Montfort Associação Cultural

30 de setembro de 2004

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Ex-integrante da TFP faz acusações

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Anónimo
  • Localizaçao: – Brasil

Carissimo Sr. Orlando Fideli,

Foi com muito agrado que li a sua cronica ” Monsenhor Bom Senso” que se referia, sem que o senhor o mensionasse , á TFP e á sua nefasta ação sobre as almas, por parte do fundador da mesma.

Queria-lhe dizer que me revi em toda a história da sua crónica, porque infelizmente também fui vitima daquela seita á muitos anos, e que me deixou profundas cicatrizes negativas em minha alma.

Conheço o seu percurso pela TFP, pois o Sr. era muito referenciado como sendo um apóstata que prejudicou muito a TFP, mas que eles diziam que o Sr. saiu derrotado, pois foi tudo refutado na imprensa, através de livros e o Sr. ficou sem resposta. ( isto era a versão que passava lá dentro )

Mas a razão principal deste Mail é perguntar-lhe porque é que o Sr. permaneceu cerca de trinta anos na TFP e só ao fim desses anos decidiu sair ? Não acha um pouco incoerente esta longa estadia para quem agora é o principal Arauto de discordância dos ideiais da TFP?

E digo-lhe mais, com toda a frontalidade, acho que o Sr. ainda professa muitos dos ideais da escola da Contra-Revolução da TFP, como se pode facilmente constatar no seu site, que mantêm ideias conservadoras, tradicionalistas, anti- papa e anti-Vaticano II, e anti-igualitarismo, anti-comunismo, que defende a Missa Tridentina,etc, etc.

O Sr. pode não usar os mesmos termos do Prof.Plínio, mas de uma maneira velada tem em sua alma todos os pensamentos por ele ensinados a ponto de criar uma associação com o nome de Montfort, que nos transporta para o mundo de S.Luis Maria G. de Montfort, grande santo sem dúvida, mas que foi completamente deturpado pela TFP, a ponto de aplicarem a sua doutrina á escravidão do Prof. Plínio e tudo o resto do que daí derivou.

A meu ver o Sr. tinha falta de poder na TFP e criou um contra-poder com outro nome, mas com objectivos semelhantes, pois nota-se a radicalidade com que o Sr. Orlando Fideli defende os temas por si abordados, e acho que a virtude da temperança só lhe ficava bem, pois como nos ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo “a virtude está no meio” e não em extremismos, senão volta a ser aquilo que era quando era membro da TFP, e digo-lhe mais.. quando o Sr. responde aos seus leitores em poisições que lhe são contrarias o Sr. é insultuoso e mal educado, não professando desta forma a caridade cristã.

A sua atitude é de homem que viu seus interesses frustados e como tal criou uma associação em que toma uma posição de de Mestre com uma autoridade que por vezes se sobrepõe á propria Igreja e tomando posições parecidas ou piores que as de Dom. Lefebvre, merecendo portanto a condenação por parte da Igreja Católica.

Se na TFP o Prof. Plínio era um culto, na sua associação o Sr. é outro culto, e não reconheço em ambas nenhuma autoridade moral para falar sobre qualquer assunto da Igreja.

Desculpe a minha frontalidade, mas as seitas merecem ser tratadas com Firmeza e Justiça. Se nosso Senhor Jesus Cristo viesse agora á terra vocês eram os primeiros a serem dizimados pela Justiça Divina, pelo mal que fazem ás pobres almas que caem em vossas mãos, pois são vítimas de autênticas Lavagens Cerebrais.

Começei este Mail elogiando a sua crónica, pois ela revela as manipulações execidas pela seita TFP, a qual me oponho de corpo e alma, mas quem sabe e tem consciência que tal organização faz tão mal a almas inocentes, a ponto de a apelidar de seita, porque será que cria uma organização com outro nome e com objectivos semelhantes?

O que pensar da associação Montfort?

Uma associação ou uma seita?

Ficou bem explicito neste mail o que eu penso o que os Srs. são, portanto só me resta rezar e pedir a Nossa Senhora que tenha misericordia de vossas pobres almas que até á hora da morte ainda vão a tempo de se converterem ao verdadeiro Catolicismo.

Se tiver corajem responda-me Sr Orlando Fideli ( sabendo desde já que não tem argumentos possiveis senão o insulto, como é seu hábito…)

e publique este mail no seu espaço reservado aos leitores para todos saberem a verdade sobre a vossa seita.

Como prezo muito a minha privacidade, não me crendo imiscuir nos seus circulos, optei por manter o anonimato.

Anónimo

Prezado Sr….Sr…. Anônimo,
salve Maria.

Perdoe-me, não dar-lhe um nome próprio, conforme manda a boa educação. É que, não sendo eu profeta, e muito menos, profeta inerrante, ignoro seu nome verdadeiro, e deduzindo um nome de seu texto, correria eu risco de um equívoco, caso eu o chamasse com o nome de um Imperador bizantino, por exemplo, Valente. Ou, se lhe atribuisse o nome de um profeta, como…. vamos dizer… Maldecias.

O Sr.nunca ouviu falar desse profeta?

Pois nem eu. Mas bem poderia ser o nome de um desses profetas de igrejolas, como há tantas por ai, como uma que vi numa placa: “Última chamada para Cristo”.

Permanecendo nas trevas quanto a seu nome real, não o chamarei então nem de Valente, como um bizantino imperador, nem de Maldecias, como o suposto profeta da “Ultima Chamada para Cristo”.

O Sr., infelizmente, será apenas, para os leitores do site, e para mim, o “Anônimo”. Nem Valente — que lindo nome, o Sr. perdeu — nem Maldecias — que nome cheio de mistério o Sr. deixou de receber! Poderia fazer concorrência até ao de Osama bin Laden, em matéria de mistério oriental, com um toque sefardita do século XV.

Pena!

Antes de prosseguir, quero agradecer-lhe o elogio indireto à minha crônica “Monsenhor Bom Senso”.

Então, ela o agradou, deveras?

Que bom!

Eu a achei divertida. Pelo menos me diverti muito com ela, ao escrevê-la.

Sabe, meu caro Sr. Anônimo, as polêmicas são como duelos. E duelos os há com várias armas. Já tive que duelar com adversários e inimigos com vários tipos de armas, sempre escolhidas por eles. Houve até um, que me desafiou a lutar a tacape.

Brutal!

Outro houve com quem lutei a sabre, para defender a honra de Nossa Senhora, que ele pisara.

Acabei por pisá-lo como a um escorpião, graças a Deus. O que valeu — também graças a Deus — a conversão de alguns protestantes

Não vou dizer que não gosto de duelar. Seria uma mentira.

Gosto.

Gosto de combater.

“Et je voudrais mourir un jour sous un ciel de feu,
en disant un bon mot pour l’honneur de Dieu!”

Gosto de “duelar”, mesmo a tacape, se for o caso.

Mas prefiro o florete.

É bem mais elegante. E fino. E educado. E cheio de espírito e de graça.

O florete permite, não tanto estraçalhar o adversário, mas apenas vencê-lo, sem ofendê-lo. Sem insultá-lo

E a polêmica, meu caro, nestes tempos de falsa paz — da paz que vem da ONU , e não de Cristo — nestes tempos sem cruzadas, e sem cruzados, é o único combate digno que restou.

Já não há cruzadas, e já não há cavaleiros.

“Onde estão os escudos brancos”
Onde estão os guerreiros francos?”

(E já que seu e mail vem de Portugal, permita-me citar-lhe versos referentes às antigas proezas lusitanas):

“E para que brilham, as estrelas dela,
se já não há mais brancas caravelas?”

A polêmica – a florete – permite a ironia, que punge sem insultar. O insulto é mal educado. É de botequim. E o espírito cristão da Idade Média ensina e manda amar o adversário, a desejar a sua conversão. E a perdoá-lo.

Na polêmica — a florete — visa-se vencer o adversário para o convencer. E se ele for um adversário de valor, a duelar com ele, pensando: “Ah! Quel baron, s’ il fut chrétien!”.

Por isso, meu caro Sr. Anônimo, saiba que não insulto os adversários. Não confunda o golpe ágil e rápido do florete irônico — a ironia que cotuca e arde como picada de … mutuca — com o insulto soez, próprio da falta de argumento ou de espírito, de um briguento de taberna.

O Sr. me pergunta como fiquei trinta anos na TFP e só depois desse longo prazo me tornei — coloco suas próprias palavras; “o principal Arauto de discordância dos ideiais da TFP?”

Agradeço-lhe o reconhecimento – que muito me honra — de que sou o “o principal Arauto de discordância dos ideais da TFP”.

Obrigadíssimo !!!

Por que fiquei lá trinta longos e sofridos anos, e só sai depois disso?

Mas muito simples, meu caro Sr. Anônimo. É porque lá, na TFP, eu sempre fui sabugo, e sempre fiquei “no gêlo”. Pior : era “fumaça”. O líder da “fumaça” . A “Inimica Vis’, a força do “Inimigo’” — devia ser Satã — dentro da TFP.

Sabugo, queria dizer inútil. “Fumaça”, no jargão da seita tefepista, queria dizer, aquele que difunde “mau espírito”, contrário ao “bom espírito do profeta de Higienópolis. “Inimica vis” era a força de satanás, procurando atuar na TFP. Por isso, fui mantido longo tempo “no gêlo”, não tendo conhecimento do que se passava secretamente “por trás do estandarte” rubro, onde aparecia aquele leão de barriga cavada e linguão comprido.

Meu caro, custou descobrir a seita secreta da Sempre Viva. Quando descobri, sai e denunciei.

Tudo o que se sabe sobre os cultos secretos da TFP e sobre a Sempre Viva — e o que o Sr. sabe sobre ela — foi porque eu denunciei.

À medida que vou lendo sua carta, percebo que seu tom, que começara amigável e até elogioso, foi se tornando amargo, e depois até ácido, e não se dirigindo a mim, apenas “frontalmente”, como se diz em Protugal, mas mesmo afrontosamente, como se diz no Brasil.

Afrontosamente, sim, porque o Sr. me acusa de ser contra o Papa, de quem defendo sempre a autoridade e a devoção a ele.

O Sr. me permite, então, por isso, um protesto?

Leia meu artigo VIVA O PAPA – está no site Montfort — e terá claramente minha posição quanto a esse ponto.

Saiba que considero um insulto dizer-me que sou contra o Papa.

Cito sua frase:

” E digo-lhe mais, com toda a frontalidade,

[este termo traiu sua origem portuguesa, tanto quanto seu .pt no seu email] acho que o Sr. ainda professa muitos dos ideais da escola da Contra-Revolução da TFP, como se pode facilmente constatar no seu site, que mantêm ideias conservadoras, tradicionalistas, anti- papa e anti-Vaticano II, e anti-igualitarismo, anti-comunismo, que defende a Missa Tridentina,etc, etc.”

Meu caro Sr. Anônimo, se manter idéias contrárias à Revolução, conservadoras, tradicionalistas anti Vaicano II, anti comunistas e pró Missa tridentina, enquadrasse a pessoa na TFP, o Sr estaria dizendo que milhões de pessoas são tefepistas. É uma simplificação de uma simploriedade escandalosa. Isso equivale a dizer que todos os que defendem a igualdade, a revolução, o anti conservadorismo, a missa de monsenhor Bugnini, assim como o etc. e o etc. professam os “ideais” do Partido Comunista.

Com toda a frontalidade lhe digo: isso é um absurdo, ó precipitado e simplificador Sr. Anônimo.

O que distingue uma pessoa ser da TFP, é o aceitar seus “ideais” próprios, particulares dessa seita, não é o ser antiliberal e contra revolucionário. Por exemplo, ser da TFP exige admitir que só a TFP é contra o Comunismo e Contra a Revolução. Exatamente um princípio que o Sr. adota. Se isso fosse verdade, toda ação contra revolucionária seria tefepista. O que é um absurdo, e um delírio.

Até o ter devoção a Nossa Senhora segundo o método de São Luis de Montfort seria prova de que conservo tefepismo em minha pobre alma.

Mas, se fosse assim, todos os que tem devoção a Nossa Senhora e que se pautam, nesse campo, de acordo com a Mariologia do Tratado da Verdadeira Devoção a Nossa Senhora, de São Luis de Montfort, seriam tefepistas. Meu caro Sr. Anônimo, o Sr delira.

Aplicando seu método de raciocinar, poder-se-ia dizer:

A TFP diz ter devoção a Nossa Senhora de Fátima. Em Portugal, milhões de pessoas têm devocäo a Nossa Senhoara de Fátima. Logo, em Portugal há milhões de tefepistas.

Compreendeu o seu delírio?

E como posso ser alguns parágrafos acima ‘“o principal Arauto de discordância dos ideais da TFP” e, logo depois, ser acusado de manter os ideais da TFP?

Contradição sua, caro Sr. Anônimo.

O Sr., meu caro Anônimo, adota, ainda, uma visão tefepista ao admitir que contra o Comunismo, é só a TFP que é.

Seu tefepismo se revela ainda no tom cada vez mais ácido contra aquele que o Sr. chama o ““o principal Arauto de discordância dos ideiais da TFP”.. O Sr. demonstra mais raiva de mim, que combato a TFP, do que da seita que o prejudicou tanto, conforme suas palavras.

Quer outra prova mais de seu tefepismo encoberto?

Dr. Plínio — o profeta de Heliópolis — pretendia conhecer os pecados e as intenções de uma pessoa, mesmo vendo-a de costas, olhando a sua nuca.

O Sr. parece ter herdado dele um “carisma” ainda maior. Sem nunca me ter visto — nem de frente, nem de costas — pretende conhecer minhas intenções mais profundas, e mais recônditas, pois caridosamente me diz:

“A meu ver o Sr. tinha falta de poder na TFP e criou um contra-poder com outro nome, mas com objectivos semelhantes, pois nota-se a radicalidade com que o Sr. Orlando Fideli[Sic} defende os temas por si abordados, e acho que a virtude da temperança só lhe ficava bem, pois como nos ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo "a virtude está no meio" e não em extremismos, senão volta a ser aquilo que era quando era membro da TFP, e digo-lhe mais.. quando o Sr. responde aos seus leitores em poisições que lhe são contrarias o Sr. é insultuoso e mal educado, não professando desta forma a caridade cristã". (O sublinhado a seus elogios a mim e à revelação de minhas "intenções" é de minha lavra. Os erros de grafia são seus).

O Sr me diz mais:

"A sua atitude é de homem que viu seus interesses frustados e como tal criou uma associação em que toma uma posição de de Mestre com uma autoridade que por vezes se sobrepõe á propria Igreja e tomando posições parecidas ou piores que as de Dom. Lefebvre, merecendo portanto a condenação por parte da Igreja Católica".

Eis que apareceu um novo "profeta" em ... Portugal. E ele tem a capacidade de ver as intenções mais profundas de alguém, mesmo além Atlântico ! Um profeta, modesta e humildemente... Anônimo.

Seu poder profético percebeu transatlanticamente que há um culto, para mim, na Montfort.

Na TFP, Dr Plinio era o profeta inerrante e imortal. Na Montfort, eu sou chamado por meus alunos e amigos de o "Inacertante", tanto erro em minhas previsões políticas, e até meteorológicas.

E sua acusação de que a Associação que fundei, e que não tem quase nenhuma importância, é uma seita, me obriga a um segundo protesto.

Meu caro, é fácil acusar anonimamente e sem prova alguma. Nada há, em meus artigos que não seja tirado de encíclicas e documentos da Igreja. E se houvesse qualquer risco de cair em sectarismo, fecharia imediatamente a Montfort, que não se considera de modo algum o único grupo possuidor da verdade.

No final de sua carta, o Sr. me diz que rezará para que "Nossa Senhora tenha misericórdia" de mim e do Sr.

Muito obrigado por suas orações anônimas.

Mas permita-me um reparo. Nossa Senhora possui, sem dúvida, e no mais alto grau possível, a virtude da Misericórdia. Ela é a Mãe de misericórdia, por ser mãe de Cristo Deus. Mas, propriamente, quem tem misericórdia de nós e que perdoa os nossos pecados é Deus, e não propriamente Nossa Senhora. Por isso, a Igreja Católica manda que, quando invocamos a Deus, digamos "Miserere nobis", e quando se pede algo a Nossa Senhora, se diga "Ora pro nobis".

Era na seita tefepista que se cometia esse erro de dizer miserere nobis para Nossa Senhora,.em vez de pedir a ela que orasse por nós (Ora pro nobis).

Esse é um outro resquício de tefepismo sectário que permanceu em sua alma sofrida e dolorida.

No final, o Sr me desafia:

"Se tiver corajem responda-me Sr Orlando Fideli

[ sic] ( sabendo desde já que não tem argumentos possiveis senão o insulto, como é seu hábito…) e publique este mail no seu espaço reservado aos leitores para todos saberem a verdade sobre a vossa [sic] seita”.

Para publicar sua carta não é preciso ter coragem nenhuma. É um prazer, pois que ela me divertiu muito. Não preciso ter coragem para mandar publicá-la. Preciso apenas pedir que meus alunos consintam em violar, em seu caso, a praxe de não publicar cartas anônimas e insultuosas. E ainda com erros de português: o sr. escreveu “mensionasse com s em vez de c, e mudou a forma de tratamento da terceira pessoa para a segunda do plural. Nisso também, o Sr se mantém tefepista.

E o Sr encerra sua missiva, escrevendo:

“Como prezo muito a minha privacidade, não me crendo imiscuir nos seus circulos, optei por manter o anonimato”.

E assina: “Anónimo”.

Que feio, não?

Não lhe ensinaram que escrever cartas anônimas, ainda que por comodismo, é contra a moral, por ser covardia?

Eu não conhecia o verso – de pé quebrado, e de valor nulo – que diz:

“Pois até entre os portugueses,

anônimos há algumas vezes”.

Pois nosso nome é uma bandeira, que devemos desfraldar sem medo.

A Deus sempre peço que me dê a coragem de confessar o seu Santo Nome diante do mundo e dos homens, para que, um dia, Ele mesmo confesse meu pobre e apagado nome diante de Deus Pai.

E nessa Fé católica, e nessa esperança, quero viver e morrer.

Que Deus lhe dê coragem e verdadeira paz, é o que lhe deseja aquele que assina in Corde Jesu, semper, o seu próprio nome inteiro: Orlando Fedeli.

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