Montfort Associação Cultural

22 de junho de 2007

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A origem judaica do islamismo

Autor: Orlando Fedeli

  • Consulente: Giovanni Pessoa de Vasconcelos
  • Localizaçao: Fortaleza – CE – Brasil
  • Escolaridade: Pós-graduação incompleta
  • Profissão: Biólogo
  • Religião: Católica

Prezado Professor
Salve Maria.

Vou direto ao assunto:
1. O deus da religião islâmica, é o mesmo Deus em que acreditamos?
2. Se não é, de onde vem tamanha fé desse povo a ponto de parar por cinco vezes ao dia para orar, voltados para a cidade de Meca, esteja onde estiver?
3. Essa fé que os move, levará esse povo para o Céu ou eles podem ser considerados idólatras, indo para o inferno? Não estariam eles na inocência por não conhecer o nosso Deus?
4. Será que os guias espirituais deles (no nosso caso seriam os padres), não os orientam para fugir do catolicismo, chamando-nos de idólatras, tal qual nós fazemos com eles.
5. Será que tudo o que achamos deles (tais como: eles estão errados em adorar outro deus, não se salvarão, estão cegos etc) não ocorre ao contrário, digo em relação a eles quanto a nós?
6. Como saber que eles estão errados e nós estamos certos?

Devo esclarecer que, com esses questionamentos, não estou colocando minha fé à prova. Longe de mim desacreditar na minha Igreja Católica. Mas é que me surgiram dúvidas quanto a esse povo de fé tão firme no que eles acreditam, e estarem em caminho errado.

Não sei se consegui me fazer entender, mas…

Gostaria que vocês pudessem dirimir essas dúvidas.

Um abraço carinho
Tudo pra Jesus
Nada sem Nossa Senhora

Giovanni Pessoa

Muito prezado Giovanni ,
Salve Maria.
 
     O Maometismo é uma seita judaica que nega a Santíssima Trindade.
     Como os judeus, eles recusam crer que em Deus haja três pessoas iguais e realmente distintas, o Pai, o Filho, e o Espírito Santo, como foi revelado e ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo, que é O Filho de Deus encarnado.
     No Corão pode-se ler o seguinte:

Diz; Allah é Deus, o único, Allah é o único. Ele não gerou e não foi gerado” (Corão, Surata CXII, 1-3)

     Por isso, no Corão se diz que os maometanos devem reconhecer que têm o mesmo Deus dos judeus:

“Não discutais com as pessoas do Povo do Livro [o povo judeu], senão de modo amável (com exceção dentre eles que são injustos). Dizei: “Cremos no que nos foi revelado e no que vos foi revelado. Nosso Deus o vosso Deus é um só e nós lhe estamos submetidos” (Corão, Surata XXIX 45=46)

     Por outro lado, o livro Sagrado dos maometanos afirma, muitas vezes, que Deus deu o livro (o Corão) a Moisés, e não a Maomé. O Corão diz muitas vezes que Maomé é um mero repetidor e que o Livro foi dado aos judeus, a Moisés.
     No Corão se conta que os árabes que ouviam Maomé lhe diziam:

“Isso não é senão uma mentira inventada por Maomé, outras pessoas o judaram” [ensinaram] (Corão, Surata XXV, 5-6)

     E na Surata XLIV do Corão se lê também: 

E o rechassaram dizendo: “Ele foi ensinado por outros. É um energúmeno” (Corão, Surata XLIV, 14)


     Por isso, o Corão diz: 

Maomé, quando tiveres dúvida sobre o Corão, consulta os mestres [os rabinos] de Israel”

“[Maomé] se tens dúvida do que te revelamos, interroga aqueles que antes de ti leram o Livro [o Corão]“  

     Portanto, o Corão manda Maomé consultar os rabinos judeus, em caso de dúvida sobre o lIvro, que foi dado a Moisés e não a Maomé.

     De tudo isso se conclui que o deus de maomé não é o Deus dos católicos. O nosso Deus é uno em sua substância e trino nas Pessoas.
     Os Maometanos negam que Cristo seja o Filho de Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.
     Portanto, os maometanos não têm Fé, que é a crença em tudo o que Deus ensinou.
     Certos torcedores de clube de futebol fazem sacrifícios enormes pelo seu clube e nem por isso se pode dizer que tenham Fé. Superstição não é Fé.
     Os maometanos não são idólatras. Eles não têm ídolos. São monoteístas. Mas eles, enquanto seguem uma falsa religião, não podem se salvar.
     E sabemos que eles estão errados porque no livro deles — o Corão — há muitas contradições e Deus não pode se contradizer.

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

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