Montfort Associação Cultural

9 de setembro de 2009

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Ex-RCC acusa o movimento carismático e Padre Fábio de Melo

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Mauro Rocha
  • Localizaçao: São Paulo – SP – Brasil
  • Escolaridade: Superior incompleto
  • Profissão: Estudante
  • Religião: Católica

Muito prezado Professor Orlando, salve Maria e salve o glorioso São José o terror do demônios!
     Professor, durante 7 anos fui membro da RCC e enganado por padres da estirpe do padre Fábio de Melo e Joãozinho. Porém, por meio do corajoso apostolado do site Montfort, Nossa Senhora me arrancou desse covil de lobos. Hoje, muito me honra estar do seu lado combatendo esses apóstatas. Envio ao senhor minha pequena contribuição à esse combate, podendo o senhor aceitá-la, fico-lhe muito agradecido. Deus lhe pague e que Nossa Senhora de Fátima seja pródiga em graças para com os fiéis soldados da ortodoxia.
 
Mauro Rocha
 
Quando se trocam os altares por halteres.
     Temos observado que o padre galã desertou dos polêmicos debates católicos. Percebendo que sua auto-defesa fundamentada numa superficialidade sentimental, com seus olhares, caras e bocas em close para as câmeras de tv, não pegam, ele se retirou covardemente do debate doutrinário. Pois é normal que um padre que só sabe dizer: “Isso é lindo!” , fuja de debate sério. Sua técnica é a de um cantor vulgar—e de baixo nível – que só visa seduzir mocinhas de auditório, gritando seu nome, fazendo fãs se declararem apaixonadas por ele, mas destruindo a fé.
 
     Referimo-nos – já se percebeu- ao Padre Fábio de Melo, que faria bem em meditar as palavras do Papa Bento XVI, ontem, aos Bispos do Oeste do Brasil: os padres precisam ter vida austera. Devem imitar o santo Cura de Ars, que não fazia maquiagem, mas jejum.
 
     Padre Fábio de Melo em sua auto-defesa desastrosa, ainda mais se enterrou. Vendo que sua defesa não mais se sutentava frente-a-frente com a Verdade Católica, pelo contrário, ridicularizavá-o, quando ele percebeu que sua pretensa popularidade ameaçava sucumbir, fugiu, refugiando-se nos programas de baixo nível em que as apresentadoras mal-vestidas se permitem muitas liberdades e exaltam o seu sensualismo.
 
     Restou apenas, no debate, defendendo o indefensável, recolhendo os destroços de sua heterodoxia, Padre Joãozinho, o conhecido por um (a ele bem proporcionado) diminutivo. Padre Joãozinho tem servido apenas como uma eficiente bucha de canhão. Padre Joãozinho tentou fazer algumas acrobacias metafisico-teológicas, caindo doutoramente do trapézio da internet no picadeiro do ridículo.Ele está recebendo “tiros” certeiros que vão minando a resistência carcomida dos moderninhos e de seus asseclas.
 
     Parece, desgraçadamente, que algumas famílias ainda cotinuam fiéis ao, todo maquiado e anabolizado, garoto propaganda do modernismo.
 
     Será que é possível para pais e mães se arrogarem em defensores da Moral Católica e ainda sim corroborarem para que entre em sua casa, seja por que meios forem, a figura de um padre que renuncia a batina, símbolo incontestável da castidade sacerdotal, para propagar um modismo de músculos e sensualismo?
 
     Poderá um pai de família não ter ojeriza de que sua mulher ou sua filha admirem um padre que se veste como um rapazinho de 20 anos? Ou vice-versa, poderá uma mãe ou filha não se envergonharem por ver seu pai tão admirador de um padre que se faz astuto apologista de suas próprias vaidades?
 
     Onde é que fica a Moral Católica? A onde fica o sexto mandamento? Quando o mesmo pai que se preocupa com o recato no vestir da filha e da mulher, a mãe que se preocupa com as vestes corretas da filha, mas se reúnem todos juntos na frente da televisão para aplaudir as frases melosas de quem está mais preocupado com o peso dos seus halteres do que com o peso da cruz de Nosso Senhor?
 
     Que limites poderão os pais exigir dos filhos, se se não consegue nem se indignar com o sensualismo de um sacerdote católico que devia ser um espelho da pureza cristã?
 
     Torna-se indispensável combater esse padre galã, pois o que será que lhe pesa mais: a Cruz de Nosso Senhor ou os halteres de sua academia domiciliar? O que lhe arranca mais tempo, suor e sacrifícios, o santo rosário e as penitências, ou os exercícios físicos e o zelo pelas suas próprias vaidades?
 
     Clamemos ao céu, por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, a medianeira de todas as graças, usando as palavras do santo sacerdote São Luís Maria Grignion de Montfort, por verdadeiros sacerdotes católicos, castos, destemidos e inflamados de santa indignação: 
     
     “… formemos, sob o estandarte da cruz, um exército em boa ordem de batalha e bem disciplinado, para de concerto atacar os inimigos de Deus que já tocaram a rebate. Erguei-vos,      Senhor: por que pareceis dormir? Erguei-vos em todo vosso poder, em toda a vossa misericórdia e justiça, para formar-vos uma companhia seleta de guardas que velem vossa casa,      defendam vossa glória e salvem tantas almas que custam todo vosso sangue. Para que haja um só aprisco e um só pastor, e que todos vos rendam glória em vosso santo      templo” (São Luis de Montfort).
 
In baculo cruce et in virga Virgine 
               Mauro Rocha

 

Muito prezado Mauro,
Salve Maria.
 
Obrigado por seu apoio e testemunho.
 
In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

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