Montfort Associação Cultural

2 de agosto de 2005

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D. Pedro II e a Igreja

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Luís César
  • Idade: 23
  • Localizaçao: Bauru – SP – Brasil
  • Profissão: Aspirante
  • Religião: Católica

Paz e Bem, Prof. Orlando Fidelis.

Agradeço a atenção.

Os franciscanos e talvez outras ordens religiosas tiveram que passar por uma situação inconveniente na época do Brasil Império com a proibição da entrada de noviços, no qual a república foi a solução e salvação das ordens religiosas. A Família Imperial tinha parte nisso? Pois um dos fatos das ordens ou Igreja não apoia-los é o fato deles terem sido cúmplices, outro ponto é a maçonaria que eles participão e participaram. O que sabe destas situações, algo histórico?

Gostaria de não ser divulgado o meu nome. Obrigado.

Salve Maria.

Muito prezado X,
Salve Maria!

    A intromissão do imperador Dom Pedro II na religião foi lamentável. Ele era muito contra a influência da Igreja e protegeu a entrada de imigrantes protestantes no Brasil. Na famosa Questão Religiosa, ele deixou patente seu apoio à maçonaria e sua oposição à Igreja Católica.

    Deve-se perguntar se ele não queria mesmo a proclamação da República, que ele julgava inevitável, e que seu igualitarismo e liberalismo faziam desejar.

    Entretanto, a República dos mensalões — porque sempre houve “financiamentos” e tráfico de influências nas assembléias republicanas – jamais favoreceu a Fé Católica, pois sempre foi positivista, liberal e depois, socialista, até chegarmos, hoje nesta República petista de que Dom Arns foi o parteiro. Veja que filhotes a CNBB chocou: Zé Dirceu, Lula, delúbios, silvinhos et caterva.

    Et caterva.

    Libera nos Domine

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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