Montfort Associação Cultural

11 de outubro de 2004

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Conferência inter-religiosa da UNESCO não convida Igreja Católica

MADRI, quarta-feira, 28 de janeiro de 2004 (ZENIT.org).- O Centro UNESCO Madri e a Plataforma para o Diálogo Inter-religioso organizam para o próximo dia 30 de janeiro um Encontro Inter-religioso, «As religiões ante a Paz», evento ao qual não foram convidados os representantes oficiais da Igreja Católica na Espanha.

No encontro, segundo os organizadores, foram convidados «distintos representantes das tradições religiosas da Comunidade de Madri, junto a outros membros da sociedade civil».

Segundo informou a Veritas Jesus de las Heras, diretor da Sala de Imprensa da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), apesar de o restante de religiosos e confissões religiosas terem seus representantes chamados a participar, «os responsáveis deste fórum nunca se dirigiram à Conferência nem para informar de sua celebração nem para solicitar nenhum representante oficial da Igreja Católica».

No encontro de Madri, que pretende, segundo seus organizadores, «levar a voz de Madri ao Parlamento das Religiões do Mundo, que será celebrado em Barcelona dentro do Fórum das Culturas», aparecem como palestrantes o teólogo e secretário da Associação Teológica João XXIII Juan José Tamayo; o presidente da União de Comunidades Islâmicas Riay Tatari; o representante das Comunidades Budistas de Espanha Antonio Mínguez; e o rabino Baruj Garzón.

Entre as mesas de diálogo, nas quais haverá oito representantes de várias religiões e confissões cristãs, figura pela Igreja Católica a teóloga feminista Margarita Pintos.

Está também prevista a presença do Delegado de Assuntos Religiosos do Ministério de Justiça, Alberto da Hera e do Secretário Geral da Comissão Espanhola da UNESCO, Tomás Solís.

Uma nota da Conferência Episcopal Espanhola de janeiro de 2003 com ocasião da publicação do livro de Juan José Tamayo «Deus e Jesus» afirmava que a Associação de Teólogos João XXIII, da qual é secretário, não tem aprovação canônica e portanto «não é uma associação da Igreja Católica». A esta mesma associação pertence Margarita Pintos.
 


Comentário:

Quem cede ao erro é sempre, depois, desprezado pelo errante.
 
A notícia acima o confirma. 
 
Há 46 anos  (desde João XXIII-1958, e em especial com Paulo VI) o Vaticano se curva diante da ONU e de seus “rebentos” UNESCO, UNICEF –(só com este houve um “brando” atrito…)– FAO, etc.
 
Agora graças a Deus — o Catolicismo é “desprezado” pela ONU, justamente naquilo que se concedeu àquela organização: Liberdade e igualdade religiosa, e exatamente a respeito do  malfadado Diálogo Inter-Religioso, imposto pelo Vaticano II, e no mesmo eclesialês” criado por esse Concílio. 
 
Marcelo Fedeli

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