Montfort Associação Cultural

6 de fevereiro de 2010

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Os falsos tolerantes que tramam contra o catolicismo

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Eduardo Guimarães
  • Localizaçao: São Paulo – SP – Brasil
  • Religião: Católica

Muito prezado Orlando Fedeli
Salve Maria

Estou cansado de ver os católicos serem sempre acusados de intolerância e os budistas, espíritas, candomblistas e outros fazerem o papel de bonzinhos e tolerantes, qual não foi a minha surpresa quando encontro uma campanha “laicista” *dessas tão comuns em nossos dias que tinha como objetivo retirar símbolos religiosos de tribunais e plenários de câmaras legislativas municipais e estaduais. Até aí nada de novo, porém, chamaram-me a atenção os nomes de “religiosos” que apoiaram essa campanha, são os mesmos que participam desses discursos “inter-religiosos” e tanto falam do quanto são tolerantes, eis os nomes:

Monja Coen Sensei – Missionária da tradição Soto Shu – Zen Budismo. (a mesma que apareceu numa revista depois de ter tomado”Santo Daime” e ainda disse que iria levar o monge superior dela para se drogar também, isso porque em tese o budismo não permite esse tipo de coisa)

Ricardo Mário Gonçalves, PhD, monge budista. (professor de História na USP)

Monge Genshô, Diretor-Geral do Colegiado Budista Brasileiro.

Jagannatha Dhama Dasa – sacerdote hinduísta Vaishnava.
Mahesvara Caitanya Das – sacerdote Vaishnava.
Rev. Cristiano Valério – Igreja da Com. Metropolitana de São Paulo.
Pr. Djalma Rosa Torres – Igreja Batista Nazareth.
Pai Celso de Oxaguián
Iyalorisa Sandra M. Epega – Presidente da ONG Respeito Brasil Yorubá
Milton R. Medran Moreira – Presidente da Conf. Espírita Pan-Americana.

Alguns desses nomes são justamente dos que com melancias penduradas no pescoço vem à público falar de suas tão alardeadas “tolerâncias”, no entanto eles não podem ser tolerantes com símbolos católicos que sempre estiveram presentes em tribunais e plenários deste país, eles não podem de forma alguma ter a tal “tolerância” com a identidade que o catolicismo tem com a própria história de nosso país e nosso povo.

Sou católico, ninguém veio me perguntar se eu gostaria que os crucifixos fossem retirados de nossos tribunais.
Parece-me que para essa gente a tolerância é uma via de mão única, só nós temos que ser tolerantes com eles, eles não precisam ser tolerantes com ninguém.

Olha junto com quem esses tolerantes monges participaram da tal campanha:
Católicas pelo Direito de Decidir
Umbanda Fest
Movimento Chega! – Guerreiros do Axé
Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde – SP
Observatório de Sexualidade e Política (SPW)
Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis
Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo
Grupo Gay da Bahia
Grupo E-JOVEM de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados
Associação Goiana de gays, Lésbicas e Travestis

Por que ainda permitimos que esses falsos tolerantes atuem livremente como fazem ?

Por que ainda existem padres que caem na conversa demoniaca dessa gente, principalmente os três monges budistas citados logo no início, e se dignam a participar desses “dialogos inter-religiosos” em que na verdade o que há é todos contra o catolicismo ?

*(A tal campanha se Chama “Brasil Para todos”, pode ser acessada no site http://www.brasilparatodos.org/ , lá se encontram todos os nomes dos apoiadores dessa monstruosidade)

Muito prezado Eduardo,
Salve Maria.
     
     Você notou bem que a tolerância é intolerante.
     A tolerância absoluta pregada pelo liberalismo subjetivista e pelo relativismo é contraditória. Se a tolerência diz que se deve tudo tolerar, eles deveriam aceitar – tolerar — também a Inquisição. Ora, a tolerância absoluta não pode tolerar a Igreja Católica que afirma existir a Verdade que é o próprio Jesus Cristo Sabedoria de Deus encarnada.
     Foi a tolerância da Revolução Francesa que impôs a guilhotina. É a tolerância liberal e maçônica que organiza as campanhas contra tudo o que é mais sagrado no Catolicismo e, que, ainda agora, organiza uma campanha de ódio mundial contra o papa Bento XVI por ele defender valores absolutos.
     
Entre os católicos essa tolerância entrou como os princípios pastorais e ecumênicos do Concílio Vaticano II. Foi após esse Concílio que o mundo se transformou numa ”CASA DE TOLERÂNCIA”, onde tudo é permitido e nada é proibido, só a virtude e a verdade são banidas.
     
     Rezemos pelo Papa Bento XVI que está defendendo os valores de semrpe e a VERDADE católica contra o modernismo evolucionista e a verdade relativa do subjetivismo.
     Um abraço.
  
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

 

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