Montfort Associação Cultural

25 de junho de 2007

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Leonardo Boff se superou, defende agora ritual pagão!

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Hélio de Souza
  • Localizaçao: Monte Santo de Minas – MG – Brasil
  • Escolaridade: Superior concluído
  • Profissão: Advogado
  • Religião: Católica

Caríssimo Professor Orlando Fedeli,
E uma honra, indescritível, poder me encontrar entre seus milhares de alunos, espalhados por todo o mundo.
Quero agradecê-lo por ter condições de aprender, através da Montfort, a VERDADEIRA FÉ CATÓLICA, intacta, incorrupta, assim como foi ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, livre do câncer do modernismo, dos falsos profetas, dos comunistas, do “achismo”, pura, como é pura a Suprema Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo.
Rezo sempre pelo Senhor e por todos da Montfort, para que nunca se desanimem, mas ao contrário, que as cartas ofensivas que os Senhores recebam, sirvam como combustível para manter a chama da FÉ sempre acesa.
A sua fé brilha como o sol e tem iluminado uma infinidade de internautas Católicos, inclusive de diversas eclesias religiosas.
O motivo que me levou a escrever-lhe, mais uma vez, foi por ter encontrado um artigo do Genésio Darci Boff, mas que gosta de ser chamado de “ex-frade Leonardo Boff”, com certeza para vender livros à custa da Igreja Católica.
Esse Genésio Boff, age como a um cão que morde a mão do dono. Tudo que ele tem, seus cursos, seu doutorado, suas palestras, a publicação de seus livros e artigos, sua permanência na mídia, deve a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, e em agradecimento, não perde uma oportunidade de agredi-la, de ofender sua Sagrada Tradição, Sagrado Magistério e Sua Santidade o Padre Papa Bento XVI, que o fez calar a boca, num passado não muito distante.
No artigo em questão, o Sr Genésio, como de sempre, morde a mão do dono, acha um triunfo a existencia de ritual pagão, que é feito pelos descentedes do antigo povo Inca, antropófagos e sanguinários.
Um ex-padre apoiando ritual pagão!!! Ele deveria ser honesto e declarar com absoluta clareza para o seus fãs, que NÃO É CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO E QUE NA VERDADE NUNCA FOI, e pedir para ninguém mais chama-lo de “ex-frei Leonardo Boff”.
Mas, será que isto lhe será conveniente? Não vai prejudica-lo a ocupar espaço na mídia, a proferir palestras e a vender livros?
Tenta fundamentar seus absurdos citando textos do seu colega herege Jon Sobrino, recentemente silenciado pelo Vaticano.
Declara expresamente que a justiça é mais importante que a caridade, contraria frontalmente o que ensina o Apóstolo dos Gentios: “Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém, a maior delas é a caridade“. (1Cor 13,13).
Além de não ser Católico é um tolo em matéria de fé, apesar do seu doutorado.
Segue, com o devido respeito, a “porcaria” de artigo.
Um abraço, Paz em Cristo e Sua Santíssima Mãe, porque é somentes Neles que a encotramos.



OS ESQUECIDOS
Leonardo Boff

http://amaivos.uol.com.br/templates/amaivos/amaivos07/noticia/noticia.asp?cod_noticia=8774&cod_canal=44

Aparecida, Brasil – Certamente os bispos latino-americanos em Aparecida, ao abordarem o tema central da missão da Igreja, devem ter-se confrontado com a questão histórica ainda não resolvida sobre a forma como foram tratados os índios e os afrodescendentes. O cristianismo em geral sempre se mostrou sensível ao pobre, mas implacável e etnocêntrico diante da alteridade cultural. O outro (o indígena e o negro) foi considerado o inimigo, o pagão e o infiel. Contra ele se efetuaram “guerras justas” e liam o Requerimento (um documento em latim no qual se deveria reconhecer o rei como soberano e o papa como representante de Deus) e caso não fosse aceito se legitimava a submissão forçada.

Não devemos esquecer jamais que nossa sociedade está assentada sobre grande violência, sobre o colonialismo que invadiu nossas terras e nos obrigou falar e pensar nos moldes do outro, sobre o etnocídio indígena com sua quase exterminação, sobre o escravismo que reduziu milhões de pessoas a “peças”, sobre a dependência atual dos centros metropolitanos que dificulta nosso caminho autônomo e inclusive querem prescindir de nós. As desigualdades sociais, as hierarquias discriminatórias e a falta de sentido do bem comum se alimentam ainda hoje deste substrato cultural perverso.

Por isso com espanto ainda recentemente escutamos que a primeira evangelização não foi uma “imposição nem uma alienação” e que seria “um retrocesso e uma involução” querer resgatar as religiões dos ancestrais. Diante disso não podemos deixar de escutar a voz das vítimas que ecoam até hoje, testemunhas do reverso da conquista, como aquela do profeta maia Chilam Balam de Chumayel: “Ai! Entristeçamo-nos porque chegaram…vieram fazer nossas flores murcharem para que somente a sua flor vivesse…vieram castrar o sol”. E sua lamúria continua: “Entre nós foi introduzida a tristeza, o cristianismo…Esse foi o princípio de nossa miséria, o princípio de nossa escravidão”.

Segundo Oswald Splengler em A Decadência do Ocidente, a invasão ibérica significou o maior genocídio da história humana. A destruição foi de quase 90% da população. Dos 22 milhões de astecas em 1519 quando Hernán Cortés penetrou no México, em 1600 só havia um milhão. E os sobreviventes, segundo teólogo Jon Sobrino, são povos crucificados que pendem da cruz. A missão da Igreja é descê-los da cruz e ressuscitá-los.

Mas a esperança dos indígenas não morreu. Em algumas comunidades andinas dos antigos incas, celebra-se, de tempos em tempos, um ritual de grande significação: um condor é amarrado, a águia dos Andes, no dorso de um touro bravio. Trava-se, diante da multidão, uma luta feroz e dramática, o condor lutará com suas potentes bicadas, extenuando e derrubando o touro. Este então será comido por todos. Trata-se de uma metáfora: o touro é o colonizador espanhol e o condor o inca do altiplano andino. Ocorre uma reversão simbólica: o vencedor de ontem é o vencido de hoje. O sonho de liberdade triunfa, pelo menos, simbolicamente.

A missão da Igreja é de justiça, não de caridade: reforçar o resgate das culturas antigas com sua alma que é a religião. E em seguida estabelecer um diálogo no qual ambos se complementam, se purificam e se evangelizam mutuamente.
________________________________
Leonardo Boff
Doutor em Teologia pela Universidade de Munique
(Fonte: www.miradaglobal.com )

Muito prezado Dr. Hélio,
Salve Maria.
    
     Muito obrigado por suas palavras em apoio ao site Montfort. Agradeço-lhe  suas orações por nós e seu incentivo. Deus lhe pague. 
     Genésio Boff é um herege e apóstata que bem mereceria ser excomungado junto com todos os demais defensores da Teologia da Libertação que estão em plena rebelião contra o Papa Bento XVI, irados pela orientação que ele está dando à Igreja. 
     O que dói neles é a restauração da Missa de Sempre. Eles sabem que essa restauração vai revigorar a Igreja e por fim ao domínio herético modernista que, como fumaça de Satanás, entrou na Igreja pelas janelas abertas por João XXIII e por Paulo VI, isto é, pelos absurdos do Concílio Vaticano II. 
     Mais: a liberação da Missa de Sempre pelo iminente Motu Proprio será a condenação simbólica deste Concílio. 
     Depois disso virá a anulação da excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer. Virá, a seguir, a reforma da Missa nova, e — QUEM SABE? — a revelação completa do Terceiro Segredo de Fátima, no qual, como já se sabe, Nossa Senhora preveniu que não se convocasse um Concílio e nem se tocasse na Missa porque isso seria uma apostasia que se iniciaria no mais alto cume da Igreja.
     Boff, nesse artigo, proclama a sua apostasia da Fé. Deus tenha piedade de sua alma. Mas que, ao mesmo tempo, a Igreja o excomungue para evitar a proliferação dos erros dele.
     Um forte abraço ao senhor como a um irmão na luta.
     Escreva-me sempre.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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