Montfort Associação Cultural

31 de julho de 2006

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Metodistas no Brasil decidem sair de organismos ecumênicos com presença católica

Autor: Marcelo Fedeli

  • Consulente: Laize
  • Idade: 42
  • Localizaçao: Bauru – SP – Brasil
  • Escolaridade: Superior concluído
  • Religião: Católica

Prezados membros da Montfort,
Salve Maria!

O que faz doer o coração é notar o patamar que nossos representantes (CNBB) colocam a nossa Santa Igreja Católica Apostólica Romana.

Abaixo de uma igrejola, ao qual se lamenta o descarte e chamam isso de retrocesso!

Sinceros agradecimentos à Igreja Metodista que prestou grande favor aos fiéis Católicos e espero que as demais a imitem, ainda que tais representantes fiquem de coração partido.
Católicos do Brasil, sejamos Marca-Passos destes Bispos!!!

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Metodistas no Brasil decidem sair de organismos ecumênicos com presença católica
«É um momento triste e de retrocesso», afirma bispo

SÃO PAULO, quinta-feira, 27 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Um bispo do setor de ecumenismo da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), qualificou de um «momento triste e de retrocesso» a decisão da Igreja Metodista no Brasil de se retirar dos organismos ecumênicos que tenham a presença da Igreja Católica.

Dom André de Witte, bispo de Ruy Barbosa (Estado da Bahia, região nordeste do país) e integrante da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, afirma que se trata de uma decisão lastimável, «pois, pelo que vi, foi uma decisão de uma maioria, mas não uma decisão unânime».

O Colégio Episcopal da Igreja Metodista, em seu no 18º Concílio, reunido de 10 a 16 de julho na cidade de Aracruz (Estado do Espírito Santo, sudeste do Brasil), decidiu se retirar dos organismos ecumênicos com presença católica por 79 votos a favor, 50 contra e quatro abstenções.

«Claro que nós respeitamos a decisão dos líderes metodistas, mas não podemos deixar de lamentar», enfatiza do bispo.

Dom André afirma ainda não ter notícia de uma comunicação oficial do fato à CNBB e que o momento é de aguardar para, com paciência, ver que caminho tomar daqui para frente.

A medida causa grande impacto no CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), que tem como presidente exatamente um bispo metodista, bispo Adriel Souza Maia.

O CONIC está formado pela Igreja Católica Apostólica Romana, a Igreja Católica Ortodoxa Siriana do Brasil, a Igreja Cristã Reformada, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Igreja Metodista e a Igreja Presbiteriana Unida.

O bispo Adriel afirmou que ainda não sabe se continuará como presidente do organismo, pois isso depende de uma avaliação jurídica. Ele próprio expressou, a organismos de imprensa, «profunda indignação e tristeza» com a decisão do concílio metodista. Acrescentou ainda: «vivemos um momento de grande retrocesso».

Dom André de Witte explicou a Zenit que leu alguns depoimentos de expoentes de outras Igrejas cristãs no Brasil também lamentando a decisão dos metodistas.

É o caso do pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Walter Altmann.

O pastor Altmann disse que, embora a decisão conciliar deva ser respeitada integralmente, tomada de acordo com a convicção majoritária dos conciliares, a notícia «entristeceu profundamente o nosso coração».

Já o moderador do Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, reverendo Manoel de Souza Miranda, remeteu carta à Igreja Metodista do Brasil afirmando que a notícia desse rompimento foi «chocante, de causar muita tristeza».

Também em declarações à imprensa, o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, padre José Bizon, declarou que a medida representa um retrocesso para uma igreja, como a metodista, que tem uma caminhada ecumênica.

«A gente fica perplexo e dói o coração de ouvir uma decisão dessas, quando o mundo se abre ao diálogo», disse

Prezada Laize, salve Maria!

Felicitações pelo seu comentário, parafraseando a infeliz afirmação do padre José Bizon, — “assessor da Comissão Episcopal da Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB” — e de Dom André de Witte, bispo de Ruy Barbosa (BA) e “integrante da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB” que lastimou a saida da “Igreja Metodista no Brasil dos organismos ecumênicos”.

Note ainda que tanto o Bispo, Mons. Witte, como o padre Bizon, não lamentam a não conversão dos membros dos metodistas à Igreja Católica, pois não é este o objetivo do Ecumenismo, como recentemente afirmou o Cardeal Kasper, Presidente do Conselho pontifício para a união dos cristãos, contrariando dessa forma a ordem dada por Nosso Senhor Jesus Cristo: “Ide e ensinai” … (vide:
http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=imprensa&subsecao=styling&artigo=stylyng_001&lang=bra)

Rezemos pelo Clero.

In corde Iesu semper
Marcelo Fedeli

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