Montfort Associação Cultural

10 de fevereiro de 2010

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Equívoco de Orlando Fedeli sobre frase de Felipe Aquino

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Antonio Glauton Varela Rocha
  • Localizaçao: Fortalea – CE – Brasil
  • Escolaridade: Pós-graduação em andamento
  • Profissão: Estudante
  • Religião: Católica

A muito tempo percebi um erro em um comentário de Orlando sobre uma frase dita pelo prof. felipe Aquino no artigo “Prof. Felipe de Aquino confessa que há heresias no Concílio Vaticano II” publicado neste site em 05/03/2007.
Como já tinha enviado uma outra carta e não obtive resposta, sabendo do número de cartas que são enviadas ao site, resolvi não tentar de novo um contato. Mas recentemente vi uma carta de Nilton Fontes enviada em: 07/03/2007, onde ele percebe tb o erro. Vamos ao texto:

“Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes; nem tudo dele é heresia. Há muitas coisas boas; leia a Unitatis Redintegratio”.

Aqui muito provavelmente houve um erro de digitação. Colocando o texto sem este possível erro e com as informações implícitas, fica fácil perceber o erro:

“Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes; nem tudo dele”S” é heresia. Há muitas coisas boas; leia a Unitatis Redintegratio”.

Esse “S” que faltou retira os equívocos.

1. O prof. Felipe Aquino disse: “Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes”;

2. Esta informação sustenta a frase seguinte: “nem tudo dele”S” é heresia”. Ou seja, antes de dizer que nem tudo dos protestantes é heresia, ele tinham de fundamentar.;

3. A frase seguinte (“Há muitas coisas boas”) reforça a anterior;

4. E para confirmar esta informação vem a última frase do texto (“…leia a Unitatis Redintegratio”.) que indica o local onde se encontra esta idéia.

Se eu estiver correto, o texto com todas as idéias explicitas e com o S que faltaria, ficaria assim:

“Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes; nem tudo deleS (ou seja, dos protestantes) é heresia. Há muitas coisas boas (nos protestantes); leia a Unitatis Redintegratio” (leia, porque lá se afirma que entre os protestante tb existem coisas boas)

Bem, acima exponho um primeiro modo de apontar o erro, mas além de analisar detalhadamente a frase, há outro meio para perceber que o prof. Felipe Aquino não estava se referindo a erros no Concílio: perceber a função da frase em questão dentro do argumento principal do prof. Felipe aquino presente naquele diálogo com o Ricardo Costa de Araujo.
Vamos ver o argumento a partir de uma parte maior do diálogo:

“…a RCC não nasceu do pentecostalismo; nasceu do Espírito Santo; se Ele usou o pentecostalismo é outra coisa. Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espirito Santo atua também nas igrejas protestantes; nem tudo dele é heresia. Há muitas coisas boas; leia a Unitatis Redintegratio.
Se a RCC fosse de base herética os Papas não a teriam aprovado; e todos a aprovam, desde Paulo VI; veja os anexos.
Sobre o dom de linguas eu não estimulo o seu uso, mas creio que é real porque é bíblica”.

Aqui o prof. Felipe tem a intenção de dizer que a RCC nasceu do Espírito Santo e não do pentecostalismo. O comentário que se segue presupõe um outro debate, que é a afirmação de que o se a RCC reconhece uma vivência que se manifestava nos protestantes como algo legítimo e passou a viver algo semelhante, então ela acolheu o protestantismo e dele nasceu. Esta é uma conclusão de grupos tradicionalistas, vendo neste “contato” inicial uma prova da origem protestante da RCC. Como vemos neste texto, podemos concluir que o prof. Felipe Aquino pensa diferente, para ele seria possível nascer alguma vivência legítima mesmo entre os protestantes, por isso ele lembra que o Vaticano II afirmou que o Espírito Santo também atua nas igrejas protestantes, por isso ele lembra que nem tudo nos protestantes é heresia, que existem coisas boas neles, e para defender o que disse aponta um texto do Vaticano II que fala exatamente que também existem coisas boas entre os protestantes (a Unitatis Redintegratio). Dizer isto é importante porque os jovens que depois seriam os primeiros membros da RCC começaram a despertar para a importância dos carismas e da necessidade deles para a vida cotidiana da Igreja, além de reconhecer a atualidade dos carismas, percebendo que entre grupos protestantes havia uma revitalização da valorização dos carismas. Dizer que entre protestantes também pode existir coisas boas é importante para afirmar que a RCC não erraria em perceber como positivo a valorização da vivência dos carismas (valorização presente em alguns grupos protestantes). Logo, por mais que a RCC tenha sido motivada por uma vivência que era comum nos protestantes, e que tenha até se aproximado para entender o que eles viviam, não seria um erro porque, ao menos em tese, entre os protestantes é possível existir coisas boas. Enfim, em resumo, o argumento afirma que a RCC não nasceu do pentecostalismo; que o fato de perceber algo positivo entre os pentecostais e acreditar na legitimidade desta vivência (informação não expressa, mas implícita no argumento) não seria a priori um erro, porque entre os protestantes não existe só heresias, e, como afirma o Vaticano II, entre os protestantes também existem coisas boas.

Entendendo o argumento vemos que o que o prof. Felipe Aquino queria dizer é que nem tudo dos protestantes (nem tudo dele”S”) é heresia, também existem coisas boas, e para confirmar isto bastaria ler a Unitatis Redintegratio. O concílio não é o foco do argumento.

A argumentação de Orlando Fedeli, na resposta a Nilton Fontes foi a seguinte:

“Se o senhor me permitir argumentar, veja que na frase em foco — “Não se esqueça que o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes; nem tudo dele é heresia. Há muitas coisas boas: leia a Unitatis Redintegratio”– a palavra “dele” refere-se a Vaticano II. Tanto que depois ele acrescenta o que haveria de bom no Vaticano II: a Unitatis Redintegratio(documento daquele Concílio).

A argumentação é equivocada. Este “dele” realmente aparenta se referir ao concílio, mas não se refere, veja que no começo ele afirma que “…o Vaticano II disse que o Espírito Santo atua também nas igrejas protestantes”, diz isso para depois poder dizer que nos protestante há tb coisas boas. A referência ao documento Unitatis Redintegratio não serve para mostrar o que há de bom no Concílio, mas é uma fonte orientada para o leitor confirmar que nos protestantes há coisas boas (este documento expressa este fato) e reconhecer que nem tudo dele”S” é heresia.

Entretanto concordo que a boa escrita exigiria que a frase fosse escrita como Orlando Fedeli diz: …nem tudo “nelas” é heresia.
De tal modo, houve dois erros do prof. Felipe Aquino: um erro de digitação e um erro contra a boa escrita; da parte de Orlando Fedeli houve o erro da má interpretação sobre a fala do prof. Felipe Aquino.

No entanto deveria ser natural para Orlando fedeli estranhar que de repente o prof. Filipe Aquino disse em meio a uma frase solta “reconhecesse” que no Vaticano II há erros. Mesmo que ele se animasse com a idéia, sua experiência deveria levá-lo a crer que era possível que existisse algo estranho na frase. Espero que o equívoco de Orlando Fedeli se deva realmente apenas a uma má intrepretação.

 

Muito prezado Antonio Glauton,
Salve Maria.
 
Você tenta provar que errei e acaba confessando que tive razão no que escrevi, pois me diz:
 
Entretanto concordo que a boa escrita exigiria que a frase fosse escrita como Orlando Fedeli diz:…nem tudo “nelas” é heresia”.
 
E ainda:
 
“De tal modo, houve dois erros do prof. Felipe Aquino: um erro de digitação e um erro contra a boa escrita; da parte de Orlando Fedeli houve o erro da má interpretação sobre a fala do prof. Felipe Aquino”.
 
Você concorda que a frase do professor Felipe de Aquino foi escrita com dois erros: um de digitação, outro de escrita.
Portanto o dom de línguas — o blá blá blá da RCC — não se estende à língua escrita. O “espírito” que baixa nos carismáticos parece ter feito só um cursinho do Mobral, pois que nem no Professor Felipe de Aquino ele se expressa corretamente…
           
E você tenta justificar o erro do Professor Felipe de Aquino interpretando qual teria sido a intenção dele:
 
o prof. Felipe tem a intenção de dizer que a RCC nasceu do Espírito Santo e não do pentecostalismo”.
 
Meu caro, “intenção” só Deus conhece.
Ou será que você tem o carisma ultra sonográfico que lhe permite ver, na tela de seu monitor, a intenção de quem escreve algo?
Eu não tenho esse carisma, graças a Deus. Por isso, sou obrigado a ler e entender o que foi escrito, tal como foi escrito.
E sobre meu suposto equívoco basta dizer isso, pois ficam comprovados o meu acerto, a sua contradição e os erros do tal Professor Felipe.
 
                                                            *****
 
        Resta tratar de dois outros pontos.
O primeiro é: se nas heresias pode haver algo verdadeiro e de bom, e se a Unitatis Redintegratio ensinou o certo segundo a doutrina Católica.
Começo lhe dizendo que até a Unitatis Redintegratio principia com um proêmio que diz duas verdades que aceito, e pelas quais eu morreria:
 
1. UNITATIS REDINTEGRATIO inter universos Christianos promovenda unum est ex praecipuis Sacrae Oecumenicae Synodi Vaticanae Secundae propositis. Una enim atque unica a Christo Domino condita est Ecclesia, plures tamen christianae Communiones sese ut Iesu Christi veram haereditatem  hominibus proponunt; discipulos quidem Domini omnes se esse profitentur at diversa sentiunt et per diversas ambulant vias, ac si Christus Ipse divisus sit.[1] Quae sane divisio et aperte voluntati Christi contradicit et scandalo est mundo atque sanctissimae causae praedicandi Evangelium omni creaturae affert detrimentum”. (Texto em latim copiado do Site do Vaticano. Os destaques são meus)
“1. Promover o restabelecimento da unidade entre todos os cristãos é um dos principais objetivos do sacro Concílio ecumênico Vaticano II.  A Igreja foi fundada por Cristo Nosso Senhor como una e única, e entretanto muitas comunhões cristãs propõem a si mesmas aos homens como sendo a verdadeira herança de Jesus Cristo. Todos, na verdade,  asseveram ser discípulos do Senhor, mas têm opiniões diversas e caminham por vias diversas, como se o próprio Cristo estivesse dividido (1). Tais divisões não só se opõe abertamente à vontade de Cristo, mas é também escândalo para o mundo e danifica a mais santa das causas: a pregação do Evangelho a toda a criatura”. (Destaques meus).
 
1a Verdade: “A Igreja foi fundada por Cristo Nosso Senhor como una e única”.
 
EXCELENTE!!!
Grande verdade! 
O Concílio Vaticano II afirma que Jesus fundou uma só Igreja, e que ela é única. E essa é a Igreja Católica Apostólica Romana (Confira a Dominus Jesus). 
Essa afirmação do Vaticano II e da Unitatis Redintegratio é verdadeira e por ela eu morreria. Você vê, meu caro Antonio Glauton, que até o Vaticano II disse verdades entre muitos erros.
 
2a Verdade: As seitas heréticas — como as protestantes, por exemplo, inclusive as pentecostais –  “têm opiniões diversas e caminham por vias diversas, como se o próprio Cristo estivesse dividido”.
 
 Pois Jesus disse: “Eu sou o caminho”. Logo, é falso que haja vários caminhos. E as seitas protestantes – inclusive as pentecostais — apresentando falsos caminhos causam divisões e assim não só “se opõe[m] abertamente à vontade de Cristo, mas [são] também escândalo para o mundo”.
E também para sustentar essa verdade eu morreria, Deus me ajudando com sua graça.
Quem diria?
Até na Unitatis Redintegratio, há verdades.
O que não quer dizer que nela tudo seja verdadeiro. Porque é impossível haver uma mentira absoluta.
Assim como não há ser absolutamente mau, também não pode haver uma mentira absoluta, nem um feio absoluto. A mentira absoluta não existe. Toda mentira tem que ter algo de verdade.
Isso é de comezinho conhecimento na doutrina católica, mas é coisa que na RCC não se ensina. Por isso você a ignora.
 A mentira sempre procura se apresentar com o manto da verdade. Não há mentira sem alguma verdade.
Mas a parte de verdade que o herege enuncia é para fazer engolir a heresia.
 Se alguém lhe apresenta uma taça apetitosa de sorvete excelente, mas com veneno posto nele, você recusa essa taça de sorvete. E se alguém lhe disser que você é um radical, porque não aceita um sorvete tão bom, esse indivíduo está tentando enganá-lo, para matá-lo.
Dizer verdades misturadas com mentiras isso é próprio da heresia.
Você ignora que o IV Concílio de Latrão declarou – como dogma:–  “Fora da Igreja ao há salvação”?
Pois veja o que esse Concílio exigiu que hereges jurassem ao se converter:
 
De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, não de hereges, mas a Santa Romana e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva”. (IV Concílio de Latrão,  Denzinger, 423).
 
Isso é dogma, meu caro.
Dogma que o Concílio Vaticano II não confessou e nem expressou, mas até ambiguamente insinuou o oposto.
É nas ambiguidades do Vaticano II que você e o Professor Felipe de Aquino surfam para cair no erro e tentar justificá-lo sem fazer as distinções devidas.
Por exemplo, a Unitatis Redintegratio afirma que
 
“Portanto, mesmo as Igrejas  e as Comunidades  separadas, embora creiamos que  tenham deficiências, de firma alguma estão destituídas de  significação e importância no mistério da salvação. O Espírito Santo não recusa empregá-las como meios de salvação, embora a virtude desses derive da própria  plenitude da graça e verdade confiada à Igreja Católica”. (Concílio Vaticano II, Decreto Unitatis Redintegratio, n0 3. O sublinhado e os destaques  são meus).
 
 
Heresias que a Igreja sempre condenou viraram “deficiências”... no Vaticano II…
 
O Vaticano II, nesse texto acima citado, não distingue entre graça santificante e graça atual.
Do Espírito Santo nos provém todos as graças que Cristo nos conseguiu por seus méritos infinitos. O Espírito Santo pode usar até mesmo um pecado para nos dar uma graça atual. Vendo o horror de um pecado, uma pessoa pode se converter. Vendo um possesso,  uma pessoa pode começar a crer.
O Espírito Santo está constantemente procurando salvar as almas. Ele pode usar até a leitura da Bíblia para fazer um herege compreender que o protestantismo está errado e que a Igreja Católica é a verdadeira. Mas isso não significa que o Espírito Santo use o protestantismo.
 
Finalmente resta lhe mostrar que os teólogos e líderes da RCC reconhecem que o carismatismo que hoje viceja como praga entre os católicos veio do protestantismo. Já provei isso em muitos textos no site Montfort. Copio para você uma de minhas respostas
Divirta-se com ela.
Ou melhor, sofra com ela:
 
No livro Os Carismas cujos autores são teólogos famosos e favoráveis à RCC, se podem ler provas da origem protestante da RCC. Veja como nesse livro se confessa que a RCC é de origem protestante:
 
Damos por suposta uma continuidade entre neo pentecostalismo católico e pentecostalismo protestante dos anos 1900, bem como entre este e o “revivalismo” americano do século XIX. Essa continuidade é verificável e declarada (embora relativizada na declaração). (Claude Gérest et allii, in Os Carismas, ensaio A Hora dos Carismas, in Revista Concilium, 1977 / 79, Número 129, p.Vozes, Petrópolis, p. 16).
 
Que tal?
Gostou?
Você entendeu bem esses textos?  
Nessa mesma revista, o Padre Christian Duquoc, querendo seguir o Vaticano II, afirma:
 
O Espírito Santo não estipulou que se manifestaria unicamente pela mediação das instituições eclesiais, ou pelos sacramentos” (op cit p. 95).
 
Você compreende o que está dito ai? Que o Espírito Santo não assiste apenas à Igreja, e só na Igreja.
Compreendeu que esse padre quer ensinar que não é preciso ser católico para ter a graça e os carismas do Espírito Santo?
E que a RCC se opõe às autoridades é reafirmado pelo Padre Duquoc, no livro que cito, insinuando que os carismas estão acima das leis institucionais da Igreja.
 
Exercer um ministério na Igreja é um carisma, não um direito, no sentido atribuído hoje…” (Op cit p. 100)
 
Traduzindo: ele está afirmando que a autoridade ministerial na Igreja, hoje, é atribuída pelo Direito Canônico ao Papa, Bispos e Padres, mas que, de fato, deveria ser atribuída aos que tem um carisma.
Você vê bem que, quando lhe inculcam que a RCC não é contra as autoridades, na Igreja, estão lhe ocultando algo, pois que os teólogos da RCC querem dar o poder a quem diz ter carisma.
Por isso, se uma mulher é quem tem carisma, eles são favoráveis a que ela tenha a autoridade, e seja ordenada sacerdotisa. Contra tudo o que tem ensinado e determinado os Papas, João Paulo II, inclusive.
 
Excluir as mulheres do acesso ao ministério seria, de fato, voltar a legalizar o carisma. Seria criar uma lei segundo a qual se determinasse que os seres humanos, em razão de seu sexo — uma condição natural, portanto– são a priori, excluídos de qualquer apropriação pelo Espírito Santo, em vista de ajudar a comunidade de forma ministerial ou sacerdotal. Não é o carisma que faz eclodir aqui, o institucional, mas é o institucional que limita o carisma” (C. Duquoc , op. ct p. 100. O negrito é meu).
 
Por isso, recentemente a comunista Dilma Roussef, numa cerimônia celebrada por Monsenhor Jonas Abib, exerceu um “ministério” dizendo que defende uma “nova família…”
Será que a ex terrorista Dilma, fazendo plástica teológica, manifestou o que o Espírito Santo inspirava a ela, defendendo um novo tipo de família…
Dá para você perceber, você que lê intenções, que novo tipo de família essa comunista propõe defender diante dos carismáticos?
E até a Eucaristia é negada por esses teólogos da RCC:
 
“Tomai e comei… isto é meu corpo. Tomai e bebei… isto é meu sangue” Ora, forçoso é reconhecer, para a quase totalidade dos leigos essas palavras não tem um sentido imediatamente perceptível; este sentido não é em si nem estimulante nem entusiasmante. Tomadas ao pé da letra, logo vemos o quanto comportam de perigos de equívocos, pois evocam quase sempre, ainda que a título simbólico, magia e antropofagia” (Paul Abela, Celebrar a Eucaristia e por Mãos à Obra” In revista cit, p. 106).
 
Esta carta já vai longa, e, embora pudesse lhe dar muitas outras provas das heresias dos teólogos da RCC, por hoje, fico por aqui.
 
Espero que você reflita… 
Que, em vez de pretender corrigir equívocos meus, investigue as heresias e erros que correm como praga na RCC. E que não se iluda pelo fato de que ainda não lhe ensinaram explicitamente essas heresias no grupo carismático que você freqüenta. Os falsos profetas do carismatismo costumam instilar seus erros gota a gota. Lentamente. Carismaticamente.
Abra os olhos.
Um abraço.
 
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli 

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