Montfort Associação Cultural

26 de outubro de 2004

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Parabéns de um lado, preocupação de outro…

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Cleber
  • Idade: 23
  • Localizaçao: Brasília – DF – Brasil
  • Escolaridade: Superior concluído
  • Religião: Católica

Caro Sr. Orlando

É um prazer muito grande poder escrever para o senhor. Saiba que o admiro muito.

O senhor, com o seu jeito similar ao do nosso querido São João Batista, tem levado o Evangelho de Cristo por meio da Internet. Continue com este trabalho. E que a cada manhã, o Senhor lhe sopre fortaleza, animando-o sempre nesta batalha.

Parabéns pelo seu trabalho.

Todavia, (permita-me tecer algumas críticas fraternais) preocupa-me, às vezes, o tom de suas respostas. Talvez pelo excesso de e-mails que o senhor deve receber diariamente, parece (pela leitura das suas respostas) que às vezes lhe falta paciência, principalmente com aqueles que o criticam ou que criticam a nossa tão amada Igreja. As pessoas que lêem muitas de suas respostas devem ter uma imagem do senhor como uma pessoa grossa, arrogante, mal humorada e mal amada. Tenho certeza que estes adjetivos não condizem com a sua pessoa, até porque uma pessoa assim não trabalharia com tanto afinco para levar a mensagem de Deus aos homens, mas penso que tu deverias se preocupar mais com essa questão.

Tu sabes tão bem como eu que Jesus era duro em certos momentos e dócil em outros. Porém, nunca faltou o amor em Seu coração. Assim, tente demonstrar sempre amor em suas respostas. Nunca, é claro, um amor hipócrita, mas um amor verdadeiro, que brota do coração de Cristo. Um amor que é capaz de deixar 99 ovelhas para correr atrás daquela que se perdeu.

Acredito que devemos buscar sempre agregar e não separar. Lembra-te que muitas pessoas têm a sua forma de pensar influenciada por doutrinas heréticas, às vezes ensinadas pelos seus pais, ou por aqueles que são responsáveis pelo seu ensino, ou pelas suas seitas.

Assim, se elas chegam para você falando besteiras, talvez a culpa não seja tanto delas, mas sim de quem as ensinou erradamente. Cabe a nós, como servos e amigos de Jesus, levarmos estas pessoas para o caminho correto e não sermos os primeiros a levá-las para longe da verdade por atitudes nossas que demonstram pouca sensibilidade.

Tenho certeza que muitas das pessoas que respondem para você de uma maneira mais ríspida são pessoas que gritam desesperadas por dentro, por não terem encontrado ainda o caminho certo. Uma palavra de amor, semeada com a verdade, talvez seja bastante para despertar nelas uma vontade de conhecer o verdadeiro Cristo, que apenas a Igreja Católica é capaz de mostrar.

O Manual da Legião de Maria, escrita em grande parte pelo já falecido Frank Duff, nos traz lições preciosas. Permita-me completar meu comentário com esta passagem deeste magnífico livro:

“Queixamo-nos com amargura da rudeza e perversidade de certos indivíduos, e não nos recordamos – oxalá nos recordássemos a tempo! – de que as disposições que neles repreendemos são conseqüências do duro trato, embora merecido. A flor que desabrocharia ao suave calor da doçura e da compreensão fecha-se completamente num ambiente frio. Por outro lado, o ar de simpatia que o bom legionário irradia por toda a parte, a prontidão em escutar, em comprenetrar-se profundamente do caso concreto que lhe apresenta, são de uma irresistível suavidade, capaz de amolecer ainda o coração mais endurecido e desorientado, e de conseguir, em cinco minutos, o que lhe falharia em um ano inteiro de observações e conselhos (…)Pessoas de caráter difícil andam sempre cheias de raiva. Irritá-las seria provocar novos pecados e torná-las ainda mais difíceis de se deixarem atingir pela graça.”

A tentação é grande para respondermos um e-mail mal criado com uma resposta mais ríspida, mas será que é assim que conseguiremos conquistar esta alma para Cristo? Afinal, “eles não sabem o que fazem”, não é mesmo?

Eu nem me apresentei direito no início do meu e-mail, mas permita-me dizer agora que sou (como já deves ter reparado) da Legião de Maria. Nas inúmeras visitas que fiz a pessoas protestantes nos trabalhos realizados por nós pude constatar duas coisas. Primeiro, que a discussão, em que cada um defende sua religião como se fosse um time de futebol, não surte efeito positivo, apenas divisões. Segundo, se nos colocarmos em uma atitude interessada pelo ensinamento alheio e soubermos usar a pregação dos nossos irmãos separados para desmentí-los com suas próprias afirmações, isto gerará um efeito surpreendente. Sem espírito de divisão, se pode convencer qualquer evangélico das suas incompreensões e contradições. Basta sermos “prudentes como as serpentes, e simples como as pombas” Mt 10, 16.

Deixe-me explicar melhor. Sem criar trincheiras (que fecham o coração do nosso irmão), abrimos possibilidade para que ele transmita seus conhecimentos e, enquanto ele pensa que está nos evangelizando, nós usamos as afirmações deles, questionando-o como um aluno questiona seu mestre, induzindo-o e conduzindo-o a chegar, por ele mesmo, às conclusões que a nossa Santa Madre Igreja chegou.

São Paulo nos ensinou, em sua carta a Tito Capítulo 3, versículos 8 a 11, que:

“Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza, para que os que abraçaram a fé em Deus se esforcem por se aperfeiçoar na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens. Quanto a questões tolas, genealogias, contendas e diputas relativas à lei, foge delas, porque são inúteis e vãs. O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso, se condena a si próprio.”

Assim, querido irmão Orlando Fedeli, espero de alguma forma ter chamado a sua atenção e despertado em você o interesse em se vigiar mais para evitar tais atitudes. Não sei se o senhor tem esta prática, mas seria de grande valia que antes de o senhor responder os e-mails, invocasse sempre o Espírito Santo, para que Ele realmente possa dirigir o seu trabalho apostólico.

Um grande abraço de Paz!

Espero que este e-mail seja respondido, apesar de imaginar que deve demorar um bom tempo para isto ocorrer.

Cleber

“Tudo por Jesus, nada sem Maria!”

Muito prezado Cleber,
Salve Maria!
 
    Agradeço sobremaneira suas palavras que, entretanto, pelo exagero de sua admiração, chegam a uma comparação inaceitável.
 
    Claro que toda comparação só vale apenas sob certos aspectos. Mas sou obrigado a recusar qualquer comparação com um santo, porque nada tenho de santidade. Meus pecados e meus defeitos me colocam imensamente longe de qualquer idéia de santidade.
 
    Deus lhe pague, meu caro Cleber por sua amizade e admiração ainda que bem excessiva.
 
    Obrigado principalmente pelo seu santo desejo de que Deus me conceda, toda manhã, a fortaleza para combater em meu computador na defesa da Fé Católica Apostólica Romana.
 
    Aproveito sua comparação, sua crítica e seus bons conselhos, cheios de estima e caridade, para explicar, para outros leitores do site, porque é legítima a polêmica, e como, na polêmica, devemos e podemos imitar a Cristo e a São João.
     
     São João Batista é quem diz a primeira palavra polêmica contra os fariseus no Evangelho de São Mateus.
 
    Quando os fariseus vão até junto ao rio Jordão ver São João Batista, ele lhes lança o primeiro “bom dia” que aparece no Evangelho, apostrofando os fariseus:
 
    “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da cólera de Deus que vos ameaça?” (Mt. III, 7).
 
    Se os católicos dulçurosos, liberais  e sentimentais — como certo Doutor que me criticou recentemente pelo uso que faço da ironia –vivessem naquele tempo, seriam capazes de acusar São João Batista de não ter caridade e de ser mal educado. Afinal, os fariseus vinham mansinhos, dizendo-se penitentes, e São João os recebe com duas pedradas!? Perguntariam certos católicos de coração romântico e liberal: “É assim que ele queria converter aquelas pessoas?”
 
    Entretanto, Jesus declarou que nunca houve um homem nascido de mulher, maior que João Batista.
 
    Donde se conclui que estão completamente equivocados aqueles que querem dizer, para todo o mundo, palavras doces e respeitosas. Os inimigos de Deus devem ser atacados.
 
    Também Nosso Senhor vai atacar os fariseus violentamente.
 
    Você conhece o caso de Jesus na casa do fariseu que o convidara a jantar em sua casa. No jantar, na casa do fariseu, que estranhara em pensamento que Jesus não lavara as mãos para comer, Nosso Senhor atacou os fariseus e escribas, chamando-os de hipócritas. Então, um Doutor da Lei exclamou, dizendo: “Mestre, falando assim ofendes também a nós Doutores da Lei” !
  
    E Cristo respondeu, na hora, e sem temer: “Malditos também vós, Doutores da Lei” (Luc. XI, 46-47).
 Será que também Jesus era mal educado e sem caridade?
   
    Ora, Nosso Senhor quer a salvação de todos. Portanto, dizendo palavras tão duras, Jesus queria a conversão dos fariseus. Portanto, está de acordo com a caridade atacar duramente os pecadores, para convertê-los.
 
    Assim como um médico corta o corpo de um canceroso para curá-lo, assim também a palavra, como espada ou o bisturi, “corta” o herege, ou o pecador, para convertê-lo
   
    Você note, meu caro Cleber, que apesar de ser tão duro nas polêmicas, quantos se convertem pelos debates do site Montfort. Ainda agora, tive que interromper várias vezes a redação desta carta, para tratar de marcar um encontro com um rapaz que se converteu, lendo o site Montfort. E assim é todo o dia, graças a Deus.
 
    O que não me falta, graças a Deus é paciência.
 
    Você mesmo percebeu que, para responder centenas de cartas por semana — chego às vezes a responder até 50 cartas num dia) –é preciso ter paciência, pois esse trabalho é estafante.
 
    Você me diz que alguns –erroneamente- poderiam ficar com  a impressão de que sou “uma pessoa grossa, arrogante, mal humorada e mal amada”.
 
    Muito prezado Cleber, assim como em sua carta transparece a grande estima que você nutre por mim, pode ter a certeza que é assim com muitos outros.
 
    Sempre gostei de um verso de um poeta francês que disse :
 
                                        ”Si je suis aimé au collège,   ” Se sou amado no Colégio,
                                         je serai aimé demain”            serei amado amanhã ” (E. Rostand).
 
    E, se alguma coisa consegui na vida, foi a de ser amado nos Colégios onde lecionei.
 
    Sim sempre fui muito estimado pelos alunos nos colégios…Sempre fui escolhido como paraninfo dos formandos
 
    Tenho alunos que assistem minhas aulas há 50 anos. Eram meninos, quando os conheci. Hoje, têm os cabelos brancos. Ou já não tem cabelos…
 
    Le temps passe. Hélas!… Et les cheveux aussi…
    Où sont les cheveux d´antan? 
       
    Sim, meu caro Cleber, sou muito amado, graças a Deus. 
    O que não significa que não seja muito odiado.
 
    Porque está é a regra que se extrai do Evangelho: só quem é muito odiado é muito amado.
 
    Nosso Senhor foi muito amado. E também foi muito odiado.
 
    Só quem não teme ser odiado, é que será muito amado. Atacando com força os erros dos maus, se prova a todos — aos bons e aos maus–que não se busca agradar, mas fazer o bem, mesmo através da correção dura. Só é doce a mão que empunha a espada e que faz o curativo.
   
    Que eu seja pessoa mal humorada se opõe ao que sempre se considerou um defeito meu: o de rir demais.
Rio muito. E mesmo ao responder as cartas que me atacam.
 
    Uma das coisas que na dá descanso no árduo trabalho de escrever tanto é divertir-me com as tolices escritas pelos inimigos de Deus. Rio-me deles, e os ironizo. E uma das coisas que me dá mais bom humor e alegria na vida é refutar um sofisma herético. Lutar, rir e cantar, essas são coisas que me causam felicidade.
   
    Quanto a ter pouca educação, até posso concordar. Não sou um marquês de Versailles…
 
    C´est loin du trésor de Venise…
 
    Tendo sido pobre, e filho de operário, não posso dizer-me pessoa fina.
 
    Mas que seja eu pessoa “grossa”, isso de modo algum o sou. Como não sou arrogante, procurando ser simples com os operários a quem ensino, e atencioso com os pequenos, da mesma forma que sou cortante com presunçosos, porque “a misericórdia de Deus é para os que o temem”, como nos ensina Nossa Senhora no Magnificat.
   
    Você me diz: “Acredito que devemos buscar sempre agregar e não separar”.
 
    Você me permite corrigir um tanto sua maneira de se expressar nessa frase?
    
     Claro que procuro, no site Montfort, converter e agregar pessoas à Igreja Católica. Mas não a qualquer preço. Não a preço da verdade. Não cedendo na Fé.
 
    Como procuro também separar quem não é católico de quem o é, porque Cristo nos disse: “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Eu não vim trazer a paz mas a espada. Porque vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, e a nora de sua sogra” (Mt X, 34). 
 
    Sigo a recomendação, feita em 1859, por São João Maria Vianney, o Santo Cura de Ars, a dois autores — Ernest Hello, e Jorge Seigneur – que lhe pediram conselhos sobre como fazer um jornal católico. Disse-lhe São João Maria Vianney:
 
    “O princípio de uma grande obra deve ser pequeno. Não é a questão financeira que vos deve afligir. Tudo o que Deus quer se arranja, não se sabe como. Tereis o necessário auxilio, e, mesmo faltando este, deveis começar.< ?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

    Vivemos em um mundo miserável. Deveis expor esta miséria e dizer a verdade sem acepção de pessoas. Há uma massa de mentiras e de erros que deveis dissipar, sem olhar para as pessoas que os espalham. Deveis combater o erro mesmo entre os católicos, pois estes tem menos direito – se posso falar de direito – do que os outros para pregar idéias errôneas. Amai os vossos adversários. Rezai por eles, mas não deveis fazer-lhes cumprimentos. É tempo perdido. Não procureis agradar a todos, nem podeis a todos agradar.  Procurai agradar a Deus e seus Anjos e Santos: eis o vosso público! Mas vós, meus filhos, dir-me-eis que os homens não são demônios. Sem duvida, muitos não são demônios. Mas em todos que não estão unidos intimamente a Cristo está latente alguma coisa diabólica: e contra isso deveis levantar-vos como executores de justiça. O erro é um obstáculo para a união. Meu Deus, quão inexaurível é a verdade, quão imarcescível, quão repleta de vida! Mais uma vez, não deixeis jamais de combater o erro. E para isto, gastai a maior parte de vosso tempo. Começai, pois, e perseverai ! Não vos deixeis intimidar pela contradição. Contradição não vale nada. Fareis bem e muito bem”.

 

    São palavras de um grande santo, dando um santo conselho.

 

    E se é verdade que alguns “não sabem o que fazem”, outros sabem perfeitamente o que não devem fazer.

 

    O perdão dos que erram cabe a Deus. E devemos rezar para que Deus lhes conceda o perdão. Mas nosso dever é combater o erro.

 

    Ouvir os outros é bom. Masnos colocarmos em uma atitude interessada pelo ensinamento alheio”, se o outro é herege, é pecado, porque não se pode mostrar interesse pela heresia. Nós só a ouvimos para refutá-la. Nunca como ensinamento.

    
    Não se pode aceitar o ensinamento dos hereges como se fosse de mestres, porque os estaremos incitando ao orgulho. 
        
    Desse modo, não concordo com sua frase quando você me escreve que:
    
    ”Sem criar trincheiras (que fecham o coração do nosso irmão), abrimos possibilidade para que ele transmita seus conhecimentos e, enquanto ele pensa que está nos evangelizando, nós usamos as afirmações deles, questionando-o como um aluno questiona seu mestre, induzindo-o e conduzindo-o a chegar, por ele mesmo, às conclusões que a nossa Santa Madre Igreja chegou”.
 
    Deve-se sempre criar trincheiras, sim, trincheiras, fronteiras e muralhas, porque se trata de defender a fortaleza da Fé. Simular que se está interessado no ensinamento dos hereges lhes dá a esperança de nos converter, e então não converteremos a eles. Duvido que fingindo consigamos conversões.
 
    Nosso Senhor  agiu de modo oposto. Quando os saduceus vieram interrogá-lo, ele lhes repondeu imediatamente : “Errais nisso”.
 
    Imite o método de Cristo, que jamais simulou interesse em ouvir as mentiras do fariseus e dos saduceus, mas os desmascarou com força e francamente
    Quanto ao texto de São Paulo a Tito que você cita: 
 
    “Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza, para que os que abraçaram a fé em Deus se esforcem por se aperfeiçoar na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens. Quanto a questões tolas, genealogias, contendas e diputas relativas à lei, foge delas, porque são inúteis e vãs. O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso, se condena a si próprio.”(Tito, III, 8 -11)– esse texto vai a favor de meu método, e contra o que você diz e me recomenda, pois que São Paulo diz a Tito para ensinar com firmeza, e que ele fugisse de discutir com hereges sobre as genealogias [ou emanções da divindade gnóstica] porque esse homem — o HEREGE  é quem fomenta divisões.
 
    São Paulo diz então que se fuja e se evite conversar com os hereges perversos, e não aconselha procurá-los, e nem, muito menos, ficar ouvindo com interesse os seus ensinamentos, ainda que para refutá-los, como você diz que faz, e me aconselha a fazer. Ao ouvir uma heresia, devemos manifestar nossa condenação e desagrado até no olhar.
 
    Portanto, meu caro Cleber, mude de método, que o seu não é bom. Ele é o contrário do que manda São Paulo. É o oposto do que fez Cristo.
   
    E tanto o método de São Paulo é oposto ao seu, e  — ouso dizer — mais semelhante ao meu método, que você evitou citar o que Sao Paulo recomendou a Tito, pouco antes, nessa mesma Epístola:
 
    Portanto, reprende-os duramente para que sejam sãos na fé” (Tito, I, 13).Increpa illos dure!== Reprende os  hereges duramente!     
    E é o que procuro fazer com os hereges em minhas polêmicas. Reprendê-los duramente
   
    E não, escutar seus ensinamento interessadamente, como você me aconselha, e como você diz que faz.
   
    Você não faz o que São Paulo recomenda.
   
    Você faz o contrário
 
    Em todo caso, você me parece ter boa intenção e vontade de fazer o bem, embora esteja bem enganado quanto ao método que emprega.
   
    De você, sim, posso dizer para Deus: “Pedoa-o Senhor, porque Cleber não sabe bem o que escreve e o que aconselha”.
     
in Corde Jesu, semper, 
Orlando Fedeli

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