Montfort Associação Cultural

25 de novembro de 2004

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Eleições, comunismo e aborto

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Adriano
  • Localizaçao: São Paulo – SP – Brasil

Em quem votar: em um homem ladrão, que fala pelos cotovelos, prega o estupro, rouba mas faz, mentiroso e católico ou votar em uma mulher de um partido comunista?

Prezado Adriano, Salve Maria.

O site da Montfort não toma posição político-partidária.

Você veja como se manobra o povo: somos forçados a escolher entre dois, sempre um pior que o outro.

Nesses dilemas, a moral católica manda escolher o mal menor. O que não significa que se aprove o mal menor.

Ora, a defesa do aborto e do comunismo implica em excomunhão. O Decreto do Santo Ofício de 1949, que proibia sob penas gravíssimas apoiar o Partido Comunista e o marxismo nunca foi revogado e está em vigor.

O senhor veja então o que lhe dita sua consciência.

Encaminho-lhe, abaixo, recente condenação ao voto em candidatos abortistas.

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.


Um católico pode votar num político abortista?
Responde o cardeal Alfonso López Trujillo

Cidade do Vaticano, 3 de outubro (ZENIT.org).- “Um político não pode separar seu compromisso social de sua vida moral, e quem se diz “católico” deveria ser coerente com o que crê em sua vida pública e privada”, afirmou hoje o cardeal Alfonso López Trujillo, presidente do Conselho Pontifício para a Família, ao anunciar para a imprensa, no Vaticano, o Jubileu das Famílias, que ocorrerá entre 14 e 15 de outubro.

“Que mensagem este jubileu quer levar aos políticos?”, perguntaram os jornalistas. O cardeal respondeu com outra pergunta: “Mas, o que é um político?”. E acrescentou: “Como pode um político separar sua vocação social e profissional de uma sã antropologia, de uma visão que responda às aspirações mais profundas do mundo? Um político, dizia Aristóteles, é um arquiteto da sociedade. Não se pode observar a ação de uma pessoa pública, sobretudo em matéria do direito da família, sem perguntar-se qual é o bem que busca, como são os filhos ou filhas, os pais de família que querem construir no futuro”.

“E se um político quer definir-se como católico – acrescentou – deve examinar-se a si mesmo e a coerência que persegue em sua própria vida familiar”.

Outro jornalista perguntou ao cardeal se os católicos podem votar num candidato político favorável ao aborto. O cardeal Alfonso López Trujillo respondeu pedindo coerência aos fiéis comprometidos na vida pública, com respeito aos princípios do Magistério da Igreja em matéria de aborto, eutanásia, anticoncepção e fecundação artificial.

Recordando que João Paulo II já tocou neste tema em vários documentos, o cardeal colombiano explicou: “Sem respeito pela vida, tudo desmorona. Os políticos têm que ter em seu próprio coração e em sua própria mente a defesa do direito à vida para oferecê-la à comunidade. Sem esta defesa, o político, ao invés de contribuir com a construção da sociedade, a destroe”.

Por isso, o purpurado exigiu também “um mínimo de coerência dos católicos que devem ver o que é que propõem os políticos nos programas”.

¿Puede votar un católico por un político abortista?
Responde el cardenal Alfonso López Trujillo

CIUDAD DEL VATICANO, 3 oct (ZENIT.org ).- Un político no puede separar su compromiso social de su vida moral y, quien se dice «católico» debería ser coherente con lo que cree en su vida pública y privada. Lo afirmó hoy el cardenal Alfonso López Trujillo, presidente del Consejo Pontificio para la Familia, al presentar a la prensa en el Vaticano el Jubileo de las Familias, que tendrá lugar entre el 14 y el 15 de octubre.

«¿Qué mensaje quiere lanzar a los políticos este jubileo?», preguntaron los periodistas. El cardenal respondió con otra pregunta: «Pero, ¿qué es un político». Y añadió: «¿Cómo puede separar un político su vocación social, profesional, de una sana antropología, de una visión que responda a las aspiraciones más profundas del mundo? Un político, decía Aristóteles, es un arquitecto de la sociedad. No se puede mirar a la acción de un personaje público, sobre todo en materia del derecho de la familia, sin preguntarse cuál es el bien que persigue, cómo son los hijos o hijas, los padres de familia que quiere construir en el futuro».

«Y si un político quiere definirse católico –añadió– debe examinarse a sí mismo y la coherencia que persigue en su propia vida familiar».

Otro periodista preguntó al cardenal si los católicos pueden votar a un candidato político favorable al aborto. El cardenal Alfonso López Trujillo respondió pidiendo coherencia a los creyentes comprometidos en la vida pública con respecto a los principios del magisterio de la Iglesia en materia de aborto, eutanasia, anticoncepción y fecundación artificial.

Recordando que Juan Pablo II ya ha tocado este tema en varios documentos, el cardenal colombiano aclaró: «sin respeto por la vida todo se derrumba. Los políticos tienen que tener en su propio corazón y en su propia mente la defensa del derecho a la vida para ofrecerla a la comunidad. Sin esta defensa, el político, en vez de contribuir con la construcción de la sociedad, la destruye».

Por eso, el purpurado exigió también «un mínimo de coherencia a los católicos que deben ver qué es lo que proponen los políticos en los programas».
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