Montfort Associação Cultural

27 de janeiro de 2005

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Interpretação da Bíblia por Adventista

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Paulo H.
  • Localizaçao: Rolândia – PR – Brasil
  • Religião: Protestante

Olá, tenho orgulho de dizer que sou um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e me desculpem se eu não me ofendi com os textos publicados (se essa era a intenção) mas o Catolicismo se afronta muito com o Adventismo, eu não quero falar mal nem criticar, pois esses não são frutos do Espírito Santo, embora muitos falhem nessa parte.

Eu só queria saber como a Santa Igreja Católica tem suas interpretações sobre as profecias de Daniel e de Apocalipse, não estou querendo ofender a ninguém, mas sempre quis saber como um católico decifrava essas profecias, pois sempre que me dirigia a um, este não tinha resposta, pediam para falar com um padre, mas não sei como funciona o sistema da Igreja, e como poderia falar com um padre, então eu encontrei este site em hora exata, e agora podem finalmente responder minha inquietante pergunta?

Desde já grato
Paulo H.

Prezado Paulo,
salve Maria !

Gostaria que você identificasse quais são as partes da profecia de Daniel e do Apocalípse que você quer saber como a Igreja interpreta. Desde já, porém, previno-o de que não entrarei em cálculos de ridículas continhas pseudo-proféticas que levam infalivelmente a … “Grande Desapontamento”.

Se você quiser conhecer algo sobre essas profecias, terá que partir, antes de tudo, da renúncia a querer interpretá-las pessoalmente, visto o que São Pedro ensina: “nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular” (II Pe. I, 20).

Por não seguirem esta palavra da Sagrada Escritura, por confiarem em seu próprio juízo — que era pouco –, por acreditarem em “vozes interiores“, erraram os pseudo “profetas” do adventismo, prevendo o fim do mundo por meio de continhas de somar e diminuir.

Os primeiros que acreditaram em continhas mal feitas julgaram que o “Espírito de Deus” comovera primeiramente a Carlos Fitch. A própria pseudo “iluminada” Ellen White escreveu:

“Já em 1842, o Espírito de Deus comoveu a Carlos Fitch, a preparar um mapa profético, e que foi geralmente considerado pelos adventistas como o cumprimento da ordem dada pelo profeta Habacuc” (Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, 1988, p. 366-367. O negrito é meu).

Imagine-se um mapa profético !…

E repare que Ellen White, a maior autoridade para os adventistas, aceita que o “o Espírito de Deus comoveu a Carlos Fitch, a preparar um mapa profético”. Ela admite essa loucura. Não a nega. Vai negar a conclusão, mas não a causa da comoção de Fitch.

Depois, os adventistas acreditaram nas continhas de William Miller, que:

Equivocadamente raciocinou que a “purificação do santuário” era o fim do mundo, e a segunda vinda de Cristo. Em 1818, após dois anos de inenarrável concentração, ele chegou à impressionante conclusão de que Cristo retornaria “por volta do ano de 1843″ (2.300 anos após 457), e que “”em cerca de vinte e cinco anos…todas as atividades do nosso estado presente serão encerradas”.

“O fim dentro de vinte e cinco anos ? Então outros precisavam ser advertidos. Uma voz interior instava-o com freqüência: “Vai e anuncia isto ao mundo” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, Casa Publicadora Brasileira, Santo André, São Paulo, p.13. O sublinhado é meu).

Essas são palavras de um autor adventista, num livro para adventistas.

Então meu caro, de quem era a voz que enganou William Miller em sua “inenarrável concentração”?

Seria a voz de Deus?

Mas Deus não mente e não engana!

De quem era, então, a voz enganadora e mentirosa ouvida pelo primeiro adventista ?

Você não advinha de quem era a voz ?

Você já ouviu dizer quem é o “pai da mentira” ?( Jo. VIII, 44).

E lá saiu Miller pregando a próxima chegada do segundo advento, julgando-se “tão certo quanto Pedro, Tiago e João haviam sido. Com a mesma clareza e pelo mesmo Senhor” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 16).

Miller acabou publicando que o fim do mundo e o segundo Advento de Cristo seria entre 21 de Março de 1843 e 21 de Março de 1844. (Cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 26).

Lá ficaram os “iluminados” a esperar a chegada de Cristo.

“Mas qual! A despeito de todos os sermões pregados, a despeito de todas as publicações distribuídas, de todas as campais realizadas, de toda a clara evidência bíblica de Miller, e a despeito de seu miraculoso chamado para anunciar isso ao mundo, o ano do fim do mundo passou e Cristo não voltou”( C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 27. O sublinhado e o negrito são meus. A contradição é do autor adventista que escreveu isso).

E a despeito dessa clara e evidente prova de que Miller era um falso profeta, os seus sequazes continuam acreditando que ele fora chamado pela voz de Deus !!! Continuam escrevendo em seus livros que acreditam na “clara evidência bíblica de Miller” .

É preciso ser muito cego para não querer ver que a “clara evidência bíblica de Miller” era pura cegueira e ilusão diabólica.

E até hoje se anuncia nos outdoors da Marginal do Tietê que Cristo vem aí. Certamente Ele está atrasado por causa do engarrafamento do trânsito. Mas Ele vem aí. Depois de amanhã !

Logo apareceu outro iluminado, Samuel Snow, que, tirando a prova dos nove das contas feitas por Miller, descobriu que era preciso ter intercalado um tempo de “tardança”. O novo alumbrado remarcou a data do fim do mundo para cinco meses depois (cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, pp 29-30).Tudo com base na profecia de Daniel que você me pede, caro Paulo, para interpretar pessoalmente, contra a recomendação de São Pedro.

Mas os primeiros adventistas, como os atuais, pouco se importam com a recomendação de São Pedro. Continuaram fazendo suas proféticas continhas com base no seu entendimento particular da Bíblia e remarcaram o fim do mundo para o dia 22 de outubro de 1844.

A própria Ellen White, a grande pseudo-profetisa do Adventismo, escreveu sobre a falsa previsão de Snow palavras que deixam o leitor pensando que a interpretação de Snow era correta, coisa que depois a mesma Ellen White vai afirmar ser uma interpretação errada da Escritura.

Escreveu Ellen White:

“No verão de 1844 os adventistas descobriram o engano de sua anterior contagem dos períodos proféticos, — [a contagem de Miller] — e chegaram a uma posição correta.” (Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, 1988, p. 369. O negrito é meu).

Ellen White é muito moderada em sua crítica. O erro não foi só nas contas. O erro fundamental foi o de imaginar que a “iluminação” deles vinha de Deus. Ellen White critica o engano matemático, e não condena o erro teológico do livre exame das Escrituras.

No dia marcado para o fim do mundo, os adventistas, crentes em continhas proféticas, aguardaram com ansiedade o “Advento do Senhor”…

Lá se foram eles para o alto de um monte aguardar o nascer do sol do dia final !

Aguardaram ansiosos. Aguardaram, crentes. Aguardaram o dia inteiro …

E …

Tan ! Tan! Tan! Taaam !

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E veio a noite. Rotineiramente chegou a noite, como em qualquer outro dia.

E veio a noite do… desapontamento. Chegou a noite para os iludidos “iluminados” !

Mas não vieram nem o dia do Juízo final, nem o simples juízo nas cacholas de cada um dos iludidos

“Mas o sol de justiça não apareceu”(…) “As sombras do ocaso estendiam-se serena e friamente por sobre a terra. As horas da noite passavam vagarosamente. Em desconsolados lares de mileritas [seguidores de Miller], os relógios assinalaram doze horas da meia noite. 22 de outubro havia terminado. Jesus não viera. Ele não voltara !”(C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 34).

“Não é sem razão que o dia 22 de outubro de 1844 passasse à História como o dia do grande desapontamento” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 36)

São vocês, adventistas, que dizem e reconhecem a mentira de seus primeiros falsos profetas.

Todos esse fiascos e mentiras não foram suficientes aos adventistas.

Depois de Fitch, de Miller e de Snow, apareceu, então, mais um falso profeta, Hirã Edson, o “Cléopas do Milharal”, que pretendia que Deus lhe havia dado a compreensão do “ministério sacerdotal de Cristo” e que com esse fato, nasceu a igreja Adventista (Cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 50).

Revelou o novo pseudo profeta que no dia 22 de outubro, não se deu o fim do mundo, mas que nesse dia “Cristo transferiu-se para o segundo [ Santuário] mais interior, o lugar santíssimo” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 51).

Palavra de Hirã Edson, o Cléopas do milharal !

E mais. Hirã gritava a sua “profecia” explicativa do porquê Cristo não havia vindo no dia 22 de outubro de 1844:

“Pode-se imaginá-lo gritando abertamente no campo: “Temos que esperar até que Jesus retorne das bodas ! As bodas são o casamento de Cristo com a sua noiva, a Nova Jerusalém, a capital de Seu novo reino ( Apoc. 21) (Cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 53).

“Ali estava uma resposta a suas orações ! O Céu dizia que o clamor da meia noite– a proclamação da vinda do Noivo em 22 de outubro [de 1844]– era luz genuína. Nenhuma explicação parao desapontamento foi dada, mas isso era realmente uma reafirmação” (Cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 59. O sublinhado é meu).

Entretanto, previne-nos o autor adventista que estamos citando, que não foi só Hirã Edson, que concedeu nova luz para entender o fiasco do dia do grande desapontamento: Ellen White ajudou a esclarecer o que ocorrera. Ellen White recebeu suas “luzes” do próprio Espírito Santo. Palavra de Ellen White! Palavra dos adventistas!

Palavra que tantas vezes ficara provado ser palavra falsa, enganada e enganadora.

Merwyn Maxwell conta como Ellen White vai aderir a essa “enrolação” , dizendo que teve uma visão da mesma cena da entrada de Cristo no santuário celestial, no dia 22 de outubro de 1844. Ela teria tido a visão confirmatória disso, em Exeter, Maine, em fevereiro de 1845 (Cfr. Cfr. C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, pp. 60-61).

Acredite quem amar delírios!

Jesus ainda não havia podido vir, porque estava assistindo à sua festa de casamento no segundo Santuário, no Santuário interior, lá no céu.

Logo mais Ele chega. É só acabar a festa lá em cima, que virá para “acabar com a festa” aqui em baixo.

A heresia é teimosa e incorrigível. Bem disse Nosso Senhor: “O pior cego é aquele que não quer ver”. E ainda: “Se um cego guia outro cego, cairão ambos no abismo”.

Fitch era cego. Miller era cego. Snow era cego. Hirã, “o Cléopas do milharal”, era cego. E a “iluminada” Ellen White cegava com sua pretensa iluminação da entrada de Cristo no santuário celeste para as suas bodas com a sua Noiva, a Nova Jerusalém.

Os que se deixaram levar pelas vozes mentirosas que eles ouviram, e pelas continhas falsas que eles fizeram, eram mais cegos ainda do que eles.

Não lhes bastaram os fiascos escandalosos. Continuaram a acreditar na loucura de continhas mal feitas, nas vozes que profetizaram a mentira, nas iluminações de pitonisas, esquecendo-se do que disse Cristo: “Quanto ao dia e à hora, nem o Filho do Homem a conhece” (Mt XXIV 12).

E o que Cristo, enquanto homem, não conhecia, eles pretendiam, e pretendem, conhecer.

Essa historinha das bodas de Cristo foi a gagueira anunciada por Ellen White como profecia de Deus.

A própria Ellen White, a pitonisa do adventismo, escreverá que:

Ficara demonstrado que estes dias proféticos terminariam no outono de 1844. Em conformidade com o resto do mundo cristão, os adventistas admitiam, nesse tempo, que a Terra ou uma parte dela, era o santuário, e que a purificação do santuário fosse a purificação da Terra pelos fogos do último grande dia. Entendiam que isso ocorreria na segunda vinda de Cristo. Daí a conclusão de que Cristo voltaria à Terra em 1844″ (Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, 1988, p. 369. O negrito é meu).

O que ficou demonstrado foi que tudo não passou de uma falsa profecia. Alguns, graças a Deus, abandonaram o delírio. Outros porém, cegos pela sua ilusão e por seu orgulho, procuraram disfarçar o grande fiasco adventista de 1844, dizendo algo incrível.

“Por contraste, um pequeno mas animado grupo de mileritas [adeptos de Miller] preferiu crer que estavam corretos quanto ao tempo do retorno de Cristo. Jesus havia vindo em 22 de outubro, sem dúvida, mas invisivelmente e apenas para Seus verdadeiros crentes, isto é, para eles próprios” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 87. O itálico é do autor).

Não é inacreditável? Cristo veio mesmo no dia 22 de outubro de 1844, mas veio invisivelmente. Por isso que ninguém o viu. E apesar de ninguém o ter visto, eles sabiam que Ele tinha vindo mesmo. E que até estava se casando com a Noiva – a Nova Jerusalém — no Santuário celeste.

Isso é pura pertinácia no erro, para não dar o braço a torcer, para não reconhecer o erro patente.

“Por décadas [os adventistas] continuaram a estabelecer novas datas para o retorno de Cristo. Ainda existem, sendo cerca de 30 mil em número, com o nome de Igreja Cristã Adventista” (C. Merwyn Maxwell, História do Adventismo, p. 88).

E veja também como Ellen White, a pitonisa do adventismo, procurou “explicar” — isto é, “enrolar” — o erro de contagem que levou ao Grande Desapontamento:

“Embora a maioria abandonasse a anterior contagem dos períodos proféticos, negando a exatidão do movimento nela baseada. uns poucos não estavam dispostos a renunciar a pontos de fé e experiência que eram apoiados pelas Escrituras e pelo especial testemunho do Espírito de Deus” (…) “Como não pudessem ver engano nenhum em sua explicação dos períodos proféticos, foram levados a examinar mais particularmente o assunto do santuário”(Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira , Tatuí, 1988, p.376).

Aí, Ellen White inventa a sua explicação — recebida em visão — para demonstrar que, de fato, na data de 22 de outubro aconteceu algo. Se Cristo não veio como esperavam os fazedores de continhas, não era porque estavam erradas as continhas. As continhas estavam certas. Só que no dia 22 de outubro de 1844 Cristo não veio visivelmente ao mundo, veio invisivelmente, mas para entrar no santuário celeste, purificá-lo e realizar seu desposório.

Imagine-se: haveria um santuário no céu, que fora simbolizado pelo santuário de Moisés, mas o santuário do céu ficara necessitado de purificação. Certamente se tornara impuro pelo correr do tempo que tudo estraga, até o santuário do céu, que andava precisando de uma reforma…Pra realizar o desposório de Cristo.

Veja-se o que escreveu ainda a pitonisa Ellen White:

“Destarte os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de Cristo vir à Terra, ao terminarem os 2.300 dias em 1844, entrou Ele no lugar santíssimo do santuário celestial, na presença de Deus, para levar a efeito a obra final da expiação, preparatória para Sua vinda.” (Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira , Tatuí, 1988, p.378).

Depois desses repetidos fracassos dos adventistas em insistir marcando datas para a vinda de Cristo, — parecendo até o pseudo-profeta da TFP marcando a vinda da “Bagarre e do Reino de Maria”– apesar de Jesus ter dito que ninguém sabe essa hora e esse dia, os adventistas insistem em seu erro.

Ellen White aprendeu que não convinha marcar datas fixas para a segunda vinda de Cristo. Afinal, como diz o ditado: “gato escaldado tem medo de água fria”. E como afirma um outro provérbio de traseira de caminhão, “cachorro mordido de cobra tem medo de lingüiça”.

Por isso, Ellen White guardou-se de marcar data fixa. Havia perigo de causar novo Grande Desapontamento. Dizia que o segundo advento viria em breve

Veja o que diz uma pessoa insuspeita sobre os erros de contas e de datas dos adventistas:

“Muitos que se têm chamado de adventistas, têm marcado tempo. Repetidamente marcaram uma data para a vinda de Cristo; e repetidos fracassos têm sido o resultado. O tempo exato da vinda de nosso Senhor, diz a Bíblia, acha-se além do conhecimento dos mortais Mesmo os anjos que ministram aos que hão de ser herdeiros da salvação, não sabem o dia nem a hora. “Porém aquele dia e aquela hora ninguém sabe, nem os anjos do Céu, mas unicamente meu Pai “(Mt XXIV, 12). Por isso que passou repetidamente a data marcada, o mundo está hoje me mais positivo estado de incredulidade do que antes, com respeito ao próximo advento de Cristo“.

Pois sabe quem disse isso Sr. Paulo ?

Foi… Ellen White.

Isso está no livro dela Testemunhos Seletos I, Casa publicadora Brasileira , Santo André 1984, p.504. O negrito foi meu na citação acima).

E agora … “José” ?

E depois desses fiascos clamorosos, depois desses retumbantes desmentidos dos falsos profetas adventistas, Ellen White ainda fala do “próximo advento de Cristo“.

E você, apesar desses fiascos retumbantes e dessas contradições escandalosas de Ellen White, você ainda insiste em me perguntar sobre a profecia de Daniel, ó teimoso Paulo?

Não lhe bastaram esses fiascos?

Não lhe bastaram essas contradições e “enrolações” da pitonisa mor do Adventismo?

Certamente a Igreja Católica não caiu no erro de conta dos adventistas que interpretaram erradamente essas profecias, marcando várias datas para o fim do mundo, e depois tiveram que refazer as contas. Inclusive Ellen White, que vocês veneram como profetisa, [“a mensageira escolhida por Deus para os crentes do Advento, recebeu a iluminação nos primeiros dias, logo no início de seu trabalho” (Ellen White, História da Redenção, Casa Publicadora Brasileira Tatuí, São Paulo, Introdução, p. 9).

E estamos ainda aqui.

Eu, na luz da Igreja Católica, e você nas trevas da Ellen White. O mundo não acabou ainda, mas a iluminação da Ellen White deixou vocês num “apagão”.

Espero ter respondido — longamente — a sua “inquietante pergunta“, meu caro Paulo, que se orgulha de ser seguidor das ilusões adventistas. Sem orgulho, e sem mágoa, esperando que Deus lhe conceda enfim a graça de compreender seus erros, me despeço,

In Corde Jesu , semper,
Orlando Fedeli

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