Igreja e Religião

AS BRUXINHAS QUE ERAM BOAS

Cresce o entusiasmo de adolescentes por sessões de feitiçaria do bem (???)

Tatiane Grusmão, de 12 anos, recebe as amigas toda semana em casa para lanchar, jogar conversa fora e... fazer bruxaria. É. Os rituais de leitura da sorte e a magia do bem caíram no gosto da garotada da Barra, ávida colecionadora de revistas sobre o tema voltadas para o público adolescente, como a "Witch". Nome moderno da bruxaria, a wicca, crença neo-pagã com base em práticas pré-célticas, ganha adeptos entre jovens como Bárbara Dewet, de 16 anos, cristã com iniciação em wicca.

Bárbara, a irmã, Brenda, de 14 anos, e colegas como Igor Guiderio, de 16 anos, levam o tema a sério e são vistos como diferentes pelos colegas da escola Nossa Senhora da Ressurreição. Tudo porque se vestem de preto, são entusiastas de livros e filmes sobre o tema como "O senhor dos anéis" e "Harry Potter" e usam talismãs, tipo a estrela de cinco pontas, pentagrama que simboliza os cinco elementos (água, terra, fogo, ar e a essência do homem) (faltou dizer : "o diabo")

- A wicca prega o culto à deusa da terra, da fertilidade e da morte, e ao seu consorte, o deus dos animais, das florestas e da magia - explica Bárbara, que, como todos do grupo, detesta os rótulos alternativo ou esotérico.

Bárbara seguiu o ritual de iniciação, energizando cristais com a ajuda de uma varinha e de um pote de barro, versão moderna do caldeirão de bruxa.

COMENTÁRIO

Nosso Senhor nos disse que a árvore boa dá bons frutos e a árvore dá maus frutos. Nos campos onde a árvore boa está secando, as ruins crescem e se multiplicam. E a árvore ruim do ecologismo, fomentada pela da New Age e "turbinada" por Hollywood, através de produções cinematográficas caríssimas, permite que a árvore má, velha, feia e enrugada da feitiçaria (hoje chamada Wicca) libere seus frutos podres por toda parte.

Não existe bruxaria boa e bruxaria má, como não existe assassino bom e assassino ruim. Como a Igreja sempre ensinou, todo o suposto poder da bruxaria provém do demônio, da ignorância, da auto sugestão ou da má fé.

A bruxaria, embora sempre condenada pela Igreja, sempre existiu, pois, enquanto o poder sobrenatural for tentador para o homem, como tem sido desde Adão, Satanás sempre estará lhe oferecendo seus préstimos.

Paulo Pedrosa


    Para citar este texto:
"AS BRUXINHAS QUE ERAM BOAS"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/imprensa/igreja/igreja20030914_1./
Online, 23/05/2017 às 23:09:34h