Montfort Associação Cultural

12 de novembro de 2004

Download PDF

Agradecimento à Associação Montfort

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Enoque Dias
  • Localizaçao: Recife – PE – Brasil
  • Escolaridade: 2.o grau concluído
  • Profissão: Agente de Saúde
  • Religião: Católica

Agradecimento à Associação Montfort

Meu nome é Enoque, tenho 23 anos, e antes de mais nada gostaria de agradecer a Deus os dons concedidos ao prof. Orlando Fedeli e cia da Associação Montfort e aos próprios pela caridade de pô-los a disposição dos irmão tão necessidade de doutrina, a começar por mim.

Gostaria de contar em pouca palavras minha experiência ao acessar pela primeira vez o site Montfort. Era o ano de 2001, tinha 20 anos, era uma fase de minha vida em que começara a posicionar-me no campo espiritual. Se seria “evangélico”, ateu ou católico, sendo esta última opção quase que totalmente descartado por mim até então. Naquela época me encontrava num estado de profunda indiferença religiosa era hedonista e materialista, além de arrogante é bom que se diga. Como é de praxe no mundo de hoje, nutria dentro de mim um certo ódio à Igreja Católica que absorvera de meus professores, de colegas protestantes, da televisão, dos filmes… Hoje consigo perceber sem muita dificuldade que tal sentimento anti-catolicista é um plano ambicioso e organizado do Mal no mundo, que muitas vezes nos usa consciente ou inconscientemente a esse propósito, nos segando à verdade que tanto necessitamos e sem ela nos perdemos e morremos. A Igreja Católica Apostólica Romana como a única e ve rdadeira Igreja que o senhor Jesus edificou, essa é a grande Verdade que o Mal não cessava e não cessa de ofuscar. Eu agradeço imensamente a Deus por ter mostrado sua face misericordiosa a uma criatura tão insignificante quanto eu. Vivia numa verdadeira matrix onde as “igrejas” protestantes eram quem falavam em nome de Deus, além de influência da Nova Era. Hoje sei com segurança que ambas são desvios fatais para a alma de quem os segue. Aquela, um desvio de conduta cristã, uma fé incompleta, capenga, imperfeita. Esta um desvio mais agudo, mas provocam o mesmo invariável efeito.

Foi o ingresso de minha mãe num grupo de oração católico local que deu início a minha bem aventurada mudança. É preciso se diga que não é um desses grupos descaracterizados, superficiais e emocionalistas que existem aos montes por ai. Não, é um verdadeiro grupo católico de partilha, de evangelização, estudo dos documentos oficiais da Igreja, etc.

Nesta época minha mãe trazia sempre questões sobre a Igreja. Refutavas por mim com veemência mas que ao poucos me faziam refletir e ter sentimentos novos. Depois de alguns meses o inevitável aconteceu., comecei a entender muitas coisas e mais do que entender, sentir que elas estavam corretas. Foi assim que tornei-me católico. Mas não foi tão simples assim, tive que quebrar muitos preconceitos bobos passar por cima de minha prepotência e arrogância. Foi um logo caminho. Muitos me ajudaram nele é ai que a Associação Mantfort entra na história. Passei uns meses na casa de minha irmã, ela tinha um micro, e nos finais de semana acessava a internet. Certo dia num site de busca digitei : Igreja Católica e vi pela primeira vez o seu site. Dei um clique no link e até hoje não deixo de acessar quando posso. Conheci o site num estágio de minha fé muito delicado em que estava cheio de dúvidas, onde eu pude elucidar um séries delas. Via e vejo com muito entusiasmo e alegria suas resposta s, suas reflexões que promovem entre meus amigos e eu minutos de muito contentamento ao ver a Igreja ser defendida tão eloquentemente por vocês, contra os incansáveis inimigos da Igreja. Já cheguei a mandar i-mail que foi respondidos pelo próprio prof. Orlando. Obrigado professor por tudo. Tenho até hoje o i-mail em que o senhor amavelmente respondeu um pergunta minha. Já o mostrei aos meus amigos várias vezes e que também os ajudou. Como são as cosias moro no Recife num bairro chamado Totó e consegui me comunicar com um leigo católico doutor em História de São Paulo. Que alegria! Por isso queria dizer ao senhor que nunca subestime a importância deste site para os leigos católicos que acham que os argumentos de seus professores-papagaios são incontestáveis. Agora, até posso debater com meus professores sobre assuntos que eles acham ter apenas um interpretação.

Termino esta parte agradecendo a todos vocês por tudo. Que Deus os abençoe cada vez mais.

Pedido de orientação

Professor, um amigo protestante deu-me para ler um artigo vinculado num jornal de circulação nacional intitulado FOLHA CRIATÃ, edição de 31 de dezembro de 2003.Quando me dera, este amigo esboçava uma certa alegria, pedira desculpas, disse não querer em nenhum momento ferir minha fé. Mas como não se indignar como semelhante artigo, cujo o conteúdo transcrevo logo abaixo:

O NATAL VEIO DO PAGANISMO DURANTE OS TRÊS PRIMEIROS SÉCULOS DA NOSSA ERA, OS CRISTÃOS NÃO CELEBRARAM O NATAL

Trata da festa de Natal de Jesus Cristo, paganismo, Roma, Babilônia, seja católica, Papai Noel, presépio, árvore presentes, crente, cristianismo, evangelho, Bíblia. Enciclopédia Católica (edição 1911): ” A festa de Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja. Os primeiros indícios são proveniente do Egito. Os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal”.

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (mesma enciclopédia): “… não vemos nas Escrituras que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo”.

Autoridades históricas demonstram que, durante os três primeiros séculos da nossa era, não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no séc. 4ª). Somente no séc. 5ª foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus sol., já que não se sabia o dia em que Cristo nasceu.

1. Jesus não nasceu em 25/12 Quando Ele nasceu “… havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavão durante as vigílias da noite, o seu rebanho” (Lucas 2.8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e (ainda mais à noite) os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, pág. 370). A Bíblia mesmo prova, em Ct 2.1 e Ed 10.9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noites, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lc 2.1) 2. Como esta festa se introduziu nas igrejas?

A nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog, explica claramente em seu artigo sobre Natal: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estava demasiadamente arraigada nos costumes populares para serem suprimidas pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpas para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebravam o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do séc. 4ª os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém com vinda do imperador Constantino (no séc.4ª) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares. Tenhamos em conta que essa gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria carnal, muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la.

O artigo já citado revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o deus sol) levaram aqueles pagãos do séc. 4ª (que tinham pseudamente se “convertido em massa” ao pseudo “cristianismo”) a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus. Assim foi como o Natal se introduzil em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol.

A Enciclopédia Britânica diz: “A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol… os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se a data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos”.

A origem do Natal O Natal é uma da principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cão, filho de Noé. O nome Nimrode deriva-se da palavra “marad”, que significa “rebelar”. Nimrode foi poderoso caçador contra Deus (Gn 10.9). Para combater a ordem de espalhar-se criou a instituição de ajuntamento (cidades); construiu a torre de Babel (a Babilôni original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros); fundou Nínive e muitas outras cidades; organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações económicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da arvore de Natal.

Semirâmis se converteu a “rainha do céu” e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol, neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semíramis e Nimrode encarnado em seu tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de “a Madona e se filho”(o par mãe influente + filho poderoso e obediente `a mãe) se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo o países e a línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente na “Madona”, da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4ª e 5ª os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo”, levando consigo suas antiga crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de “a Madona e seu filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos já celebravam esta data séculos antes de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, em 25 de dezembro. Os apóstolos e a Igreja Primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe sim, a ordem de atentarmos bem a lembrança sempre a Sua MORTE (1Co11.24-26; Jo 13.14-17). (Continua na próxima edição.)

Hélio de M. Silva

Professor, fui o mais honesto possível na transcrição deste artigo protestante, como a ética pede, li com muito cuidado. Transcrevi vírgula por vírgula.Não adicionei nem tirei uma só letra,os erros de gramática de coerência, tudo esta aí como uma foto-cópia do jornal.

Graças ao bom Deus estes tipos de artigo não balançam minha fé. Estou vacinado contra eles. Aprendi a crer antes de saber. E sei que Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja de Cristo. Sabendo disto o que vier de seus acusadores não passam de calunias. No entanto nem todos têm esta convicção. E é nosso dever ajudar os homens que procuram sinceramente a verdade (tenho muitos amigos assim) .

O senhor podia falar sobre o assunto. Sei que é muito ocupado. Eu não tenho pressa e também ficaria satisfeito se um dos colaboradores do Mantfort me ajudassem.

Eu Agradeço desde já.

Enoque

Muito prezado Enoque, salve Maria!

Deus lhe pague por sua bela carta, que narra a conversão de sua alma com tanta sinceridade.

Percebe-se claramente a mão da Divina Providência que o foi guiando até o porto da salvação.

Dou graças a Deus por sua conversão, e rogo a Nossa Senhora que obtenha de Nosso Senhor todas graças que você precisar para se manter firme e fiel na Fé.

Alegraram-me especialmente duas coisas:

1- O fato de você ter compreendido como existe uma verdadeira conspiração dos maus para semear dúvidas e ódio contra a Igreja Católica. Isso é algo de imenso valor. Uma verdadeira graça compreender tão claramente o que hoje pouca gente vê.

2- O fato de o site Montfort ter cooperado, de algum modo, com a graça de Deus, em sua conversão.

Esteja certo que isso será, para mim, um fator que me ajudará permanecer, custe o que custar, neste combate através de meu computador. Peço-lhe que reze por mim, para que Deus me conserve em seu santo serviço, porque viver sem servir a Deus, é pior que estar morto.

Passo a responder sua pergunta sobre o Natal.

O nascimento de uma criança é sempre um motivo natural de alegria. Por isso, sempre, todos os homens comemoraram sua data de nascimento. Não há família que, na medida de sua possibilidade, não faça festa, alegrando-se com o aniversário dos seus, especialmente dos familiares mais queridos: pai ou mãe.

Foi por iso que os reis antigos e modernos — Napoleão fazia comemorar seu nascimento a 15 de agosto — faziam festejar sua data natalícia, porque consideravam o seu nascimento como motivo de felicidade para os povos que governavam. ( Até Napoleão — o maior incentivador da indústria de muletas para soldados aleijados nas suas guerras — fazia festejar o seu natalício).

Ora, se muitos reis se iludiam com a falsa felicidade que traziam a seus povos, essa ilusão não cabe no nascimento de Cristo. Então, não se deveria festejar o nascimento do “esperado das nações”, como diz a Sagrada Escritura?

Durante séculos e séculos, os judeus e os gentios esperaram aquele que ia redimir a humanidade. Nada mais natural que a humanidade comemorasse o nascimento de seu Salvador.

Quem nos ensinou que se devia comemorar o Natal de Cristo foi o próprio Deus, como nos conta o Evangelho.

Pelos relatos do Evangelho se conhece que Deus mandou os anjos do céu comemorar o nascimento de Jesus. Se até os anjos do céu — que não foram redimidos pela encarnação do Verbo — comemoraram o nascimento de Jesus, nosso Deus e Salvador, que dirá nós que fomos salvos por Ele?

Comemorando o Natal de Cristo imitamos os anjos que cantaram quando Ele nasceu: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens de boa vontade”.

São os homens de má vontade — os Herodes daquele tempo e de hoje — que se recusam comemorar o nascimento de Jesus.

O artigo que você me manda supõe que todos os pastores judeus daqueles tempos tinham currais para confinar seu gado e suas ovelhas. O que é um absurdo, primeiro, porque supõe uma riqueza e um costume atual, no pastoreio daquele tempo. Segundo, porque supõe uma igualdade geral de posses: todos os pastores daquela época teriam currais e gado confinado. Terceiro, supõe que sem currais de inverno, os animais daquele tempo morreriam, e que, portanto, sempre houve currais, se não as ovelhas teriam todas morrido, como se Deus não tivesse dado um bom “capote” de lã às ovelhas. Quarto, supõe que os evangelhos mentiram ao dizer que havia pastores guardando seus rebanhos na noite, e que devemos crer na enciclopédia britânica em vez de crer nos evangelhos.

Cristo nasceu para nos salvar. “Um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado” ” Puer natus est nobis, et Filius datus est nobis”, cantou a Escritura Sagrada, e a Igreja sempre repetiu esse hino no Natal.

É certo que Jesus quis nascer em um povo dominado e humilhado, que quis nascer pobre e num estábulo, que ele quis nascer desprezado. Por isso Ele quis nascer numa noite longa, em pleno inverno. Por isso, Ele quis nascer em Dezembro, em pleno inverno do hemisfério norte.

Se os pagãos festejavam o solstício de inverno, era esse um motivo a mais para Jesus nascer nesse tempo, para mostrar que Ele venceu os ídolos e o paganismo.

Se a Igreja vitoriosa fez comemorar com mais pompa o nascimento de Cristo para fazer o povo, que vinha do paganismo, a esquecer as festas dos ídolos, ela agiu com Sabedoria, pois só fica destruído totalmente o que é substituído. Essa substituição para destruir o Natal é que se faz hoje com o maldito e estúpido Papai Noel, inventado exatamente para que o povo esqueça do nascimento do Salvador.

E artigos como esse que lhe deram são prova de que existe mesmo uma conspiração para solapar a Fé e destruir o Cristianismo.

Escreva-me sempre, porque faço questão de tê-lo como um amigo da Montfort, em Recife. Como meu irmão de combate pela Fé.

Esperando tê-lo ajudado, subscrevo-me como seu amigo sincero

in Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli.

TAGS

Publicações relacionadas

Cartas: Como posso agradecer-lhe? - Orlando Fedeli

Cartas: Descanse em muita paz, Orlando Fedeli

Cartas: Fé com razão - Orlando Fedeli

Para comentar esta publicação

O site Montfort não permite a inclusão de comentarios diretamente em suas publicacões.

Para enviar comentários, sanar dúvidas, obter informações, ou entrar em debate conosco, envie-nos sua carta.

Saiba mais