Montfort Associação Cultural

11 de outubro de 2004

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A missão do bispo: ajudar a discernir a verdadeira felicidade

Comentário:

Dom Angelo Amato, secretário da Congregação Vaticana para os Bispos disse a 106 bispos recém designados e reunidos em Roma:

a

– “.. que ao «pensamento fraco» contemporâneo, de acordo com o qual «o ser humano vive o dia seguindo opiniões todas igualmente válidas e todas igualmente provisórias», é necessário contrapor hoje o «pensamento forte» de Jesus e seu estilo de vida.

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Dom Amato constatou que no mundo atual, como que a moda muda cada estação, «a cultura modifica opiniões e comportamentos rejeitando toda verdade estável e eterna», enquanto que as «decisões arbitrárias do ‘eu» substituem os mandamentos divinos.

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“corresponde ao bispo mostrar que «no labirinto das múltiplas opções humanas e religiosas orientadas a dar significado e valor à existência, somente Jesus pode levar a bom fim nosso anseio de felicidade e de alegria plenas», concluiu.

O tom geral do discurso é bem diferente de anos passados.

Marcelo



A missão do bispo, ajudar a discernir a verdadeira felicidade


Segundo o secretário da Congregação vaticana para os Bispos

ROMA, 12 de setembro de 2003 (ZENIT.org).- De acordo com Dom Angelo Amato, o bispo há de ser «custódio, mestre e educador» da fé para ajudar o homem de hoje a se orientar em «caminhos novos e com freqüência alternativos aos tradicionais».

É o perfil que traçou o secretário da Congregação para os Bispos esta quinta-feira ao intervir no encontro que até o próximo 19 de setembro reúne no Ateneu Pontifício «Regina Apostolorum» 106 bispos de 26 países da Europa, América e Austrália.

Os prelados, reunidos para refletir sobre seu próprio ministério –por convite desta Congregação–, têm em comum sua recente designação por João Paulo II.

Em sua conferência titulada «O bispo, custódio da fé», o arcebispo Amato observou que ao «pensamento fraco» contemporâneo, de acordo com o qual «o ser humano vive o dia seguindo opiniões todas igualmente válidas e todas igualmente provisórias», é necessário contrapor hoje o «pensamento forte» de Jesus e seu estilo de vida.

Este está feito de «acolhida, compaixão, cura, e perdão» testemunhados diariamente por Jesus ante «publicanos, pecadores, prostitutas, estrangeiros, leprosos, viúvas, crianças, enfermos, endemoniados, renegados, pobres ou inimigos».

Dom Amato constatou que no mundo atual, como que a moda muda cada estação, «a cultura modifica opiniões e comportamentos rejeitando toda verdade estável e eterna», enquanto que as «decisões arbitrárias do ‘eu’» substituem os mandamentos divinos.

Por isso corresponde ao bispo mostrar que «no labirinto das múltiplas opções humanas e religiosas orientadas a dar significado e valor à existência, somente Jesus pode levar a bom fim nosso anseio de felicidade e de alegria plenas», concluiu.

A jornada começou com a celebração eucarística, presidida pelo cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que centrou a homilia na liturgia do dia.

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