Artigos Veritas

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»  Cruz e Ferro - São Frei Nuno de Santa Maria
- D. Francisco Rendeiro, O.P.

Excelente texto sobre São Frei Nuno de Santa Maria escrito por Dom Francisco Rendeiro, OP, bispo de Algarve, em 1961

»  Duns Scot: o ancestral da modernidade
- Sidney Silveira

Temos o prazer de publicar um excelente artigo de Sidney Silveira sobre Duns Scoto como pai da Modernidade. Este artigo mostra como a filosofia de Duns Scoto, contrariando a filosofia de São Tomás abriu as portas para todos os erros da Modernidade, especialmente para a filosofia modernista de Maurice Blondel e a abstrusa Fenomenologia de Husserl que tanto influiu no Concílio Vaticano II

»  Jean Duns Scoto (1266-1308)
- Orlando Fedeli

Disse o Papa Bento XVI na aula magna em Regensburg:
“Por honestidade, temos de referir aqui que, na teologia da baixa Idade Média, se desenvolveram tendências que rompem esta síntese entre o espírito grego e o espírito cristão. Em contraste com o chamado intelectualismo agostiniano e tomista, Duns Escoto deu início a uma orientação voluntarista que, no termo de sucessivos desenvolvimentos, havia de levar à afirmação segundo a qual, de Deus, só conheceremos a voluntas ordinata.(...)"


»  Um pró stalinista no Vaticano de Pio XII?
- Orlando Fedeli

Em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, um Monsenhor que exercia um alto cargo no Vaticano, entrou em contato com o tirano bolchevista Stalin, e fez com ele um acordo secreto. Esse Monsenhor foi Giovanni Batista Montini, o futuro Paulo VI.

»  A Igreja, o tráfico e a escravidão
- Rafael Diehl

Visão da Igreja Católica acerca da escravidão

»  O pseudo-materialismo de Karl Marx
- Ronaldo Mota

Fala-se muito de marxismo, e, no entanto, a grande maioria das pessoas não conhece seu sentido mais profundo. Julga-se comumente que Karl Marx foi um materialista ateu e nada mais. Todavia, não é preciso dizer que tais afirmações são superficiais. Na verdade, “materialismo” é um termo tático, que visa ao mesmo tempo atrair materialistas primários e grosseiros,e esconder o monismo dualista herdado do idealismo alemão.

»  Rumo a Lepanto
- Orlando Fedeli

Editorial do primeiro número de Veritas, de autoria do Prof. Orlando Fedeli, publicado em setembro de 1985.

»  Vocação do Brasil
- Orlando Fedeli

Texto da palestra proferida pelo Prof. Orlando Fedeli em outubro de 1992, na cidade de Buenos Aires, por ocasião das comemorações do Quinto Centenário do Descobrimento da América.

»  Constituição Civil do Clero: a revolução dentro da Igreja
- Orlando Fedeli

Antes de assaltar uma fortaleza, atacam-se suas defesas exteriores. Do mesmo modo, antes de tentar destruir diretamente a Igreja com a decretação da Constituição Civil do Clero, a Revolução Francesa procurou destruir certos obstáculos e resistências que se colocavam à sua ação anti-religiosa. Ultrapassados esses obstáculos, em 1790, a Assembléia Constituinte francesa contava com uma Comissão Eclesiástica, a que foi dada a incumbência de apresentar à Assembléia um, “plano constitucional de organização do Clero”. Entre outras medidas, várias dioceses foram suprimidas e estabelecia-se a independência do clero francês com relação ao Papa. Assim a Igreja na França seria independente de Roma, e o velho sonho galicano e jansenista far-se-ia realidade. A aplicação da lei constitucional cismática levou a França à perseguição religiosa e à guerra civil. Isto é, a capitulação diante da Revolução trouxe consigo -- exatamente -- os males que se pretendia evitar por meio dela.

»  Dois Bispos: Talleyrand e Dom Tomás Balduíno: A expoliação dos bens da Igreja em 1789 e o MST em 2003
- Orlando Fedeli

Em todos os grandes movimentos revolucionários, como a Reforma, a Revolução Francesa e a Revolução Russa, fizeram-se reformas agrárias, pois é uma medida que está de acordo com a filosofia igualitária e anti católica dessas revoluções. A Igreja era, nas vésperas da Revolução de 1789, a instituição mais rica da França. Mas, pouco a pouco, inclusive com o apoio de parte do clero, medidas foram tomadas para a completa expoliação dos bens da Igreja. “Viu-se então aparecer pela primeira vez uma prática política que se repetiria durante toda a Revolução. Consistia ela em obter da Assembléia votos de princípio que, parecendo destinados a uma aplicação remota, parecendo mesmo bastante inofensivos, seriam aceitos pelos elementos moderados do centro; depois, utilizar-se-ia o princípio proclamado para tirar dele, peça por peça, todas as conseqüências”.

»  O Campanário de Chanzeaux
- Orlando Fedeli

A Revolução da Liberdade proibira o toque dos sinos porque não suportava aquelas vozes que desciam dos céus. Agora só a voz do Homem, a voz da Razão é que falava.
E que dizia o Homem gaguejando sua filosofia? Ele proclamava a liberdade de consciência, a liberdade de religião, a liberdade de imprensa... e proibia o toque dos sinos - “vozes do fanatismo” - erguidos em torres “aristocráticas” que dominavam as aldeias. Proibia aquela voz que importunava a terra falando do Céu, incomodava o homem que só queria viver como os animais na terra, de terra, para a terra.
E duas Igrejas se haviam formado. A Igreja antiga, sempre a mesma, fiel ao Papa e a Deus, caminhou serena e santa para os bosques, para as catacumbas, para os cárceres, para a guilhotina. A nova Igreja - as páginas da História estão cheias dos escombros das novas igrejas - a Nova Igreja de então, a Igreja Constitucional Revolucionária, fingindo a princípio manter a Fé para esconder a revolta contra o Papa, caiu depois da revolta na traição, da traição na vergonha, da vergonha na apostasia.

»  Tirania: a verdadeira face da Igualdade
- Orlando Fedeli

“Liberdade, igualdade, fraternidade”.
Na verdade, apenas o segundo dos três princípios que integram o lema da Revolução Francesa foi posto em prática - e a ferro e fogo - por seus próceres.
A liberdade revolucionária encontrou sua expressão na lei dos suspeitos, no juramento compulsório da Constituição Civil do Clero, na perseguição à religião, na proscrição de todos os opositores.
A fraternidade, por sua vez, despedaçada em inúmeros massacres, foi enterrada na vala comum com as vítimas da guilhotina.
Explica-se. Na ótica deformada de Danton, Robespierre e Marat, a igualdade era a primeira e fundamental meta, da qual, um vez implantada, derivariam naturalmente a liberdade e a fraternidade. Estas últimas, segundo eles, encontravam obstáculos na “tirania” exercida pelo rei, pelo clero e pela nobreza. Bastaria, pois, esvaziar os poderes dessas ordens - através do nivelamento religioso e político - para atingir o que entendiam os revolucionários por liberdade e fraternidade.
O resultado foi o terror.

»  Terror: a foice da Igualdade
- Orlando Fedeli

Quando a Revolução Francesa triunfou, os revolucionários puderam impor um governo tirânico, como poucas vezes se viu na história. A Revolução hipocritamente mascarou a tirania atrás de um suposto governo popular. Nas palavras de Robespierre, “a força do governo popular, na paz, está na virtude; durante a revolução, está na virtude e no terror”.
O fanatismo revolucionário teve aspectos estranhamente religiosos. Expressões do espírito religioso da Revolução foram os cultos da Deusa Razão e do Ser Supremo. Ao combater o Catolicismo, a revolução criara ídolos.
Hoje, tais crimes estão propositadamente esquecidos. Neles não se fala. Louva-se a Revolução que fez triunfar "os direitos do homem". Mas o sangue das vítimas desses crimes clama a Deus dizendo: “Vinga, Senhor”. Ainda que todos se prostrem ante o ídolo sangrento da Revolução e da Igualdade.

»  Frutos da mentira e do sangue: 1789-1989
- Orlando Fedeli

Que escandalosa contradição entre o que a propaganda trombeteia a respeito da Revolução Francesa e os frutos que ela produziu. Nossa época - este século de homens em rebelião contra Deus - nasceu dos princípios laicamente sacrossantos de 1789. Tudo o que é genuinamente contemporâneo veio de lá. Mas como se explica que da Igualdade tenham nascido os totalitarismos; da Liberdade, as tiranias e ditaduras; da Fraternidade, a Gestapo e a KGB? Por que, não há como negar, dos escombros da Bastilha é que se construíram os fornos de Auschwitz e o Muro da Vergonha.

»  A pilhagem do tesouro espanhol
- Victor Peregrino

A incrível história da espoliação do ouro espanhol por Stalin.

»  In Lumine Tuo
- Orlando Fedeli

Estas palavras que a Santa Igreja aplica propriamente a Jesus Cristo, Senhor Nosso, podem ser também analogicamente referidas à Idade Média. Porque, à luz dessa época, que marcou o apogeu da Cristandade, pode-se contemplar a luz da verdade católica, o "lumen Christi".

»  Tiradentes, o bode expiatório
- Laura Pinca

Novos estudos históricos apresentam uma inconfidência mineira diferente daquela que nos narram os livros didáticos.

»  Conspiração na História: exemplos do Antigo Testamento
- Orlando Fedeli

A tese conspirativa da História é rejeitada pelos liberais, pois é incompatível com sua crença na bondade natural do homem. De outro lado, ela é exposta de modo ridículo por certa literatura anti-maçônica, que em tudo vê ações secretas, conciliábulos, maquinações fantasmagóricas, intrigas rocambolescas e que imagina simbologias cabalísticas misteriosas nas coisas mais simples. Foi a cosmovisão conspirativa que Umberto Eco caricaturou na obra "Il Pendolo de Foucault".

»  Era noite na Espanha
- Orlando Fedeli

Cinqüenta anos após a Guerra Civil Espanhola, na qual milhares de sacerdotes e religiosos foram martirizados pelos comunistas por causa da Fé, muita coisa mudou no mundo. Padres e religiosas encabeçam agora as manifestações comunistas. Já não há mártires. Há teólogos da Libertação. O comunismo não mudou sua doutrina, nem seus objetivos. Também não mudou a imprensa, que nos artigos comemorativos da Guerra Civil Espanhola continua a escamotear a verdade.



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