Enviada em: Domingo, 20 de Fevereiro de 2000 00:39
Assunto: és corajoso, leia!
Estive ausente, mas voltei para, com mais cautela,
exorta-vos a ti e teus seguidores.
"Belo Horizonte, 17 de janeiro de 2000
Caro Orlando, Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo Esteja Sempre Convosco.
Inicialmente, peço - lhe perdão a V.Sª e em seguida à Deus, pela maneira pouco
tratável que me dirigi a V.sª. e por conseguinte, à toda Igreja Católica. Creio ter
sido levado pelo espírito beligerante travado entre o professor Orlando e o Estrebuchante
Artur, lembra-se, o Ateu defensor das Satânicas Bandas de Rock?
Uma vez perdoado, venho transmitir a V.Sª. e por conseguinte à todos os seus
leitores, o consenso entre nós da IGREJA BATISTA DE LAGOINHA, Belo Horizonte - MG, sobre
Maria, mãe de Jesus.
Vamos por parte:
Quando você caminha pelos Evangelhos querendo conhecer Maria, verdadeiramente, observa
que ela falou poucas coisas. Existem na Bíblia, vários episódios em que Maria esteve
envolvida e as últimas palavras que ela proferiu estão registradas no Evangelho de
João, no Capítulo 2, versículo 5. Maria, Jesus e seus discípulos foram convidados para
um casamento e, de repente, acabou o símbolo da alegria da festa: o vinho. Maria passou,
então a solução desse problema para Jesus e disse aos serventes: "fazei tudo
o que vos disser." É quase um mandamento de Maria, se assim pudéssemos
dizer. "fazei tudo o que Ele vos disser." Ela estava dizendo a
eles: Façam tudo e, somente, o que Jesus os mandar fazer. "Maria era a mãe de
Jesus, contudo, não temos nunhum registro bíblico em que Jesus a chamasse de mãe.
Vejamos o que disse Jesus a ela, momentos antes de render Seu espírito na cruz do
Calvário: "E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria,
mulher de Clopas e Maria Madalena. Vendo Jesus sua mãe e, junto a ela o discípulo amado,
disse: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. Dessa
hora em diante, o discípulo a tomou para casa". (Jo 19:25-27). Nessa
ocasião, como um filho expressando o seu cuidado com a mãe, Ele disse: "Mulher,
eis aí o teu filho". Ele confiou Maria à João, seu discípulo tão
querido. João era jovem e Jesus sabia que ele poderia cuidar com zelo e carinho de sua
mãe. Jesus estava falando com João para que ele tivesse cuidados com Maria, e a tratasse
como se ela também fosse sua mãe. Não apenas João tratou outra mulher como mãe. O
apóstolo Paulo faz referências a algumas mulheres, que cuidaram dele como se ele fosse
um filho e ele as considerava como se fossem suas mães.
Além do Evangelho de João, escrito na cidade de Éfeso, João também escreveu três
cartas e o livro do Apocalipse. É interessante observarmos que nos escritos de João não
há uma única referência à Maria, embora Jesus tenha dada a ele, a incumbência de
cuidar dela.
Com relação a Família de Jesus, tenho a lhe dizer, Professor Orlando e leitores do
site Montfort, que Jesus, realmente teve família: pai, mãe, irmãs e irmãos. Como negar
esse Fato?. O Senhor, conhecendo o coração do homem, queria mostrar a realidade
do aspecto familiar, a importância para o ser humano e o faz através do relacionamento
entre pais e filhos e deles com os outros. No Evangelho de Mateus, no verso 46, do
capítulo 12 está escrito: "Falava Jesus ao povo, e eis que sua mãe e seus
irmãos estavam do lado de fora, procurando falar - lhe. E alguém lhe disse: Tua mãe e
teus irmãos estão lá fora e querem falar - te. Porém Jesus respondeu ao que lhe
trouxera o aviso: Quem é a minha mãe e quem são meus irmão? E, estendendo a mão para
os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Porque qualquer um que fizer a
vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe.". Com essa
atitude, Jesus não estava desprezando Sua família, nem tampouco Maria, da qual se
lembrou no momento da Sua morte, entregando - a a João. Naquele momento, Ele dava à
família, um sentido muito forte, de amplitude. Jesus os amava, mas Seu amor era o amor
àgape, de Deus. Ele não era limitado a seus parentes. Seu amor se estendia a todos os
Seus discípulos e a todos quantos fizessem a vontade do Pai, porque Ele, Jesus, haveria
de morrer por toda humanidade, inclusive por aqueles que constituíam a Sua família
terrena.
A última menção feita a Maria está no livro dos Atos dos Apóstolos 1.14, quando,
antes do Pentecostes, os discípulos estavam no cenáculo. Está escrito (para ser
lido e não só ouvido): "Todos estes perseveravam unânimes em oração,
com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele". Maria estava
com os discípulos, como UM DELES, buscando o Senhor Jesus em oração, fazendo
tudo o que Jesus havia ordenado A SEUS SEGUIDORES.
Em TODA A ESCRITURA, caro Professor Orlando, e caríssimos leitores do Site
Montfort, vocês não vão encontrar um único texto que nos oriente a orar a Maria.
Vocês também, com certeza, não vão encontrar nenhum texto afirmando que Maria é a co
- redentora, nem sugerindo que ela também conduza ao caminho da salvação. Há uma
citação bíblica que atesta exatamente o contrário. Está escrito (para ser lido
e só não ouvido): "E não há salvação em nenhum outro; porque
abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que
sejamos salvos." (At. 4.12). Não salvação em nenhum outro nome. Isso
significa que Jesus é o único que pode salvar. Ele é o único caminho para a salvação
do homem. É interessante observarmos que durante os quatro primeiros séculos do
cristianismo, não havia nenhum culto, absolutamente nada, que se referisse às Maria.
Jesus era absoluto até o quarto século, quando Constantino (me corrija caso tenha me
enganado), cristianizou o império romano. Através de um decreto, da noite para o dia, o
imperado Constantino obrigou todo o império romano a se tornar cristão. No início do
Cristianismo, as pessoas precisavam da fé para se tornarem cristãs. Era preciso ter uma
experiência com Cristo, as pessoas tinham que nascer de novo, experimentar o novo
nascimento, entronizar Jesus no coração. Mas, com a imposição à fé cristã, as
pessoas passaram a ser cristãs por decreto, ou seja, sem terem tido uma experiência
profunda com o Senhor. Todos os ídolos, tanto os em figuras de homem como em figuras de
mulheres, trazidos de outras religiões foram cristianizados. Por exemplo, caro Professor
Orlando, e caríssimos leitores do Site Montfort: O ídolo romano chamado de SÃO PEDRO,
era a imagem de JÚPITER CAPITULINO. Isso é SICRETISMO RELIGIOSO, um fato bastante
antigo como com certeza é do conhecimento do caro Professor Orlando, e passa a ser dos
caríssimos leitores do Site Montfort .No sincretismo, ocorre a fusão de elementos
culturais diferentes e até antagônicos em um só elemento, continuando perceptíveis
alguns sinais originários. Outro exemplo bastante conhecido do caro Professor Orlando, e
dos caríssimos leitores do Site Montfort, é o de Maria. Para os católicos, ela é Maria
mesmo, a mãe de Jesus, mas, no espiritismo, ela tem outro nome, e a Iemanjá.
Entretanto, o cristianismo condena a adoração a imagens, a idolatria. A idolatria
cega às pessoas. Essa não é uma citação própria de nós, evangélicos da IGREJA
BATISTA DA LAGOINHA, (faço menção para que o caro Professor Orlando, não esqueça de
onde sou e de onde vem o consenso). Veja o que está está escrito (para ser lido e
não só ouvido) : "Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos
do homem. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não veêm; têm ouvidos mas não
ouvem; têm nariz, mas não cheiram; têm mãos, mas não apalpam; têm pés, mas não
andam; nem som algum sai da sua garganta. semelhantes a eles sejam os que fazem, e todos
os que neles confiam. (Salmos 115.4-8)
"Referindo - se aos ídolos, o salmista diz que eles têm boca mas não falam têm
olhos mas não vêm, têm mão mas não apalpam, e nenhum som sai de suas bocas. Mas, ao
se referir àqueles que os cultuam, o texto diz.: "... semelhantes a eles sejam
os que fazem, e todos os que neles confiam". É fácil deduzir que o
idólatra se torna semelhante ao objeto do seu culto, do seu ídolo. Ele tem olhos, mas
não consegue ver; tem ouvidos, mas não houve. Por que? Há um espírito que envolve toda
essa situação.
Embora seja cansativo multiplicar as citações, é preciso repeti-las à alguns
católicos, pois não se está tratando com bons entendedores, para os quais meia
palavra basta. Está se tratando com não leitores, para os quais muitas
letras não são suficientes.( qualquer semelhança com outro texto, não é mera
coincidência)
Pois bem, continuando. Na Bíblia, há um relato muito interessante sobre a influência
dos ídolos nas pessoas de uma importante cidade da Ásia Menor, Éfeso. Ali, eles
cultuavam a deusa Diana, até que Paulo chegou àquela região e começou a falar do
Senhor Jesus. Éfeso era uma cidade extremamente idólatra (talvez comparada à uma certa
cidade paulista) e o culto à deusa Diana era profuso. Quando Paulo começou a pregar
sobre Jesus e as pessoas começaram a se entregar a Ele, houve como que uma revolução na
cidade. O povo se levantou contra Paulo e durante quase duas horas, eles gritaram:
"Grande é a Diana dos Efésios!"
Na mesma cidade de Éfeso foi realizado no ano de 431, que certamente é do conhecido
do caro Professor Orlando, e passa a ser dos caríssimos leitores do Site Montfort, um
Concílio em que foi decretada a posição de Maria como "Mãe de Deus."A partir
dessa declaração: Maria, mãe de Deus" é que começou o desvio da valorização de
Maria e de sua importância para o cristianismo. Apesar de Maria ter sido colocada nessa
posição, ela não é a mãe de Deus, porque Deus sempre existiu. Maria foi um
instrumento para que Jesus fosse gerado em seu ventre. Ela era uma virgem dotada de
virtudes: pureza, obediência, fé e disposição. Quando o Senhor se manifestou a Maria
através de um anjo, dizendo - lhe que seria a mãe do Messias, ela declarou: Veja o que
está está escrito (para ser lido e não só ouvido): "Eis aqui
a serva do Senhor; cumpra - se em mim conforme a tua palavra." (Lc 1.38) Ela
acatou a ordem de Deus e se ofereceu para que a ordem divina fosse cumprida. Contudo, se
Maria tivesse dito: "Não, eu não quero, não me disponho a esse propósito",
Deus poderia ter cumprido o Seu plano, através de outra virgem.
Assim também acontece na vida cotidiana. Muitas vezes Deus tem um ministério para
alguém que se recusa a aceitá - lo. O Senhor fará de outra maneira, mas realizará Seus
propósitos conforme a Sua vontade, porque sobre Ele afirma Jó que "nenhum dos
Teus propósitos pode ser impedido" (para ser lido e não só ouvido) (
Jó 42.2).
Se não fosse Maria, uma outra virgem seria a mão do Senhor, outra se disporia para
que Jesus fosse gerado nela.
Hoje, caro Professor Orlando e caríssimos leitores do site Montfort, dois mil anos
depois, com a tecnologia que existe na área da genética, há uma situação muito
peculiar e paralela. Algumas mulheres oferecem o seu ventre para que uma criança seja
gerada nele, são as chamadas "mães de aluguel". Maria não foi uma mãe
de aluguel, e , sim, de anunciação. Ela anunciou ao mundo que o Salvador havia se
encarnado. Ela foi um instrumento de Deus para que Sua promessa de salvação se
cumprisse. Em toda a Bíblia, caro Professor Orlando e caríssimos leitores do Site
Montfort, vocês vão encontrar (experimentem), esta expressão: "Maria, mãe de
Jesus" e, não " Maria, mãe de Deus", Ela não foi "mãe de
Deus", porque Deus não tem princípio nem fim. Deus é eterno. Jesus, sendo Deus,
precisou tomar a forma humana. Em para que Ele assumisse a forma humana precisou nascer de
uma mulher, Maria.
Num certo momento, quando os fariseus insistentemente questionavam a Jesus sobre sua
vida e o seu ministério, Ele lhes respondeu: Está escrito (para ser lido e não
só ouvido) "Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão
existisse, EU SOU" (Jo 8.58). Ou seja, Jesus não passou a existir quando Ele
foi gerado no ventre de Maria, pelo contrário, Ele já existia antes de todas as coisas.
A Bíblia diz: Está escrito (para ser lido e não só ouvido) "No
princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus) (Jo 1.1)
Entretanto, houve um momento em que o Verbo Jesus, se encarnou, tomando forma humana. O
Espírito do Senhor veio, então, sobre Maria, cobriu - a e Jesus foi gerado. Com esse
entendimento, conclui - se que a expressão "mãe de Deus" não procede.
Jesus possui duas naturezas. Jesus é plenamente Deus e também é plenamente homem.
Ainda hoje, Ele continua assumindo essas duas naturezas. Por isso a Palavra diz (para
ser lido e não só ouvido) "Porque há um só Deus, e um só Mediador
entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem" ( I Tm 2.5) Jesus tem figura
humana, ou seja, tem olhos, nariz, boca, mãos... E, como todo homem, Ele foi gerado.
Addim, se fosse tomada no sentido literal, a expressão "mãe de Deus"
distorceria ainda mais o sentido da família de Jesus. Se Maria fosse mesmo mãe de Deus,
os irmãos de Jesus seriam filhos de Deus também ( em genealogia direta). Os primos,
primos de Deus. Isabel seria tia de Deus. E José? Seria padrasto de Deus. Essa expressão
encerra, como apresentei, um absurdo inaceitável.
A partir do concílio de Éfeso, a Igreja, até então chamada "a noiva"
(Confere, Caro Professor Orlando? ), começou a tomar um outro caminho, não é Professor
Orlando?, que influenciou a humanidade por mil anos. Estou certo Professou Orlando ?.
Durante esse período houve uma deturpação tremenda na Igreja que passou de noiva a
meretriz. No livro de Apocalipse, o Professor Orlando e seus leitores do site Montfort,
vão perceber, se lerem, todo o processo que levou a ser chamada ( a Igreja) de a grande
Meretriz ou Babilônia. A Igreja foi tomando um caminho contrário ao da simplicidade, ao
caminho da fé. Lendo o livro de Atos, todos que lerem poderão
perceber, se movidos pelo Espírito Santo de Deus, que a Igreja Primitiva não cultuava
Maria. Se pudéssemos transportar um membro da Igreja Primitiva para a atualidade, ele
ficaria transtornado, porque eles não concebiam nem cultuavam ídolos. Ao contrário de
hoje, não dariam a Maria, a honra devida somente a Deus. Na reza romana do terço, por
exemplo, caro Professor Orlando e caríssimos leitores do site Montfort, existe um
PAI NOSSO para cada dez AVES - MARIAS, ou seja, para cada uma oração de Jesus,
há dez dirigidas a Maria. A porcentagem é de dez para um, corrijam - me se estiver
errado. Os romanos de todo mundo, dedicam os meses de maio e de outubro, a Maria.
Como a Igreja Primitiva, nós os EVANGÉLICOS, temos a mesma e única regra de fé,
A BÍBLIA e confiamos no que ela diz. Não temos, nós os evangélicos,
outro modelo, a não ser a Palavra de Deus e por ela pautamos nossa vida. No livro de
Apocalipse está escrito (para ser lido e não só ouvido) "Eu
testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes
acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão ESCRITAS neste
livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe
tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa, que estão descritas neste
livro"(Ap 22.18,19).
Maria era uma irmã muito querida. Ela amava Jesus e O tinha como SALVADOR, por isso
pôde dizer: (A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito exulta em Deus,
meu Salvador" (Lc 1.46-47). Quem é que precisa de um Salvador, hein
Professor Orlando ?, senão os pecadores, hein Professor Orlando?, nesse cântico ela
(Maria, imaculada ?) declara que também precisa de um Salvador, de que também precisa do
Senhor Jesus.
Caro Professor Orlando, e caríssimos leitores do Site Montfort, sobre Maria existe
ainda uma afirmativa de que ela é imaculada, de que ela foi gerada sem pecado nenhum.
"Maria nasceu sem pecado!" Essa afirmação é totalmente inverídica, porque a
Palavra dia que todos pecaram e foram afastados da glória de Deus.
Professor Orlando, em Romanos, no capítulo 3, versículo 23 está escrito, (para
ser lido e não só ouvido) que "todos pecaram e destituídos estão da
glória de Deus." Maria também foi descendente de Adão, consequentemente,
herdou a semente do pecado como todos os seres humanos. O único ser sobre a Terra que
não pecou e foi concebido sem pecado foi o Senhor Jesus. Por entender esses fato a igreja
primitiva não admitia ídolos ou ícones (figuras) e também não cultuava ninguém
além do Senhor Jesus. Algumas pessoas, como o meu caro Professor Orlando, se desculpam
dizendo: "Nós não cultuamos Maria, apenas veneramos..." Volto a repetir, caro
professor Orlando, como pai do dicionário que sou (palavras suas), que se procurar no
dicionário a palavra "culto", encontrará: veneração ou adoração a uma
pessoa ou coisa.
Outra doutrina fora da realidade bíblica é a de que Maria continuou sendo a
"virgem Maria". Depois de dar a luz, segundo acreditam alguns, dentre estes, o
meu Caro Professor Orlando, Maria teria permanecido virgem. Ao observar as Escrituras,
caros leitores do site Montfort, temos, à luz, a confirmação daquilo que vos digo.
Prestem atenção!
(para ser lido e não só ouvido)
" Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, desposada com
José, ante de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo. E como José,
seu esposo, era justo, e não a queria difamar, intentou deixá - la secretamente. E,
projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José,
filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do
Espírito Santo [...] E Jose, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor
lhe ordenara, e recebeu sua mulher. Contudo, não a conheceu enquanto ela não deu à
luz a um filho;(grifo meu) e pôs - lhe o nome de Jesus"(Mt 1.18-20;24,25).
Professor é o o caro Orlando, ele poderá de uma forma bem real, mostrar à
todos os leitores do site Montfort, o que Mateus quis dizer com a expressão "enquanto"
ela não deu à luz a um filho, talvez ele, o Caro Professor Orlando, possa
dizer a vocês, o que aconteceu entre o MARIDO JOSÉ e a ESPOSA MARIA, virgem? ,
imaculada?, depois que Jesus nasceu e cumpriu - se o tradicional período de resguardo
pós parto.
Caros leitores deste site, os Católicos de todos os naipes, consideram Maria como
virgem perpétua, mas a realidade não é essa. Não é pecado que o marido e mulher se
conheçam intimamente e que o casal tenha filhos. Ao contrário, na Bíblia está escrito:
(para ser lido e não só ouvido)
" Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula"(Hb 13-4).
Caríssimos leitores, o professor Orlando talvez concorde comigo, que a palavra leito (sem
dicionário), neste contexto, se refere à relação sexual.
A relação íntima entre marido e mulher não é pecado, foi Deus que a criou e a
institui para o casamento.
Jesus foi filho PRIMOGÊNITO de Maria, não o UNIGÊNITO. Ela teve outros filho, sendo
esses, inclusive mencionados na Bíblia. Quando Jesus, depois de ter iniciado Seu
ministério, voltou a Nazaré, cidade pequena, foi logo reconhecido, pois Ele já havia
morado ali. Está escrito (para ser lido e não só ouvido).
Evangelho de Marcos 6.3 - " Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão
de Tiago, José, Judas e Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?
"
Bíblia de Jerusalém, Edições Paulinas, nona edição - revisada.
Aqui, meus caros, se vocês lerem, encontraram a relação dos nomes dos irmãos de
Jesus e a referência às Suas irmãs. Mesmo assim ainda existem falsos argumentos, dentre
os quais, com certeza, o meu Caro Professor Orlando, certamente compartilha com algum,
qual sera?
( ) Eles não eram filhos de Maria, eram de José.
( ) José era viúvo e tinha filho.
( ) Esses filhos eram primos.
Ah, meus caros leitores, a Bíblia não precisa usar de qualquer subterfúgio. Se eles
fossem primos, estaria escrita a palavra primos. Se fossem filhos de José, estaria
escrito filhos de José. Nenhuma das alternativas, assinaladas pelo Professor Orlando, que
com certeza me dirá: protestador Saul, naquela época não existia a palavra primo,
todos eram irmãos, independente se serem primos ou sobrinhos...blá, blá, blá...
é mencionada na Bíblia, que inclusive atesta ao contrário: "não é este o
carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E as suas irmãs
não estão aqui entre nós? ".
Versículo 8 do Salmo 69(68), por ser uma salmo messiânico, não é mesmo Professor
Orlando?, é comumente usado para a afirmação da idéia de que Maria, mãe de Jesus,
não teve outros filhos. A interpretação dada a ele é bem diferente do que está, de
fato, sendo dito nesse salmo. Prestem bem atenção, caros leitores ao que está escrito
aqui, à relação que o próprio Senhor Jesus faz entre ele e sua família: "...
É por tua causa que eu suporto insultos, que a confusão me cobre o rosto, que me tornei
um estrangeiro aos meus irmãos, um estranho para os filhos de minha mãe" . Não
fica, caro Professor Orlando, nenhuma dúvida que Maria só esteve virgem até o
nascimento de Jesus, tendo depois outros filhos, passando a ser Maria, mulher, e, não
mais Maria virgem, ou Virgem Maria ou como se diz na terra do tal de "Padim Padi
Cíço" (Vixi Maria), como a querem consagrar. O fato de ter outros filhos, meus
queridos leitores e admiradores do Professor Orlando, não denigre, de forma alguma, a
imagem de Maria, porque o casamento é uma glória, é benção de Deus para a humanidade.
Contudo, houve todo um desenvolvimento histórico que a colocou nessa posição, na qual Maria
nunca quis estar. Podemos, Caro Professor Orlando e seus admiradores, afirmar isso,
porque Maria reconheceu um de seus filhos, Jesus Cristo, como seu Salvador pessoal. Ao
saudar Maria, Isabel disse: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto
de teu ventre: (Lc 1.42) . Na Palavra está escrito (para ser lido e não só
ouvido).: "Bendita és tu entre as mulheres" e não bendita és
tu ACIMA das mulheres. Maria é bendita entre as mulheres. Bendita é o mesmo que
dizer, Professor Orlando, aquela que foi abençoada. Maria, Professor Orlando, é bendita
entre sua esposa, nem sei se o Sr. é casado, entre suas parentas todas, entre todas as
mulheres e não acima. O vocábulo "entre" tem conotação de "estar
junto", viu Professor Raimundo, digo Orlando?.
Mais um pouquinho de história para o Professor Orlando que muito gosta e, não é
a toa que é expert no assunto.
Durante a Idade Média, no período de mil anos de trevas, a igreja foi se desviando
da verdade, tomando um caminho tortuoso, irreal e antibíblico. Toda a simplicidade e
verdade da fé cristã foram deturpadas.
Se vocês, admiradores do Professor Orlando, confrontarem a doutrina católico - romana
e aquilo que a Bíblia diz, vão ficar estarrecidos por verem comprovado que deram à
Maria, o lugar que pertence exclusivamente a Cristo. Usurparam, meus amigos, a posição
de Jesus para colocarem Maria, exatamente aquela que havia declarado: "fazei
tudo o que ele vos disser"(Jo 2.5) . Acredita - se que ela verdadeiramente é
uma medianeira de paz entre os pecadores e Deus. Os pecadores recebem perdão por
intermédio dela. Há os que dizem, aposto que o ilustre Professor Orlando é um deles:
Maria é a nossa vida, a nossa intercessora. Por meio dela obtemos as graças pedidas.
Aquele que não recorre a Maria está perdido !!!!". Como foi que chegaram a essa
crença? Deus era apresentado como um Deus duro, e Jesus, como um filho irado. Contam uma
história que ilustra bem o pensamento que têm sobre Jesus e Maria. Havia duas escadas
e um pecador queria subir por uma delas. No alto de uma, estava Jesus, irado contra o
pecado. Ao olhar para o rosto de Jesus, o pecador não conseguia subir. Ele desistia e
descia. No topo da outra escada estava Maria. Com rosto e a atitude serenos, ela conduzia
o pecador até Jesus.
Muitos adesivos são espalhados e afixados nos veículos, divulgando a seguinte
mensagem: "Peça à mãe que o filho atende". Essas palavras encerram um
tremendo desvio da Escritura, que, com certeza o Professor Orlando e seus admiradores,
ainda não conseguiram ver ou fazem de conta que não estão enxergando. Cuidado queridos
leitores, a palavra nos diz que se um cego conduzir outro, ambos cairão no abismo.
O ensino bíblico é bem diferente, nesses adesivos deveria estar escrito: "Peça
ao Pai, em nome do Filho que ele lhe atenderá." Prova cabal de minha afirmação
está no Evangelho de João 15.16, onde o próprio Jesus afirma: "a fim de que
tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome. Ele vo - lo conceda". Para todos os
que têm a Bíblia como regra de fé e vida, é inadmissível aceitar Maria como
medianeira; pois os que agem assim, negam a verdade de Deus explicitada na primeira carta
de Paulo a Timóteo, no capítulo 2, verso 5: "Porquanto há um só Deus e um
só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem". Há um só Deus e
um só mediador entre os homens e Deus: Jesus. Mediador e aquele que intervém. Se Maria
pudesse ter conhecimento desse fato, certamente ela oraria ao Pai, em Nome de Jesus, para
que todos compreendessem o verdadeiro lugar que ela ocupa e devolvessem a Jesus a
posição que ela nunca almejou para si. A afirmação de que Maria é a "medianeira
de todas as graças" é totalmente sem base bíblica. Somente os católicos de todos
os naipes, ortodoxos, carismáticos, praticantes ou relaxados é que professam tal
absurdo. Através de qual linhagem de católicos está o Professor Orlando?, atrás de
qual engano o Professor Orlando se garante salvo ?.
Ainda em meus aprofundados estudos da doutrina católica romana, palmilhando pelos
textos das rezas, vãs repetições, dedicadas à Maria, pude constatar, ( Agora o
Protestante, passará a ser o Professor Orlando e seus admiradores) que são realizadas
mais orações à Maria, do que a Jesus. Um dos exemplos está na reza "Ave
Maria". "Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sós vós
entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de
Deus, rogai por nós (católicos), pecadores, agora e na hora de nossa morte, Amém.
Ao rezar desta forma, caríssimos admiradores do Professor Orlando, as pessoas pedem a
Maria para rogar por eles, mas a Bíblia diz que só Jesus pode rogar por nós
junto ao Pai. É Ele quem faz a mediação, que roga e intercede. Alguns poderão
questionar: "Mas a Palavra afirma que o Espírito Santo intercede por nós com
gemidos inexprimíveis!". Ora, caríssimos leitores deste site e meu Caro Professor
Orlando, Sendo o nosso Deus, um Deus Trino, é fácil entendermos essa colocação. Junto
ao Pai, os dois como um, o Espírito Santo e Jesus intercedem por nós. Meus amigos e
irmãos, a fé cristã é baseada na Escritura. Vivemos conforme os seus mandamentos.
Qualquer ensino, por mais douto que seja, ainda que vindo do Papa, do Bispo, de Padres,
sejam pops ou não, ainda que venha do Professor Orlando ou de um anjo de luz, por
mais veemência que qualquer ministrante, seja ele o bispo Macedo, Mário de Oliveira,
Paiva Neto, Márcio Valadão ou até mesmo do Saul, se ele não for alicerçado na Palavra
de Deus, tendo a Bíblia como fonte de ensino , não poderá ser aceito como conduta de
vida. Vigiai !. Por essa razão, disse Jesus: "Examinais as Escrituras, porque
julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim", (Jo
5.39). O Apóstolo Paulo também nos exorta, não é mesmo professor Orlando?, a estarmos
atentos às Escrituras: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos
pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema"(maldito)
(Gl 1.8). Portanto caríssimos leitores, não escute outra voz que não a de Deus.
No que se refere à oração para Maria, a Palavra diz, de forma clara e sem
subterfúgios, ainda que alguns queiram desvirtuá - la, que Jesus Cristo é o único
Mediador entre Deus e o homem. No texto do Verso 16, do capítulo 14 do Evangelho de
João, Jesus esclarece quem Ele é e esse versículo fundamenta a nossa fé "Respondeu
- lhe Jesus: Eu sou o Caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por
mim".
Embora seja cansativo multiplicar as citações, é preciso repeti-las à alguns
católicos, pois não se está tratando com bons entendedores, para os quais meia
palavra basta. Está se tratando com não leitores, para os quais muitas
letras não são suficientes.( qualquer semelhança com outro texto, não é mera
coincidência)
Jesus, caríssimos leitores do site Montfort e o caro Professor Orlando há de convir,
para o seu próprio bem, é o único meio para nos levar a Deus. Ele é a verdade absoluta
e irrevogável. Ele é um com o Pai. Mesmo assim, alguns soberbos insistem em fazer suas
petições a Maria, esquecendo - se, nunca é demais repetir, que ela nunca pretendeu ser
alvo de culto. Muitos, dentre eles, com certeza o Professor Orlando, não é mesmo
professor?, afirmam que suas preces só foram respondidas, quando as dirigiram à Maria.
Podem até mesmo ter tido suas orações respondidas, mas não será pela boca de Deus,
por que Maria, não a mãe de Jesus, mas essa, entronizada por usurpação, é a rainha do
inferno, senhora absoluta dos demônios.
Vocês podem até se assustar com tais afirmações, mas os que cultuam a ídolos
tornam - se semelhantes ao objeto do seu culto, cegos, surdos! Lembre - se, se o povo
soubesse mesmo o que é certo, jamais teria dito: " crucifica - O, crucifica -
O", incitando a que matassem seu Salvador, o próprio Filho de Deus. Pensem
nisso!
A doutrina católico romana, defendida com unhas, dentes e coração por pessoas como o
Professor Orlando, não é professor?, apresenta Maria como a porta do céu, pois de
acordo com o seu pensamento, ninguém pode entrar no Reino de Deus sem passar por ela.
O meu objetivo, não é apresentar sugestões ou provocar discussões, mas unicamente
apresentar, na autoridade do Nome de Jesus, a verdade da Palavra de Deus. Leiam o que
Jesus fala em relação a isso: "Tornou, pois, Jesus a dizer - lhes: Em
verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta da ovelhas [...] Eu sou a porta. Se alguém
entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem" (Jo
10.7,9). Meus caríssimos, tudo está tão claro ! Somos as ovelhas, porque Jesus é o
nosso Bom Pastor; Ele nos guia e nos conduz a verdes pastos e nada há que nos falte.
Leiam e comprovem, ainda que alguns tentem lhes dizer que a Bíblia foi escrita, mas não
para ser lida, não é mesmo professor?, por eu, Saul, na autoridade do nome de Jesus, vos
digo, leiam e comprovem! Está escrito: que está Nele "entrará e sairá e
achará pastagem": Entrada e saída falam de liberdade. Meus queridos,
leitores assíduos deste site Montfort, destarte falsos profetas, destarte àqueles que
tentam confundir, sejam ousados, leiam a Bíblia, pois Nela, está escrito: "conhecereis
a verdade e a verdade vos libertará" Lá, também está escrito "Se,
pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."(Jo 8.36) Quando
Jesus fala em achar pastagens, Ele fala de alimento. O pasto é o alimento das ovelhas.
Nós, como ovelhas de Jesus, O temos como alimento, o Nosso Pão e a Nossa Água. Que
verdade tremenda! "Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda
palavra que sai da boca de Deus"(Mt 4.4). "Declarou - lhes Jesus:
Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim
jamais terá sede"(Jo 6.35) "Eu sou o pão vivo que desceu do
céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do
mundo é a minha carne"( Jo 6.51) .
Queridos leitores do site Montfort, a Palavra de Deus fala por si mesma. Que outra
interpretação, o Caro Professor Orlando, poderá dar a esses textos? De onde o Caro
Professor Orlando, irá tirar coragem para deturpar a Palavra de Deus? Desta vez,
Professor, é para valer, sei que estou me delongando, mas estou me valendo do seu estilo
de lutar, estou usando as armas que o professor Orlando escolheu, a escrita, a
redundância, como uma diferença, eu sei de quem aprendi, sei quem me revestiu de
autoridade, sei de quem será a vitória. Atrás de qual autoridade, de qual seita, de
qual pessoa o nobre cavaleiro errante , se esconde?
Mas, para sua infelicidade ou quem sabe felicidade plena, o Saul não vai parar por
aqui não !, viu Professor Orlando?
Outro ponto, caros leitores, a questionar é o fato de atribuírem à Maria, o mesmo,
ou até maior poder que o conferido à Cristo. Ao proclamarem : "Peça à mãe
que o filho responde, ou atende", nas entrelinhas, a doutrina católica romano,
afirma: "Todo o poder lhe foi dado no céu e na terra, portanto às ordem de Maria,
todos obedecem. Deus colocou toda a igreja sobre o domínio de Maria". Nunca houve
isso. Ao contrário, veja o que está escrito no Evangelho de Mateus 28.18 "E,
aproximando-se Jesus, falou - lhes, dizendo: Foi - me dada toda a autoridade no céu e na
terra". Atentem - se, caros leitores do site Montfort, de que foi exatamente
a questão da autoridade que o diabo enganou Eva, distorcendo a verdade de Deus. "Ordenou
o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da
árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela
comeres, certamente morrerás."( Gn 2.16-17). "Disse a serpente à
mulher: Certamente não morrereis."(Gn 3.4). Vejam caríssimos leitores do
site Montfort, a sutileza do inimigo: com apenas uma palavra mudou a verdade de Deus e
tirou o homem da comunhão com o Pai, impondo-lhes, à Eva, a Adão e a toda a humanidade,
o pecado e morte.
Outra declaração, com certeza também ferrenhamente defendida por alguns, dentre eles
o Professor Orlando, estou certo Professor?, e de que Maria é a pacificadora, Rainha da
Paz, em lugar de Jesus Cristo que é verdadeiramente a nossa Paz. Colocando Maria como a
fonte da paz e novamente opondo - se à Palavra de Deus. Outro engano de Satanás. Jesus
disse: "Deixo - vos a paz, a minha paz voz dou; eu não vo - la dou como o
mundo a dá. Não turbe o vosso coração, nem se atemorize."(Jo 14:27) "Cristo
Jesus [...] ele é a nossa paz."(Ef 2.14). Ele não só trouxe a paz, como
também é a nossa paz.
Muitas pessoas, dentre elas, com certeza o Professor Orlando, não será mesmo
professor?, oferecem à Maria toda a glória que pertence só a Jesus. É dito nos
compêndios romanos: (disso certamente o Professor Orlando, é conhecedor) "Toda a
trindade à Maria, acima de todo outro nome, para que, diante do teu nome, dobre - se todo
joelho, no céu, na terra e debaixo da terra".
Caríssimos, aprofundando - me na doutrina católica romano, deparei - me com uma
menção (reza) que diz:
"Salve, rainha, mãe de misericórdia, vida nossa; doçura esperança, salve. A
ti, clamamos, filhos banidos de Eva. A ti, suspiramos, gememos e choramos neste vale de
lágrimas. Voamos para debaixo de teu abrigo. Ó santa mãe de Deus, não despreze nossos
pedidos em nossa necessidade e livra - nos sempre de todos os perigos, ó gloriosa e
bendita virgem. Coração de Maria, mãe de Deus, digna de toda veneração de todos os
anjos e homens, que, em ti, a santa igreja encontre abrigo. Protege - a e sê seu asilo, a
sua torre, a sua força. Doce coração de Maria, sê minha salvação! Não me deixes,
minha mãe, em minhas próprias mãos ou estarei perdido. Deixa agarrar - me a ti, salva -
me, minha esperança. Salva - me do inferno."
Caríssimos, alguém dentre vós, pode indicar - me, nas Escrituras, onde, um só verso
dessa reza, "salve rainha", encontra respaldo ???
São tantas rezas e textos que estão em total desacordo com a Palavra de Deus! O culto
a Maria, volto a repetir, é totalmente oposto a todo o ensino da Escritura, e, mesmo
assim, desde o quarto século, continua sendo o culto mais espontâneo entre os católicos
romanos, que dentre eles está algemado o Caro Professor Orlando, não é mesmo
Professor???
O cumprimento usado pelo professor Orlando, como soberbo e dito entendedor das coisas
de Deus, é: "Salve Maria". Somente Jesus, caríssimos leitores, tem direito à
nossa adoração. Vejam o que diz o texto a seguir: "No dia seguinte, as
grandes multidões que tinham vindo à festa, ouvindo dizer que Jesus vinha a Jerusalém,
tomaram ramos de palmeira, e saíram - lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o que
vem em nome do Senhor! Bendito o rei de Israel!"(Jo 12.12,13). Portanto Caro
Professor Orlando e seus admiradores: HOSANA, SALVE! SÓ A JESUS!
Caro Professor Orlando, estou quase terminando com você.
Tantos nomes foram atribuídos à Maria... Misericórdia, digo! Ela é chamada: Maria,
mãe de Deus, rainha dos apóstolos, rainha dos céus, rainha dos anjos, a porta do
paraíso, a porta do céu, a nossa vida, mãe das graças, mãe de misericórdia, nossa
mãezinha, mãe rainha, rainha da paz e tantos outros nomes. Entretanto, Maria, a mãe de
Jesus, nada tem com toda essa heresia. Maria, é a Maria da Bíblia, é a Maria que honrou
o seu filho Jesus Cristo, que Lhe obedeceu. Não essa Maria caricaturada pelo homem.
Desde o nascimento de Jesus, toda adoração foi dirigida a Ele. Quando os magos vieram
do longínquo Oriente, guiados pela estrela, seus corações ardiam pela adoração.
Conforme o Evangelho de Mateus, capítulo 2, verso 11, eles não renderam adoração a
Maria, e, sim, Jesus. "E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe.
Prostrando - se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, ofertaram - lhe dádivas: ouro,
incenso e mirra". Presentes e adoração para Jesus. Por termos essa
compreensão é que nós louvamos:
"Ao único que é digno de receber, a honra e a glória, a força e o poder. Ao
Deus eterno, imortal, invisível, mas real, a Ele ministramos o louvor. Coroamos a Ti, ó
Rei Jesus. Adoramos o Teu nome, nos rendemos a Teus pés, consagramos todo o nosso ser a
Ti"
Todo o nosso louvor e a nossa adoração, caríssimos leitores desse site, Montfort,
todo nosso ser, a nossa vida, entregamos àquele que é o Rei dos Reis e Senhor dos
Senhores. Isso é bíblico !!!
Aqueles, como o Professor Orlando, não é mesmo Professor?, que não nasceram de novo,
têm grande dificuldade para entender essa questão, por mais douto que sejam. Para
muitos, como certamente para o professor Orlando, não é mesmo?, Maria é tudo. É uma
questão de tradição, de cegueira espiritual.
O Atual Papa, ao ser entronizado revelou ter escolhido como "Texto Chave"da
sua vida a seguinte expressão: "Todo teu". Era como se ele dissesse isso para a
própria Maria. Sobre pessoas, como o próprio Professor Orlando e seus seguidores, que
ignoram as verdades bíblicas Jesus diz que: ´são guias cegos; ora se um cego
guiar outro cego, ambos cairão no barranco."(Mt 15.14). Essa fala é do
Senhor Jesus. Todos nós, antes de conhecermos Jesus como verdadeiramente Ele é, éramos
como cegos. O Espírito Santo tem o poder para tirar toda cegueira espiritual, porque
cremos que o único mediador entre Deus e os homens é Jesus. Ele é o objeto da nossa
fé, merecedor de nossa adoração e nosso louvor.
Quanto ao mais, caro Professor Artur, digo Orlando, que Deus tenha misericórdia de Ti
e de todos os seus seguidores.
Um forte abraço
De quem ora todos os dias pela tua vida
Saul"