Montfort Associação Cultural

26 de agosto de 2004

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Inseminação artificial

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Gustavo Fontanive
  • Idade: 34
  • Localizaçao: São Paulo – SP – Brasil
  • Escolaridade: Superior concluído
  • Religião: Católica

A Paz esteja com vocês.

   Sr. Orlando Fideli, é com muita satisfação que lhe dirijo estás  poucas  linhas. Admiro muito o trabalho desenvolvido pela Montfort  sobre os vários  temas aqui propostos e a grande devoção em lutar pelas verdades  de nossa  Santa Igreja Católica Apostólica Romana.

   Sou Católico Apostólico Romano. Sou membro do Conselho da  Comunidade São  José, da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, cuja Diocese é de  Osasco. Está  Comunidade fica no Jd. São Jorge, SP. Em minha Comunidade sou  catequista a  um ano e meio, e também sou tesoureiro a mais ou menos cinco  anos. Adoro  desenvolver estes trabalhos em minha comunidade, onde tenho  certeza que a  minha doação em forma de mão-de-obra está fazendo com que as  graças de Deus  complete a minha vida.

   Sou casado, minha esposa também participa de forma ativa na  Comunidade. E  temos uma filhinha de 10 meses, que também já participa conosco  das Missas  aos domingos. Somos uma família tradicional, e gostamos de  participar das  Missas tradicionais também.

   Como somos relativamente conhecedores das verdades e normas  estabelicidas  pela Igreja, as vezes aparecem situações em que nos fazem  pensar. Digo  relativamente conhecedores pois confesso que ainda falta  conhecer muitas  coisas.

 Ontem, ao assistir ao Jornal Nacional, vimos uma matéria que  falava sobre  concepção. Onde uma mulher, por motivo de saúde não poderia ter  filhos, mas  a ciência estabeleceu a probabilidade de se fazer a famosa  inceminação  artificial. Sei que perante a Igreja está prática não é bem  vista. Mas o  caso dessa mulher foi mais além. Ela teria que ter uma barriga  de aluguel, e  então os médicos solicitaram que fosse uma mulher que possuisse  1º grau em  parentesco, tanto da parte dela como do marido. A solução  encontrada foi  usar a mãe do marido. E ai me veio a dúvida. É claro que não  houve o contato  físico, mas mesmo havendo uma fecundação artificial o ser  humano gerado será  entre mãe e filho, isto é, do mesmo sangue.

 A medicina a cada dia nos mostra do que é capaz.

 E como a Igreja vê este fato. Existe algum documento que fala  sobre tais  práticas.

   Que sempre seja feita a vontade de Deus,  Saudações a todos,  Gustavo Fontanive

comentários: Na verdade foi por acaso. Estava pesquisando  alguns assuntos e  encontrei este maravilhoso site.

Muito prezado Gustavo,  salve Maria !

Muito obrigado por seus elogios ao site Montfort.

Peço-lhe que reze para que Deus nos mantenha em seu santo serviço.

Esse caso a que você se refere é um escândalo.

A inseminação artificial exige sempre um ato para obter o material fecundante, e esse ato é proibido pela moral católica.

Também é condenável a gestação dessa maneira como ação não natural.

Pior ainda foi o fato de a avó se prestar a cooperar nessa gestação. Tudo isso é condenável pois viola a lei de Deus , e trata o ser humano como um mero animal reprodutivo.

Esses são pecados que clamam ao céu.

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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