Montfort Associação Cultural

7 de janeiro de 2006

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Doutor de Canoas Furadas e Viradas

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Antônio Mesquita Galvão
  • Idade: 63
  • Localizaçao: Canoas – RS – Brasil
  • Escolaridade: Pós-graduação concluída
  • Profissão: Teólogo/professor
  • Religião: Católica

Quando perguntei a um conhecido bispo gaúcho (já presidente da CNBB) se ele conhecia Orlando Fedeli, ele disse que não, mas caçoou, com uma brincadeira profética: quem? Orlando Orfei? é um palhaço, dono de um circo!

Ah! quanta verdade nessa assertiva!

~Eu acho que essa tal associação Montfort é um bando de fundamentalistas, ultra conservadores, filiados à TFP (do qual Feder li foi expulso)ou à UDR ou à Opus Dei. Deve ter algo nocivo e secreto por trás. Uma questão de ordem: quem subsidia vocês? não t&êm mensalidades, não cobram os (brilhantes!!!!!) cursinhos. De onde vem o tentém! Maná, sabemos, é matéfora! Tem coisa aí…

Depois, Doutor Feder li, professor de História (história para boi dormir) não elenquei meu currículo nem para me vangloriar nem para “pedir emprego”. Tenho 62 anos, sou (bem) aposentado de uma estatal, com uma segunda aposentadoria de uma Universidade, possuo 3 milhões de livroso vendidos e dou cerca de 40 cursos/conferências anuais, no Brasil e exterior. Não estou a procura de emprego, seu idiota! Quero, como Goethe, que haja “mais luz” sobre cabeças atrasadas como a de vocês. O qu pensam que é essa sua associação Monfort? um seminário de vocações vetustas? o último baluarte da “orodoxia da fé”?
Você sabe o que é fé? Leia Hb 1,1ss. Crer em Deus e na Bíblia nao predispõe a crer em instituições humanas. Afinal, “maldito o homem que se fia no homem! (Jr 17,5). A Igreja de ser crer é a ekklesia (comunidade dos que crêem) e nao a igrejinha do padre tal. Porque se Pio XII é infalível (em tudo que disse) também o serão Alexandre (Bórgia) VI ?
Ou vocês são êmulos de Gregório IX, o pai da “santa” inquisição? hehehe!!!

Em sua insânia de fanático desvairado, vc. desdenha dos maiores teólogos católicos/cristãos(Rahner,Barth,Küng,Balthassar,Lubac,Danielou,Martini… quem tem valor para você? Lefebvre? Eugênio Sales? Escrivá Ballaguer? Ou apenas Pio XII com a molesta (e não-dogmática) “Humani Generis”?
Isto que eu não falei em Boff, Mesters, Gebara,Maria Clara, Hoornaert,Casaldáliga,etc.
Duas coisas me escapam: quem patrocina vocês? Sua escrita resiste à Receita e ao Ministério Püblico? Quem presta, de humano, filósofo, teólogo, para vocês, além de Feder-li ?
Com relação à “sã (??!) ortodoxia de vocês, me recordo de um pensamento de Edgar Morin:

“Tenho constatado em mim um crescente desconforto! É que passei a desconfiar de quem só tem certezas absolutas. Na melhor das hipóteses, este infalível é um despreparado
e na pior hipótese, mesmo que não o queira, é uma pessoa periculosa, porque sua visão é delimitada pelo que pensa que sabe!”

Quando sair, recomeno que comprem, leiam e divulguem a seus “discípulos: (hehehe!) meu livro “No princípio… Teologia da Criação. Mística, mitos e ciência”, Ed. Paulinas… Depois mando o catálogo. Hihihi!!!!

Achei notável o texto de Amilcar Nadu a seu respeito. Achei por bem transcrever alguns tópicos… para que os que lerem saberem com quem estão se metendo…

(carta ao filósofo Olavo de Carvalho)

(…) Já o sr. Fedeli, no seu esforço de salvar da minha nefasta influência as almas de meus alunos, desenvolve intenso trabalho subterrâneo de aliciamento, do qual às vezes, por acaso ou por falha da segurança, umas amostras chegam ao meu conhecimento. Meu aluno Amilcar Nadu, por exemplo, foi convocado pelo sr. Fedeli a vir de Curitiba ouvi-lo explicar as razões pelas quais, no entender do guru montfortiano, ele deveria abandonar meu curso imediatamente e filiar-se às hostes fedélicas. Infelizmente, o tiro saiu pela culatra: de volta à sua terra, Amilcar julgou que tinha o dever de me informar da conversa. O título é de minha responsabilidade. assim como os comentários – em vermelho – que a entremeiam.

Prezado Prof. Olavo de Carvalho,

O Sr. Fedeli se auto-atribuiu a missão de salvar a alma das pessoas mediante o guiamento de suas inteligências. No cumprimento de sua missão, Fedeli diz, a sério, que ir ao seu Seminário (de filosofia) é mais grave que matar uma pessoa. Hehehe!!!

Tenho o direito de interpretar isso ao modo de Fedelis e Felipes, como ameaça de agressão física? Ou, ao contrário, as palavras chãs da conversação oral do sr. Fedeli devem ser ouvidas com a sensibilidade literária que ele recusa conceder à leitura das minhas figuras de estilo?

Palhaço, para mim, é aquele que, sem ser Jesus Cristo (resguardada a hipótese de engano da minha parte, é claro), proclama “salvar almas”. Mais que palhaço: charlatão.

Esse sujeito não mede realmente o que diz. Seu comportamento é nitidamente o de um furioso alucinado, cego de ódio e despeito.

Para Fedeli, só Deus pode conhecer “o todo” e sua proposta de unidade seria, exatamente a de dar ao homem este conhecimento e, portanto, identificá-lo com Deus. E seria essa a sua gnose.]

Fedeli toma a palavra e diz que conhecer e inteligir são uma só e mesma coisa (noto, pela sua entonação, que ele até então desconhecia ou não havia meditado sobre distinções terminológicas supramencionadas) e que essas distinções o senhor as inventara para nos enganar e, como eu não entendia nada de filosofia, ficava muito fácil me enganar.

Uma das testemunhas, (que até então estavam em absoluto silêncio), vem em socorro de Fedeli e diz que a pedra não “conhece” a lei da gravidade, mas sim a “padece”. Fedeli concorda. (Percebo, de imediato, o equívoco, exatamente oposto ao anterior. Se, antes, à palavra unidade era dado um significado diferente do que ela possui no seu conceito de filosofia, agora, em relação à palavra “conhecer”, fazia-se o contrário: trazia-se à colação uma outra palavra (padecer) cujo significado (estrato lógico), naquele contexto, era idêntico ao do vocábulo utilizado pelo senhor (conhecer). E com isso – com um sinônimo – se pretendia provar um “equívoco” seu.) Não verbalizo o raciocínio entre parênteses, por receio de magoar a testemunha que se manifestara. Limito-me a coçar a cabeça.

O entendimento que essa gente tem das minhas explicações é fantástico. Não é realmente possível que alguém com mais de 12 de QI confunda a ação da gravidade, que a pedra padece de fora, com a informação mineralógica que está na própria pedra e da qual, portanto, a pedra é registro e portadora. Nem é possível que, lendo meus textos de gnoseologia, alguém confunda o sentido ativo do conhecer humano com o sentido passivo em que as pedras e plantas são registros de conhecimentos potenciais. Muito menos possível é que, após fazer essa confusão, o cretino a atribua… a mim!

Uma vez que eu houvera dito que, na sua terminologia, inteligir era apreender a verdade, Fedeli, em tom desafiador, pergunta “E o que é a Verdade?”. (Tal frase fora dita no calor da discussão, e nem Fedeli nem eu reparamos na semelhança, que só agora percebo, com a passagem bíblica.)

Respondo: verdade é o fundamento cognitivo universal e permanente de validade dos juízos.

Fedeli assusta-se e, reagindo como se tivesse ouvido uma frase em grego, exclama e interroga: “Hein?!”

Repito lentamente a frase, e fica evidente aos presentes que Fedeli nunca antes ouvira a sua definição de verdade. Aqui já não se pode dizer que Fedeli tenha lido, mas não tenha meditado. Não. Por sua reação, ele jamais antes tivera conhecimento daquela definição.

De chofre, Fedeli nega a veracidade do seu conceito, dizendo que trata-se de uma invenção sua, com a função de nos enganar e que, como eu não entendia nada de filosofia, ficava muito fácil me enganar. Fedeli sustenta que a verdade é a adequação do juízo ao objeto, e diz que sempre foi assim. Respondo-lhe que isso, na sua terminologia, chama-se “veridicidade”, mas sou ignorado.

Está aí: o “conhecedor profundo” da minha filosofia ignora por completo os conceitos lógicos de verdade e veridicidade, que são pontos de partida do meu pensamento. E ainda diz que são “invenções minhas”, como se um filósofo ser autor de sua própria filosofia fosse um demérito!

Pergunta-me sobre a tradução que eu lera. Respondo-lhe que ela não possui editora, pois a retirei de um website [6] . Fedeli me diz que possui inúmeras traduções do Alcorão e que em nenhuma delas há aquele desafio.

Charlatãozinho barato. Você, Orlando Fedeli, não leu NUNCA tradução nenhuma do Corão. Se tivesse lido encontraria esse arquiconhecido desafio já na Sura II:23 e repetido em X:38 e XI:13.

Com essa, já são três as falsas remissões que você faz a livros que não leu. Não basta isso para que a gente perceba com quem está lidando?

Esse raciocínio prova o contrário do que pretende. O próprio Maomé dizia que o livro não fora escrito por ele, e sim ditado pelo Arcanjo Gabriel. Aliás é o que diz o próprio Corão. Por que, então, o livro deveria falar só de coisas vistas por Maomé?

O raciocínio do sr. Fedeli é um grosseiro non sequitur: o livro não é revelado: logo, foi escrito pelo próprio Maomé e só pode falar de coisas que Maomé conhecia; mas fala de coisas que Maomé desconhecia; logo, o livro não é revelado. Que papagaiada!

— (2) o Alcorão menciona. Deus é um e, portanto, só pode haver uma religião verdadeira;

Vil exploração de uma aparência de significado. O Corão afirma, sim, a unidade da religião verdadeira, mas inclui nela explicitamente os judeus e os cristãos, o que significa que “religião” nesse contexto, tem um sentido mais amplo, correspondente à palavra árabe din, que o sr. Fedeli desconhece.

— Outra prova de que não há qualquer influência divina no Alcorão seria o seu critério de edição. Na ausência de coerência interna, só restou aos editores o critério do “tamanho” das suratas. Em função daquele é que foi estabelecida a sequência destas. Para Fedeli, isso é algo ignomioso, afrontoso à inteligência e de um ridículo sem par. Isso o leva a indagar: “Como pode alguém acreditar num livro cujos capítulos foram dispostos em função da sua extensão?”

A ordem dos livros da Bíblia é um arranjo posterior, totalmente ignorado pelos autores inspirados no momento em que os escreviam. Isso acaso depõe contra a Bíblia? Ou o sr Fedeli, porque conhece essa ordem, compreende melhor o livro sagrado do que os autores humanos que não a conheciam? Basta esta observação para notar que a objeção inventada por ele contra o Corão é pura malevolência delirante.

Perquiri sobre o destino dos hindus, muçulmanos e todos quantos, mesmo involuntariamente, não haviam recebido os influxos do cristianismo. Fedeli foi taxativo: “Se continuarem assim, irão todos para o inferno” (cito literalmente). Alguns segundos de silêncio são feitos; todos querem explicações. Fedeli mantém-se quieto e firme.

Fedeli entra em estado de superexcitação. Olha para uma das testemunhas e exclama: “Eles querem me pegar em contradição! Ha! Ha! Ha!”. Olha para a outra e, vibrando, fala: “Eles acham que vão me pegar em contradição!”. E ri de novo. “Pois não vão não!” .

O homem, de fato, não está bom.

Fedeli “responde-me” que “antes de converter-se, estudou muito a religião católica, e que não há livro mais perfeito e harmônico que a Bíblia. (Desnecessário dizer que minha pergunta não fora a esse respeito).

Provavelmente descontente com o fato de eu não haver mudado de opinião a respeito do Seminário e do senhor, Fedeli tenta recorrer a provas mais “acessíveis”. Pergunta-me: “Mas escute aqui, você não percebeu ainda que está numa organização maçônica, em que alguns são eleitos para receber os ensinamentos esotéricos? Você não notou que o pessoal do Rio recebe um tratamento diferenciado? Que coisa espantosa! Os alunos que freqüentam meu curso há mais tempo sabem mais do que aqueles que chegaram depois! Tal é a prova de que se trata, inequivocamente, de uma organização maçônica! C. Q. D.

Mentira pura e simples. Não pertenço a Maçonaria nenhuma, do Oriente ou do Ocidente, do Norte, do Sul ou de Catolé do Rocha. Não pertenço a nenhuma sociedade, secreta ou pública, com exceção do Sindicato dos Jornalistas e da União Brasileira de Escritores. O sr. Fedeli, aí, revela-se mais que nunca o autêntico charlatão manipulador, que joga com informações falsas sabendo que o interlocutor não tem meios de conferi-las.

Objeto, indagando-lhe se o Padre a que o senhor teria pedido orientação também pertencia à maçonaria do Grande Oriente.

Mas que supremo idiota! Ele nem percebe que está dialetizando! A conclusão inescapável é que ele não tem a menor idéia do que seja dialética, pois não a reconhece nem quando ela sai da sua própria boca.

Essa alternância “dialética” inviabilizaria o conhecimento racional, possibilitando apenas o intuitivo. E, para Fedeli, o intuitivo, ao menos na sua filosofia (não ficou claro a esse respeito o alcance da posição de OF), seria, como já vimos e como veremos no próximo tópico, a unificação das partículas divinas.

Pergunto a Fedeli sobre como resolver o problema sem recorrer à dialética para equacioná-lo. Ele me “responde”: “Evidentemente, só um deles está certo. Os outros estão errados. Só há uma Física” .

Credo in unum Deum transformou-se em Credo in unam Physicam. E o gnóstico sou eu, porca miséria! Nunca esperei viver o bastante para ver uma coisa dessas! Longe de mim a tentação de discutir com o autor dessa doutrina, mas, para informação dos demais, não custa lembrar que o método da física aristotélica é dialético e que a crença em uma física absolutamente unívoca, sem as ambigüidades e imprecisões que Aristóteles (um antecessor do probabilismo) via em tudo quanto é da natureza sensível, é um sonho gnóstico renascentista, do qual tratei em O Jardim das Aflições. Não tive tempo nem sou paranóico o bastante para ficar ciscando indícios de gnosticismo no pensamento vivo de Orlando Fedeli, mas asseguro que esse não é o único.

(Estou “vendo” o resto do texto] , mas sou incapaz de citá-lo, por colocar o Sr. Fedeli em situação extremamente constrangedora. Neste momento abateu-se sobre mim a máxima desolação).

Eis porque faltaria qualquer base ao que o senhor chama de intuicionismo radical, que seria, para OF, apenas mais um elemento gnóstico, resultado do seu menosprezo pela abstração e pela razão, faculdade incapaz de apreender as centelhas divinas, centelhas estas cuja apreensão se daria pela intuição [13] .

Lá vem ele de novo com a centelha divina. O objeto de intuição é a forma presente. Se dentro dela há uma centelha divina ou não, isto é problema do Orlando Fedeli, do qual nunca me ocupei.

14) Fedeli retomou a exposição sobre o Alcorão e no seu curso, não pôde deixar de reparar em meu estado. Pede-me para que fale com ele e, com simpatia, pergunta-me se estou magoado. Arrisca conjecturar que eu estaria magoado pelo fato de ele estar atacando alguém de quem eu gostava muito (o senhor). Nada mais longe do que de fato se passava comigo, e que já descrevi. Balbucio algumas palavras, desolado.

14) Fedeli nos adverte que Jesus, em muitos casos, passava apenas uma vez pela vida das pessoas, e que, portando, devíamos estar muito atentos para que, quando ocorresse essa passagem, não a jogássemos fora e nos condenássemos.

Essa ostensiva negação da misericórdia divina faz do sr. Fedeli um herético de carteirinha. Jesus jamais nos abandona. Ele fica conosco e bate à nossa porta até o último instante. Bate até à porta de um renitente culpado de superbia como o sr. Fedeli. Não temam, portanto: quando o sr. Fedeli voltar as costas a vocês, dizendo “Não vos conheço”, Jesus ainda os conhecerá e amará como sempre amou.

Fedeli se diz contrário a que freqüentemos o Seminário: nos explica que sua missão é a de salvar jovens e que, nos últimos vinte anos, salvou muitos rapazes e moças. Por isso, explica, pediu aos seus alunos que ainda frequentavam o Seminário que levassem à presença dele rapazes e moças – alunos apenas do Seminário – verdadeiramente dispostos a conhecer.

Só quem salva é N. S. Jesus Cristo. O sr. Fedeli não pode se salvar nem a si mesmo. Principalmente depois de dizer uma enormidade dessas.

Amilcar Nadu não retornou e, a cada dia que passa, mais se mostra escandalizado com a demencial soberba do “salvador de almas”.

Fedeli coloca-se à nossa disposição, inclusive para vir a Curitiba quando desejarmos. Diz que nos dará aulas sempre que quisermos, com a única “condição” de nunca nos cobrar nada.

A generosidade com que o sr. Fedeli oferece gratuitamente seus ensinamentos permite concluir que nem ele nem sua Associação vivem deles – nem de mensalidades quaisquer, que seriam uma forma indireta de pagamento das aulas, fazendo de seu oferecimento um ardil, coisa que nem me passou pela cabeça, evidentemente. Por outro lado, ele não deve ser um homem ocupado com afazeres rentáveis, já que ocupa seus dias caçando heréticos e estudando textos esquecidos de autores desprezíveis, coisa que não lhe é de nenhum proveito material (e, creio eu, nem mesmo espiritual, mas isto não vem ao caso). Sendo assim, e já que ele se dispensa de qualquer averiguação antes de afirmar resolutamente minha filiação a tais ou quais organizações secretas, será que há de se ofender se eu perguntar – apenas perguntar – quem, afinal, sustenta essa brincadeira toda? Ele não é obrigado a me responder, nem eu a acreditar na sua resposta.

Lixo são as remissões fingidas a livros nem lidos nem consultados. Lixo é espalhar informações falsas prevalecendo-se da impossibilidade em que o interlocutor está de verificá-las. Lixo é usar um voto a Nossa Senhora como blefe para impressionar a platéia. Lixo é, em toda a linha, o exemplo que Orlando Fedeli dá a seus alunos.

Sr. Antônio Mesquita Galvão, Doutor em Canoas Furadas e Viradas, Doutor em Insultos, Mestre em baixezas, Marreteiro de heresias.
 
    Seus insultos confessam sua derrota.
    A baixeza de sua carta revela seu caráter.
    Sua raiva furiosa desmascara suas heresias.
 
    Que Deus tenha pena de sua alma.
                                                            
In Corde Jesu, semper,
O
rlando Fedeli


Esta carta é uma continuação de:
Professor Teólogo se revela um herege modernista

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