Montfort Associação Cultural

24 de março de 2006

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A "tolerância" religiosa do Islamismo

Autor: Marcelo Fedeli

  • Consulente: José Artur Silva
  • Localizaçao: Belo horizonte – MG – Brasil
  • Escolaridade: Superior concluído
  • Profissão: Engenheiro
  • Religião: Católica

Vejam como o Islã é tolerante por esta notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo:

Um afegão que se converteu do islamismo para o cristianismo – o que é considerado um crime pela lei islâmica (sharia) -, está sendo processado por um tribunal de Cabul e pode ser condenado à morte. O acusado, Abdul Rahman, foi preso no mês passado após ser denunciado pela família. Rahman, de 41 anos, confessou que se converteu ao cristianismo 16 anos atrás, quando trabalhava como funcionário de uma ONG de assistência médica para refugiados afegãos no vizinho Paquistão. Ele morou durante nove anos na Alemanha e voltou em 2002 ao Afeganistão para tentar obter a guarda das duas filhas – atualmente com 13 e 14 anos -, que viviam com os avós, e a disputa acabou parando na polícia. O julgamento é o primeiro do gênero no país e está sendo considerado um desafio para os religiosos conservadores e os reformistas sobre qual tipo de Islã – radical ou moderado – deve ser adotado após a deposição do regime fundamentalista islâmico Taleban, em 2001. A Constituição, aprovada pelo novo governo, tem como base a lei islâmica, que estabelece que qualquer muçulmano que rejeitar sua religião deve ser condenado à morte. “Não estamos contra nenhuma religião no mundo. Mas no Afeganistão, este tipo de coisa é contra a lei. É uma afronta ao Islã. O promotor está pedindo a pena de morte”, disse o juiz Ansarullah Mawlavezada à agência Associated Press.O veredicto deve ser anunciado em dois meses.”

Prezado José Arthur, salve Maria!
 
Agradeço o envio da significativa notícia, cujo teor foi muito bem resumido pelo sr: a “TOLERÂNCIA” religiosa do Islã.
 
Incrível !… todo o mundo vê e constata aquela óbvia conclusão, exceto os ecumenistas de plantão, que utopicamnte sonham em conciliar opostos, levados, infelizmente, pela ideologia naturalista e relativista implantada nos meios católicos pelo Concílio Vaticano II, que parece cegar a muitos até do alto Clero, como, por exemplo, Mons. Fitzgerald, Cardeal Kasper, Cardeal Martino e outros…  
 
Enquanto isso, na Europa, católicos adultos”  e “intelectuais atualizados”  pregam sempre e cada vez mais por maiores concessões aos muçulmanos que para lá migraram e vivem, tentando, pouco a pouco, impor a sua Lei.
 
Anos atrás, o então cardeal de Bolonha, Mons. Biffi, alertava sua diocese quanto a este novo estilo de “invasão” e “conquista” islâmica, advertindo os equlibrados e imparciais progressistas de que logo mais os muçulmanos poderiam impor a sua LEI, a SHARIA, na Itália e na Europa, incluindo mutilações, execuções e até a poligamia… claro! Só para os homens — e perguntava como reagiriam diante dessa nova legislação, os movimentos ecumênicos e feministas de então…Será que farão passeatas de protesto?…
 
Contudo, caro José Arthur, como o sangue dos mártires é semente de cristãos, caso Abdul Rahman se torne mais um mártir, peçamos a Deus para que os méritos do seu martírio sirvam também para conversão do povo do Afeganistão e de todos os ecumenistas do Ocidente, à Igreja católica.
 
In corde Iesu semper
Marcelo Fedeli

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