Montfort Associação Cultural

11 de outubro de 2004

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HLI diz que subpopulação põe o mundo em risco

Notícia divulgada na Internet:
LONDRES – “A conspiração global contra a vida começa com uma mentira – é o mito da superpopulação gerada por organizações internacionais de controle da população”, disse Padre Richard Welch, CSSR, JCD, Presidente da Human Life International, a maior organização pró-vida do mundo.
“Bill Gates e Ted Turner, que doaram cerca de $100 milhões de dólares para programas de controle populacional, literalmente caíram na mentira gerada pelo Fundo de Atividades para a População (United National Fund for Population Activities – UNFPA), pela Federação Internacional de Paternidade Planejada (International Planned Parenthood Federation – IPPF), Crescimento Populacional Zero (Zero Population Growth – ZPG) e outros”, declarou Welch.
Welch foi o conferencista da Conferência Internacional da Vida Humana no Reino Unido, acontecida em Londres, de 1o. a 3 de outubro. Suas considerações vieram num período em que as organizações de controle populacional estão preparando o nascimento do “Bebê Seis Milhões” — marcada para 12 de outubro de 1999 — como uma data para levantar o espectro de “Um mundo devastado pelas atividades humanas”, nas palavras do Diretor Executivo do UNFPA, Nafis Sadik.
“Os grupos de controle populacional emitem alertas agudos sobre seres humanos procriando inconscientemente, enquanto os pró-vida lamentam a perda daqueles que jamais conheceremos devido à agenda de controle populacional através da contracepção e do aborto”, disse Welch. Ele chamou a atenção para o fato de que ao começar o ano 2000, as taxas de fertilidade em mais de 70 países — representando cerca de metade da população do mundo — cairão abaixo do nível de reposição, definido como 2,1 filhos por mulher.
“Em 2050 teremos duas vezes mais pessoas de 65 anos ou mais do que crianças de 15″, disse Welch, acrescentando que “as conseqüências sociais e econômicas da subpopulação é uma das maiores ameaças no mundo de hoje”. Ele previu que as conseqüências incluirão fechamento de escolas, queda das bolsas de valores, colapso do sistema de saúde, declínio nos avanços tecnológicos e economias moribundas ao redor do mundo. Citando estatísticas para acabar com o mito da superpoulação, Welch relatou também que:
As Nações Unidas prevêem que nos próximos 50 anos – em 2050 – a população da Rússia terá caído para 25 milhões, o Japão para 21 milhões, a Itália para 16 milhões e Alemanha e Espanha para 9 milhões cada.
As Nações Unidas divulgam que a Europa e o Japão perderão metade de sua população pelo ano 2100.
O Ministro da Saúde e Bem-Estar do Japão relatou que se as mulheres japonesas continuarem a ter uma média de apenas 1,4 filhos cada, a população do Japão será de apenas 500 pessoas na virada do próximo milênio – no ano 3000.
“A verdade é que a raça humana nunca esteve tão bem”, acrescentou Welch: “as economias continuam em expansão, a produtividade está subindo, a poluição está diminuindo, a expectativa de vida continua a aumentar, a pobreza está diminuindo e a liberdade política está crescendo.” Ele também apontou que:
1. Há duzentos anos atrás, a expectativa de vida estava abaixo de 30 anos; hoje está acima de 65 anos.
2. Há suficiente produção de grãos por pessoa no mundo para se consumir 3500 calorias diariamente.
3. Com carne, peixe, frutas e outras fontes de alimento, há 4,3 libras de comida produzidas por pessoa todos os dias.
“O controle governamental da reprodução humana é uma forma de tirania política”, concluiu Welch. “O uso da contracepção e do aborto é uma forma ‘politicamente correta’ de limpeza étnica, promulgada na campanha eugênica contra mulheres, crianças e minorias, empreendida por organizações de controle populacional e governos do Primeiro Mundo, notando-se que o Congresso dos Estados Unidos recentemente autorizou $400 milhões para o fundo de controle populacional.

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