Montfort Associação Cultural

31 de agosto de 2010

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"Cai em si, Guilherme Chenta (…)"

Autor: Guilherme Chenta

  • Consulente: Julio Cezar Pessanha
  • Localizaçao: Campos – RJ – Brasil
  • Religião: Espírita

Bom dia!!

Gostaria de saber por que tanta inveja a extinta TFP ??, eles estão enterrados e vcs ainda o atacam, isso eu não consigo entender, o falecido Orlando Fedeli ( que Deus tenha pena de tanta bobagens escrita em vida ) morreu invejando os tefepistas que tanto fez parte durante anos, pra mim tanto faz, TFP e Montfort são ( como diz o falecido porém brilhante Fedeli ) gato morto a beira da estrada, a unica diferença que os loucos tefepistas já se convenceram disso.

Cai em si Guilherme Chenta, o que ainda fazia dar alguma credibilidade mesmo que for para o lado divertido do site era o Orlando Fedeli…vc até tenta ser igual ao finado mas realmente não consegue.

Já tive 2 cartas escritas que não foram respondidas nem publicadas…veja o aviso que aparece pra mim quando eu entrei para escrever essa carta:

Julio Cezar
Caso seu nome conste acima, verificamos que já processamos 2 perguntas suas.
Sua última pergunta, enviada em 18/07/2006 já foi respondida e pode ser publicada em breve.

18/07/2006????? preciso ainda esperar para ser publicada??

Eee Caro Chenta, liberdade de opinião não existe por aqui, bom…pelo jeito mais uma carta que escrevi em vão né???

Como vcs podem pedir doações que eu até entendo que precisa para manter o trabalho de vcs ( mesmo que seja voltada as suas “certezas” não tão certas assim ) se vcs não dão nem importância as cartas que escrevemos, não respondem e nem sequer publicam…cadê a “espada” que vcs costumam lutar pelo que seguem?? será que estão com medo??? ou só gostam de atacar pelas costas??? no melhor estilo nazista.

Com esperança de que não se escondam por tras de seus grandiosos escudos, aguardo a resposta.

Julio Cezar
 

São Paulo, 30 de agosto de 2010
Olá Sr. Júlio Cézar Peçonha, salve Maria.
 
Desafio aceito. Sua carta foi publicada.
 
Feliz?
 
Caso ainda não esteja, aviso-lhe que preparei uma “surpresinha” para o Sr. nesta resposta. Se ela não lhe deixar contente, não sei mais o que pode…
 
Vamos lá.
 
Sua carta tem três assuntos nada conexos:
 
1.      Nossa suposta inveja contra a extinta ou quase extinta TFP;
 
2.      Um alerta a mim: “Cai em si, Guilherme Chenta…” (O certo seria “caia”, terceira pessoa do singular do verbo “cair” no subjuntivo presente, mas tudo bem…);
 
3.      A liberdade de opinião e nossa consequente covardia;
 
Por isso, respondo-lhe em três partes bem distintas.
 
PRIMEIRA PARTE
 
“(…) Por que tanta inveja da extinta TFP??”
 
Júlio, como é que você não tem vergonha de fazer uma pergunta dessas?
 
Você não percebe que essa sua pergunta, da maneira como está, não tem o menor cabimento?

Você não percebe que ela deve ter um pressuposto básico, isto é, de que todas as gravíssimas acusações que o Prof. Orlando fez, em mais de 600 páginas contra a TFP e os Arautos do Evangelho, não têm a menor procedência?
 
Como você não percebe isso?
 
Antes de fazer essa pergunta, você tem de provar que o que ele afirmou está errado, demonstrando que Plínio Correa de Oliveira, a TFP e os Arautos do Evangelho não têm nenhum dos terríveis problemas apontados pelo Prof. Orlando, que, por sua vez, portanto, teria inventado tudo, caluniando-os.
 
A inveja, Peçonha, é o ódio ao bem alheio. Se o Prof. Orlando está certo em suas críticas e, hoje, continuando seu trabalho, a Montfort, não se trata de inveja, mas de ódio ao mal alheio, que é virtuoso.
 
Eu, por exemplo, o critico não por inveja, mas porque odeio seus erros, seu veneno, que lhe assassina a alma e a de todos aqueles que tenham o desprazer de ouvi-lo.
Você leu No país das maravilhas: a Gnose burlesca da TFP e dos Arautos do Evangelho?
 
Se não leu, você não tem senão que se calar.
 
E se leu, é melhor refutar nossas críticas antes de se perguntar sobre os motivos de nossa inveja.
 
Se não fosse seu desafio ridículo, enviado duas vezes, sua carta, que não passa de um grito de ódio, certamente não seria publicada.
 
(O que, aliás, teria sido melhor… Não venha pedir depois, como outros, para despublicarmos sua mensagem, que eventualmente tenha se convertido em fonte de humilhações para você).
 
SEGUNDA PARTE
 
“vc até tenta ser igual ao finado, mas realmente não consegue.”
 
Não sei por que, mas estou desconfiado de que você critica os outros sem “ouvir” (ler) o que eles dizem. Já tratei dessa questão de ser igual ao Professor Orlando ou substituí-lo em duas ocasiões. Por favor, tenha a bondade de ler:
  1. Substituir o Prof. Orlando é burrice;
  2. Prof. Orlando, como essa terrível crise na Igreja será superada?;
Apesar disso, porém, gostaria de acrescentar que, sob certo aspecto, se eu afirmasse que não tento imitá-lo, estaria mentindo.
 
(Esse é assunto de que nunca tratei, mas que creio ser de grande utilidade para nossos amigos. Eis agora apenas algumas pinceladas de algo que eu gostaria de expor mais longa e agudamente em outras oportunidades, se Deus assim me permitir).

Explico por quê.
 
Muita gente pensa que o sucesso do site Montfort e da própria Montfort teve como causa exclusiva a inteligência, a cultura e a irreverência do Prof. Orlando.
 
Mas eu afirmo com toda a certeza: não teve. Essa é uma visão superficial de quem ignora, ainda que conheça, uma máxima de Dom Bosco muitíssimo verdadeira:
 
Qui non ardit non incendit.
 
Aquele que não está ardendo não incendeia.
 
Júlio, só quem tem fogo pode transmitir fogo.
 
Se o site Montfort fez tanto sucesso, isto é, em termos concretos, se tantas pessoas se converteram por causa desses textos e, depois, desses vídeos e áudios, lançados nesse mar da internet, é porque um grande fogo, pela graça de Deus, os animava.
 
A causa do sucesso do site não está na inteligência, na cultura ou na irreverência de quem o alimenta. Tudo isso é marginal. É instrumental. É dado por acréscimo.
 
Como eu sempre digo e repito: o Prof. Orlando não nasceu sabendo; o site foi lançado quando ele contava já 67 natais…
 
A causa do sucesso do site Montfort consiste numa fogueira que a maioria de nossos leitores não vê, como a alma em nossos corpos…
 
Uma fogueira cujo combustível é o carvão de nós mesmos que, se quisermos fazer algo de bom na vida, devemos pedir a Nossa Senhora que seja aceso com o fogo da graça de Deus.
 
Não só eu, mas todos aqui na Montfort tentamos imitar o Prof. Orlando, reconhecendo-nos carvão, sabendo que sem o fogo da graça de Deus não seremos mais que algo negro que suja tudo o que toca.
 
Tentamos imitar o Prof. Orlando, reconhecendo-nos carvão, sabendo que só teremos algum valor, sendo capazes de oferecer luz e calor aos outros, se essa mesma graça nos tocar.
 
E tudo isso para, dessa conjunção, produzirmos um fogo com as labaredas da Fé, da Esperança e da Caridade, que vai se dirigir para o alto, para Deus – pois não se deve buscar jamais a si mesmo ou qualquer consolação humana quando se se dedica ao apostolado –, de modo que possamos nós alcançar, pela graça de Deus, nesse ciclo de humildade, nossa salvação e ajudar àqueles que estão a nossa volta.
 
Júlio, o site Montfort não vai morrer se não permitirmos que essa fogueira se extinga, assim o Prof. Orlando não permitiu. Nisso, eu quero imitá-lo; nisso, toda a Montfort quer imitá-lo. Esperamos ter aprendido com ele como se faz esse fogo.
 
O resto será dado por acréscimo.
 
Copiar-lhe o estilo, a casca, ou mesmo lhe seguir os traços de caráter é macaqueamento barato sem substância e um desperdício do tesouro que cada um de nós representa e da contribuição, em particular, que cada um pode dar à vitória da Igreja, a saber, a salvação da própria alma por meio da adesão à vontade de Deus – que começa, bem objetivamente, na prática fiel dos mandamentos e não na abertura de um espaço de discussão doutrinária na internet – e o desenvolvimento das próprias qualidades.
 
Você, como espírita, provavelmente não deve ter entendido nada do que eu disse. Mas não há problema. Continua sendo verdade do mesmo jeito. E não escrevo apenas para você.
 
Saiba apenas, porém, que consideraríamos ter o triplo de leitores que hoje, mas que nos visitassem apenas para adquirir cultura ou se divertir, um fracasso. Se você é um deles, você faz parte de nossa taxa de fracasso.
 
TERCEIRA PARTE
 
“Eee Caro Chenta, liberdade de opinião não existe por aqui, bom…pelo jeito mais uma carta que escrevi em vão né???”
 
(De trás para frente).
 
Não tenha como o único critério de utilidade de enviar uma carta para o nosso site o fato de ela ser publicada ou não. Isso é o que menos importa. Sua carta será verdadeiramente em vão, se, recebida a resposta, você não corrigir seus erros, que, para lhe facilitar a vida, resumo para você:
  1. Criticar o próximo sem base;
  2. Julgar que um apostolado, que tem, por sua própria natureza, um fim sobrenatural, se mantém apenas com recursos naturais (inteligência, cultura, irreverência, dinheiro, etc.);
Há ainda um terceiro e último erro.
 
Você fala da liberdade de opinião. Ou melhor, da liberdade de expressão.
 
(Explico. Você está usando um conjunto de palavras errado para designar o objeto a que – se percebe pelo contexto – você está se referindo. A liberdade de opinião é sua liberdade de pensar o que quiser, o que se restringe ao foro interno, isto é, a sua cachola. A liberdade de expressão é sua liberdade de comunicar a outros o que quiser, o que diz respeito ao foro externo. Por isso, de modo algum estamos desrespeitando sua liberdade de opinião. Você nos odeia, pensa mal de nós, e não o estamos impedindo de pensar assim. De suas injustiças, você, um dia, dará contas a Deus… Quanto a sua liberdade de opinião, deixo-lhe apenas um aviso: se você, como espírita, continuar acreditando na tolice da reencarnação, você irá para o inferno).
 
Júlio, é preciso ser muito bobo para acreditar no jargão da liberdade de expressão. Se, de fato, cada um pudesse expressar o que bem entendesse, o mundo não teria caído de pau em cima de Dom Williamson quando de suas infelizes declarações sobre os campos de extermínio nazistas. Ou, na mesma linha, o revisionista gaúcho, Siegfried Ellwanger, que escreveu, entre outras obras, Acabou o gás… O fim de um mito, não poderia ter sido condenado pelo crime de racismo nos tribunais brasileiros.
 
E por quê? Pelo simples fato de que a total liberdade de expressão dá aso a absurdos, que são, por vezes, insuportáveis inclusive para nossa sociedade corrompida.
 
Todo mundo compreende, hoje, que não se pode exercer a liberdade de expressão para, por exemplo, abrir um site que incentive jovens ao suicídio.
 
Muito mais grave, porém, e essa é uma coisa que as pessoas hoje não compreendem, é o exercício da liberdade de expressão para se fazer a humanidade anti-católica, afastando-a de Deus com suas mentiras.
 
Peçonha, só deseja a moderna liberdade de expressão quem ama a mentira, porque só há autêntico direito de expressão para a verdade.
 
O catolicismo, porque defensor da existência da verdade, é contra, tem de ser contra a moderna e enganosa liberdade de expressão que, na enorme maioria das vezes, é utilizada apenas para a disseminação de veneno, que, em certos casos, nem mesmo os próprios relativistas aguentam.
 
Nosso site, Peçonha, não é uma plataforma em que qualquer um pode vomitar qualquer bobagem e permanecer impune, isto é, sem resposta. Não mantemos esse site com tanto sacrifício para promover tolices.
 
Busque isso no botequim virtual do Orkut e afins.
 
(No Orkut, em que você poderá encontrar pessoas que têm um ódio tão grande ou até maior que o seu contra nós).
 
Aqui não.
 
Tudo o que é publicado em nosso site é lido e revisto. É analisado. Não há aqui um afã de se aprovar textos sem maior critério, apenas para se aumentar as atualizações.
 
Donde, dado o imenso volume de solicitações que recebemos, a necessidade de termos uma equipe por trás do site, que é o que justifica nossos pedidos de doação.
 
Não queremos oferecer para nossos leitores o lixo que a deusa liberdade de expressão promove.
 
Creio que, com essa explicação, esteja claro por que esta sua carta não seria publicada.
 
Au revoir!
Guilherme Chenta
 
ANEXO
 
Você deve estar se perguntando sobre minha surpresa para você. Fique tranquilo, não me esqueci dela. Ei-la (diretamente do sistema do site antigo; note quantos campos temos de preencher para “tratar” uma única carta. Com o novo cadastro, tudo ficará mais fácil para nós):
 
Carta 1:
 
   Dados do Consulente:
          
 
Nome:
Julio Cezar
Email:
julpessanha@XXXXXX
Sexo:
M
Data de nascimento:
 //
 
 
Endereço:
Núm:
Complemento:
0
 
 
Bairro:
 
 
 
 
Cidade:
Campos
Estado:
RJ
País:
Brasil
CEP:
 
 
Telefone 1:
Telefone 2:
Religião:
Idade:
0
Escolaridade:
Profissão:
Como nos conheceu:
Assina boletim:
Não

Grau de afinidade:
Situação:
É da Montfort:
Não
Padrinho:
 
Origem das informações:
01/01/2006
öltimo contato do padrinho:
 
 01/01/1999
Comentários:
   
    Informações para o site:
              
 
Esta carta é uma continuação:
Subseção do site :
Doutrina
Seção local:
Título :
Por alguns tem tanto e outros vivem na miséria
Autor :
Marcelo Fedeli
Idioma :
Português
Classificação :
Baixa (*)
Tema :
Outros temas
Assuntos :
Palavras-chave:
(utilize vírgula como separador)
  
   Dados da mensagem do consulente:                              
 
Situação da carta:
Não publicar
Esta carta foi encaminhada a:
Robson Nascimento
Nome do arquivo :
20060718103521
Nariz de cera :
 
 
    Informações da pergunta:
Data de recebimento:
 18/07/2006
Mensagem do leitor:
 
Ola Caros amigos

Me expliquem por favor!

Por que alguns tem tanto dinheiro e outros vivem em absoluta miséria?

Por favor amigos,não me acham ignorante por essa pergunta mas eu tenho uma duvida muito intensa relacionada a esse assunto.

Obrigado pela atenção

    Informações da resposta:
Data de resposta:
 18/07/2006
Resposta:
 
Prezado Júlio Cezar, salve Maria!
 
Deus criou os homens iguais em natureza (essencia) mas diferentes em acidentes. Assim todos temos corpo e alma e os direitos fundamendais ao corpo (alimentar/ respirar, etc..) como aos da alma (conhecer, amar e servir a Deus, estudar ,etc.) são iguais para todos.
 
Porém , como acidentalmente os homes são diferentes (alguns são mais inteligentes, outros são mais voluntariosos, outros mais trabalhadores, ou santos, outros, por outro lado bandidos..) os direitos acidentais também são diferentes. assim, há ricos e pobres e quanto a estes, diz a escritura, Deus criou a ambos….
 
Um dos motivos dessa desigualdade material é para que haja a CARIDADE MATERIAL, auxiliando materialmente ao próximo sempre por amor de Deus (a caridade é também, e principalmente, de ordem espiritual, quando, por exemplo, ensinamos ao próximo as verdades da Igreja). Sem tais diferenças, como seria possível praticar aquela virtude?
 
Reze para que Deus abençoe o nosso apostolado, apesar das nossas misérias.
 
In corde iesu semper
Marcelo Fedeli
 
 
Carta 2:
 
    Dados do Consulente:
          
 
Nome:
Julio Cezar
Email:
Sexo:
M
Data de nascimento:
 //
 
 
Endereço:
Núm:
Complemento:
0
 
 
Bairro:
 
 
 
 
Cidade:
Campos
Estado:
RJ
País:
Brasil
CEP:
 
 
Telefone 1:
Telefone 2:
Religião:
Idade:
0
Escolaridade:
Profissão:
Como nos conheceu:
Assina boletim:
Não

Grau de afinidade:
Situação:
É da Montfort:
Não
Padrinho:
 
Origem das informações:
01/01/2006
öltimo contato do padrinho:
 
 01/01/1999
Comentários:
 
 
 
 
 
 
                               
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    Informações para o site:
              
 
Esta carta é uma continuação:
Subseção do site :
Outros
Seção local:
Título :
Afinal de contas,o que é a Maçonaria?que segredo eles protegem?
Autor :
Marcelo Fedeli
Idioma :
Português
Classificação :
Baixa (*)
Tema :
Outros temas
Assuntos :
Palavras-chave:
(utilize vírgula como separador)
  
   Dados da mensagem do consulente:                              
 
Situação da carta:
Não publicar
Esta carta foi encaminhada a:
Robson Nascimento
Nome do arquivo :
20060718105624
Nariz de cera :
 
 
    Informações da pergunta:
Data de recebimento:
 18/07/2006
Mensagem do leitor:
 
Bom Dia amigos do Montfort

Preciso que vcs me ajudem a tirar mais essa dúvida,o que realmente é uma Maçonaria,que doutrina eles seguem e por que e qual é esse “grande segredo” que nunca revelam?

Desde ja agradeço a atenção desse humilde e sempre dedicado leitor

    Informações da resposta:
Data de resposta:
 18/07/2006
Resposta:
 
Prezado Júlio Cezar, salve Maria!
 
A Maçonaria é uma dentre outras seitas secretas que conspiram contra a Igreja, não aceitam a existência de um Deus Uno e Trino, Criador do Universo, defendem o relativismo e o naturalismo. Portanto afirmam que nenhuma religião possui a verdade, que não há uma verdade objetiva, etc.. ao contrário dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja.
 
Afirmar  posuir um “grande segredo” é comum em sociedades secretas que ficam iludindo com isso seus membros, como o fizera até a seita islãmica dos  “Assassinos de Alamut” 
(vide http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=cadernos&subsecao=religiao&artigo=alamut2&lang=bra#VII ).
 
No site MONTFORT você poderá encontrar artigos e cartas sobre tal seita, bastando inserir o termo MAÇONARIA em “procura”.
 
Agradeço a sua carta pedindo as suas orações.
In corde Iesu semper
Marcelo Fedeli
 
COMENTÁRIO SOBRE O ANEXO
 
Bem se vê que você mudou bastante o tom de suas missivas. E também que se esqueceu de que lhe respondemos sim senhor. Esses são apenas dois dos motivos pelos quais digo que temos de desenvolver uma área restrita no site em que cada usuário possa gerenciar as cartas que nos envia e as respostas que recebe.
 
E que gafe, não é Peçonha?! Aposto que você não se recordava de ter vestido uma pele de cordeiro nas duas vezes em que nos consultara.
 
Até a próxima,
Guilherme
 
PS: (Para esta resposta ficar mais completa). Outros motivos pelos quais não publicamos algumas cartas, mesmo que respondidas, são:
  1. Julgamos o assunto redundante (que é o caso dessas suas duas cartas)
  2. Avaliamos o assunto como irrelevante para o grande público.
     
 

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