Montfort Associação Cultural

26 de janeiro de 2005

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Destino da alma após a morte

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Fábio
  • Idade: 30
  • Localizaçao: Guarabira – PB – Brasil
  • Escolaridade: Pós-graduação concluída
  • Religião: Católica

Fui educado na doutrina católica e nela permaneço, contudo, paira uma dúvida, é com relação a nossa morte.

É cediço que após a morte a matéria sepultada separa-se do espírito, a minha dúvida reside justamente em relação ao espírito, no que tange ao seu destino.

1 – Será Ele julgado por Deus e imediatamente terá o beneplácito do Céu ou o castigo do inferno?

2 – Permanecerá em repouso até o juízo final?

3 – Poderá se comunicar com os entes queridos através de sonhos, visões, mensagens sobre naturais e etc.?

3 – O que nos diz a Bíblia Sagrada acerca do assunto?

Necessito tirar estas dúvidas pois são frequentes no ambiente familiar que convivo, vez que perdi um cunhado com apenas 15 anos de idade em um acidente automobilítico em 1996. Havendo comentários até hoje sobre sonhos com Ele, espíritas dizendo que recebem mensagem e coisas do gênero, provocando incertezas e dúvidas no meio familiar. Na verdade não acredito em nada disso, porém, não tenho base doutrinária e/ou científica que ajudem os meus argumentos.

Muito prezado Fábio, salve Maria!

A Igreja católica nos ensina que, logo após a morte, a alma é julgada por Deus no juízo particular. Então, se a pessoa morreu em estado de graça, vai ao Paraíso. Se morreu com pecados veniais, vai para o purgatório. Se estava em pecado mortal, na hora da morte, vai para o inferno, lá permanecendo eternamente.

No fim do mundo, todos os homens ressuscitarão assumindo, de novo, o seu corpo. Então, todos seremos julgados no Juízo Final, indo os bons de corpo e alma para o céu, e os maus irão, de corpo e alma para o inferno, de onde nunca mais sairão.

Os mortos não se comunicam conosco.

Pretender contato com as almas dos falecidos é necromancia condenada pela Sagrada Escritura.

No livro do Deuteronômio, capítulo XVIII, v. 11-12 diz que não devemos indagar dos mortos a verdade, porque quem tal faz comete abominação.

Os sonhos não passam de pura imaginação nossa, nada havendo neles de verdadeiro. São meras lembranças que associamos sem controle da razão.

Esperando tê-lo atendido, subscrevo-me atenciosamente,

in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.

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