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Mundo
(05/12/2003) Documento secreto revela esforço coordenado para forçar aborto irrestrito universal

Documento revela a desonestidade e manipulação básica de grupos pró aborto da ONU.

NOVA IORQUE, 5 de dezembro de 2003 (LifeSiteNews.com) - O vazamento de um documento secreto detalhando os planos internacionais de uma da organizações pró aborto confirmou antigas suspeitas de que as organizações mundiais pró aborto estão planejando forçar todos os países a oferecer aborto incondicional através de leis internacionais.

O documento de quase 60 páginas, que foi revelado pelo Instituto da Família Católica e Direitos Humanos (C-Fam), detalha os relatórios provenientes da reunião de outubro passado onde o Centro pelos Direito Reprodutivos (CRR) estabeleceu sua estratégia internacional incluindo uma lista de contatos pró aborto ao redor do mundo com os quais a CRR vem se relacionando.

O vice presidente do C-Fam Douglas Sylva disse ao LifeSiteNews.com que os documentos "confirmam os avisos de várias organizações pró vida e pesquisadores que apontaram que um esforço coordenado estava sendo realizado para usar tratados internacionais e decisões judiciais para fomentar a legislação pró aborto nos países, mesmo aqueles que atualmente têm legislação pró vida."

Como visto recentemente uma corte Americana derrubou a lei contra sodomia do Texas, as decisões de cortes internacionais são usadas como precedentes para casos domésticos e permite manipular a interpretação de constituições.

A documentação da CRR não esconde a natureza coercitiva das intenções do movimento. A documentação estabelece claramente que "a meta global é assegurar que os governos ao redor do mundo garantam os direitos reprodutivos através do entendimento que eles são obrigados a fazê-lo". O documento indica que a CRR está trabalhando para expandir a interpretação de direitos aceitos internacionalmente como o direito a saúde, fim da discriminação e fim da violência contra as mulheres, para incluir o aborto. O CRR admite a natureza furtiva de manobras," "há uma qualidade furtiva no trabalho: estamos conseguindo reconhecimento incremental de valores sem grande quantidade de escrutínio da oposição."

O documenta a desonestidade básica e a manipulação dos trabalhos públicos da CRR e grupos pró aborto relacionados que trabalham nas Nações Unidas como ONGs. Sylva disse ao LifeSiteNews.com, "Este deve ser um grito de alerta, não só para o mundo pró vida, mas para qualquer um preocupado com a soberania e honestidade nas negociações internacionais".

Enquanto a CRR e grupos relacionados alegam estar trabalhando para o avanço da saúde da mulher e tópicos semelhantes, sua agenda oculta é ver se estes mesmo direitos podem ser interpretados para incluir o aborto e assim para um país pró vida proibir o aborto significaria negar 'cuidados com a saúde' da mulher.

Original:

Secret Document Reveals Coordinated Effort to Enforce Universal Abortion on Demand

Document reveals basic dishonesty and manipulation by pro-abort groups at U.N.

NEW YORK, December 5, 2003 (LifeSiteNews.com) - A leaked top secret document detailing the international plans of one of the most powerful pro-abortion organizations has confirmed long-standing suspicions that pro-abortion organizations worldwide are planning to force all countries to provide abortion-on-demand through international law.

The over-60-page document, which has been revealed by the Catholic Family and Human Rights Institute (C-Fam), details the reports coming from a late-October meeting where the Center for Reproductive Rights (CRR) sets out its international strategy including a list of pro-abortion contacts around the world with whom CRR is scheming.

C-Fam Vice President Douglas Sylva told LifeSiteNews.com that the documents "confirm the warnings of numerous pro-life organizations and researchers who have pointed out that a coordinated effort was underway to use international treaty and court decisions to foist pro-abortion legislation on countries, even those countries which currently have pro-life laws." As seen in the recent American court decision striking down the Texas sodomy law, international court decisions are used as precedents for domestic cases and allowing manipulative interpretations of constitutions.

The CRR documentation does not hide the coercive nature of the movement's intentions. The documentation states plainly that the "overarching goal is to ensure that governments worldwide guarantee reproductive rights out of an understanding that they are bound to do so." The document indicates that CRR is working to expand the interpretation of internationally-accepted rights such as the right to health, and freedom from discrimination and ending violence against women, to include abortion. CRR admits the surreptitious nature of their maneuvers: ""there is a stealth quality to the work: we are achieving incremental recognition of values without a huge amount of scrutiny from the opposition."

The document reveals a basic dishonesty and manipulation about the public workings of CRR and related pro-abortion groups which work at the United Nations as NGOs. Sylva told LifeSiteNews.com, "This should be a wake-up call, not just for the pro-life world but, for anyone concerned about sovereignty and honesty in international negotiations."

While CRR and related groups claim to be working for the advancement of women's health and similar issues, their underlying agenda is to see to it that those same rights are interpreted to include abortion and thus for a pro-life country to forbid abortion would mean it denies women 'health care'. 

 


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