Montfort Associação Cultural

23 de novembro de 2004

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As apostilas de Kiko realmente existem

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Bianca
  • Localizaçao: – Brasil

Começa que rídiculo é o seu nome, Orlando Fedeli, e que Kiko, nao é um apelido, e sim um nome, Kiko Arguello, antes do Sr falar, procure a verdade, em várias resposta o Sr disse “…o Pe Kicco…” Kiko não é um padre, mas sim um catequista… e o Sr., devendeu seu ponte de vista, sem conhecer a verdade… As apostilas que o Sr se refere, realmente existem,  mas so têm acesso a elas, os Catequistas, pois eles,  em sua missão, passam a nós catecumenos. estas são “secretas” pois o caminho é divido em etapas, e se todos tivessem acesso as apostilas, de nada adiantaria as etapas…”O Sr não pode comer um frango, sem que uma galinha bote um ovo” se o Sr. quer conhecer o Caminho, faça as catequeses… entre no caminho, ou entao procure ao menos saber realmente o que é o caminho… Vá até Brasília, lá tem um Seminário do Caminho chamado: Seminário Missionário Arquidiocesano Redemptoris Mater. busque lá suas respostas, ou com algum Catequista do Caminho, mas pare de julgar o Caminho, pois o Sr. esta entrando no pecado. e estando no pecado, como o Sr. consegue comungar Cristo na Eucaristia???

A Paz de Cristo
Bianca (biancaprincesa@xxx.com.br
)

Dona Princesa,
Salve Maria.

Em primeiro lugar, quero agradecer-lhe a confissão de que as apostilas de Kiko existem mesmo. Mais ainda, agradeço-lhe a sua segunda confissão: a de que as apostilas são secretas mesmo. Foi a senhora mesma que usou essa expressão e defendeu que elas devem ser secretas mesmo.

Portanto, todos aqueles do Neo Catecumenato que me escreveram negando a existência das apostilas estavam sendo enganados.

Como confiar num movimento que engana aqueles que o seguem? Nesse “caminho”, as placas de direção parecem ser enganadoras…

Aliás, quero comunicar-lhe que já arranjei parte das famosas apostilas de Kiko, e que elas são incríveis mesmo.

Também já arranjei outras informações… Mas sua confissão me foi preciosa. Realmente um presente de princesa.

Sei muito bem que o tal Kiko não é padre. Se em alguma resposta minha constou o nome dele precedido desse título, foi por um equívoco de digitação. Graças a Deus ele não é padre, pois, se fosse, seria bem pior.

Mas que o apelido dele é ridículo, é mesmo (Kiko , normalmente, é um diminutivo de Francisco). Se for o nome dele, piorou ainda mais.

A senhora acha meu nome ridículo também?

Que fazer?

Cada um tem o sobrenome que herda, e o nome que lhe dão.

Graças a Deus a senhora é Bianca Princesa, que é um nome realmente bonito e aristocrático, e que, ademais lembra a Princesinha Branca de Neve — que não devia ser tão zangada e azeda como a senhora.

Mas, vá se saber?

Branca de Neve é uma figura romântica. E as moçoilas românticas costumam, na realidade, ser azedas e zangadas.

O meu ridículo nome — que fazer?! — significa terra vermelha (roth land), ou terra gloriosa. E eu não faço jus a ele, pois sou nada glorioso, e nem tenho nada de vermelho. O que torna o nome inconveniente para mim, aumentando o ridículo dele. O meu sobrenome significa “fiéis”. E isso, com a ajuda de Deus nosso Senhor, quero ser até o fim, e absolutamente.

Ser fiel a Deus e à Igreja. Como dizia Santa Catarina de Siena : “L’amore è quella cosa che ci fa fedeli”. (“O amor é aquela coisa que nos faz fiéis”).

E o amor é que me move e que me faz falar (“Amor mi mosse che mi fa parlare”, Dante Inf II, 72)

O amor a Deus e ao próximo é que me leva a querer, para a senhora especialmente, a graça de Deus que a conduza ao céu.

Embora a senhora me tenha julgado já em pecado,e afirme que não sabe como posso comungar – o que só Deus pode conhecer – espero que Ele me perdoe os muitos pecados que cometi. E que, se estou em pecado, que Ele misericordiosamente me perdoe, e que, se não estou em pecado, que Ele me conserve — assim como a senhora em sua graça divina.

De fato, não sei como posso comungar, pois eu pecador me confesso. Só comungo porque espero na infinita misericórdia de Deus, que a comunhão que recebo não seja para meu juízo e condenação.

E rogo à senhora que, quando comungar, não se esqueça de pedir misericórdia para minha alma.

“Et que à tous Dieu nous veuille absoudre”

In Corde Jesu, semper, Orlando Fedeli

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