasse o lugar e o empurramos para a saída. Ao cruzar a porta, ele encontrou uma mãe de família, que vinha se informar para fazer uma IVG, e lhe pôs nas mãos minúsculos sapatinhos de bebê e uma medalha religiosa. Essa mulher, mãe de três filhos e católica, não podia manter o quarto [filho].”  Esta ficou chocada e abalada.

Fundador do SOS tout-petits [SOS pequeninos] em 1986, Xavier Dor se especializou em entrar em clínicas que praticam o aborto com outros militantes para assustar e culpabilizar as mulheres. Após a adoção em 1993 da Lei Neiertz, que criou o delito de entrave ao IVG legal, ele sofreu numerosas condenações. A última foi em 1999. “Ele deve ter esquecido que já foi condenado pelo mesmo delito”, ironiza Daniele Gaudry do Planning Familial. “Mas ele não tinha desaparecido de circulação, ao contrário, ele faz parte do movimento anti aborto que reza e se manifesta diante das agências do Planning Familial, diante do Hospital Tenon, mas também em Nantes, Lyon, Bordeaux… Eles se sentem encorajados pelo forte retorno das ideias da extrema direita e de movimentos como Civitas”. »

Para comentar esta publicação

O site Montfort não permite a inclusão de comentarios diretamente em suas publicacões.

Para enviar comentários, sanar dúvidas, obter informações, ou entrar em debate conosco, envie-nos sua carta.

Saiba mais