Montfort Associação Cultural

1 de março de 2010

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Ótimas notícias 1: tivemos 3 aulas adotadas ontem!

Tenho muitas boas notícias. Como são todas importantes, porém, vou dá-las em posts distintos.

A primeira delas é que foram adotadas mais 3 aulas.

Foi jogo rápido.

Ontem, domingo, quando terminei a ação de graças após a Missa no Mosteiro, fui abordado pelo Sr. Marcos Morita, que me entregou a quantia equivalente a mais duas aulas.

E, à noite, quando fui checar os e-mails antes de dormir, recebo uma notificação do PayPal, avisando-nos de uma doação de US$ 350,00 feita por Guilherme Pinheiro, um brasileiro que, fora de nossas terras, tem acompanhado a saga do Legado. Muito obrigado, xará! :-)

Aproveito a oportunidade para esclarecer uma pessoa que nos escreveu, também ontem, perguntando, basicamente, o seguinte:

Guilherme,

Serão feitos os vídeos que já podemos financiar ou não?

Ab,

X

Como se trata de uma dúvida que toca num ponto muito importante do Legado, gostaria que todos prestassem bastante atenção na resposta.

Vamos a ela:

Prezado X, salve Maria.

A formulação de sua pergunta, hoje, não faz mais sentido. Ela já fez, mas hoje não faz mais. Como expliquei no post Os próximos passos do Legado… Ou o Legado sem poesia 2, publicado no dia 05 de fevereiro de 2010, decidi mudar o modelo econômico do projeto, passando de uma postura mais arrojada para outra que chamei de mais conservadora, o que significa, na prática, o seguinte: antes, esperava sustentar o Legado com pequenas doações mensais (as “Espadas”); como, porém, elas têm sido muito irregulares, pareceu-me melhor adotar a política de só gastar nossos recursos com aquilo com que podemos arcar integralmente hoje, sem esperar nada de doações futuras.

Essa mudança de modelo pode ser bem compreendida no caso dos vídeos. Antes, esperávamos arrecadar cerca de 300 doações mensais para financiarmos 4 aulas por mês, contratando um estúdio profissional. Embora o preço final ficasse realmente mais caro que o atual, tínhamos as seguintes vantagens: i) poderíamos gravar, se não todas, apenas algumas aulas; ii) não teríamos de correr atrás de mão de obra profissional e negociar e etc.; iii) não teríamos de investir em material próprio, que se torna obsoleto em prazo relativamente curto (3 a 5 anos) e demanda cuidados especiais de estocagem e manutenção. Em outras palavras, contratando um estúdio, não teríamos de nos preocupar com nada, a não ser a preparação das próprias aulas, e não precisaríamos de uma quantia inicial alta (no caso atual, R$ 60 mil). E, além de tudo, e o que me parecia ser o mais importante, conseguiríamos rapidamente fazer o público ver que as coisas estavam acontecendo mesmo, facilitando, dessa forma, a conquista da confiança de outros mais prudentes que naturalmente iriam esperar para ver se a coisa realmente iria adiante antes de começar a fazer suas doações.

Hoje, porém, como eu disse, a estratégia mudou. Revi todos os planos financeiros que eu tinha feito – durante meses! – para o projeto e decidi que, dada a irregularidade das doações, seria melhor esperar ter toda a quantia necessária para a concretização de cada objetivo em particular antes de iniciá-lo. E, já que seria assim, partimos para a ideia de montar um estúdio próprio, contratando apenas a mão de obra.

Essa ideia, a de montar um estúdio próprio, sempre o soubemos, é, no conjunto, mais barata que a anterior, porém ela tem o empecilho de requerer, entre outas coisas, como eu citei, todo o dinheiro antes. Hoje, com 30 aulas adotadas, estamos quase atingindo o valor necessário para somente comprar os equipamentos necessários. O restante será destinado à remuneração da mão de obra, que não vamos esperar pagar com incertas doações futuras.

Hoje, para finalizar, operamos segundo a lógica do single undertaking - usado nas negociações da OMC -, ou do vulgo tudo ou nada. Por isso, embora com 30 aulas adotadas, não podemos gravar nenhuma delas até atingirmos as 100, o que se configura como a grande desvantagem desse modelo, apesar de, pelas circunstâncias, ele ter se demonstrado o mais adequado.

O novo site Montfort vai refletir esse novo modelo em sua seção de captação de recursos… Trabalharemos com orçamentos para sustento i) da operação (anual) e ii) das novas iniciativas. Isso ficará bem claro no novo site.

Apesar dessa mudança, o apelo das pequenas doações continua válido: doe pouco, mas doe. Doe quantas vezes você quiser. Porque, como dizia minha avó, de grão em grão, a galinha enche o papo.

Ab,

Guilherme

Até mais pessoal!

Guilherme

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