Montfort Associação Cultural

28 de dezembro de 2011

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O código Xavier

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Israel Ternus Lamb
  • Localizaçao: Novo Hamburgo – RS – Brasil
  • Escolaridade: Superior em andamento
  • Religião: Católica

Caríssimos Amigos da Montfort, Salve Maria!

Em matérias publicadas em um especial sobre Chico Xavier, na revista Isto É (2103 – 03/03/2010) intituladas “Chico Xavier Superstar” e “Ele Ainda Está Entre Nós”, a revista – que logo mostra seu lado favorável ao espiritismo – comenta sobre os filmes que serão lançados no cinema brasileiro em homenagem aos 100 anos do médium.
Ao ler a sinopse do roteiro do filme, a intenção fica logo clara: de início ele fala da tia Católica de Xavier que lhe batia, perseguia, e o acusava de estar com o demônio, e o pobre garoto que chora, escuta e vê espíritos, e só quer ser aceito e fazer o bem. O paralelo com a Igreja Católica perseguindo o espiritismo é óbvio, e ainda dá a entender que a Igreja é má e perversa e que os seguidores de Kardec são os verdadeiros bons samaritanos no mundo.
Mas o objetivo dessa mensagem é outro. Bem no final da matéria, após entrevista com diversos médiuns que dizem psicografar Chico Xavier, há um pequeno quadro sobre o assim chamado “Código Xavier”, onde seu amigo e médico Eurípedes Tahan conta que Xavier combinou uma senha secreta com três pessoas próximas, incluindo ele, para que pudessem confirmar quando uma mensagem fosse enviada por ele do além. A última frase da matéria na revista é desse médico: “Infelizmente, até hoje, nenhuma (mensagem psicograda) era dele”. Nesse instante, a revista deu um tiro no próprio pé, e no pé de todos os espíritas.
Ao mostrar uma variedade de médiuns com mensagens de Chico Xavier, e logo após provar que nenhuma delas era autêntica, a conclusão óbvia que chegamos é que nada do espiritismo pode ser digno de fé, pois por todo lado pululam mensagens de espíritos com os mais diversos assuntos. Quem garante que o filho está recebendo uma mensagem de sua mãe “desencarnada”? Que certeza se tem que os livros psicografados pelo próprio Chico Xavier eram realmente obras póstumas dos autores citados, ditadas do além?
Qualquer pessoa – em especial os espíritas, que se gabam de serem pessoas extremamente lógicas e coerentes – pode chegar a mais simples dedução: como dar crédito a uma doutrina que não sabe ela mesma quem são os seus autores?
Mas, se algum lunático fã de Kardec quiser saber o autor, o próprio Deus já mostrou quem é, e a Santa Igreja Católica confirmou: o Maligno, sedutor das almas e inimigo da Sã e Verdadeira Doutrina de Deus.

Um forte abraço!

Que Nossa Senhora nos proteja do Maligno e abençoe a Montfort.

Israel Ternus Lamb

Data 29.12.2008

Muito prezado Israel,
Salve Maria!


     Agradeço sua informação muito interessante sobre as falsas mensagens pseudo psicografadas do tal Chico.
     A história do espiritismo está repleta dessas falsas mensagens do além. 

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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