Carta Apostólica de João Paulo II
sob forma de "MOTU PROPRIO"
MISERICORDIA DEI
Sobre alguns aspectos da celebração do
Sacramento da Penitência
2 de Maio de 2002
Pela misericórdia de Deus, Pai que
reconcilia, o Verbo encarnou no seio puríssimo da Bem-aventurada Virgem Maria para salvar
«o povo dos seus pecados» (Mt 1,21) e abrir-lhe «o caminho da salvação».(1) São João Baptista confirma esta missão,
indicando Jesus como o «Cordeiro de Deus», «Aquele que tira o pecado do mundo» (Jo
1,29). Toda a obra e a pregação do Precursor é uma chamada enérgica e premente à
penitência e à conversão, cujo sinal é o baptismo administrado nas águas do Jordão.
Também Jesus se submeteu àquele rito penitencial (cf. Mt 3,13-17), não porque
tenha pecado, mas porque «Se deixa contar entre o número dos pecadores; é já o
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1,29), e antecipa já o
baptismo da sua morte sangrenta».(2)
Assim, a salvação é, antes de mais nada, redenção do pecado, enquanto
impedimento da amizade com Deus, e libertaçãodo estado de escravidão, no qual se
encontra o homem que cedeu à tentação do Maligno e perdeu a liberdade dos filhos de
Deus (cf. Rom 8,21).
A missão confiada por Cristo aos Apóstolos
é o anúncio do Reino de Deus e a pregação do Evangelho tendo em vista a conversão
(cf. Mc 16,15; Mt 28,18-20). Na tarde do mesmo dia da Ressurreição, quando
está iminente o início da missão apostólica, Jesus confere aos Apóstolos, pela força
do Espírito Santo, o poder de reconciliar com Deus e com a Igreja os pecadores
arrependidos: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados,
ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos» (Jo
20,22-23).(3)
Na incessante praxe da Igreja ao longo da
história, o «ministério da reconciliação» (2Cor 5,18), actuada mediante os
sacramentos do Baptismo e da Penitência, revelou-se sempre um empenho pastoral vivamente
prezado, realizado segundo o mandato de Jesus como parte essencial do ministério
sacerdotal. A celebração do sacramento da Penitência conheceu, ao longo dos séculos,
uma evolução com diversas formas expressivas, mas sempre conservando a mesma estrutura
fundamental que compreende necessariamente, além da participação do ministro só
um Bispo ou um presbítero, que julga e absolve, cura e sara em nome de Cristo , os
actos do penitente: a contrição, a confissão e a satisfação.
Na Carta Apostólica Novo millennio ineunte, escrevi: «Solicito ainda uma renovada
coragem pastoral para, na pedagogia quotidiana das comunidades cristãs, se propor de
forma persuasiva e eficaz a prática do Sacramento da Reconciliação. Em 1984,
como recordareis, intervim sobre este tema através da Exortação pós-sinodal
Reconciliatio et paenitentia, na qual foram recolhidos os frutos da reflexão da
Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos dedicada a esta problemática. Lá, convidava a que
se fizesse todo o esforço para superar a crise do «sentido do pecado». [...] Quando o
referido Sínodo se debruçou sobre o tema, estava à vista de todos a crise deste
Sacramento, sobretudo nalgumas regiões do mundo. E os motivos que a originaram, não
desapareceram neste breve espaço de tempo. Mas o Ano Jubilar, que foi caracterizado
particularmente pelo recurso à Penitência sacramental, ofereceu-nos uma estimulante
mensagem que não deve ser perdida: se tantos fiéis jovens muitos deles se
aproximaram frutuosamente deste Sacramento, provavelmente é necessário que os Pastores
se armem de maior confiança, criatividade e perseverança para o apresentarem e
fazerem-no valorizar».(4)
Com estas palavras, quis e quero encorajar e,
ao mesmo tempo, dirigir um forte convite aos meus irmãos Bispos e, através deles,
a todos os presbíteros para um solícito relançamento do sacramento da
Reconciliação, inclusive como exigência de autêntica caridade e de verdadeira justiça
pastoral,(5) lembrando-lhes que cada fiel, com as
devidas disposições interiores, tem o direito de receber pessoalmente o dom
sacramental.
A fim de que o ministro do sacramento possa
realizar o discernimento sobre as disposições dos penitentes para receber ou não a
absolvição e para a devida penitência que há-de impor, é necessário que o fiel,
além da noção das faltas cometidas, da dor dos pecados e do propósito de não tornar a
cair,(6) confesse os seus pecados. Neste sentido,
o Concílio de Trento declarou que é necessário, «por direito divino, confessar todos e
cada um dos pecados mortais».(7) A Igreja viu
sempre um nexo essencial entre o juízo confiado aos sacerdotes neste sacramento e a
necessidade que os penitentes declarem os próprios pecados,(8) salvo nos casos de impossibilidade. Portanto, sendo a confissão
completa dos pecados graves, por instituição divina, parte constitutiva do sacramento,
ela não está de modo algum confiada à livre disposição dos Pastores (dispensa,
interpretação, costumes locais, etc.). A competente Autoridade eclesiástica especifica
unicamente nas relativas normas disciplinares os critérios para distinguir
a impossibilidade real de confessar os pecados de outras situações cuja impossibilidade
é só aparente ou de qualquer modo superável.
Nas actuais circunstâncias pastorais, para
atender aos pedidos apreensivos de numerosos Irmãos no Episcopado, considero conveniente
recordar algumas leis canónicas em vigor sobre a celebração deste sacramento,
especificando certos aspectos para, em espírito de comunhão com a responsabilidade que
é própria de todo o Episcopado,(9) favorecer uma
melhor administração daquele. Trata-se de tornar efectiva e de tutelar uma celebração
cada vez mais fiel, e portanto sempre mais proveitosa, do dom confiado à Igreja pelo
Senhor Jesus depois da ressurreição (cf. Jo 20, 19-23). Isto revela-se
especialmente necessário quando se observa em certas regiões a tendência ao abandono da
confissão pessoal, juntamente a um recurso abusivo à «absolvição geral» ou
«colectiva», de modo que esta deixa de ser vista como meio extraordinário em
situações totalmente excepcionais. Partindo de um alargamento arbitrário do requisito
da grave necessidade,(10) perde-se de
vista praticamente a fidelidade à configuração divina do sacramento, e concretamente a
necessidade da confissão individual, com graves danos para a vida espiritual dos fiéis e
para a santidade da Igreja.
Portanto, depois de ouvir a este respeito a
Congregação para a Doutrina da Fé, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina
dos Sacramentos e o Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, bem como os
pareceres dos venerados Irmãos Cardeais que estão à frente dos Dicastérios da Cúria
Romana, reiterando a doutrina católica relativa ao sacramento da Penitência e da
Reconciliação exposta sinteticamente no Catecismo da Igreja Católica,(11) ciente da minha responsabilidade pastoral e com plena consciência da
necessidade e eficácia sempre actual deste sacramento, disponho o seguinte:
1. Os Ordinários lembrem a todos os ministros
do sacramento da Penitência que a lei universal da Igreja reafirmou, aplicando a doutrina
católica nesta matéria, que:
a) «A confissão individual e íntegra
e a absolvição constituem o único modo ordinário pelo qual o fiel, consciente de
pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja; somente a impossibilidade física ou
moral o escusa desta forma de confissão, podendo neste caso obter-se a reconciliação
também por outros meios».(12)
b) Por isso, «todo aquele que, em
razão do ofício, tem cura de almas, está obrigado a providenciar para que sejam ouvidas
as confissões dos fiéis que lhe estão confiados e que de modo razoável peçam para se
confessar, a fim de que aos mesmos se ofereça a oportunidade de se confessarem
individualmente em dias e horas que lhes sejam convenientes».(13)
Além disso, todos os sacerdotes com faculdade
de administrar o sacramento da Penitência, mostrem-se sempre e plenamente dispostos a
administrá-lo todas as vezes que os fiéis o peçam razoavelmente.(14) A falta de disponibilidade para acolher as ovelhas feridas, mais,
para ir ao seu encontro e reconduzi-las ao aprisco, seria um doloroso sinal de carência
de sentido pastoral em quem, pela Ordenação sacerdotal, deve reproduzir em si mesmo a
imagem do Bom Pastor.
2. Os Ordinários do lugar, bem como os
párocos e os reitores de igrejas e santuários, devem verificar periodicamente se existem
efectivamente as maiores facilidades possíveis para as confissões dos fiéis. De modo
particular, recomenda-se a presença visível dos confessores nos lugares de culto durante
os horários previstos, a acomodação destes horários à situação real dos penitentes,
e uma especial disponibilidade para confessar antes das Missas e mesmo para ir de encontro
à necessidade dos fiéis durante a celebração da Eucaristia, se houver outros
sacerdotes disponíveis.(15)
3.Visto que «o fiel tem obrigação de
confessar, na sua espécie e número, todos os pecados graves de que se lembrar após
diligente exame de consciência, cometidos depois do baptismo e ainda não directamente
perdoados pelo poder das chaves da Igreja nem acusados em confissão individual»,(16) seja reprovado qualquer costume que limite a
confissão a uma acusação genérica ou somente de um ou mais pecados considerados
significativos. Por outro lado, levando-se em conta a chamada de todos os fiéis à
santidade, recomenda-se-lhes que confessem também os pecados veniais.(17)
4. À luz e no âmbito das normas precedentes,
deve ser entendida e rectamente aplicada a absolvição simultânea de vários penitentes
sem prévia confissão individual, prevista no cân. 961 do Código de Direito Canónico.
Aquela, com efeito, «reveste-se de carácter excepcional»(18) e «não pode dar-se de modo geral, a não ser que:
1º) seja iminente o perigo de morte, e não
haja tempo para um ou mais sacerdotes poderem ouvir a confissão de cada um dos
penitentes;
2º) haja grave necessidade, isto é,
quando, dado o número de penitentes, não houver sacerdotes suficientes para, dentro de
tempo razoável, ouvirem devidamente as confissões de cada um, de tal modo que os
penitentes, sem culpa própria, fossem obrigados a permanecer durante muito tempo privados
da graça sacramental e da sagrada comunhão; não se considera existir necessidade
suficiente quando não possam estar presentes confessores bastantes somente por motivo de
grande afluência de penitentes, como pode suceder nalguma grande festividade ou
peregrinação».(19)
A respeito do caso de grave necessidade,
especifica-se o seguinte:
a) Trata-se de situações
objectivamente excepcionais, como as que se podem verificar nos territórios de missão ou
em comunidades de fiéis isolados, onde o sacerdote só pode passar uma ou poucas vezes ao
ano, ou quando as condições de guerra, meteorológicas ou outras circunstâncias
semelhantes o consintam.
b) As duas condições estabelecidas no
cânone para configurar uma grave necessidade são inseparáveis, de modo que nunca é
suficiente a mera impossibilidade de confessar «devidamente» cada um dos indivíduos
«dentro de tempo razoável» devido à escassez de sacerdotes; mas a tal impossibilidade
deve associar-se o facto de que, caso contrário, os penitentes ver-se-iam obrigados a
permanecer «durante muito tempo», sem culpa própria, privados da graça sacramental.
Deve-se, por isso, ter presente o conjunto das circunstâncias dos penitentes e da
diocese, quando se atende à sua organização pastoral e à possibilidade de acesso dos
fiéis ao sacramento da Penitência.
c) A primeira condição a
impossibilidade de ouvir «devidamente» as confissões «dentro de um tempo razoável»
refere-se só ao tempo normalmente requerido para a essencial administração
válida e digna do sacramento, não sendo relevante a este respeito um colóquio pastoral
mais amplo, que pode ser adiado para circuns- tâncias mais favoráveis. Este tempo
razoavelmente oportuno para nele se ouvir as confissões, dependerá das possibilidades
reais do confessor ou confessores e dos mesmos penitentes.
d) Quanto à segunda condição,
caberá avaliar com um juízo prudencial qual seja a extensão do tempo de privação da
graça sacramental a fim de que haja verdadeira impossibilidade conforme o cân. 960,
sempre que não se esteja perante iminente perigo de morte. Tal juízo não é prudencial,
se se desvirtua o sentido da impossibilidade física ou moral como no caso, por exemplo,
de considerar que um período inferior a um mês implicaria permanecer «durante muito
tempo» em tal privação.
e) Não é admissível criar ou
permitir que se criem situações de aparente grave necessidade, derivadas da
omissão da administração ordinária do sacramento pelo não cumprimento das normas
acima indicadas(20) e, muito menos, da opção
dos penitentes pela absolvição geral, como se se tratasse de uma possibilidade normal e
equivalente às duas formas ordinárias descritas no Ritual.
f) Não constitui suficiente
necessidade, a mera grande afluência de penitentes, não só em ocasiões de uma festa
solene ou de uma peregrinação, mas nem mesmo por turismo ou outras razões semelhantes
devidas à crescente mobilidade das pessoas.
5. Não cabe ao confessor julgar se se
verificam as condições requeridas pelo cân. 961-§1, 2º, mas «ao Bispo diocesano, o
qual, atendendo aos critérios fixados por acordo com os restantes membros da Conferência
Episcopal, pode determinar os casos em que se verifique tal necessidade».(21) Estes critérios pastorais deverão ser
expressão do esforço de total fidelidade, nas circunstâncias dos respectivos
territórios, aos critérios de fundo definidos pela disciplina universal da Igreja, que
se apoiam aliás nas exigências derivadas do mesmo sacramento da Penitência na sua
divina instituição.
6. Numa matéria tão essencial para a vida da
Igreja, sendo de fundamental importância a plena harmonia entre os vários Episcopados do
mundo, as Conferências Episcopais, segundo o cân. 455-§ 2 do CDC, farão chegar quanto
antes à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos o texto das
normas que pensam estabelecer ou actualizar, à luz deste Motu proprio, em
aplicação do cân 961 do CDC. Tal medida favorecerá, sem dúvida, uma sempre maior
comunhão entre os Bispos de toda a Igreja, estimulando os fiéis de todas as partes a
recorrer abundantemente às fontes da misericórdia divina, que sempre jorram do
sacramento da Reconciliação.
Nesta perspectiva de comunhão, será também
oportuno que os Bispos diocesanos informem as respectivas Conferências Episcopais se se
verificam ou não, no próprio âmbito de jurisdição, casos de grave necessidade.
Caberá, em seguida, às Conferências Episcopais informar a sobredita Congregação sobre
a situação realmente existente no seu território, e as eventuais mudanças que se
registassem posteriormente.
7. Quanto às disposições pessoais do
penitente, reitera-se que:
a) «Para o fiel poder usufruir
validamente da absolvição concedida simultaneamente a várias pessoas, requer-se não
só que esteja devidamente disposto, mas que simultaneamente proponha confessar-se
individualmente, no devido tempo, dos pecados graves que no momento não pôde
confessar».(22)
b) Na medida do possível, inclusive no
caso de iminente perigo de morte, «instruam-se [os fiéis] a que procure cada um fazer o
acto de contrição».(23)
c) É claro que não podem receber
validamente a absolvição os penitentes que vivam em estado habitual de pecado grave e
não queiram mudar a própria situação.
8. Mantendo-se a obrigação «de confessar
fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano»,(24) «aquele a quem forem perdoados pecados graves em absolvição geral,
aproxime-se quanto antes, oferecendo-se a ocasião, da confissão individual, antes de
receber nova absolvição geral, a não ser que surja causa justa».(25)
9. Acerca do lugar e da sede
para a celebração do sacramento tenha-se em conta que:
a) «O lugar próprio para ouvir as
confissões sacramentais é a igreja ou o oratório»,(26) deixando porém claro que razões de ordem pastoral podem justificar
as celebrações do sacramento em outros lugares;(27)
b) a sede para as confissões é
disciplinada com normas estabelecidas pelas respectivas Conferências Episcopais, as quais
deverão garantir que aquela esteja colocada «em lugar patente» e seja também «munida
de grade fixa», permitindo assim aos fiéis, e aos mesmos confessores, que o desejem, seu
livre uso.(28)
Tudo o que estabeleci, com a presente Carta
apostólica em forma de Motu proprio, ordeno que tenha valor pleno e estável e
seja observado a partir deste dia, não obstante qualquer outra disposição em
contrário.Aquela, por sua natureza, tem valor inclusive para as venerandas Igrejas
Católicas Orientais, de acordo com os respectivos cânones que lhes são próprios.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 7
de Abril, Domingo da Oitava de Páscoa ou da Divina Misericórdia, no ano do Senhor de
2002, vigésimo quarto de Pontificado.
Notas
(1) Missal
Romano, Prefácio do Advento I.
(2) Catecismo
da Igreja Católica, 536.
(3)
Cf. Conc. Ecum. de Trento, ses.XIV, De sacramento paenitentiae, cân. 3: DS 1703.
(4) N.
37: AAS 93 (2001) 292.
(5)
Cf. CDC, cân. 213 e 843, §1.
(6)
Cf. Conc. Ecum. de Trento, ses.XIV, De sacramento paenitentiae, cap. 4: DS
1676.
(7) Ibid.,
cân. 7: DS 1707.
(8)
Cf. ibid., cap. 5: DS 1679; Conc.Ecum. de Florença, Decr. pro Armeniis (22
de Novembro de 1439): DS 1323.
(9)
Cf. cân. 392; Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium,
23.27; Decr. sobre o ministério pastoral dos bispos Christus Dominus, 16.
(10)
Cf. cân. 961, § 1, 2º.
(11)
Cf. nn. 980-987; 1114-1134; 1420-1498.
(12)
Cân. 960.
(13)
Cân. 986, § 1.
(14)
Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o ministério e vida dos presbíteros
Presbyterorum ordinis, 13; Ordo Paenitentiae, editio typica, 1974,
Praenotanda, n. 10,b.
(15)
Cf. Congr. para o Culto divino e a Disciplina dos sacramentos, Responsa ad dubia
proposita: «Notitiae», 37 (2001), 259-260.
(16)
Cân. 988, § 1.
(17)
Cf. cân. 988, § 2; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Reconciliatio et
paenitentia (2 de Dezembro de 1984), 32: AAS 77 (1985) 267; Catecismo da
Igreja Católica, 1458.
(18)
João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Reconciliatio et paenitentia (2 de Dezembro
de 1984), 32: AAS 77 (1985), 267.
(19)
Cân. 961, § 1.
(20)
Cf. supra nn. 1 e 2.
(21)
Cân. 961, § 2.
(22)
Cân. 962, § 1.
(23)
Cân. 962, § 2.
(24)
Cân. 989.
(25)
Cân. 963.
(26)
Cân. 964, § 1.
(27)
Cf. cân. 964, § 3.
(28)
Cf. cân. 964, § 2; Pont. Cons. para a Interpretação dos Textos legislativos,
Responsa ad propositum dubium: de loco excipiendi sacramentales confessiones (7 de
Julho de 1998): AAS 90 (1998) 711. |