Montfort Associação Cultural

7 de janeiro de 2005

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Experimentar para conhecer?

  • Consulente: Mara Carvalho
  • Localizaçao: São Paulo – SP – Brasil

Me deparei com este site que fala do Catecumenato. Muito me chamo atenção a opinião de um leitor que diz não ser necessário conhecer, experimentar algo para saber se é bom ou não. É verdade! Mas vc tem que acrediatr em uma outra opinião e aí mora o perigo. Se vc perguntar para um viciadose a droga é boa ele lhe dira que sim, pois está tendo uma experiência “boa” com ela. Mas se vc perguntar a alguém sensato, aí vc terá uma resposta correta. Cara irmão, pergunte aos seus pais, que se são catequistas, já devem estar no caminho há pelo menos 8,9 anos. Vs tem dentro de sua casa o que é o Catecumenato e não sabe definir. Não fuja, irmão. Talvez seja esta a sua realidade.

A propósito, estou no Caminho Neocatecumenal há 12 anos, tenho 5 filhos e este Caminho tem sido o verdadeiro Sal da minha vida.

Outra pergunta: porque este interrese em tentar, somente tentar, destruir a imagem do Caminho???

Sra. Mara Carvalho.

Salve Maria!

Você concorda que para se conhecer algo não é necessário experimentar ou fazer parte. Não é necessário entrar e fazer parte da Máfia para saber que seus integrantes cometem crimes.

Usando o exemplo do drogado, esse indivíduo pode achar que a droga é boa, pois teve uma experiência “boa” com ela. Pergunto-lhe: o fato de o drogado achar que a droga é boa torna-a boa?

Claro que não, já que, algo é bom ou não, independe do que achamos. Portanto, podemos ter opiniões erradas sobre as coisas, e, nesse exemplo, seria melhor que o drogado nunca tivesse experimentado a droga pois a substância ingerida lhe dá uma sensação agradável, no começo, e ele se sente bem. Justamente “aí mora o perigo”, pois o que busca o dependente é o prazer; ele quer se sentir bem.

Uma pessoa não é católica por se sentir bem, mas por ter Fé e ter sido batizada. O “se sentir bem” pode ser uma conseqüência, a qual não devemos buscar como objetivo principal.

Devemos buscar saber se algo é realmente bom e verdadeiro ou não. Concluímos que não é necessário experimentar ou fazer parte do neo catecumenato para saber o que le é. Deveríamos analisar o que é ensinado nel, qual é a sua doutrina.

No caso do Catecumenato, deve-se analisar sua doutrina, de forma racional e sensata, verificando seus ensinamentos.

A propósito, no site Montfort consta uma carta enviada por uma Senhora chamada Margareth Hulschof defendendo o Catecumenato (Neo catecumenato: confissão). Nessa carta, são colocados pontos doutrinários defendidos e ensinados por Kiko e Carmem, líderes e fundadores do grupo, e que estão nas apostilas “discretas”.

Esta carta foi respondida (Comentando um comentário), ou melhor dizendo, nesta foram confrontadas as doutrinas defendidas pelo Neo catecumenato com as doutrinas presentes em documentos da Igreja Católica.

Embora a resposta tenha deixado claro que as doutrinas de Kiko e Carmem são condenadas pela Santa Igreja ninguém do Neocatecumenato negou o que foi escrito por Margareth.

Em quem acreditar, nos documentos dos Papas, no Concilio Ecumênico de Trento e outros tantos documentos da Igreja ou nos ensinamentos de Kiko e Carmem? Devemos acreditar na Verdade ou em opiniões?

Não nos é ensinado a termos prudência, afinal “O que confia rapidamente é um coração leviano,…” (Ecl 19, 4).

Você me recomenda perguntar aos meus pais sobre o catecumenato.

Eu já tentei e eles não respondem. Recorri ao site Montfort, e mandei algumas perguntas, ninguém respondeu.

Será que para conhecer o Neocatecumenato é necessário ter uma tal experiência com Deus? O que vocês ensinam sobre ter Fé em Deus, seria essa experiência? A razão seria contrária a essa experiência? O que é Fé?

Você me diz que estou fugindo, embora vocês é que recusam conversar, recusam dizer o que lhes é ensinado, e se negam a responder às perguntas. Quem está fugindo? “Talvez esta seja a sua realidade”.

Sra. Mara, a sua carta está respondida. E as minhas perguntas vocês vão responder?

A Paz de Cristo.

Eduardo Martins.

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