Montfort Associação Cultural

8 de junho de 2016

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O delírio nazista do “superbebê”

 Jaime Maia

 

 

Na capa da revista “Superinteressante” (ou “Superanticatólico”) a chamada para uma reportagem sobre o “superbebê”. Nas letras pequenas, informa-se que o “bebê do futuro” vai ser feito sob medida, sem problemas congênitos (como miopia e outros) e que os pais poderão escolher várias características dos filhos. Mais, diz que isto já está acontecendo.

Claro, muito lógico! O superhomem antes tem que ser um superbebê. Por coincidência, com uns belos olhos azuis. É o bebê nazista, que fracassou sessenta anos atrás, quando Hitler organizava fazendas de criação de bebês, para mães e pais “reprodutores” (com o perdão da baixeza), racialmente puros e fisicamente perfeitos. E agora “fabricado”, graças à eugênica engenharia genética, pelos próprios pais, com o sacrifício dos “espécimes” menos perfeitos.

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