Montfort Associação Cultural

26 de janeiro de 2005

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Todo Homem de Boa Vontade será Salvo

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Pablo
  • Idade: 22
  • Localizaçao: Rio de Janeiro – RJ – Brasil
  • Escolaridade: Superior em andamento
  • Religião: Católica

Prezado em Cristo,

1 – O Que acontece com as Pessoas Que saem da Igreja e Vão para Outras Religiões?

A pessoa é julgada por suas obras, porém Deus analisa a consciência da pessoa. Ele vê os motivos pelo qual essa pessoa se afastou, se for por imprudência ele não será condenado. Deus julgará um protestante pela suas atitudes em relação as crenças da sua religião. Por isso posso afirmar que se alguém se afasta da Igreja católica simplesmente por ignorância ou por que foi enganado, esse pode ser salvo. A pessoa não tem culpa de ser enganada. Deus não pede nada ao ser humano que ele não possa dar.

A Igreja se baseia na carta de Tiago 2 que se refere a Salvação pelas Obras.

Concílio Vaticano II (O que está em Vigor):
” Todo Homem de Boa Vontade será Salvo”

Prezado Pablo,
salve Maria

Você coloca, no final de sua missiva, um princípio verdadeiro: “Deus não pede nada ao ser humano que ele não possa dar”.

Essa frase sua está absolutamente certa.

Deus dá a todos as graças necessárias e suficientes para agir corretamente, de modo que Deus só nos pede o que Ele nos dá força para cumprir.

Sendo assim,  se alguém for enganado, se-lo-á ou por culpa própria, ou sem culpa.

O ser enganado pode ocorrer por dois modos:

    1) Por ignorância invencível, que sempre isenta de culpa;

    2) Por ignorância vencível ou culpada.

A ignorância é invencível, quando a pessoa não tem meio algum de saber algo. Neste caso, ela não terá culpa se for enganada.

A Ignorância é culpável, quando ela podia ter sido vencida, mas a pessoa recusou a oportunidade de aprender o que depois lhe fez falta, para não ser enganado. E para este tipo de ignorância culpada – por ser ignorância que poderia ter sido evitada – é que Cristo pede perdão, na Cruz, ao dizer: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem” (Luc. XXIII, 34).

Eles ignoravam o que faziam, mas tinham culpa, visto que Cristo pede perdão para esses ignorantes.

Logo, nem toda ignorância é sem culpa.

Se uma pessoa abandona a Igreja Católica Apostólica Romana — a única Igreja verdadeira – e vai para uma seita qualquer, ela comete um pecado de apostasia bem grave.

É claro que Deus não deixa as pessoas abandonadas, ficando indiferente a que elas caiam em pecado tão grande, como o de abandonar  a Igreja verdadeira. Deus dá a todos as graças e os meios necessários para resistir ao mal. Se alguém, então, apostata, peca gravemente.

Você me escreve: “Ele vê os motivos pelo qual essa pessoa se afastou, se for por imprudência ele não será condenado”.

Desta vez, não posso aprovar o que você diz.

A imprudência é um pecado, e, nesse caso, como se trata de matéria gravíssima, a imprudência seria um pecado mortal.

Deixe-me, de novo dar-lhe razão, pelo menos em parte. Pois você me diz: “Deus julgará um protestante pela suas atitudes em relação as crenças da sua religião”.

Nessa frase, eu teria que acrescentar algo.

Um protestante sincero, que estivesse em sua seita por ignorância invencível, teria que praticar sinceramente o que ensina a sua seita protestante.

Como todas elas mandam ler a Bíblia, ele teria que ler a Bíblia com atenção e respeito.

Ora, ao ler a Bíblia, ele encontraria que, nos Atos do Apóstolos, o eunuco da Rainha de Candace diz que não adiante ler a Bíblia, sem ter alguém que a explique (Cfr Atos VIII, 31 ). E esse protestante supostamente sincero, lê a Bíblia sem que ninguém lha explique, pois para o protestante, não é necessário que ninguém explique a Bíblia a ninguém. Todos seriam inspirados pelo Espírito Santo, o ler a Sagrada Escritura, entendendo-a infalivelmente.

Mas, então, como é que o eunuco da rainha, afirmou, na Bíblia, que não pode se entender a Bíblia, se alguém não a explica? Por acaso o Espírito Santo teria deixado de atender ao eunuco, enquanto ele lia a Bíblia?

Mas que espírito desleixado ou distraído !…

Esse protestante leria, com os seus olhos, que a Bíblia afirma que “A fé vem pelo ouvido” (Rom X, 17).

E para o protestante a fé vem pelos olhos, vem pela leitura. E não pelo ouvido.

Ao ler isso, nosso suposto protestante de boa fé, começaria a se perguntar se o protestantismo, de fato, é certo.

Mais adiante, ele leria que no Evangelho de São Lucas, Isabel saudou Maria chamando-a de “Mãe de meu Senhor“. E que todas as gerações chamariam Maria de bem aventuradada. … Exceto a geração de Lutero, que se recusa louvar a Maria…

Esse protestante sincero e de boa fé — em ignorância já meio vencida — leria que, na Cruz, Cristo disse: “Mulher, eis aí o teu filho. E, dirigindo-se ao discípulo, disse-lhe:  “Filho, eis aí tua mãe”. ( Luc XIX.26-27).

Depois de ler, esse testamento de Cristo, como esse protestante “sincero” — permita-me colocar desde agora aspas no adjetivo sincero — como poderia ele continuar a chamar a Mãe de Cristo, e nossa Mãe misericordiosa, apenas de ”a Maria”, como os protestantes normalmente o fazem?

E depois de ler que Cristo deu a Simão, filho de Jonas, as chaves do Reino dos céus, e lhe confiou a missão de apascentar cardeiros e ovelhas de Cristo, como continuar protestante, negando o pastor único estabelecido por Cristo? Como continuar sincero protestante, mantendo o sincero sem aspas?

E ademais de ler a Bíblia  – que condena de mil modos o protestantismo — esse protestante estranhamente “sincero” deveria também estudar as origens do protestantismo. Deveria estudar a vida de Lutero.

Lendo essa vida, e lendo suas Tische Redden — suas ”Conversas à Mesa”– veria que o heresiarca de Wittenberg chamou Cristo de adúltero e de bêbado (Luthero, Tische Redden, ed Weimar, II, 107, n*1472 , apud F. F. Brentano, Lutero, p 151.) . E que chamou Deus de estultíssimo (Cfr. Luthero, Tische Redden, ed Weimar, vol. I , 487, n* 963, apud F. F. Brentano, Lutero, p. 147).

Lendo as obras do heresiarca, veria que, para Lutero, quanto mais o homem pecasse, mais provaria ter fé. Daí o princípio protestante: “Crê firmemente, e peca muitas vezes”.

Pesquisando os cadernos de anotação de Lutero, ficaria sabendo que, para esse herege, Cristo era Deus e o diabo, ao mesmo tempo (Cfr. Theobald Beer, Der frölich Wecsel un Streit, e  30 Giorni, Ano VII, n*2, Fevereiro de 1992, p. 34 seg, ).

Você vê, meu caro Pablo, que não seria difícil a esse protestante — “sincero” - descobrir que a Reforma foi uma rebelião contra a Igreja de Cristo, e que lhe era dever de consciência tornar-se católico.

Certo, a Igreja exige que, para salvar-se não basta ter fé, é preciso praticar boas obras, conforma diz Santiago.

Mas o próprio Cristo havia afirmado: “Se queres entrar na vida, observa os mandamentos” (Mat. XIX,, 17).

Não basta, então, para ser salvo, ter uma vaga e nebulosa “boa vontade”. De boas intenções, diz o ditado, está cheio o inferno.

Parodiando, poderia dizer-se que o inferno deve estar transbordando dos chamados “homens de boa vontade”…

E não me lembro em que ponto o Concílio Vaticano II teria dito a frase que você cita, e que nada tem de evangélico: ” Todo Homem de Boa Vontade será Salvo” .

Diga-me, por favor, em que documento do Vaticano foi escrito isso?

Hoje em dia, atribui-se tudo ao Vaticano II.

Mas é bom lembrar que João Paulo II, ainda agora, no documento que instaurou o NOVO MISSAL ROMANO, afirmou que o Concílio Vaticano II, só deu “conselhos e sugestões”, e não definições dogmáticas.

Mantendo-me à sua disposição, na caridade,

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

Replica

Prezado Orlando Fideli

Primeiramente gostaria de agradecer profundamente a sua resposta ao meu e-mail.

Gostei muito de sua resposta, foi bem esclarecedora em muitos aspectos. Em alguns pontos ainda não consegui concordar.

Muita coisa faz sentido, outras creio que não.

Creio no que a Igreja crê, mas o difícil é saber o que a igreja realmente crê. Muitas são as informações desencontradas que recebemos. É Padre descordando de Padre e por assim vai… Ai as coisas ficam realmente difíceis.

Peço desculpas pela minha insistência nesse assunto, mas após sua resposta, consultei o Secretário da Comissão Arquidiocesana para Doutrina da Fé e Diretor da Faculdade de Teologia da Arquidiocese, o Monge Beneditino Dom Estevão Bettencourt. Ele me disse que realmente no Concílio Vaticano II não está escrito claramente que “todo o homem de boa vontade será Salvo”, mas ele disse que ” A Constituição Lumen Gentium número 16 não diz que todo homem de boa vontade será salvo, mas afirma o equivalente; leia-o como também Gaudim Et Spes número 22.” O que você diz disso ? Será que você pode analisar esses documentos e me passar uma resposta?

Gostaria de Fazer uma “crítica”, que espero, não leve como prejudicial, mas como uma opinião daquele que é teu irmão em Cristo.

Você quando respondeu ao meu e-mail foi muito gentil, mas vendo algumas respostas contidas neste site, sinto as vezes um pouco de grosseria.

Creio que vocês possuem grande conhecimento doutrinário, e que muitos do que lhe fazem perguntas, de nada entendem de doutrina (assim como eu) e as respostas que dão as vezes são agressivas. Acho que deveria perdoar esses que fazem perguntas agressivas (assim como Jesus disse “Pai, perdoa-lhes pois eles não sabem o que fazem”) e responde-los com muito amor e carinho. Sei que vocês fazem isso sem maldade, mas as vezes fazem. Espero que minha crítica seja construtiva. Creio que todos nós cristãos católicos temos o dever de alertar os irmãos, quando vemos que uma coisa é errada (ou mesmo achamos que seja).

Paz e Bem,
Pablo

Muito prezado Pablo,
salve Maria.

Agradeço-lhe suas palavras elogiosas e encorajadoras. Que Deus lhe pague. E fico bem contente por tê-lo ajudado a compreender algo mais da doutrina católica.

Você tem muita razão em dizer que, hoje, fica muito difícil saber o que a Igreja crê, pois cada padre ensina uma coisa diferente. Mais . Cada Bispo — quase — ensina coisa diferente. Veja-se, por exemplo, a reação de Dom Loscheider contra a Declaração Dominus Jesus.

Por isso o Arcebispo de Denver bem lembrou, recentemente, que a Igreja Católica foi transformada, por alguns, em “buffet de salada” , onde cada um se serve do que quiser.

Por isso, recomendo-lhe que estude a doutrina católica nas encíclicas papais, nos bons tratados e catecismos antigos.

Também fico contente que Dom Estevão — que é meu velho conhecido e amigo — tenha confirmado o que eu lhe disse, ou seja, que o Vaticano II não ensinou que “todo homem de boa vontade será salvo”.

Você me informa que, segundo Dom Estevão, o número 16 da Lumen Gentium diz coisa equivalente à frase “todo o homem de boa vontade será Salvo”".

Ora, o número 16 da Lumen Gentium não diz nada disso. Nesse número se afirma que os membros da Igreja, inseridos no Corpo místico de Cristo pelo Batismo  — e não fala os “homens de boa vontade” –devem se conformar a Cristo na sua paixão, e assim serem ressuscitados com Ele.

Copio esse número 16 da Lumen Gentium:

“É necessário que todos os membros  [ do Corpo Místico de Cristo]  se conformem com Ele, até que Cristo seja formado neles (cfr Gal. IV, 19). Por isso somos inseridos nos mistérios de Sua vida, com Ele configurados, com Ele mortos e com Ele ressuscitados, até que com Ele reinemos ( cfr. Felip. III, 21;  2 Tim. II. 11; Ef. II, 6; Col. II, 12, etc.).  Peregrinando ainda na terra, palmilhando em Seus vestígios na tribulação e na perseguição, associamo-nos às Suas dores como o corpo à Cabeça, para que, padecendo com Ele, sejamos com Ele também glorificados (cfr. Rom. VIII, 17).( Lumen Gentium,  N* 16. apud Compêndio do Vaticano II, Vozes, Petrópolis, 1968,  p.45)

Como você vê , meu caro Pablo, deve ter havido algum engano, porque o no. 16 da Lumen Gentium não fala nada dos famosos ”homens de boa vontade”.

De passagem lhe faço notar que o Vaticano II diz que devemos nos conformar a Cristo mesmo na sua Paixão e na Cruz, associando-nos às suas dores. E, hoje, em geral, se procura em nome do Vaticano II, ser homem de boa vontade, conformar-se à Paixão e as dores de Cristo em … Copacabana e nos desfiles de carnaval…Tudo isso, agora, se diz permitido… Em nome, por vezes, do espírito do Concílio.

Já no número 22 da Gaudium et Spes se fala, sim,  dos famosos “homens de boa vontade”:

“Isto vale não somente para todos os cristãos, mas também para todos os homens de boa vontade em cujos corações a graça opera de modo invisível. Com efeito, tendo Cristo morrido por todos, e sendo uma só a vocação última do homem, isto é divina, devemos admitir que o Espírito Santo oferece a todos a possibilidade de se associarem, de modo conhecido por Deus, a este mistério pascal” ( Gaudium et Spes, n* 22, ed cit p. 166).

Então, meu caro Pablo, o texto fala mesmo dos “homens de boa vontade”. Mas não diz, de modo nenhum, que eles serão salvos.

O que a Gaudium et Spes afirma é que “devemos admitir que o Espírito Santo oferece a todos a possibilidade de se associarem, de modo conhecido por Deus, a este mistério pascal” .

Que o Espírito Santo oferece a todos a POSSIBILIDADE de salvação, dando a todos  — inclusive aos homens de MÁ VONTADE — a graça suficiente e necessária para que se salvem, é dogma da Igreja.

Mas a possibilidade de salvação não é salvação certa.

Cristo redimiu a todos. É o que se chama de redenção objetiva. Mas nem todos aproveitam do Sangue redentor de Cristo. Cada sujeito é livre de aceitar ou de rejeitar a graça. É o que se chama de redenção subjetiva. Por isso, embora todos os homens  objetivamente sejam redimidos, nem todos são subjetivamente redimidos, porque nem todos aceitam as graças que Deus dá a todos, cristãos , homens de boa vontade e mesmo — repito — homens de má vontade, porque Deus, infinitamente bom, não recusa as graças necessárias a ninguém.

De modo que, meu caro Pablo, mesmo nesse texto da Gaudium et Spes,  não se diz que  ”todo o homem de boa vontade será Salvo”.

Haveria ainda o que dizer sobre a autoridade do Vaticano II, coisa  que já discuti com Dom Estevão, sem deixarmos de ser amigos, graças a Deus.

Ainda agora, no texto introdutório ao NOVO MISSAL ROMANO, o Papa João Paulo II afirma que o Vaticano II só deu “conselhos e sugestões em matéria pastoral”.  Portanto, sem autoridade dogmática.

Recomendo-lhe, se me permite, que leia, no site Montfort, o texto que escrevi sobre as doutrinas do Padre Bouyer. Acho que vai interessá-lo.

Também lhe recomendo que leia o livro de Jules Romain “Les Hommes de Bonne Volonté  – Á la Recherche d “une Église”… Nesse livro, você poderá saber algo mais sobre o que seriam os famosos “Homens de boa Vontade”.


***

Passo à sua crítica caridosa e construtiva sobre minha “grosseria”.

De fato, sou filho de um operário, e não recebi uma educação refinada, embora tenha sempre estudado em colégios católicos. Não tive o que se chama “educação de berço”. Não tenho modos finos, nem aristocráticos. Hélas !

Que fazer ?

Agora já tenho quase 70 anos, e é difícil, nessa idade, adquirir modos finos, estudando etiqueta.

Mas não creio que você, ao falar de minha “grosseria”, se referisse à educação e à etiqueta.

Você deve estar se referindo ao meu modo de combater pela Fé, ao tom polêmico que, por vezes uso, contra quem ataca a Santa Igreja,  ou contra quem faz ataques pessoais grosseiros a mim.

Se é isso, vamos por partes..

Só reajo com energia contra quem ataca grosseiramente a Fé, demonstrando que não é “homem de boa vontade”.

E nisto sigo o exemplo de nosso Divino Mestre - que era manso e humilde para quem tinha boa vontade - assim como o exemplo de muitos santos, que atacavam violentamente os inimigos da Fé.

Você já leu São Jerônimo, meu caro Pablo? Se o ler, me achará suave e doce.

Você já leu São Bernardo?

Meu caro,  a seção de cartas do site Montfort não recusa ser arena de combate na defesa da Fé. E na arena, se sou atacado a florete, respondo com elegante e educado florete –até um filho de operário, grosseiro nos modos, pode usar elegantemente o florete, para espetar finamente o adversário. Se sou atacado a espada, respondo a espada. Se me atacam com sabre violento, contesto com meu “sabre”.  Você já viu luta de sabre ?

E se me agridem a tacape, querer-se-ia que eu respondesse com um “mazzolin di fiori”?

Non merci !

Você já leu o que diz São Tomás, na Suma Teológica, sobre a virtude da vingança (de Deus), e como se tem obrigação de vingar Deus?

Leia lá, na Suma.

É surpreendente.

E é lindo.

Recordo-lhe ainda toda a tradição enfileira polemistas católicos brilhantes, que, embora tendo recebido educação de berço – que eu não tive — foram muito violentos em seus debates.

Lembro-lhe, enfim, um ditado francês, que ainda recentemente citei para outro consulente, e que diz:

“Cette bête est très méchante, quand on l”attaque, ele se défend” (Esse animal é muito mau, quando se o ataca, ele se defende).

Meu caro, a legítima defesa justifica certas reações.

E o método de enfrentar os adversários de Deus, com força na argumentação, tem produzido bons resultados: com a graça de Deus, tenho ajudado a converter a muitos. E tenho mostrado, Deo juvante, que ser católico não é ser “delicadinho”, nem fracote. Nem medroso. E assim Deus me ajude: ter força na luta, e mansidão para perdoar.

Você deve ter reparado – espero – que reajo mais fortemente quando se ataca a Deus e a Nossa Senhora, e menos quando se me ataca ou critica pessoalmente.

Agradeço-lhe, em todo o caso, a crítica construtiva e caridosa, fazendo o propósito de ser mais delicado… sem ser “delicadinho”. Ser mais respeitoso, combatendo meu defeito pessoal. Para não escandalizar os fracos.

Mas… que batalhas me dê Deus, mansidão, e muita cristã bravura.

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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