Montfort Associação Cultural

9 de janeiro de 2008

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Na Missa de Natal, Pe. Jonas Abib diz que Jesus nasceu impuro

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Bruno Guimaraes
  • Localizaçao: Volta Redonda – RJ – Brasil
  • Escolaridade: Superior em andamento
  • Religião: Católica

    Um Natal diferente, totalmente diferente
    No tempo de Natal, todos nós acabamos nos recordando, de maneira muito poética, que Jesus nasceu numa gruta em Belém e que Maria colocou-O numa manjedoura.
    É tudo poético! Nós até cantamos lindos versos com suaves melodias que exaltam essa realidade. O que muitos não sabem é que Jesus estava nascendo num lugar não somente anti-higiênico, mas também “legalmente impuro”. A lei de Deus dada por Moisés proibia terminantemente que uma criança viesse a nascer num lugar assim. Aquele lugar era “impuro” e a criança que ali nascesse também seria “impura”.
    Por que teria Deus se preocupado em estabelecer uma lei assim? Porque Ele queria um povo. Um povo inteiramente d”Ele. Ele precisava, além disso, que esse povo se perpetuasse. Essa era mais uma das leis preventivas para que seu povo fosse sadio e forte e assim continuasse de geração em geração.  Mas há outra pergunta mais séria e mais importante: Por que permitiria o Pai que seu Filho nascesse num lugar assim? Mais ainda: nascesse “impuro”? Como poderia o Puro por excelência nascer num lugar impuro? A resposta nos revela um maravilhoso mistério.
    A nossa salvação começa já no nascimento de Jesus. Naquele momento em que o Verbo de Deus, feito carne, vem habitar entre nós.
    É por isso que aos trinta anos, Ele vai ao batismo de João, que era um batismo de penitência: porque Ele havia assumido, desde o seu nascimento, toda a impureza da humanidade. É por isso que João, o Batista, O aponta como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. É porque Ele havia assumido sobre si todo o pecado do mundo.
    É por isso que Ele se aproxima dos pecadores e convive com eles. É porque Ele se faz pecado desde o seu nascimento. É por isso que Ele se aproxima e acolhe os leprosos, que eram os impuros por excelência da sua época, os toca e os cura. É por isso que Ele escolhe a casa de Lázaro, que era leproso, para o lugar do seu repouso, em Betânia, uma aldeia de leprosos.
        A nossa salvação acontece em plenitude no Calvário onde Jesus, pregado na cruz, nela encravou os pecados de toda humanidade, em todos os tempos. Isso é real. Mas é muito importante assumi-lo de maneira bem pessoal:
    Jesus assumiu sobre si todos os meus e todos os seus pecados e os levou em si para a cruz e ali os encravou definitivamente.
    Há ainda outra pergunta muito mais séria do que as anteriores: se é assim, por que é que o mundo continua como está e por que é que as pessoas continuam como são? É porque a nossa salvação, que já aconteceu, precisa ser assumida por cada um de nós. É só assumir.
    É só nos recordarmos do que aconteceu com um daqueles ladrões que foram crucificados com Jesus. Este se voltou para o Senhor e disse: “Jesus, lembra-te de mim quando começares a reinar.” Ele lhe respondeu: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”. A salvação estava acontecendo. Ele imediatamente assumiu-a. Que merecimento ele teria? Nenhum. Que de bom ele fez? Nada. Ele apenas acreditou e assumiu. E recebeu de Jesus a garantia: “Hoje estarás comigo no Paraíso.”
    O Natal é festa e é preciso festejá-lo com tudo que pudermos. Mas, lembrando-nos de que o Natal é o início da nossa salvação e ele é o momento privilegiado para cada um de nós assumir pessoalmente a salvação que já aconteceu. 
 
   Eu e você precisamos assumir de coração o que aquele ladrão assumiu no alto da cruz. Façamos de tudo para que os nossos familiares e aqueles que nos são mais próximos também assumam a própria salvação, que já aconteceu. Esta é a melhor maneira de viver este Natal. Por isso eu só tenho a dizer: um santo e feliz Natal para você e sua família e um abençoado ano de 2008!

Seu irmão,
Monsenhor Jonas

Muito prezado Bruno,
Salve Maria.

    Obrigado por enviar esse horrível artigo do agora Monsenhor Jonas Abib. Coloquei em azul as partes mais escandalosas desse artiguinho.
    De padre, o líder da Canção Nova passou para Monsenhor. Mas de idéias não mudou: continua protestante. É como a serpente que troca de pele, mas não de veneno. Ou como os lobos, que trocam de pelo, mas não de vício.
    Para Lutero, bastava crer estar salvo e se poderia pecar à vontade, porque crendo na salvação, automaticamente se estava salvo.
    Com efeito, o princípio fundamental da heresia luterana foi: “Crê firmemente e peca à vontade“.
    Monsenhor Jonas Abib ainda não ensina que se pode pecar, mas já ensina a primeira parte do credo luterano: quem acredita –quem “assume” que está salvo, já fica salvo, sem precisar fazer mais nada. 
    É o que se lê nesse artigo repetitivo do protestante Monsenhor Jonas Abib, da Canção Nova.
    Como já disse doutras vezes, a Canção Nova ensina heresia velha.
    A Canção Nova, como toda a RCC, é um meio de protestantização dos católicos, hoje.
    Quem tomará providências contra esse Monsenhor protestante?

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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