Montfort Associação Cultural

12 de julho de 2005

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Condenações contra o homossexualismo

  • Consulente: Eva Abreu de Carvalho
  • Idade: 43
  • Localizaçao: São Gonçalo – RJ – Brasil
  • Escolaridade: Superior em andamento
  • Profissão: Estudante
  • Religião: Católica

Olá prof. ORLANDO e equipe,salve MARIA

Uma amiga que é pisicóloga,participou de uma palestra numa univresidade do RJ,sobre hossexualismo,onde também participaram um padre e um pastor e segundo ela nenhum dos dois foi capaz de atender aos anseios da platéia,com relação a este assunto.Alegando ser um local onde se fabríca o saber,ficaram sem resposta. Gostaria de saber com que argumentos inteligentes podemos argumentar sobre essa prática que tanto se alastra pelo mundo de maneira que, as pessoas pouco a pouco vão aceitando como normal esse tipo de relação.

Cara Eva, salve Maria!

O homossexualismo não é nem doença, nem uma opção social. Ele é tão somente um grave defeito moral, decorrente da tendência desordenada fruto do pecado original, que faz com que o homem tenha a inclinação para fazer o mal. Ele pode ser desencadeado por uma educação não proporcionada às diferenças entre meninos e meninas.

O homossexualismo é moralmente condenável, como fica claro pela própria Sagrada Escritura, que condena a relação homossexual como um ato abominável, que clama aos céus por vingança. Foi por causa do homossexualismo que as cidades de Sodoma e Gomorra foram condenadas por Deus à destruição.

São Paulo, em sua primeira carta aos coríntios diz claramente: “Acaso não sabeis que os iníquos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis, nem os crapulosos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas… hão de possuir o reino de Deus.” (I Coríntios, IV, 9-10)

Na carta de São Paulo aos romanos, ele diz a respeito dos gentios: “Pelo que os entregou Deus aos desejos dos seus corações, à imundícia…Por isso os entregou Deus às paixões de ignomínia. Porque as suas mulheres mudaram o natural uso em outro uso, que é contra a natureza. E assim mesmo também os homens, deixado o natural uso das mulheres, arderam nos seus desejos mutuamente, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em si mesmos a paga que era devida ao seu pecado.” (Romanos, I, 25-27).

Virgo puríssima, ora pro nobis.
Paulo Pedrosa

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